27/07/2022
➡️ A esclerodermia é uma doença inflamatória crônica do tecido conjuntivo.
🔺 A palavra esclerodermia (sclero: duro, derma: pele) significa endurecimento da pele, tornando-a mais espessa, brilhante e escura nas áreas que são afetadas.
🔺 A doença se caracteriza por fibrose da pele e dos órgãos internos, comprometendo pequenos vasos sanguíneos e produzindo anticorpos contra estruturas do próprio organismo (auto-anticorpos).
🔺 Existem a forma sistêmica (esclerose sistêmica) e a forma localizada (esclerodermia localizada).
🔺 A esclerose sistêmica afeta a pele e os órgãos internos do organismo. É quatro vezes mais frequente no s**o feminino, com incidência na quarta década de vida.
🔺 A esclerodermia localizada afeta uma área restrita da pele, poupando os órgãos internos, é mais comum nas crianças.
🔺 Ainda não se conhece a causa da esclerodermia. O mecanismo como ela se desenvolve é complexo, e ainda não foi totalmente esclarecido.
🔺 São inúmeras as hipóteses das condições desencadeantes, que ainda não foram confirmadas.
🔺 Em pessoas suscetíveis, o sistema imunológico cria anticorpos contra as próprias proteínas.
🔺 O mesmo processo pode ocorrer pela exposição ocupacional a algumas substâncias químicas.
⚠️ Sabe-se que a doença é resultado de 3 processos patológicos:
✔️ lesões inflamatórias de pequenas artérias e arteríolas;
✔️ anormalidade na resposta imunológica frente às lesões vasculares;
✔️ produção excessiva de colágeno, causando espessamento e enrijecimento da pele.
Dr. Gilberto Scanagatta – CRMSC 22027 / RQE 19871 / RQE 20176