Marcela Barbosa - Terapias e bênçãos ancestrais

Marcela Barbosa - Terapias e bênçãos ancestrais Constelação Sistêmica feita online com Bonecos (avatares). Consteladora: Malini Marcela Barbosa Ogawa

Quem é a vítima e quem é o vilão no amor bipolar?Aqui é importante diferenciar a relação antes e depois do diagnóstico.A...
20/03/2026

Quem é a vítima e quem é o vilão no amor bipolar?

Aqui é importante diferenciar a relação antes e depois do diagnóstico.

Antes do diagnóstico, quase sempre a história é mal contada e simplista.

A pessoa vira “instável”, “exagerada”, “tóxica”, manipuladora, dramática. Ama muito num dia e, no outro, se afasta, descarta, volta atrás… altos e baixos. A vilã perfeita.

Para quem está do outro lado, é confuso, cansativo e doloroso. Afinal, como entender alguém que às vezes parece ter total consciência e, em outros momentos, parece não ter controle sobre o que sente, faz ou diz? Falta de caráter? Ou intensidade demais? Vítima! AND confuso.

E então vem o diagnóstico. Um nome que muda tudo.

Não signif**a que “nunca foi você”. Mas signif**a que muitos comportamentos eram sintomas de algo não compreendido e não tratado.

Com o diagnóstico, é possível ver que, por trás dos comportamentos, havia sofrimento. E com tratamento, aquela “vilã” — que estava lutando internamente — passa a existir como pessoa.

Isso não quer dizer que o parceiro não sofra. Sofre, e muito. Porque amar sem entender gera rejeição, insegurança e culpa. Ele tenta encontrar lógica onde há desregulação emocional e leva para o pessoal algo que muitas vezes não é sobre ele.

E assim nasce um ciclo:
um se sente incompreendido, o outro ferido > um perde o controle, o outro perde a paciência > um precisa de ajuda, o outro não sabe como ajudar.

Sem diagnóstico, não há dois lados — há dois perdidos.
Quando se entende que existe um transtorno, abre-se espaço para responsabilidade, tratamento e consciência.

Não é sobre passar pano. É sobre parar de reduzir algo complexo a “caráter”.

Porque, no fim, o problema não é “quem é o vilão”, mas o quanto a falta de entendimento transforma dor em julgamento.

Quantas relações se perderam não por falta de amor, mas por falta de compreensão/conhecimento?

Pode ser Júnior, Neto, Neta, Filho, ou até mesmo o mesmo nome idêntico ou com leves alterações. Sabe, o nome da avó mate...
17/03/2026

Pode ser Júnior, Neto, Neta, Filho, ou até mesmo o mesmo nome idêntico ou com leves alterações. Sabe, o nome da avó materna, junto com a avó paterna (um clássico!), mas não importa.

Se eu recebi o mesmo nome de alguém da minha família, junto eu recebi um “manual de como ser/agir”, um script já escrito por alguém que não sou eu.

Eu posso até achar que estou inventando a roda, que estou fazendo muito diferente da mãe, da avó, do pai, do avô, etc. Mas no fundo, no esqueleto da ação, eu estou agindo IGUALZINHO.

O sistema pode ser tão malandrinho que nos faz chamar a mesma covardia herdada, de coragem, por exemplo.

Sabe aquela avó que não “pode” viver um grande amor por medo do que iam falar? Então. Eu posso até achar que jamais faria isso, mas lá estou eu, abrindo mão de um grande amor em prol de algo (de uma carreira, de uma segurança, um qualquer coisa, etc).

Tudo porque seguir o script familiar nos traz uma aparente paz mental. Seguir o que o sistema quer que sigamos dá uma sensação de que tudo está bem.

Parece ser bem injusto logo de cara determinarmos o destino de um bebê. Mas fazemos isso desde que o mundo é mundo. Porque, como sempre digo aqui, alguém inconsciente, por vezes, prefere morrer à não pertencer ao sistema.

Mas saibam que tem como sair disso. Começando na tomada de consciência dos padrões que temos, e também ao perguntarmos sobre as histórias que contam de nossos parentes “homenageados” com nossos destinos. Assim, vamos nos conscientizando.

E se quiser mais informações sobre como sair disso, me manda NOME no privado.

Sigo com a chave filosóf**a ligada. Por pedido de clientes e por vivências pessoais, falemos mais sobre o AMOR.Agora, da...
16/03/2026

Sigo com a chave filosóf**a ligada. Por pedido de clientes e por vivências pessoais, falemos mais sobre o AMOR.

Agora, da diferença gritante entre o amor sentimento e o Amor atitude (repara no A maiúsculo).

Muito se fala que “somente amar alguém não basta”. Quando falamos do amor-sentimento, isso é verdade: ele sozinho não leva a lugar nenhum — no máximo à loucura! rs

Isso porque o amor desacompanhado de atitudes é centrado em quem sente, portanto ainda imaturo. É o amor pelo qual se morre. Nele, o foco está mais na própria experiência do que na construção do vínculo.

Muitas vezes o amor descrito em romances, poesias ou músicas reflete essa fase inicial: sentimentos intensos, promessas do “amor que tudo pode” ou que acaba como o “amor que não bastou”, mas que ainda não se traduzem em ações maduras.

Nos primeiros anos da paixão (média de 2 anos!) ainda não há vínculos sólidos — mas existe a belíssima oportunidade de construí-los.

Quando esse amor “passa”, percebemos que a pessoa apenas despertou algo em nós. E o sentimento pode evoluir. O amor é seu.

Já se ambos amadurecem emocionalmente, esse amor pode se transformar em O Amor.

E aaahhh, o Amor! A cerejinha do bolo da paixonite. Cheio de atitude e presença.

O Amor-atitude nasce da intenção de criar um vínculo real: comunicação de sentimentos AND ação. Ele exige duas pessoas conscientes que escolham permanecer e crescer juntas. É o amor que faz viver!

Como dizem os Anônimos: “Amor é compromisso.”

Nele há espaço para romantismo, mas sempre confirmado pelas ações. Sem palavras vazias: quem ama, AGE.

O Amor f**a no cuidado, na consideração, no bem-querer prático, nas ações diretas. Ele pede responsabilidade emocional e maturidade.

E não, ele não é perfeito. O Amor é um processo de crescimento e lapidação carinhosa de quem queremos ser.

O amor sentimento não é menor — ele é o início. É ele que nos inspira a construir vínculos. Mas nada se sustenta em terreno instável.

Então f**a uma dica para relacionamentos saudáveis: observe se palavras sobre amor vêm acompanhadas de ações.

Depois você me conta. 😊

Beijos da humana que — infelizmente pra mim — ama usar travessão tanto quanto uma IA rs

Reflexiva eu…. Mas é que essa frase é tão, mas tão boa.Ainda mais quando - por conta da psicofobia - chamamos um desequi...
15/03/2026

Reflexiva eu…. Mas é que essa frase é tão, mas tão boa.

Ainda mais quando - por conta da psicofobia - chamamos um desequilíbrio químico cerebral de loucura.

Quando uma pessoa com bipolaridade, por exemplo, faz a sua parte no tratamento (que envolve diversos aspectos: medicação, exercício, alimentação, se afastar de situações estressantes, dormir cedo/bem, etc), ela deixa de sofrer com os sintomas da enfermidade.

Mas para uma pessoa ignorante e imatura de coração não há “remédio”.

Minha tia materna Carmen diz uma frase muito boa, aliás, sobre o que podemos chamar de ignorância (uma fala menos dura do que disse Sir Wilde rs). Ela diz que “a ignorância é atrevida”.

O que signif**a que quanto mais ignorante (imbecil? rs) a pessoa, inclusive, a tendência é ela “estacionar” no platô da estupidez.

Chamando, por exemplo, de “coragem” o que é pura fraqueza. Chamando de “luta” o que é insegurança. Chamando “urubu” de “meu loro” 🦜 haha

E o ignorante, na maioria das vezes, leva essa sua ignorância pro túmulo. O que é uma tristeza - pro próprio ignorante.

Mas não tem como parar de sofrer? Claro que sim. Sempre tem.
Mas SEMPRE o primeiro passo para deixar de doer é reconhecer.

Tanto a enfermidade quanto a ignorância.

Viva Oscar Wilde :)
(Coloquei uma música que amo, do meu cantor argentino preferido Kevin Johansen, na qual ele fala sobre outra frase do autor. “Tenho um gosto simples, só quero o melhor” rs

Beijos e boa semana!

Faz tempo que não apareço por aqui no feed.Mas tem coisas que tem que sair da gente, certo.Vamos falar sobre tipos de re...
13/03/2026

Faz tempo que não apareço por aqui no feed.
Mas tem coisas que tem que sair da gente, certo.

Vamos falar sobre tipos de relacionamentos amorosos. Gostei de um senhor que disse que eles são de dois tipo: tênis ou frescobol.

No amor-tênis, um f**a querendo competir com o outro, provocando e um desperta o pior no outro, no adversário (não há parceria...). Não há paz, tampouco tranquilidade. E há espaço para somente um “vencedor”. Mas qualquer adulto funcional sabe que num relacionamento se há “vencedor” é porque não existe relação, certo? É um jogo estruturado, de ponto, de rigidez, de suor e esforço.

Falemos agora do amor-frescobol. Nesse ambos se divertem! O objetivo é não deixar a bolinha (a peteca! rs) cair. Quanto mais tempo no ar, mais divertido e excitante o jogo f**a. Um torce pelo outro e o outro torce pelo um. Cada parceiro (aqui não é adversário!) se esforça ao máximo para jogar a bola exato na raquete do outro parceiro.
É um jogo de praia, de mar, de risadas, sem regras, sem “pontos”.

Hoje, aos 44, me vejo totalmente no segundo tipo. Não tenho intenção alguma de entrar em nenhuma relação (de nenhum tipo: amizade, trabalho, etc) que tenha a ver com competição (ainda mais porque eu sou HIPER competitiva e tendo a ganhar sempre rs).

Então, aviso aos navegantes: quem quiser competir comigo, parabéns! Palmas! Você já ganhou por W.O. 😊

Vamos refletir no tipo de relação que vivemos/estamos/queremos? haha

(Texto autoral escrito por mim mesma, .vida – porque eu nunca precisei de chatgpt pra escrever. Mas confesso que pra essa imagem brega, usei rs.)

15/02/2026

Dr. Renato Silva:

A cafeína pode ser utilizada até as 12h (meio-dia) em pacientes em estados depressivos ou eutímicos: até 2 xícaras (XÍCARAS, não copos!).

O problema maior é em casos de estados mistos, mania ou hipomania. Aí, NÃO PODE TOMAR, porque o estímulo gerado pela cafeína pode:
Causar crises de pânico;
Aumentar irritabilidade e ansiedade;
Prejudicar o sono, levando a oscilações de humor mais rápidas;
e vários outros efeitos negativos.

O conhecimento salva vidas. 🛟

“A análise não é apenas desvelar o passado ou diagnosticar sintomas. É, sobretudo, inventar um novo modo de habitar o se...
14/02/2026

“A análise não é apenas desvelar o passado ou diagnosticar sintomas. É, sobretudo, inventar um novo modo de habitar o ser.” — Maria Homem

A análise não se limita a revisitar memórias ou dar nome ao sofrimento.
Ela é um gesto de criação.

É apropriar-se da própria história — inclusive daquilo que parecia fragmentado, confuso ou doloroso demais para dizer.
É escutar o que pulsa antes mesmo de virar palavra.
É transformar o indizível em narrativa.

Analisar-se é descer aos subterrâneos da própria vida,
mas também ousar escrever novos roteiros.

Menos submissos aos ideais que nos esmagam.
Mais fiéis ao que somos — e ao que ainda podemos nos tornar.

No fim, viver é isso:
uma obra aberta.
Uma travessia entre o que herdamos e o que escolhemos inventar.

🖋️ Que a sua história possa ser cada vez mais sua.

Já está no meu Spotify a   da vida da  , baseada no filme Angela, que está no Netflix.A Angela era uma rainha socialite ...
01/02/2026

Já está no meu Spotify a da vida da , baseada no filme Angela, que está no Netflix.

A Angela era uma rainha socialite que teve a vida prematuramente ceifada pelo então companheiro.

No Spotify eu analiso tudo como a gente gosta! Vai lá e me conta depois. Link nos stories ou no destaque ANGELA!

Beijooos!

12/01/2026

Você não está repetindo por falta de esforço.
Você está repetindo por falta de consciência.

Mudar de cenário não quebra padrão.
Mudar o olhar, sim.

Eu trabalho ajudando você a identif**ar padrões repetitivos — muitos deles vindos da sua história familiar — e a sair desse looping, com consciência, escuta e pitacos sinceros quando precisam ser dados.

Se esse vídeo falou com você,
📩 me chama no direct
ou clica no link da bio.

🔁 Não é azar. É padrão.

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Vila Mariana, SP

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