Diego Romero Cawen Cardiologia

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Se atualizar é  fundamental Insuficiência cardíaca e miocardipatias
01/04/2026

Se atualizar é fundamental
Insuficiência cardíaca e miocardipatias

Diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente 🫀💢🔴 Define-se como PA ≥130/80 mmHg apesar do uso de 3 fármacos (IECA ...
24/03/2026

Diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente 🫀💢

🔴 Define-se como PA ≥130/80 mmHg apesar do uso de 3 fármacos (IECA ou BRA + antagonista do cálcio + diurético tiazídico) em doses máximas. 🧐📈💢

🔴 Apenas cerca de ~10% é realmente “verdadeira”. O restante costuma ser devido a: efeito do avental branco (~37%), baixa adesão ao tratamento (~50%) e causas secundárias (até 25%).
👉 Por isso, são importantes a MAPA e o automonitoramento. Manter suspeita de causas secundárias (como hiperaldosteronismo primário ou SAHOS).

🔴 Quase 20% fazem uso de medicamentos que elevam a pressão arterial (AINEs ou ISRS). 🤔👨‍⚕️🔎

Fisiopatologia: o eixo central gira em torno do excesso de aldosterona e da retenção de sódio, com participação adicional da hiperatividade simpática e da disfunção endotelial, levando à expansão volêmica e à rigidez vascular. Clinicamente, esses pacientes costumam apresentar múltiplas comorbidades, como obesidade, diabetes, doença renal crônica e apneia obstrutiva do sono, o que explica o maior risco cardiovascular e a mortalidade em médio prazo. 📈☠️

🔴 Tratamento: inicialmente, intervir de forma agressiva no estilo de vida: restrição de sódio, perda de peso, exercício regular e tratamento da apneia do sono.
Antes de escalar, incluir IECA ou BRA, antagonista do cálcio e diurético tiazídico em doses máximas toleradas.
Posteriormente, otimizar a terapia de base, priorizando diuréticos mais potentes, como clortalidona em vez de hidroclorotiazida.
O próximo passo-chave é adicionar um ARM (espironolactona é o fármaco mais eficaz nesse cenário e promove reduções significativas da PA).
Fonte: Published Online: March 23, 2026
doi: 10.1001/jama.2026.1221

Ecg se estuda
23/03/2026

Ecg se estuda

🩺 Sobreviventes de câncer: atenção ao coração!O risco de doenças cardiovasculares aumenta após o tratamento do câncer.Po...
22/03/2026

🩺 Sobreviventes de câncer: atenção ao coração!
O risco de doenças cardiovasculares aumenta após o tratamento do câncer.
Por que o risco é maior?
🔺 Fatores em comum: tabagismo, obesidade e inflamação
🔺 O próprio câncer e seus tratamentos (quimio/radioterapia) afetam o sistema cardiovascular.
Diagnóstico e prevenção

🩻 Exames como escore de cálcio ajudam a prever riscos
🩺 Monitoramento regular e mudanças no estilo de vida são essenciais.
Cuidados especiais

💊 Atenção às interações entre medicamentos
👩‍⚕️ Estratégias personalizadas para prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares em sobreviventes de câncer.
✅ Sobreviventes de câncer precisam de acompanhamento cardiovascular contínuo
Fonte :Atherosclerotic Cardiovascular
Disease in Cancer Survivors: Current
Evidence, Risk Prediction, Prevention,
and Management
J Lipid Atheroscler. 2025 Jan;14(1):30-39
💬 Salve, compartilhe e marque alguém que precisa saber disso!

Pacientes com diabetes, principalmente aqueles com cardiomiopatia diabética, apresentam maior vulnerabilidade à disfunçã...
06/03/2026

Pacientes com diabetes, principalmente aqueles com cardiomiopatia diabética, apresentam maior vulnerabilidade à disfunção cardíaca relacionada à terapia oncológica.
Dm e cancer compartilham processos como estresse oxidativo, disfunção mitocondrial, inflamação, fibrose e alterações no manejo do cálcio, que reduzem a reserva miocárdica durante o tratamento do câncer.
O diabetes pode complicar o tratamento oncológico, influenciando a tolerância e os resultados das terapias.
Medicamentos antidiabéticos têm efeitos variados: insulina pode agravar remodelamento cardíaco e sinalização tumorigênica, enquanto metformina e inibidores de SGLT2 mostram potencial cardioprotetor e modulador da resposta à terapia do câncer.
Metformina pode mitigar cardiotoxicidade de antraciclinas; SGLT2i reduzem hospitalizações por insuficiência cardíaca e protegem contra lesão miocárdica induzida por quimioterapia.
GLP-1 RAs e DPP-4i apresentam benefícios anti-inflamatórios e de proteção endotelial, mas evidências específicas em cardio-oncologia ainda são limitadas.
Medicamentos antidiabéticos têm efeitos variados: insulina pode agravar remodelamento cardíaco e sinalização tumorigênica.
Faltam diretrizes padronizadas para o manejo de diabetes em pacientes com câncer.
É necessário desenvolver protocolos de avaliação de risco, monitoramento cardíaco e seleção terapêutica personalizados.

O acompanhamento de longo prazo com cardio-oncologia e intervenções de estilo de vida são fundamentais para reduzir complicações cardiovasculares em sobreviventes de câncer com diabetes.

El linfoma de Hodgkin clásico (cHL) es un cáncer altamente curable que afecta principalmente a personas jóvenes. Sin emb...
05/03/2026

El linfoma de Hodgkin clásico (cHL) es un cáncer altamente curable que afecta principalmente a personas jóvenes. Sin embargo, los tratamientos efectivos, como la quimioterapia basada en antraciclinas y la radioterapia torácica, pueden causar toxicidad cardiovascular (CV) a largo plazo, lo que impacta la supervivencia y calidad de vida de los pacientes.
Riesgos cardiovasculares asociados al tratamiento:

Antraciclinas: Relacionadas con insuficiencia cardíaca, disfunción ventricular, arritmias y toxicidad dependiente de la dosis.
El riesgo aumenta con radioterapia concomitante y factores como hipertensión y diabetes.

Radioterapia torácica: Puede causar daño microvascular, enfermedad coronaria, valvulopatías y miocardiopatía, con efectos que pueden manifestarse décadas después del tratamiento
Inmunoterapia: Los inhibidores de puntos de control inmunitario pueden causar miocarditis
Estrategias para mitigar la cardiotoxicidad:
Optimización de factores de riesgo: Control de hipertensión, diabetes, lípidos y promoción de hábitos saludables (dieta, ejercicio, evitar tabaco)
Cardioprotección: Uso de estatinas y dexrazoxano en casos seleccionados, reducción de dosis acumulada de antraciclinas y radiación.
Enfoque multidisciplinario: Es esencial la colaboración entre oncología y cardiología para maximizar la eficacia del tratamiento y minimizar riesgos

Em este estudo de coorte retrospectivo, foi estudada a relação  de osimertinibe  com hospitalização por insuficiência ca...
05/03/2026

Em este estudo de coorte retrospectivo, foi estudada a relação de osimertinibe com hospitalização por insuficiência cardiaca.
O osimertinibe, um inibidor oral da tirosina quinase do receptor do fator de crescimento epidérmico, é usado para tratar pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células com mutação no receptor do fator de crescimento epidérmico.
Estudo realizado em Japão desde 2008 ate 2021.
11 mil.pacientes com.osimertinib e 108 mil controles analisado.com análise multivariavel e com propensity score match previo.
Na análise multivariável, o osimertinibe foi associado a um risco maior de hospitalização por insuficiência cardíaca do que a terapia de controle (hazard ratio: 2,56; IC 95%: 2,07-3,18; P < 0,001).
Essa associação permaneceu significativa após o pareamento por propensity score (hazard ratio: 2,29; IC 95%: 1,62-3,24; P < 0,001).
Por tanto existe uma associação importante entre osimertinibe e insuficiência cardiaca, por tanto pacientes em uso da medicação devem ter acompanhamento com cardio oncologia.

Início  tem as coisas.Começou  com o básico.Propedêutica cardiovascular.Olhar o paciente como um todo, visão integral o ...
27/02/2026

Início tem as coisas.
Começou com o básico.
Propedêutica cardiovascular.
Olhar o paciente como um todo, visão integral o cardiologista revisa pele, abdômen pés.
Essa é e sempre será a medicina integral, aonde anamnese e exame físico realizam mais de 80 % do diagnóstico.
Exames complementares são justamente isso complementares.

Hoje foi um dia que marca o início  de o que esperamos sejam mais atividades.Levar a cardiologia para locais distantes.A...
26/02/2026

Hoje foi um dia que marca o início de o que esperamos sejam mais atividades.
Levar a cardiologia para locais distantes.
Agradecemos a calida recepção na comunidade quilombola São Roque.
Além disso tivemos o contato dos alunos em formação de medicina UFSC Ararangua.

Dúvida frequente do paciente, muitos vão  chegar para consultar sobre condução  de veículos  e doença cardiovascular.Pac...
24/02/2026

Dúvida frequente do paciente, muitos vão chegar para consultar sobre condução de veículos e doença cardiovascular.
Paciente que trabalha com transporte.
E sobre tudo após procedimento cardíaco quando posso voltar a dirigir .
F**a aqui nossar diretriz da SBC em associação com ABRAMET de 2012
E a diretriz Canadense fitness to drive

Amiloidose uma doença  fascinante Para diagnosticar tem que suspeitar .No pocus vemos o aumento  da espessura da parede ...
03/01/2026

Amiloidose uma doença fascinante
Para diagnosticar tem que suspeitar .
No pocus vemos o aumento da espessura da parede ventricular e o septo .
A guia europeia nos diz que septo 12 ppve 12 suspeitar e ir atrás do diagnóstico.

https://doi.org/10.1093/eurheartj/ehab072

Tenho agrado de ter publicado junto com a equipe e o.pessoal da sociedad interamericana de cardiologia.

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