Psicóloga Ester Gouveia Viana

Psicóloga Ester Gouveia Viana TCC para: Depressão Ansiedade,Transtornos Alimentares, TOC
Mindfulness e Psicoterapia
Regulação

05/04/2026
“Relaxa.”Essa é, provavelmente, uma das orientações mais ineficazes para alguém em estado de ansiedade.Não porque a pess...
29/03/2026

“Relaxa.”
Essa é, provavelmente, uma das orientações mais ineficazes para alguém em estado de ansiedade.
Não porque a pessoa não queira.
Mas porque, naquele momento, ela não pode.
A ansiedade não é uma escolha consciente.
É uma ativação fisiológica real — um sistema de alerta ligado, preparado para reagir a uma ameaça que, muitas vezes, nem está mais presente.
O corpo acelera.
A respiração encurta.
A mente tenta prever tudo ao mesmo tempo.
E, diante disso, pedir para “relaxar” é como exigir silêncio de um alarme que ainda acredita haver perigo.
Não se desliga um sistema de defesa com uma ordem.
É preciso que o organismo perceba — com experiência, não com discurso — que já não está em risco.
Por isso, o caminho não é forçar calma.
É construir segurança.
E isso envolve compreender padrões, reconhecer gatilhos, reorganizar respostas e, principalmente, deixar de tratar o sintoma como fraqueza.
Ansiedade não é falta de controle.
É excesso de tentativa de controle diante de algo que, em algum momento, foi vivido como imprevisível.

Se você já ouviu “relaxa” e se sentiu ainda mais incapaz, não é porque há algo errado com você.
É porque estão tentando resolver, com simplificação, algo que exige elaboração.
📌 E é exatamente isso que a psicoterapia oferece: um espaço onde o sintoma deixa de ser combatido
e passa a ser compreendido.

Ester Gouveia Viana
Psicóloga|CRP 16/6077
Atendimento online
(27) 992859525

Seu filho está conectado… ou está se isolando?O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescen...
13/03/2026

Seu filho está conectado… ou está se isolando?
O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescentes na internet.

Nunca houve uma geração tão conectada quanto a atual.
Adolescentes conversam com amigos o dia inteiro, participam de grupos, jogam online, acompanham vídeos, seguem influenciadores e interagem nas redes sociais.
À primeira vista, parece que estão sempre socializando.
Mas muitos pais começam a perceber algo diferente:
O quarto cada vez mais fechado.
O celular sempre na mão.
Conversas familiares cada vez mais raras.
Mudanças de humor sem explicação aparente.
A internet não é, por si só, um problema.
Ela é parte da vida contemporânea.
O risco começa quando a vida digital passa a substituir a vida real.
Alguns adolescentes começam a:
• preferir o mundo online às interações presenciais
• dormir cada vez mais tarde por causa do celular
• apresentar irritação quando precisam se desconectar
• perder interesse por atividades que antes gostavam
• comparar constantemente sua vida com a dos outros
A exposição contínua a estímulos rápidos, aprovação social e comparação nas redes pode afetar profundamente a autoestima, a atenção e o equilíbrio emocional.
Muitos jovens não sabem explicar o que sentem, mas vivem:
ansiedade, insegurança, sensação de inadequação e dificuldade de lidar com frustrações.
Por isso, mais importante do que controlar o celular é manter o diálogo aberto.
Pais que observam, conversam e se interessam genuinamente pela vida emocional dos filhos conseguem perceber sinais que muitas vezes passam despercebidos.
A pergunta talvez não seja apenas:
quanto tempo seu filho passa na internet.
Mas algo mais profundo:
como ele está se sentindo enquanto vive ali.
A adolescência é um período sensível de formação emocional e identidade. Quando surgem mudanças importantes de comportamento, isolamento ou sofrimento psicológico, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante.
A saúde mental também se constrói através do equilíbrio entre o mundo digital e a vida real.
Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica | CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental
WhatsApp: 27 99285-9525

12/03/2026

Conversas profundas são substituídas por mensagens rápidas. Momentos vividos são trocados pela necessidade de registrá-los. A vida passa a ser observada, exibida ou comparada, em vez de verdadeiramente experimentada.
Não se trata de demonizar a tecnologia. A internet é uma ferramenta extraordinária.
A questão central é o lugar que ela ocupa na vida de cada pessoa.
Quando o mundo virtual passa a substituir a experiência real — relações, silêncio, presença, reflexão — algo fundamental da saúde mental começa a se perder:
a capacidade de viver a própria vida em primeira pessoa.
Talvez a pergunta mais importante hoje não seja:
quanto tempo você passa online?
Mas sim:
quanto da sua vida continua acontecendo fora da tela?

Se você percebe que a vida digital está ocupando um espaço maior do que gostaria — e isso começa a afetar sua atenção, seus vínculos ou seu bem-estar emocional — a psicoterapia pode ajudar a reconstruir equilíbrio, presença e consciência sobre seus hábitos.
Cuidar da saúde mental também significa aprender a se reconectar com a própria vida.
Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica | CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental
WhatsApp: 27 99285-9525

11/03/2026

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