19/02/2026
A metabolização ocorre principalmente pela enzima CYP1A2. Pessoas com variações nesse gene podem ser:
🔹 Metabolizadores rápidos → eliminam a cafeína mais rápido, tendem a ter melhor resposta ergogênica e menos efeitos colaterais.
🔹 Metabolizadores lentos → mantêm a cafeína circulando por mais tempo, podendo apresentar mais ansiedade, insônia, taquicardia e maior sensibilidade cardiovascular.
Além disso, o gene ADORA2A influencia a sensibilidade cerebral à cafeína, especialmente em relação à ansiedade e qualidade do sono.
E entra a epigenética: fatores como dieta, inflamação, tabagismo e até o consumo habitual de café podem modular a expressão desses genes. Ou seja, não é só o DNA — o ambiente também regula como você responde à cafeína.
📌 Conclusão: dose ideal, horário e tolerância são individuais. Genética + epigenética explicam por que a mesma xícara de café pode gerar performance em um e insônia em outro.