Psicoterapeuta Marinalva Caetano

Psicoterapeuta Marinalva Caetano Atendimentos Psicoterápicos/ Família, Casais, Adultos / Orientação Vocacional & Profissional/ Recursos Humanos/ Terapeuta Floral /Terapia Reiki

Psicóloga formada em 1992, na UNISAL - Lorena - SP - CRP. 06/40782-8

Pós Graduada em Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, em 2021, na UNYLEYA - Brasília - DF
Pós Graduada em Ensino Superior em 2005, na UNIFOA - Volta Redonda - RJ
Pós Graduanda em Psicologia Hospitalar - início : 2021 - Faculdade Venda Nova do Imigrante - FAVENI - MG
Pós Graduanda em Perícia Judicial - inicio :2024 - Beta

Abordagem Clínica baseada na Teoria Analítica de Carl Gustav Jung : Atendimentos Adolescentes, Adultos, Família, Casais
Consultoria em Recursos Humanos: Seleção de Pessoal, Treinamento & Desenvolvimento, Análise Sistêmica

07/04/2026
06/04/2026

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Prioridade: SAÚDE MENTAL 🧠Já  ouviu falar em Otrovert ?Pela perspectiva da psicologia analítica de Carl Jung, o conceito...
06/04/2026

Prioridade: SAÚDE MENTAL 🧠

Já ouviu falar em Otrovert ?
Pela perspectiva da psicologia analítica de Carl Jung, o conceito de otrovert pode ser compreendido de uma forma muito interessante, não como um problema, mas como uma posição psicológica específica diante do mundo.
Jung dizia que algumas pessoas não se identificam completamente nem com o mundo externo (extroversão), nem apenas com o mundo interno (introversão), mas vivem em uma espécie de posição de observador da vida. Essas pessoas costumam estar em um processo psicológico chamado individuação.
Na teoria junguiana, individuação é o processo de se tornar quem se é de verdade, e isso quase sempre envolve uma sensação de:
não pertencer totalmente à família, não pertencer totalmente a grupos, não pensar como a maioria, sentir-se diferente desde cedo, observar as pessoas e a sociedade com certa distância, ter um mundo interno muito rico, buscar sentido e não apenas adaptação social.
Jung escreveu algo muito importante:
“O indivíduo que segue o caminho da individuação inevitavelmente se torna, em certa medida, um estrangeiro no mundo.”
Isso tem muito a ver com a ideia de otrovert.
Na psicologia analítica existe algo que podemos chamar simbolicamente de arquétipo do estrangeiro, que aparece em muitas histórias e mitologias:
o viajante, o monge, o filósofo, o eremita, o observador, o forasteiro, aquele que vive entre dois mundos.
Essas pessoas normalmente: participam do mundo, mas não se identificam totalmente com ele, gostam de pessoas, mas precisam de distância, não seguem muito a mentalidade de grupo, pensam de forma independente, questionam normas sociais, buscam significado mais profundo da vida.
Psicologicamente, muitas vezes são pessoas com: alta reflexão,
autonomia psicológica, pensamento simbólico,vida interior rica,tendência filosófica,sensibilidade psicológica,necessidade de sentido, não apenas de pertencimento.
Existe também um lado difícil dessa posição psicológica: a sensação de não pertencimento, a
solidão existencial, a dificuldade de encontrar pessoas parecidas.
A sensação de ser diferente desde a infância, a dificuldade com ambientes muito sociais ou superficiais, e ter às vezes o sentimento de estar “assistindo a vida”.
Mas Jung não via isso como doença.
Ele via muitas vezes como característica de pessoas em processo de desenvolvimento psicológico profundo.
Dentro da psicologia analítica existe uma ideia importante:
Algumas pessoas vieram ao mundo para se adaptar à sociedade.
Outras vieram para compreender a sociedade.
E algumas vieram para compreender a alma humana.

Muitas pessoas que hoje seriam chamadas de “otrovert” provavelmente estariam nesse terceiro grupo.

Podemos entender o “otrovert” como alguém que:não vive só para dentro (introvertido),
E também não vive só para fora (extrovertido), mas sim vive observando, refletindo, buscando sentido, participa do mundo, mas não se identifica totalmente com ele, tem uma identidade mais individual do que coletiva, porque muitas vezes está em processo de individuação.
Em termos simbólicos, não é o homem da multidão nem o eremita da caverna.
É o caminhante.
Psicóloga Marinalva Caetano

05/04/2026

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Momento filosófico 🧐 A Páscoa, do ponto de vista psicológico, pode ser compreendida como um símbolo de transformação int...
05/04/2026

Momento filosófico 🧐

A Páscoa, do ponto de vista psicológico, pode ser compreendida como um símbolo de transformação interna. Independentemente do significado religioso, ela representa um processo profundamente humano: morte simbólica, espera e renascimento.
Na psicologia, especialmente nas abordagens que estudam o desenvolvimento emocional e a maturidade psíquica, entende-se que o ser humano cresce quando consegue atravessar perdas, frustrações, culpas, mudanças e fases difíceis sem fugir delas. Primeiro vem a dor, depois o silêncio, a dúvida, o vazio e só então, surge a transformação.
Não existe renascimento psicológico sem que algo antigo morra dentro de nós: uma ilusão, uma expectativa, uma identidade antiga, um modo infantil de ver o mundo.
A Páscoa, simbolicamente, fala sobre isso: a capacidade de suportar o sofrimento sem perder o sentido da vida, de atravessar períodos escuros sem desistir de si mesmo, e de permitir que uma nova versão de nós possa nascer.
Psicologicamente, amadurecer é viver várias páscoas ao longo da vida.
Não uma festa externa, mas pequenos renascimentos internos.
Psicóloga Marinalva Caetano

Momento filosófico 🧐 A ideia de que a capacidade de tolerar a incerteza e o vazio é fundamental para a saúde mental não ...
04/04/2026

Momento filosófico 🧐

A ideia de que a capacidade de tolerar a incerteza e o vazio é fundamental para a saúde mental não é apenas filosófica, ela é fortemente sustentada por pesquisas em psicologia clínica, neurociência e psiquiatria.
Existe um conceito científico chamado Intolerância à Incerteza, muito estudado dentro da Terapia Cognitivo-Comportamental. Pesquisas mostram que pessoas que não toleram incertezas apresentam maior probabilidade de desenvolver:ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão, comportamentos compulsivos,necessidade excessiva de controle.
Ou seja, não é a incerteza em si que adoece, mas a incapacidade de suportá-la.
Na psicologia profunda, especialmente na obra de Carl Gustav Jung, o vazio não é visto como algo negativo, mas como um espaço de transformação psíquica.
Quando a pessoa está sempre ocupada, distraída, preenchendo tudo com trabalho, redes sociais, comida, compras, relacionamentos ou ruído, ela impede que conteúdos internos emerjam para serem elaborados.
O vazio psíquico permite:
elaboração de lutos,reorganização da identidade,criatividade, autoconhecimento,amadurecimento emocional,construção de sentido de vida.
Por isso, muitas crises existenciais começam com uma sensação de vazio. Não é necessariamente doença, muitas vezes é transição psicológica.
Ou seja, quando aparentemente não estamos fazendo nada, o cérebro está fazendo algo muito importante: organizando quem somos.
Pessoas com maior maturidade emocional geralmente conseguem:
ficar sozinhas sem desespero,não responder impulsivamente à ansiedade,tolerar fases sem respostas,suportar silêncio em relações,esperar,não preencher todo vazio com qualquer coisa e aceitar que nem tudo está sob controle.
Isso é um dos maiores indicadores de saúde emocional.
Existe uma ideia muito bonita dentro da psicologia profunda:
Pessoas imaturas precisam preencher todos os vazios.
Pessoas maduras conseguem habitá-los.
Porque o vazio psicológico não é um buraco.
É um espaço.
E espaços são lugares onde coisas novas podem nascer.

Do ponto de vista psicológico, a saúde mental não é viver feliz o tempo todo, mas sim ter estrutura interna para atravessar a incerteza sem se desorganizar emocionalmente.
Pense nisso!
Psicóloga Marinalva Caetano

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo!Fabio Borges, Waldeci Mont...
03/04/2026

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo!

Fabio Borges, Waldeci Monteiro Cronfli, Paulo Marcia Milan, Monica Dara, Marcos Lindemann, Alexandra Gisela, Walkirya Domingues Ferreira

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‘Psicóloga Marinalva Caetano

Psicóloga formada em 1992, na UNISAL - Lorena - SP Pós Graduada em Docência no Ensino Superior em 2005, na UNIFOA - VRedonda- RJ CRP. 06/40782- 8


  • Psicóloga Clínica na Rua 16 - Vila Shopping - Sala 510 - Vila Santa Cecília

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