Psicóloga Mirele Fabro

Psicóloga Mirele Fabro Mirele Fabro
Uma Mãe Psicóloga | CRP 06/124984
Materno - Infantil - Adoles

O caso do Jordan Peterson voltou a circular e junto com ele, voltou o medo de remédio psiquiátrico.Só que tem uma coisa ...
08/05/2026

O caso do Jordan Peterson voltou a circular e junto com ele, voltou o medo de remédio psiquiátrico.
Só que tem uma coisa sendo omitida nessa história toda.
O que aconteceu com ele foi real. Mas o problema não foi “tomar remédio psiquiátrico.” Foi tomar o remédio errado para o problema certo.
Existe uma diferença enorme que quase ninguém explica:
O benzodiazepínico, o Rivotril, o diazepam, tira o sintoma na hora. Ele não trata. É como tomar dipirona numa infecção: a dor passa, mas a infecção continua lá.
O antidepressivo, o estabilizador de humor, trata. Esses são geralmente os medicamentos de tarja vermelha, que precisam de receita, mas não daquela especial. Demora semanas para agir, mas muda o cérebro de verdade.
O que acontece na prática? A pessoa toma o que faz efeito rápido, sente alívio, larga o que trata de verdade e f**a presa num ciclo. Não porque é fraca. Porque ninguém explicou a diferença.
No meu consultório, chegam pessoas com medo de viciar, medo de f**ar dopado, medo de depender para sempre. Esse medo tem um custo real: pessoas que precisam de tratamento recusam ajuda.
Meu trabalho não é convencer ninguém a tomar medicação. É garantir que, se você disser não, seja um não informado.
Você merece tomar decisões sobre sua saúde entendendo o que está em jogo.

Terapia não é só escuta. É pegar na mão quando a pessoa não enxerga mais o caminho.
30/04/2026

Terapia não é só escuta. É pegar na mão quando a pessoa não enxerga mais o caminho.

Nem tudo que você lê é pra você.E tá tudo bem.A gente tem um hábito estranho. Lê alguma coisa, não se encaixa, e logo ve...
15/04/2026

Nem tudo que você lê é pra você.
E tá tudo bem.
A gente tem um hábito estranho. Lê alguma coisa, não se encaixa, e logo vem o incômodo. A discordância. Às vezes até a raiva.
Mas e se o problema não fosse o texto?
E se simplesmente não fosse pra você?
Lugar de fala não é só uma questão de identidade. É de contexto. De vida. De onde você está quando aquelas palavras chegam.
A mesma frase sobre dinheiro fala diferente pra quem tem filho e pra quem não tem. Pra quem tem saúde e pra quem não tem. Pra quem tem vinte anos e pra quem tem quarenta.
Não porque uma versão está certa e a outra errada.
Mas porque a vida de cada um formata o que consegue entrar.
Eu já li coisas que me irritaram profundamente. Voltei meses depois. E entendi tudo.
Não mudou o texto. Mudei eu.
E já li coisas que me emocionaram e percebi depois que não eram pra mim. Que eu tinha me apropriado de uma dor que não era minha.
Isso também acontece.
A gente consome conteúdo como se ele precisasse caber em todo mundo ao mesmo tempo. E cobra do texto uma universalidade que nem a vida tem.
Nenhuma experiência é universal.
Nem a dor. Nem a alegria. Nem a falta.
Então antes de discordar, antes de se ofender, antes de compartilhar indignada
Pergunta: isso foi escrito do meu lugar?
Se não foi, talvez não seja pra você agora.
Talvez seja pra você daqui a dois anos.
Talvez nunca seja.
E tá tudo bem.

13/04/2026

Você está criando seu filho pra servir ou pra ser servido?

Essa pergunta incomoda. Porque a resposta está nos detalhes que a gente nem percebe.

No que pede pra menina que não pede pro menino.
No que tolera de um que não tolera do outro.
Na mãe que quer criar com respeito, mas confunde respeito com ceder sempre.

Respeitar a criança começa por você se respeitar.
Quando você não ocupa o seu lugar, não tá sendo gentil com seu filho. Tá ensinando que os limites dos outros não existem.
E quando a gente tenta mudar, esbarra no que foi plantado dentro da gente. A impaciência. O gatilho. A necessidade de controle.
Nenhuma técnica resolve isso sozinha.
Criar diferente exige se olhar primeiro.

Salva esse post e manda pra quem precisa ler.

A infância é o chão que a gente pisa a vida inteira.Mas isso não signif**a que estamos condenados a repetir para sempre ...
10/03/2026

A infância é o chão que a gente pisa a vida inteira.

Mas isso não signif**a que estamos condenados a repetir para sempre as mesmas marcas.

Nossos pais criaram os filhos com as informações que tinham na época.
Muitas vezes sem acesso ao que hoje sabemos sobre desenvolvimento emocional, vínculos e saúde mental.

Por isso, muitas pessoas chegam à vida adulta carregando histórias, medos e formas de funcionar que nasceram lá atrás.

E é justamente aí que a terapia pode fazer diferença.

Ela não muda o que aconteceu.
Mas pode ajudar a compreender esse chão, reorganizar experiências e construir novas formas de viver e se relacionar.

Não é rápido.
Não é simples.

Mas é possível deixar de apenas repetir a própria história
e começar, aos poucos, a caminhar de outra forma.

Durante muito tempo repetiram que“mulher não gosta de mulher.”Mas quase ninguém perguntou de onde veio essa ideia.Durant...
08/03/2026

Durante muito tempo repetiram que
“mulher não gosta de mulher.”

Mas quase ninguém perguntou de onde veio essa ideia.

Durante séculos, os espaços de poder funcionaram em rede
homens indicando homens, protegendo homens, apoiando homens.

Enquanto isso, muitas mulheres foram colocadas em espaços muito mais restritos.
E frequentemente comparadas entre si.

Quando reconhecimento depende de um recurso escasso,
o que costuma surgir é competição.

Isso não é natureza.
É aprendizado social.

Talvez o problema nunca tenha sido as mulheres.
Talvez tenha sido o sistema.

Marque uma mulher que você admira.

Tem gente que acha que só está cansado quando o corpo para.Mas existe um outro tipo de cansaço que quase ninguém percebe...
07/03/2026

Tem gente que acha que só está cansado quando o corpo para.

Mas existe um outro tipo de cansaço que quase ninguém percebe.

Ele aparece como irritação.
Como mente acelerada.
Como dificuldade de descansar.
Como sensação de que nunca é suficiente.

Não é falta de força.
Nem falta de organização.

Muitas pessoas aprenderam muito cedo que precisavam continuar funcionando, mesmo quando já estavam esgotadas.

E quando esse padrão vira automático, o corpo continua indo…
mesmo quando a mente já está pedindo pausa há muito tempo.

Nem todo cansaço parece cansaço.

Às vezes ele só parece uma vida que nunca desacelera.



Se isso fez sentido para você, talvez seja um sinal de que seu cansaço merece mais cuidado do que cobrança.

Salve este post para lembrar disso nos dias em que tudo parece demais. 🤍

A gente vive numa cultura de solução rápida.Teste. Descubra. Resolva.Mas alguns funcionamentos levam anos para serem com...
03/03/2026

A gente vive numa cultura de solução rápida.
Teste. Descubra. Resolva.

Mas alguns funcionamentos levam anos para serem compreendidos com profundidade.

Não é sobre rótulo.
É sobre permanência.

Tem coisa que só muda quando alguém f**a tempo suficiente para atravessar as camadas.

Alguns padrões começaram muito cedo.
Eles não desaparecem rápido, eles vão sendo reorganizados.

Às vezes, a gente diz “sempre fui assim”não porque escolheu,mas porque foi o jeito possível de seguir.O corpo aprende a ...
02/03/2026

Às vezes, a gente diz “sempre fui assim”
não porque escolheu,
mas porque foi o jeito possível de seguir.

O corpo aprende a aguentar.
A mente aprende a normalizar.
E o que machuca vai f**ando silencioso
não porque sumiu,
mas porque virou hábito.

Questionar isso não é negar quem você é.
É abrir espaço para cuidar do que nunca pôde ser cuidado.

✨ Você não precisa continuar funcionando do mesmo jeito para sempre.

Funcionar não é o mesmo que estar bem.Muitas pessoas seguem dando conta da vida por fora,enquanto por dentro tudo exige ...
26/02/2026

Funcionar não é o mesmo que estar bem.

Muitas pessoas seguem dando conta da vida por fora,
enquanto por dentro tudo exige esforço.

Isso não é falta de força.
Nem incapacidade.

É o resultado de passar tempo demais em modo sobrevivência.

Na clínica, escuto isso com frequência:
“Eu faço tudo, mas estou sempre cansada.”

Entender esse funcionamento é parte do cuidado.
Porque viver não precisa ser só sustentar.
Pode ser, aos poucos, habitar a própria vida com mais presença.
💛

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