Psicóloga Ester Gouveia Viana

Psicóloga Ester Gouveia Viana Terapia Cognitivo-Comportamental

Depressão, Ansiedade, Toc, Síndrome do Pensamento Acelerado, Bulimia
Terapia de Casal
Mindfulness

09/04/2026
Assim somos nós, seres únicos, especiais, tecendo a trama da vida... Sempre em frente.É impossível querer viver sem se d...
06/04/2026

Assim somos nós, seres únicos, especiais, tecendo a trama da vida... Sempre em frente.

É impossível querer viver sem se doar, sem suar, sem aprender, sem amar...

Cada um com seus dons, suas possibilidades, seus caminhos.

Cada um com seu traço,

desenvolvendo de maneira tão

particular a sua arte de viver.

Cada um construindo seu mundo, criando sua própria história fio a fio.

Cada dia um pouco mais... e um dia de cada vez.

Sim... viver é arte.

Bonito isso.

Rita Maidana

Seu filho está conectado… ou está se isolando?O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescen...
13/03/2026

Seu filho está conectado… ou está se isolando?
O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescentes na internet.

Nunca houve uma geração tão conectada quanto a atual.
Adolescentes conversam com amigos o dia inteiro, participam de grupos, jogam online, acompanham vídeos, seguem influenciadores e interagem nas redes sociais.
À primeira vista, parece que estão sempre socializando.
Mas muitos pais começam a perceber algo diferente:
O quarto cada vez mais fechado.
O celular sempre na mão.
Conversas familiares cada vez mais raras.
Mudanças de humor sem explicação aparente.
A internet não é, por si só, um problema.
Ela é parte da vida contemporânea.
O risco começa quando a vida digital passa a substituir a vida real.
Alguns adolescentes começam a:
• preferir o mundo online às interações presenciais
• dormir cada vez mais tarde por causa do celular
• apresentar irritação quando precisam se desconectar
• perder interesse por atividades que antes gostavam
• comparar constantemente sua vida com a dos outros
A exposição contínua a estímulos rápidos, aprovação social e comparação nas redes pode afetar profundamente a autoestima, a atenção e o equilíbrio emocional.
Muitos jovens não sabem explicar o que sentem, mas vivem:
ansiedade, insegurança, sensação de inadequação e dificuldade de lidar com frustrações.
Por isso, mais importante do que controlar o celular é manter o diálogo aberto.
Pais que observam, conversam e se interessam genuinamente pela vida emocional dos filhos conseguem perceber sinais que muitas vezes passam despercebidos.
A pergunta talvez não seja apenas:
quanto tempo seu filho passa na internet.
Mas algo mais profundo:
como ele está se sentindo enquanto vive ali.
A adolescência é um período sensível de formação emocional e identidade. Quando surgem mudanças importantes de comportamento, isolamento ou sofrimento psicológico, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante.
A saúde mental também se constrói através do equilíbrio entre o mundo digital e a vida real.
Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica | CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental
WhatsApp: 27 99285-9525

Seu filho está conectado… ou está se isolando?O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescen...
10/03/2026

Seu filho está conectado… ou está se isolando?
O que muitos pais ainda não perceberam sobre o comportamento dos adolescentes na internet.

Nunca houve uma geração tão conectada quanto a atual.
Adolescentes conversam com amigos o dia inteiro, participam de grupos, jogam online, acompanham vídeos, seguem influenciadores e interagem nas redes sociais.
À primeira vista, parece que estão sempre socializando.
Mas muitos pais começam a perceber algo diferente:
O quarto cada vez mais fechado.
O celular sempre na mão.
Conversas familiares cada vez mais raras.
Mudanças de humor sem explicação aparente.
A internet não é, por si só, um problema.
Ela é parte da vida contemporânea.
O risco começa quando a vida digital passa a substituir a vida real.
Alguns adolescentes começam a:
• preferir o mundo online às interações presenciais
• dormir cada vez mais tarde por causa do celular
• apresentar irritação quando precisam se desconectar
• perder interesse por atividades que antes gostavam
• comparar constantemente sua vida com a dos outros
A exposição contínua a estímulos rápidos, aprovação social e comparação nas redes pode afetar profundamente a autoestima, a atenção e o equilíbrio emocional.
Muitos jovens não sabem explicar o que sentem, mas vivem:
ansiedade, insegurança, sensação de inadequação e dificuldade de lidar com frustrações.
Por isso, mais importante do que controlar o celular é manter o diálogo aberto.
Pais que observam, conversam e se interessam genuinamente pela vida emocional dos filhos conseguem perceber sinais que muitas vezes passam despercebidos.
A pergunta talvez não seja apenas:
quanto tempo seu filho passa na internet.
Mas algo mais profundo:
como ele está se sentindo enquanto vive ali.
A adolescência é um período sensível de formação emocional e identidade. Quando surgem mudanças importantes de comportamento, isolamento ou sofrimento psicológico, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante.
A saúde mental também se constrói através do equilíbrio entre o mundo digital e a vida real.
Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica | CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental

WhatsApp: 27 99285-9525

TRANSTORNO DE ANSIEDADE: UMA LUTA DIÁRIA CONTRA A PRÓPRIA MENTEViver com transtorno de ansiedade é como estar em constan...
25/02/2026

TRANSTORNO DE ANSIEDADE: UMA LUTA DIÁRIA CONTRA A PRÓPRIA MENTE

Viver com transtorno de ansiedade é como estar em constante estado de alerta, mesmo quando não há perigo real. É acordar já cansado, com a mente acelerada, o coração inquieto e uma sensação difícil de explicar — como se algo ruim estivesse prestes a acontecer, mesmo que tudo esteja aparentemente bem.
A ansiedade, em níveis normais, é uma resposta natural do nosso corpo. Ela nos protege, nos prepara para desafios e nos mantém atentos. O problema começa quando essa resposta se torna excessiva, frequente e desproporcional. Quando a mente cria cenários catastróficos, antecipa problemas que talvez nunca existam e transforma pequenas situações em grandes ameaças.
Quem enfrenta o transtorno de ansiedade não está “exagerando”, não é “dramático” e muito menos “fraco”. Trata-se de uma condição real, reconhecida pela ciência e classificada no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), publicado pela American Psychiatric Association.
Os sintomas podem ser tanto emocionais quanto físicos:
Pensamentos repetitivos e difíceis de controlar
Medo constante ou preocupação excessiva
Insônia ou sono não reparador
Tensão muscular
Taquicardia
Falta de ar
Sudorese
É uma batalha silenciosa. Muitas vezes, quem sofre aprende a sorrir por fora enquanto trava uma guerra interna por dentro. Cancela compromissos, evita situações, sente culpa por não conseguir “simplesmente relaxar”.
Mas é importante dizer: ansiedade tem tratamento. Psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico quando necessário, mudanças no estilo de vida e práticas de autocuidado fazem diferença real. Falar sobre o que se sente é um passo poderoso. Buscar ajuda é um ato de coragem, não de fraqueza.
Se você convive com a ansiedade, lembre-se: você não é seus pensamentos. Sua mente pode estar em turbulência, mas isso não define quem você é. Há caminhos, há apoio e há esperança.
E se você conhece alguém que enfrenta essa luta diária, ofereça acolhimento em vez de julgamento. Às vezes, o que mais cura é saber que não se está sozinho.

Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica|CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental

O ENVELHECIMENTO TAMBÉM IMPACTA A SAÚDE MENTAL DA MULHEREnvelhecer não é apenas uma mudança biológica.É um processo que ...
22/02/2026

O ENVELHECIMENTO TAMBÉM IMPACTA A SAÚDE MENTAL DA MULHER

Envelhecer não é apenas uma mudança biológica.
É um processo que atravessa identidade, vínculos, papéis sociais e a forma como a mulher passa a se perceber no mundo.
Ao longo do tempo, o corpo muda, as relações se reorganizam, funções que antes estruturavam a vida podem se transformar ou desaparecer. Quando essas transições não encontram espaço de elaboração psíquica, o sofrimento tende a se manifestar de forma silenciosa — ansiedade persistente, irritabilidade, sensação de vazio, desmotivação ou cansaço emocional contínuo.
Muitas mulheres chegam à maturidade emocionalmente sobrecarregadas, tendo sustentado por anos expectativas externas, responsabilidades afetivas e demandas que raramente incluíram o cuidado consigo mesmas. O envelhecimento, nesse contexto, não cria o sofrimento, mas frequentemente o evidencia.
Cuidar da saúde mental nessa fase da vida não significa fragilidade.
Significa reconhecer limites, elaborar perdas simbólicas, ressignificar a própria história e construir uma relação mais integrada consigo mesma e com o tempo que passa.
A psicoterapia oferece um espaço técnico e seguro para esse processo — sem julgamentos, sem romantização, com escuta qualificada e direção clínica.

Se você sente que está atravessando mudanças internas difíceis de nomear, talvez seja o momento de olhar para si com mais cuidado.

A terapia pode ser um espaço de compreensão, reorganização emocional e fortalecimento psíquico.
Ester Gouveia Viana
Psicóloga Clínica | CRP 16/6077
Terapia Cognitivo-Comportamental
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