
13/10/2022
Crianças e adolescentes fazem parte de um estágio muito suscetível. Por questões de desenvolvimento cerebral, cognitivo e da própria experiência de vida sentem dificuldades de verbalizar emoções ou vivências de estresse.
A falta de diálogo entre filhos e pais potencializa esse silêncio.
"De acordo com estudo realizado em 2021 pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), cerca de 36% dos jovens no Brasil apresentaram sintomas de depressão e ansiedade durante a pandemia.
O levantamento foi realizado on-line com cerca de 6.000 jovens, na faixa etária de 5 a 17 anos. Os resultados apontam que uma em cada três crianças e adolescentes possui níveis de estresse emocional em uma intensidade que é considerada necessária para uma avaliação." (fonte: jornal da USP)
Crianças e adolescentes mais suscetíveis tiveram seus estados de saúde emocional impactados durante a pandemia. O afastamento da escola, o distanciamento dos amigos, mudança na rotina e maior conivência dentro de casa com pais e irmãos desencadearam uma crise de saúde pública, onde crianças e jovens começaram a apresentar sintomas de ansiedade, automutilação e depressão.
Estudos continuam sendo feitos com o objetivo de descortinar essa crise na saúde mental das crianças e adolescentes. Para os pais e responsáveis f**a o alerta de buscar acompanhamento profissional ao perceber alterações no comportamento e no estado emocional.