19/04/2026
Participar do congresso “Autismo Sem Fronteiras” tem sido mais do que uma experiência tem sido um marco.
Um espaço onde conhecimento não é apenas compartilhado, mas confrontado, ampliado e transformado em prática. Onde cada fala carrega não só teoria, mas histórias reais, desafios concretos e possibilidades de mudança.
Para mim, isso ultrapassa o campo profissional.
É também uma responsabilidade pessoal.
Porque quando lidamos com o autismo, não estamos falando apenas de diagnósticos, protocolos ou intervenções… estamos falando de pessoas, de famílias, de futuros que dependem diretamente da forma como nos posicionamos hoje.
Estar aqui é assumir o compromisso de fazer mais e melhor.
De levar informação qualificada, de promover inclusão de verdade não como discurso, mas como prática diária.
O “Autismo Sem Fronteiras” não é só um congresso.
É um chamado.
E eu escolhi responder.