Dra Bianca Chamone

Dra Bianca Chamone Escutar você é minha ferramenta preferida
- Preceptora MULTIVIX
- Pós-graduanda em Infância e Adolescência. Vitória ES | Online

13/04/2026

Chamei a psicóloga pra conversar sobre algo que faz muita diferença no seu tratamento 🧠

Quando psicóloga e psiquiatra caminham juntas, o cuidado deixa de ser fragmentado e passa a ser mais completo, mais estratégico e mais eficaz.

No vídeo, a gente te mostra por que essa troca entre profissionais pode mudar o rumo de um tratamento.

Se você já faz acompanhamento, vale prestar atenção nisso.

02/04/2026

Dá um certo receio começar, eu sei. 🤝✨

12/03/2026

Aqui o tratamento é construído em parceria: a sua experiência guia nossos ajustes, para que o resultado faça sentido para você! 🧠✨

08/03/2026

🧠 Acompanhar o desenvolvimento do seu filho não é exagero. É prevenção.

Quanto mais cedo identificamos sinais de que algo pode não estar evoluindo como esperado, mais rápido conseguimos intervir e melhores tendem a ser os resultados.

No vídeo anterior deste quadro, falei sobre o que observar dos 0 aos 6 meses. Agora seguimos acompanhando o desenvolvimento e observando o que costuma aparecer entre 9 meses e 2 anos.

📌 9 meses
• Demonstra medo ou reação diante de estranhos
• Mostra apego aos familiares
• Já começa a compreender a palavra “não”
• Emite sons que lembram palavras
• Aponta para objetos
• Procura objetos escondidos
• Br**ca de esconder
• Faz movimento de pinça (pegar objetos pequenos entre os dedos)
• Consegue ficar em pé com apoio

📌 12 meses
• Pode chorar quando os pais se afastam
• Responde a comandos simples
• Ajuda a se vestir
• Balança a cabeça para “não” ou para dar tchau
• Imita gestos
• Coloca e tira objetos de caixas
• F**a em pé sozinho
• Pode dar os primeiros passos
• Fala pelo menos duas palavras com função

📌 18 meses
• Vocabulário entre 20 e 40 palavras
• Anda sozinho
• Sobe degraus
• Bebe no copo
• Come com colher
• Início do faz de conta: brincadeiras que imitam situações do dia a dia, como cuidar de bonecos ou “cozinhar”

📌 2 anos
• Interesse em brincar com outras crianças
• Pode apresentar comportamento mais desafiador
• Reconhece nomes de pessoas próximas e partes do corpo
• Forma frases de 2 a 4 palavras
• Segue instruções com dois comandos
• Aponta figuras em livros
• Reconhece cores e formas
• Constrói torres com cerca de 4 blocos
• Corre, chuta bola, escala e desce de móveis sem ajuda

⚠️ Importante
Um sinal isolado não fecha diagnóstico. Desenvolvimento infantil é um conjunto. Mas atrasos persistentes na fala, pouca interação ou dificuldade de compreender comandos merecem avaliação.

🩺 Observar não é rotular. É cuidar com responsabilidade.

No próximo vídeo, falo sobre os marcos dos 3 aos 5 anos.

25/02/2026

🧠 Desenvolvimento de 0 a 6 meses: o que é esperado?

Quanto mais cedo identificamos sinais de que algo pode não estar evoluindo como esperado, mais rápido conseguimos intervir e melhores tendem a ser os resultados.

Por isso, deixei aqui um resumo prático do que observar dos 0 aos 6 meses:

📌 2 meses
• Contato visual, especialmente durante a amamentação
• Choro com função comunicativa, fome, dor, desconforto
• Início do sorriso social, quando o bebê responde ao seu sorriso
• Tônus adequado, nem muito “molinho”, nem excessivamente rígido

📌 4 meses
• Sorriso espontâneo, mesmo sem estímulo direto
• Interesse por brincadeiras
• Segue objetos com o olhar
• Tenta pegar objetos
• Sustenta a cabeça
• Levanta os braços para ser pego
• Pode chorar quando a interação termina

📌 6 meses
• Estranha pessoas fora do convívio
• Leva objetos à boca
• Transfere objetos de uma mão para a outra
• Rola e pode sentar sem apoio
• Responde ao nome
• Balbucia

⚠️ Atenção
Choros persistentes e difíceis de consolar, ausência de contato visual ou pouca interação merecem avaliação. Diagnóstico não é feito com um único sinal isolado, mas a observação precoce faz diferença.

🩺 Acompanhar desenvolvimento não é procurar problema. É cuidar com responsabilidade.

No próximo vídeo, falo sobre os marcos de 9 meses a 2 anos.

05/02/2026

A cada 10 minutos, o Brasil registra um atendimento de adolescente por auto lesão.
Dados recentes também mostram aumento nas internações por tentativa de suicídio em 2024 em comparação a 2020, com crescimento entre mulheres e um dado que chama atenção: os casos de auto lesão aumentaram mais de 30% entre pessoas acima dos 50 anos.

Isso não é um fenômeno isolado. É um sinal social.

Quando comportamentos de auto lesão crescem em diferentes faixas etárias ao mesmo tempo, a pergunta deixa de ser apenas individual e passa a ser cultural.
O que está acontecendo com a forma como lidamos com dor, frustração, vazio e sofrimento?

Vivemos em uma cultura que exige produtividade constante, felicidade visível e respostas rápidas para tudo. Pouco espaço para falhar. Pouco espaço para sentir. Pouco espaço para elaborar.
A dor precisa ser escondida, acelerada ou anestesiada.

Nesse cenário, muitas pessoas crescem sem aprender a reconhecer emoções, nomear sofrimento ou pedir ajuda. O corpo acaba virando o último recurso quando a linguagem emocional falha.

Falar de auto lesão não é incentivar. É prevenir.
É entender que esses números falam de um adoecimento coletivo que precisa ser escutado com seriedade, informação e cuidado.

Com carinho,
Dra Bianca Chamone🤍

20/01/2026

A ansiedade raramente começa como um ataque. Ela começa como ruído.

Dificuldade de começar coisas simples.
Impaciência com quem a gente ama.
Pressa constante.
Atenção fragmentada.
Um corpo que acorda cansado antes mesmo do dia começar 😵‍💫

Esses sinais costumam aparecer quando o limite interno já foi ultrapassado, mesmo que a pessoa ainda não saiba nomear o que está invadindo.

A ansiedade não surge do nada. Ela surge quando algo chega perto demais, ocupa espaço demais, exige mais do que aquele psiquismo consegue sustentar naquele momento 🧠💭

Em muitos casos, o remédio entra como um recurso para organizar o caos. Não para apagar a história. Não para silenciar o sujeito, mas para reduzir o desespero a um ponto em que pensar volta a ser possível 💊

E não, isso não significa uso para sempre. Para algumas pessoas, o medicamento é ponte.
Ajuda enquanto a escuta, o tempo e o trabalho interno vão deixando mais claros os próprios limites.

Quando a ansiedade deixa de ser episódica e passa a acompanhar o dia inteiro, isso não é fraqueza. É sinal.

E sinal pede cuidado, não resistência 🩺✨

23/12/2025

Às vezes, a mania é confundida com euforia.
Com alegria em excesso.
Com uma fase “boa demais”.

Só que mania não é estar feliz.
Mania é perder o freio.

É quando o pensamento acelera, o sono desaparece, as ideias parecem geniais demais para serem questionadas e as consequências deixam de existir no radar.

Quem está em mania, muitas vezes, não percebe que está em risco.
Quem olha de fora, muitas vezes, aplaude.

Esse é um dos pontos mais delicados do transtorno bipolar.
O que parece potência, por dentro, costuma ser desorganização psíquica.

Não é um quadro leve.
Não é uma fase inofensiva.
E quase nunca é algo que a pessoa escolhe viver.

Falar sobre mania com seriedade é tirar esse lugar de glamour e devolver o que ele realmente é: um sinal de adoecimento que precisa de cuidado, acompanhamento e, muitas vezes, intervenção 🧠🩺

08/12/2025

DICA DE FILME 🎥🍿pra você que tem alguém na família ou amigo que sofre por algum problema psíquico grave!

Essa semana assisti ao filme Nise O Coração da Loucura e ele me fez pensar muito sobre a história da psiquiatria. É impressionante perceber como já existiu tanta violência disfarçada de cuidado e como a falta de escuta abriu espaço para práticas que hoje parecem impensáveis.

O filme lembra que a psiquiatria só evoluiu porque algumas pessoas tiveram coragem de enxergar humanidade onde o sistema via apenas desordem. Esse olhar ainda guia o trabalho que fazemos hoje. Cuidar envolve presença, escuta e disposição para entender aquilo que o paciente nem sempre consegue colocar em palavras.

Se você nunca assistiu, vale muito a pena. É um daqueles filmes que ficam na cabeça depois que acabam.

25/11/2025

Muitos dos nossos “jeitos” nasceram como formas de sobreviver ao que faltou, ao que sobrou ou ao que doeu.

Algumas pessoas aprenderam a se calar porque viveram em casas barulhentas demais.
Outras aprenderam a se defender antes de confiar, porque cresceram onde o afeto chegava com atraso. Muita gente aprendeu a sorrir enquanto sofria, porque não havia espaço para sentir.

E o mais curioso é que o corpo guarda isso por anos.
A maneira como você reage hoje, se fecha, explode, evita, se adapta demais, muitas vezes é apenas um reflexo antigo funcionando no presente.

A boa notícia é que ambiente não define para sempre.
Quando você começa a observar quem te cerca, como você se sente perto dessas pessoas e quais padrões se repetem, já está dando ao seu cérebro novas referências emocionais. Ele pode reaprender, reconectar, reequilibrar.

Talvez o primeiro passo seja simples: perceber.
Perceber quem te puxa para baixo, quem te sustenta, quem te ensina, quem te cansa.
Perceber que você não precisa repetir a história de onde veio se ela não te protege mais.

Não existe saúde mental isolada.
Existe convivência, vínculo e ambiente.
Existe coragem de questionar o que antes parecia normal.

E existe espaço para você construir um jeito de sentir que seja seu de verdade. ✨

02/11/2025

Por que a ressaca dá tristeza? 😩🧠

A ressaca não mexe só com o corpo, ela também afeta o humor.

Durante o consumo de álcool, há um aumento momentâneo da dopamina e do GABA, neurotransmissores ligados ao prazer e à sensação de relaxamento. Quando o efeito passa, o cérebro sofre uma queda brusca dessas substâncias e há um aumento do cortisol, o hormônio do estresse. É essa combinação que provoca a chamada “ressaca emocional”, aquela mistura de tristeza, irritação e arrependimento que aparece no dia seguinte.

Além disso, o álcool atrapalha o sono REM, o mais importante para a regulação emocional. Ou seja: o corpo acorda cansado e o cérebro, em desequilíbrio, por isso, o dia após a bebida pode parecer pesado, vazio e até depressivo.

💡 E em quem já tem transtornos mentais?

O álcool pode intensificar sintomas de ansiedade, depressão e transtorno bipolar.

Ele age como um depressor do sistema nervoso central, o que significa que, depois do relaxamento inicial, vem um efeito rebote de angústia e desânimo.

Em pessoas com transtorno de ansiedade, isso pode gerar crises de pânico ou sensação de inquietação intensa.

Nos quadros depressivos, pode aprofundar a tristeza e aumentar o risco de pensamentos negativos.

Em quem tem transtorno bipolar, o álcool pode desregular o humor, precipitando fases de euforia ou depressão.

Cuidar da mente também é entender que o prazer imediato tem custo químico, e que o descanso verdadeiro vem da estabilidade, não do excesso.

30/10/2025

Como eu sei que tenho ansiedade? 💬

A ansiedade faz parte da vida. Sentir nervosismo antes de um evento importante ou preocupação diante de algo novo é natural. O problema começa quando o alerta não desliga, mesmo quando não há perigo.

Você pode perceber isso quando o corpo e a mente parecem não descansar: dificuldade para dormir, pensamentos acelerados, palpitações, medo constante, irritação e sensação de estar sempre “no limite”.

A diferença entre o normal e o patológico está no impacto. Se a ansiedade começa a atrapalhar seu sono, seu trabalho ou suas relações, ela precisa ser avaliada.

A mente ansiosa não busca atenção, busca alívio.

Endereço

Rua José Alexandre Buaiz, 350, Enseada Do Suá
Vitória, ES
29050-545

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