26/04/2026
Eu sei o medo que dá.
Termômetro subindo, criança quieta demais, e aquela voz na sua cabeça: “E se convulsionar?”
Já atendi muitas mães que chegaram no consultório tremendo, achando que tinham feito algo errado. Que demoraram demais. Que deveriam ter dado remédio antes.
A culpa pesa. Mas na maioria das vezes, não tinha nada que você pudesse ter feito diferente.
Convulsão febril assusta. Mas é menos comum do que parece — e mais previsível do que você imagina quando conhece o histórico da criança.
Por isso eu faço questão de saber tudo. Cada detalhe. Cada episódio anterior. Cada padrão.
Porque informação acalma. E mãe informada cuida melhor.
Se você já passou por isso ou tem medo de passar, me chama. Vamos conversar.
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