Erika Juchem Goelzer - Psicologia & Psicanálise - Crp07/14201

Erika Juchem Goelzer - Psicologia & Psicanálise - Crp07/14201 Sou psicologa (CRP 07/14201) e psicanalista com 18 anos de experiência clínica, especialização e

A sensação de rejeição não machuca apenas o ego.Ela ativa dores emocionais profundas: abandono, inadequação e medo de nã...
22/05/2026

A sensação de rejeição não machuca apenas o ego.
Ela ativa dores emocionais profundas: abandono, inadequação e medo de não ser suficiente.

Às vezes, a rejeição nem aconteceu de fato…
Mas um silêncio, uma demora na resposta ou uma mudança de comportamento já despertam inseguranças antigas.

Quem já se sentiu rejeitado muitas vezes pode começar a:

se afastar antes;
tentar agradar demais;
criar medo de vínculos;
interpretar tudo como desinteresse.

Mas nem toda distância é rejeição.
Nem toda ausência significa falta de amor.

Entender essa emoção é importante para não transformar feridas antigas em verdades sobre si mesmo. 🤍

19/05/2026

A sua responsabilidade não é caber na expectativa alheia, mas sim manter a coerência com quem você escolheu se tornar!

Solidão nem sempre é falta de pessoas.Às vezes, ela aparece mesmo quando você está cercado,conversando, convivendo, sorr...
15/05/2026

Solidão nem sempre é falta de pessoas.

Às vezes, ela aparece mesmo quando você está cercado,
conversando, convivendo, sorrindo.

Porque a solidão mais profunda
não é a ausência de companhia —
é a ausência de conexão.

É sentir que ninguém realmente vê o que acontece dentro de você.
É não conseguir ser quem você é por completo.

Muita gente aprendeu a esconder emoções,
a fingir que está bem,
a carregar tudo sozinho.

Mas ninguém foi feito para sustentar a vida sem vínculo.

Ser forte o tempo todo também machuca.

E talvez a cura da solidão
não esteja em ter mais pessoas ao redor,
mas em encontrar espaços onde você possa existir de verdade.

— Erika Juchem Goelzer

A frustração faz parte da vida —mesmo que ninguém tenha ensinado isso pra muita gente.Ela aparece quando algo não aconte...
13/05/2026

A frustração faz parte da vida —
mesmo que ninguém tenha ensinado isso pra muita gente.

Ela aparece quando algo não acontece como esperado,
quando os planos mudam,
quando a realidade não acompanha os nossos desejos.

E tudo bem sentir desconforto diante disso.

O problema começa quando você acredita
que frustrar-se significa fracassar.

Nem tudo vai sair como você imaginou.
Nem tudo estará no seu controle.

Mas amadurecer também é aprender
a continuar, mesmo quando as coisas não acontecem do jeito que você queria.

A frustração não te destrói.
Ela te ensina limites, adaptação e realidade.

— Erika Juchem Goelzer

10/05/2026

Por trás da maternidade, existe uma mulher que também sente.

Uma mulher que, muitas vezes, continua mesmo cansada.
Que acolhe enquanto também precisa de acolhimento.
Que tenta ser forte para todos… sem sempre ter espaço para desabar.

A maternidade é linda, mas também é intensa, silenciosa e emocionalmente exigente.

E talvez o Dia das Mães não seja só sobre celebrar o quanto uma mãe faz,
mas também sobre enxergar quem ela é além disso.

Porque antes de ser mãe, existe uma mulher.
E ela também merece cuidado, escuta e acolhimento.

— Erika Juchem Goelzer

Uma mulher de 27 anos foi detida na terça-feira (5) após esfaquear um cabeleireiro dentro de um salão de beleza. A mesma...
08/05/2026

Uma mulher de 27 anos foi detida na terça-feira (5) após esfaquear um cabeleireiro dentro de um salão de beleza.

A mesma afirmou que estava insatisfeita com o corte feito em sua franja e reclamou do resultado antes da agressão.

Isso nos trás uma reflexão sobre uma geração que não aprendeu a suportar frustrações, Porque ninguém nasce sabendo lidar com o desconforto.
Isso é ensinado.

É na infância que se aprende que nem tudo será como queremos.
Que ouvir “não” faz parte.
Que errar, perder, esperar e se frustrar não destroem ninguém.

Mas quando uma criança cresce sem desenvolver recursos emocionais para suportar limites,
ela pode chegar à vida adulta emocionalmente despreparada para a realidade.

E a realidade frustra.

As pessoas decepcionam.
As coisas saem do controle.
O mundo não se organiza em torno dos nossos desejos.

O problema é que, para algumas pessoas, a frustração não é vivida apenas como desconforto.
Ela é sentida como ameaça, humilhação, rejeição.

E quando não existe maturidade emocional para elaborar isso,
o impulso toma o lugar da consciência.

A raiva explode.
O outro vira alvo.
E o sofrimento interno é descarregado em forma de agressão.

Violência não nasce do nada.
Ela é, muitas vezes, o resultado de emoções que nunca foram compreendidas, reguladas ou nomeadas.

Uma infância sem limites não cria liberdade emocional.
Cria fragilidade diante da vida.

Porque proteger uma criança de toda frustração
não a fortalece.
Só impede que ela aprenda a lidar com aquilo que inevitavelmente vai sentir.

E talvez um dos maiores problemas da nossa geração
não seja sentir demais —
mas nunca ter aprendido o que fazer com aquilo que sente.

— Erika Juchem Goelzer

06/05/2026

Tem um momento na vida em que a gente simplesmente cansa…

De tentar entender tudo.
De buscar explicações pra cada dor.
De acreditar que só vai ficar bem quando tudo fizer sentido.

Por muito tempo, parece que entender traz segurança.

Mas, às vezes…
é só uma forma de tentar controlar o que é incerto.

Até que algo muda.

Você começa a perceber
que nem tudo precisa ser resolvido na mente.
Que nem tudo precisa de resposta imediata.

E então, aos poucos, você solta.

E quando solta… algo se reorganiza.

O peso diminui.
O que parecia travado começa a caminhar.
E aquela sensação de estar lutando contra tudo… perde força.

Não porque tudo ficou claro.
Mas porque você deixou de tentar controlar tudo.

Tem coisas que não precisam ser entendidas.
Só vividas.

✨ E, às vezes, é quando você solta
que a vida encontra um jeito de se ajeitar.

— Erika Juchem Goelzer

A ansiedade nem sempre aparece de forma evidente.Às vezes, ela está no excesso de pensamentos,na dificuldade de relaxar,...
05/05/2026

A ansiedade nem sempre aparece de forma evidente.

Às vezes, ela está no excesso de pensamentos,
na dificuldade de relaxar,
na sensação constante de que algo não está certo.

Mesmo quando tudo parece tranquilo por fora,
por dentro a mente não desacelera.

A ansiedade tenta te proteger,
mas, em excesso, começa a te sobrecarregar.

Por isso, nem tudo que você pensa é um fato.
E nem tudo que você sente é um perigo real.

Aprender a lidar com a ansiedade
é, aos poucos, construir segurança dentro de si.

— Erika Juchem Goelzer

Trabalhar não deveria significar se perder de si.Em algum momento, a produtividade virou medida de valor.E, sem perceber...
01/05/2026

Trabalhar não deveria significar se perder de si.

Em algum momento, a produtividade virou medida de valor.
E, sem perceber, muita gente passou a viver em função de dar conta, render, entregar…
mesmo quando já estava esgotado.

Mas existe uma diferença entre se dedicar
e se abandonar.

O cansaço constante não é normal.
A exaustão não deveria ser rotina.
E descansar não é sinal de fraqueza.

Você não é só o que produz.
Existe uma vida que precisa ser vivida para além do trabalho.

Neste Dia do Trabalho,
talvez a reflexão não seja sobre fazer mais…
mas sobre até onde você tem ido sem se escutar.

Cuidar da sua saúde mental
também é uma forma de responsabilidade consigo.

— Erika Juchem Goelzer

O medo não é algo a ser eliminado —é algo a ser compreendido.Ele existe para proteger,para te alertar, para te preparar....
01/05/2026

O medo não é algo a ser eliminado —
é algo a ser compreendido.

Ele existe para proteger,
para te alertar, para te preparar.

Mas quando passa a decidir por você,
começa a limitar a sua vida.

Evitar pode trazer alívio no momento,
mas também te impede de viver experiências importantes.

A questão não é não sentir medo.
É não deixar que ele defina seus caminhos.

Você pode sentir medo
e ainda assim escolher seguir.

— Erika Juchem Goelzer

A inveja não é sobre o outro —é sobre o que aquilo desperta em você.Ela aparece quando algo tocaem desejos, comparações ...
28/04/2026

A inveja não é sobre o outro —
é sobre o que aquilo desperta em você.

Ela aparece quando algo toca
em desejos, comparações ou faltas que ainda não foram olhadas.

E, mesmo sendo difícil de admitir,
é uma emoção humana.

O problema não está em sentir inveja,
mas em se perder nela.

Quando você se compara o tempo todo,
esquece da própria trajetória.

Mas quando você entende o que ela revela,
ela pode se transformar em direção.

Nem tudo que você admira no outro
está distante de você —
às vezes, só ainda não foi desenvolvido.

— Erika Juchem Goelzer

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Viamão, RS

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