Psicóloga Fernanda Teixeira

Psicóloga Fernanda Teixeira Página Profissional da Psicóloga Fernanda Correia Teixeira CRP 06/83072.

16/05/2026

Tem pessoas tr4ns extremamente competentes…
mas que, no momento de sustentar o próprio valor, entram automaticamente em ajuste.

Não porque não sabem o quanto entregam.
Mas porque aprenderam, durante muito tempo, que sustentar a própria presença poderia gerar desconforto, tensão ou afastamento.

E isso aparece no trabalho.
Na cobrança.
Na negociação.
Na dificuldade de ocupar um lugar sem imediatamente tentar aliviar o outro.

Na terapia, muitas vezes o trabalho é justamente esse:
conseguir sustentar o próprio valor sem precisar se justif**ar o tempo inteiro.

Porque o que muda não é só o valor recebido.
É a forma de existir no próprio trabalho.

Mais coerente.
Menos negociada.

Se esse conteúdo te atravessou de alguma forma, continua por aqui.
A comunidade da bandeira branca, azul e rosa é um espaço seguro de compreensão, sustentação e expansão para pessoas tr4ns. 🤍🩵🩷🏳️‍⚧️

14/05/2026

Ser uma pessoa da bandeira branca, azul e rosa, ser uma pessoa tr4ns
não precisa ser explicado a partir de falta.

Durante muito tempo, o que era reconhecido como possível
foi definido por um repertório muito restrito —
que exclui justamente aquilo que nos amplia: a nossa pluralidade.

E é justamente por isso que outras formas de existir
não só aparecem —
elas ampliam.

Pessoas tr4ns não estão fora de lugar.

Elas expandem o que pode ser vivido,
reconhecido
e sustentado como uma vida possível.

E é nesse ponto que o meu trabalho acontece.

No Espaço de Ser, que é o nome do meu consultório, eu acompanho pessoas tr4ns
na construção de uma vida que não precisa caber —
mas que pode se sustentar.

Reflorestar o imaginário sobre pessoas tr4ns
é abrir espaço para que outras formas de vida
ganhem consistência.

Se isso faz sentido pra você,
f**a por aqui.

Porque é assim que a gente constrói
a comunidade da bandeira branca, azul e rosa —
um espaço de compreensão, movimento e sustentação. 🏳️‍⚧️💙🩷🤍

11/05/2026

Às vezes, a transição acontece…
e a pessoa começa a perceber que existe uma vida nela querendo expandir.

Novos desejos.
Novas ambições.
Uma presença mais inteira.
Uma vontade de ocupar espaços de outro jeito.

Mas, ao mesmo tempo, certos vínculos ainda mantêm essa pessoa em estado de leitura do ambiente.
Então ela cresce… mas calcula.
Avança… mas se monitora.
Se movimenta… mas ainda administra o quanto pode aparecer sem gerar desconforto, ruptura ou perda de reconhecimento.

Na clínica, esse ponto aparece muito.
Porque existe um momento em que a vida começa a pedir mais expansão, mais presença, mais autoria…
mas algumas estruturas antigas ainda seguem tentando limitar o tamanho dessa experiência.

Se você sente que está vivendo esse momento, talvez possamos construir juntes, em terapia, mais compreensão e sustentação pra essa expansão.

Clica no “Saiba mais”, entra na lista de espera, e eu mesma entrarei em contato com você. 💙🩷🤍🏳️‍⚧️

10/05/2026

Outro dia eu recebi um comentário que dizia:
“eu nunca fui tão feliz e tão potente desde que comecei a minha transição.
E é a primeira vez que eu me acho linda de verdade.”

E eu precisei parar.

Porque é claro que existe dor na experiência de algumas pessoas trans,
e isso precisa ser considerado —
bem como a necessidade de criação de políticas públicas para assistência.

Mas reduzir essas experiências a isso…
empobrece o que está, de fato, acontecendo na vida de muitas pessoas.

Porque o que também existe — e nem sempre ganha espaço —
são processos de construção,
de reconhecimento,
de expansão.

Pessoas que não estão só atravessando dificuldades,
mas se aproximando de si de um jeito que antes não era possível.

O problema de uma narrativa única
não é só o que ela mostra,
mas o que ela impede de ser imaginado.

Quando só um tipo de história circula,
outras formas de viver deixam de parecer acessíveis —
e, em alguns casos, até possíveis.

Aqui, a gente sustenta outras leituras.
Outras formas de existir.
Outras possibilidades de vida.

Se isso abriu alguma coisa aí pra você,
f**a por aqui com a gente.

Na comunidade da bandeira branca, azul e rosa,
a gente sustenta outras possibilidades de existir —
com mais espaço, mais nuance.

🤍🩵🩷🏳️‍⚧️

09/05/2026

"Pessoa tr4ns é alguém que nasceu no corpo errado."

Você já ouviu isso. Talvez já tenha usado isso.

Mas sabe de onde vem essa ideia? John Money, médico, e Robert Stoller, psicanalista — ambos trabalhando nos Estados Unidos entre as décadas de 50 e 70 — foram os primeiros a criar as categorias masculino e feminino para pensar gênero. Na época, o trabalho deles orientava um processo terapêutico de convergência: adequar o corpo a uma suposta essência interna. Como se existisse um gênero e corpo certo — e o papel da terapia fosse chegar até ele.

Ou seja: se tem um corpo errado, é porque existe um certo. E alguém decidiu qual era qual.

Na clínica, o que aparece é algo bem diferente disso.

Identidade não é uma essência escondida esperando ser descoberta. Ela vai sendo construída — atravessada pela história, pelo corpo, pelos encontros, desencontros, pela sociedade, pelas experiências.

Talvez não seja sobre chegar a uma resposta definitiva. Mas sobre conseguir sustentar uma vida que não precisa estar completamente resolvida para existir.

Sou Fernanda Teixeira, psicóloga, e aqui no Espaço de Ser — e nas mídias — a gente constrói juntes a comunidade da Bandeira Branca, Azul e Rosa: um espaço seguro para construir e sustentar a sua versão mais autêntica. 🤍💙🩷🏳️‍⚧️

07/05/2026

Tem um momento em que a sua vida já se moveu.
Você já se construiu, já se alinhou, já sustenta quem você é.

Mas, na área da s4xualidade…
nem tudo necessariamente acompanhou esse movimento.

E isso não aparece como falta.
Aparece como repetição.
Como presença parcial.
Como experiências em que você até está…
mas não está por inteire.

Na clínica, esse é um ponto importante.
Porque não é mais sobre se entender.
É sobre conseguir estar, de fato, presente naquilo que você vive.

E isso muda tudo.

Se você já sente que está nesse momento,
clica no “Saiba mais”, preenche o formulário da minha lista de espera
que eu mesma vou entrar em contato com você. 💙🩷🤍🏳️‍⚧️

02/05/2026

Pessoas trans: aposto que você achou que se entender seria o maior desafio.

Mas, em algum momento, isso muda.

Você já construiu quem você é —
e, ainda assim, a sua vida pode não acompanhar mais.

Não é dúvida.
É desalinhamento.

Escolhas e relações que ainda operam a partir de versões anteriores suas —
de quando a sua vida ainda não estava à altura de quem você é hoje.

E é aqui que a terapia tem um outro lugar:

não é mais sobre entender,
é sobre sustentar, na prática,
uma vida que esteja à altura de quem você já é.



Se você já sente que está nesse momento,
clica no “Saiba mais”, preenche o formulário da lista de espera
que eu mesma vou entrar em contato com você. 🤍💙🩷🏳️‍⚧️

Tem uma parte de mim que sempre encontrou no cinema um lugar de sustentação.Quando eu era mais nova, filmes e séries era...
25/04/2026

Tem uma parte de mim que sempre encontrou no cinema um lugar de sustentação.
Quando eu era mais nova, filmes e séries eram onde eu conseguia sentir aquilo que ainda não sabia nomear — e, em alguns momentos, também foi uma forma de me ajudar a lidar com a realidade.

Hoje, esse lugar mudou. O cinema deixou de ser fuga e se tornou escolha. Presença. Encontro.

Os filmes que sempre me atravessaram são mais introspectivos, mais densos, mais humanos. Filmes que não se entregam de imediato, que pedem tempo. Hoje, eu tenho mais repertório para me relacionar com eles — mas, de algum jeito, esse tipo de cinema sempre fez sentido pra mim.

Costumo brincar que, se eu não tivesse feito Psicologia, certamente teria feito Cinema 🤩

Na época em que estudei na FAAP, o que mais me encantava era a biblioteca — especialmente os quase já obsoletos DVDs. Eu passava um tempo escolhendo títulos que quase ninguém pegava. E, olhando hoje, isso já dizia muito sobre o meu olhar.

E isso também aparece no meu trabalho.
Aqui no consultório, nos livros de cinema e fotografia, nas referências que me atravessam — e que ampliam o meu olhar para o humano. Um olhar que vai além do óbvio e que convida quem está à minha frente a também fazer esse mergulho.

Talvez por isso alguns dos lugares que eu mais gosto na cidade sejam salas de cinemas como o Reserva Cultural e o Espaço Petrobras de Cinema, na Augusta. Lugares que fogem do circuito comercial e que apostam em filmes com mais cuidado, mais profundidade, mais tempo.

No fim, não é só sobre cinema.
É sobre onde a gente pode existir com mais profundidade.
E, pra mim, esses são alguns desses lugares.

P.S.: Pra esse post, escolhi uma música de um dos meus filmes favoritos do passado: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. 🤍🩵🩷🏳️‍⚧️

24/04/2026
20/04/2026

Endereço

Avenida Ordem E Progresso 157 Sala 808
Vila Mariana, SP
01141030

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