Livia Entringer - Psicóloga

Livia Entringer - Psicóloga Meu trabalho é guiado pela escuta empática, técnica baseada em evidências e compromisso com o bem-estar emocional de cada paciente.

Psicóloga | CRP 16/3581
👩‍👧 Terapia Familiar | EMDR | Brainspotting
💗 Especialista em traumas, luto e relações familiares
✅ Mais de 15 anos transformando vidas com acolhimento e técnica
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Sou especialista em traumas, luto e relações familiares, com mais de 15 anos de experi

ência acolhendo e transformando vidas. Atendo crianças, adolescentes, adultos e famílias, utilizando abordagens terapêuticas modernas como EMDR e Brainspotting, que promovem a superação de traumas e o fortalecimento emocional.

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Você não escolhe apenas um parceiro.Você reencontra uma história.Aquilo que se repete nas relações raramente é falta de ...
26/03/2026

Você não escolhe apenas um parceiro.
Você reencontra uma história.

Aquilo que se repete nas relações raramente é falta de consciência — é inscrição psíquica. Escolhemos, muitas vezes, a partir do que é familiar ao nosso sistema emocional, e não do que é saudável para a nossa vida.

A teoria do apego já nos mostrou que os primeiros vínculos organizam a forma como percebemos amor, presença, ausência, segurança e rejeição. A psicanálise nomeou esse movimento como compulsão à repetição: uma tentativa, sempre atual, de dar outro destino a experiências que não puderam ser elaboradas.

Não se trata de “dedo podre”.
Trata-se de memória relacional.

O corpo reconhece antes que a razão consiga explicar. E, quando não há elaboração, o encontro com o outro passa a ser, de forma inconsciente, uma tentativa de reparação do passado.

Elaborar a própria história não garante escolhas perfeitas — mas muda o lugar psíquico de onde se escolhe.

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O cuidado não é apenas uma característica individual.Ele é produzido, atravessado e organizado por dispositivos de gêner...
23/03/2026

O cuidado não é apenas uma característica individual.
Ele é produzido, atravessado e organizado por dispositivos de gênero.

A psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello nomeia que mulheres e homens são socializados por estruturas simbólicas diferentes, que orientam a forma como constroem sua identidade, seu valor e seus modos de amar.

Para muitas mulheres, o amor não aparece como uma experiência entre outras —
ele se torna eixo de reconhecimento.

Em A prateleira do amor, Zanello sintetiza esse processo em uma frase que se tornou emblemática:
“Os homens aprendem a amar muitas coisas.
As mulheres aprendem a amar os homens.”
Isso não fala de essência.
Fala de formação.

Desde muito cedo, meninas são ensinadas a:
• cuidar
• sustentar vínculos
• priorizar o outro
• encontrar no olhar amoroso o seu lugar de valor

Enquanto isso, os meninos são autorizados a investir sua energia libidinal em:
• projetos
• conquistas
• desempenho
• autonomia

O efeito clínico disso aparece todos os dias: mulheres que se esgotam emocionalmente nas relações, que permanecem onde não são cuidadas, que sentem que fracassaram quando não são escolhidas.

Quando o amor é o principal organizador da identidade, perder um vínculo pode ser vivido como perder a si mesma.

Por isso, falar da função psíquica do cuidado feminino é também falar de cultura, de política e de saúde mental.

Não se trata de deixar de amar.
Trata-se de ampliar a prateleira.
Que o amor possa ser experiência —e não destino.
Que o cuidado possa ser escolha —e não condição para existir.

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19/03/2026

Durante muito tempo, o trabalho não foi pensado para as mulheres.
Ainda assim, elas chegaram.
E seguem transformando os espaços que ocupam.
Potência feminina não é sobre dar conta de tudo.
É sobre existir com legitimidade.
É sobre autoria.
É sobre reconhecimento.
É sobre construção de si.
A potência está nas grandes referências da história.

Mas também está na mulher comum — que recomeça, sustenta, estuda, empreende, insiste e permanece.

💬 Que espaço você ocupa hoje que antes disseram que não era para você?

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Nem toda mulher foi autorizada a existir para além da função. Às vezes cuidar foi a forma que você encontrou para ser am...
16/03/2026

Nem toda mulher foi autorizada a existir para além da função. Às vezes cuidar foi a forma que você encontrou para ser amada.

Muitas mulheres aprenderam, ainda muito cedo, que seu valor estava na capacidade de perceber o outro, antecipar necessidades, sustentar o ambiente e não dar trabalho.

Foram chamadas de maduras quando, na verdade, estavam se adaptando emocionalmente para sobreviver.

O cuidado, que é potência de vínculo, passa então a ocupar uma função psíquica organizadora de identidade:
eu cuido → logo existo
eu sustento → logo sou amada

Por isso, receber cuidado pode gerar angústia, culpa ou estranhamento.
Por isso o descanso parece ameaça.
Por isso a exaustão se torna silenciosa e crônica.

Existe um cansaço que não é apenas físico — é o de viver distante do próprio desejo.

Romper com esse lugar não é deixar de amar.

É deixar de existir apenas como função.
Cuidar de si, para muitas mulheres, é um ato de ruptura transgeracional.

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Uma menina precisa crescer sabendo que sua vida não tem um único roteiro.Ela pode ser:mãe,ou não ser.Pode cuidar da casa...
11/03/2026

Uma menina precisa crescer sabendo que sua vida não tem um único roteiro.

Ela pode ser:
mãe,
ou não ser.
Pode cuidar da casa
e isso ter valor.

Pode ser cientista, artista, professora, motorista, médica, presidente, astronauta.
Pode escolher uma vida mais pública ou uma vida mais privada.

O ponto não é o lugar que ela ocupa.
O ponto é que seja uma escolha — e não uma limitação.
Ensinar isso às meninas não acontece apenas no discurso.

Acontece quando:
• elas veem mulheres sendo respeitadas em diferentes papéis
• o cuidado não é apresentado como obrigação feminina
• o trabalho doméstico é dividido
• seus sonhos são levados a sério
• sua inteligência é estimulada
• sua voz é escutada

E, principalmente, quando elas aprendem que seu valor não está na aparência, nem na aprovação, nem na capacidade de agradar.
Mas naquilo que elas são.

Criar meninas que sabem que podem ser o que quiserem
é também criar mulheres que não precisarão pedir permissão para existir.

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O Dia Internacional da Mulher não surgiu como uma celebração.Ele nasce da necessidade histórica de tornar visíveis as de...
08/03/2026

O Dia Internacional da Mulher não surgiu como uma celebração.
Ele nasce da necessidade histórica de tornar visíveis as desigualdades, as violências e a ausência de direitos que marcaram — e ainda marcam — a vida das mulheres.

Sua origem está ligada às lutas por condições dignas de trabalho, direito ao voto, acesso à educação e reconhecimento social.
Com o tempo, a data se transformou.

Hoje, além de memória coletiva, ela também é um convite à reflexão sobre os lugares que as mulheres podem ocupar — no mundo e em si mesmas.

Durante muito tempo, o valor feminino foi associado à função:
cuidar, sustentar, silenciar, corresponder, dar conta.
Mas função não é subjetividade.
Ser mulher não pode significar existir apenas em relação ao outro,
nem ter sua identidade reduzida aos papéis que desempenha.

A dimensão subjetiva é o lugar do:
desejo,
escolha,
limite,
descanso,
singularidade.

Por isso, essa data também fala sobre a possibilidade de cada mulher se reconhecer como sujeito da própria história — para além das expectativas, para além das performances, para além dos lugares previamente definidos.

Celebrar o Dia da Mulher é, também, afirmar:
mulheres não são apenas o que fazem.
mulheres são — e podem ser — tudo aquilo que constroem a partir de si.

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04/03/2026

Março não é apenas uma data comemorativa.
É um convite à reflexão.

Ao longo deste mês, vou trazer conteúdos sobre:
🔹 identidade feminina
🔹 função psíquica do cuidado
🔹 dispositivos de gênero
🔹 trauma e repetição nas relações
🔹 amor, escolha e reconhecimento

São temas que atravessam a clínica todos os dias.
Se você quer acompanhar essas reflexões, ativa as notificações e compartilha com outras mulheres que podem se reconhecer nesses conteúdos.

✨ Que março seja um mês de consciência — e não apenas de celebração.
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Recentemente viralizaram manifestações e memes sobre modelo de família, causando polêmica e dividindo opiniões. Resolvi ...
02/03/2026

Recentemente viralizaram manifestações e memes sobre modelo de família, causando polêmica e dividindo opiniões. Resolvi abordar o assunto da “família em conserva” da maneira que acredito ser importante debater: sem ataque à família tradicional ou valores cristãos, porém instigando uma abertura necessária para a diversidade de configurações reais 💛

Acho que vale a repercussão para uma crítica ao ideal congelado e “correto” de família.

A ideia de família não é mais única, fixa ou limitada a um único formato.
Hoje, falamos em famílias plurais e essas transformações sociais vêm pressionando o Código Civil a se atualizar, para reconhecer juridicamente realidades que já existem na vida cotidiana.

O Direito Civil e os Direitos Humanos não devem negar os fenômenos sociais, mas sim reconhecê los, compreendê los e integrar modelos que assegurem as bases essenciais para a convivência em sociedade.

📜 As discussões atuais sobre alterações no Código Civil buscam:
🔹 ampliar o reconhecimento da parentalidade socioafetiva
🔹 garantir direitos a diferentes configurações familiares
🔹 fortalecer a proteção de crianças e adolescentes
🔹 alinhar a lei aos princípios de dignidade, respeito, afeto e cuidado

🧠 Do ponto de vista psicológico, pode-se pensar que o que define uma família saudável não é a forma, mas a qualidade dos vínculos, a segurança emocional e a presença de cuidado.

💬 Quando a lei reconhece novos modelos de família, ela não “desconstrói” valores — ela protege pessoas reais, histórias reais e infâncias reais.
✨ Família é onde há vínculo, responsabilidade e cuidado.

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As redes sociais ampliaram a liberdade de expressão.Mas, junto com ela, vieram o anonimato, a desresponsabilização e uma...
27/02/2026

As redes sociais ampliaram a liberdade de expressão.
Mas, junto com ela, vieram o anonimato, a desresponsabilização e uma nova forma de se relacionar — mais distante, mais rápida e, muitas vezes, mais agressiva.

🧠 Quando não há rosto, não há vínculo.
O anonimato reduz a empatia, facilita ataques e cria interações sem consequência emocional imediata.

💬 Para quem recebe, o impacto é real:
🔹 queda da autoestima
🔹 comparação constante
🔹 sensação de inadequação
🔹 medo de se expor
🔹 necessidade de validação externa
Enquanto isso, os vínculos presenciais enfraquecem.
Conversas profundas são trocadas por reações rápidas.
Escuta vira opinião.
Contato vira desempenho.

👥 A autoestima se constrói no encontro —no olhar, na troca, no reconhecimento genuíno.
Não no número de curtidas.
✨ Liberdade sem responsabilidade não fortalece relações.
Fortalece o isolamento.

💜 Cuidar da saúde emocional também passa por escolher conexões mais humanas — dentro e fora das telas.

Lívia Entringer | Psicóloga
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Vivemos cercados de notícias, opiniões, alertas e conteúdos o tempo todo.O problema não é a informação — é o excesso.A i...
25/02/2026

Vivemos cercados de notícias, opiniões, alertas e conteúdos o tempo todo.
O problema não é a informação — é o excesso.

A infoxicação, termo cunhado pelo físico espanhol Alfons Cornella, na última década do século 20, acontece quando o cérebro recebe mais estímulos do que consegue processar.

O resultado não é mais conhecimento, mas confusão, ansiedade e esgotamento mental.

🧠 O cérebro precisa de tempo para organizar, integrar e dar sentido ao que recebe.

Sem pausa, ele entra em estado de alerta constante.

⚠️ Alguns sinais de infoxicação:
▪️ dificuldade de concentração
▪️ irritabilidade
▪️ sensação de urgência permanente
▪️ cansaço mental mesmo sem esforço físico
▪️ dificuldade de tomar decisões

💬 Estar informado não significa estar disponível o tempo todo.
Silenciar notificações, escolher fontes confiáveis e permitir momentos de vazio também são formas de autocuidado.

✨ Nem tudo precisa ser consumido. Algumas coisas precisam ser digeridas.
Cuidar da mente é também aprender a filtrar.

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23/02/2026

📱 Excesso de informação também adoece.
Nem tudo o que consumimos informa.

Quando o cérebro recebe mais estímulos do que consegue processar, acontece o que chamamos de infoxicação — e com ela, o cansaço, a ansiedade e a confusão emocional.
🧠 Cuidar da saúde mental também é aprender a filtrar o que entra.
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👨‍👧‍👦 Licença-paternidade: cuidar também é um direito.A presença do pai nos primeiros dias de vida não é “ajuda” — é vín...
19/02/2026

👨‍👧‍👦 Licença-paternidade: cuidar também é um direito.
A presença do pai nos primeiros dias de vida não é “ajuda” — é vínculo, responsabilidade e cuidado compartilhado.

Mais tempo junto fortalece a família, promove saúde mental e constrói relações mais seguras desde o início.
✨ Falar de licença-paternidade é falar de uma nova cultura de cuidado.

📌 Salve e compartilhe este conteúdo.
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