Herbes Sages

Herbes Sages *Facilitatrice des pratiques integratives
*Services et Produits artisanaux pour le bien-être.

Samadhi, é um termo do sânscrito muito usado no yoga e nas tradições meditativas da Índia. Ele descreve um estado de con...
05/01/2026

Samadhi, é um termo do sânscrito muito usado no yoga e nas tradições meditativas da Índia. Ele descreve um estado de consciência profunda em que a mente se aquieta completamente e há sensação de união com o todo.

É a experiência de consciência pura, sem separação, onde a mente se silencia e a presença é total.

Essa foto é um recorte de um desses momentos que tenho experimentado em meus dias por aqui neste planeta.

E você, como tem experimentado o Samadhi por aí?

Mariana

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En [FR]

Samadhi est un terme sanskrit très utilisé dans le yoga et les traditions méditatives de l’Inde. Il décrit un état de conscience profonde où le mental s’apaise complètement et où l’on ressent une union avec le tout.

C’est une expérience de conscience pure, sans séparation, où le mental se tait et où la présence est totale.

Cette photo est un fragment de ces moments que j’ai expérimentés dans mes journées ici, sur cette planète.

Et toi, comment expérimentes-tu le Samadhi dans ta vie?

Mariana

04/30/2026

O corpo é a estrutura, o espaço onde a vida acontece. A consciência é a energia que dá sentido a essa vida. E a alma pode ser entendida como o resultado dessa união
É o que surge quando você está realmente presente em si.

Por muito tempo, fomos ensinados a procurar sentido fora de nós: em ideias distantes, em promessas futuras, como se a vida real com seus desafios, relações,emoções … não fossem parte do que realmente importa.

Mas o verdadeiro desenvolvimento não está fora. Ele acontece dentro.

Existe em cada pessoa um potencial de clareza, equilíbrio e consciência que precisa ser cultivado. Não se trata de negar o mundo material, nem de viver apenas para ele. O ponto de equilíbrio está em aprender a viver de forma consciente dentro da própria realidade.

Isso significa trazer mais presença para tudo: pensamentos, emoções, escolhas, relações, trabalho e até para a forma como você lida com dinheiro, desafios e desejos.

Quando você começa a viver com menos medo, menos culpa e mais consciência, algo dentro de você se reorganiza. Sua forma de ver e viver a vida muda. Você deixa de reagir no automático e passa a agir com mais clareza.

Esse processo não exige fugir da vida, pelo contrário, exige entrar nela com mais lucidez.

Com o tempo, aquilo que antes era confuso começa a ganhar direção. O que era peso pode se transformar em aprendizado. O que era escassez pode se tornar criatividade. E a vida comum passa a ter mais sentido.

No começo, esse movimento interno é sutil. Pode aparecer como uma inquietação, uma vontade de entender mais, de viver melhor, de encontrar um propósito≠profissão.

Mas, se você cuida disso com atenção, prática, disciplina, reflexão e constância, essa consciência cresce. E você começa a se sentir mais inteiro, mais firme, mais presente e mais alinhado com quem você realmente é.

Não é algo que vem de fora para te salvar. É algo que reascende dentro de você, quando você aprende a organizar seus pensamentos, entender suas emoções e viver com mais consciência e conexão com o TODO.

E quando isso amadurece, você deixa de apenas existir… e passa a viver com mais clareza, direção e presença.

Essa mensagem te trouxe alguma clareza?

Mariana

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En [FR]

Le corps, c’est la structure, l’espace où la vie se déroule. La conscience, c’est l’énergie qui donne du sens à cette vie. Et l’âme peut être comprise comme le résultat de cette union.
C’est ce qui émerge quand tu es vraiment présent·e à toi-même.

Pendant longtemps, on nous a appris à chercher le sens à l’extérieur de nous : dans des idées lointaines, dans des promesses futures, comme si la vie réelle avec ses défis, ses relations, ses émotions ne faisait pas partie de ce qui compte vraiment.

Mais le véritable développement ne se trouve pas à l’extérieur. Il se passe à l’intérieur.

Chaque personne porte en elle un potentiel de clarté, d’équilibre et de conscience qui demande à être cultivé. Il ne s’agit pas de nier le monde matériel, ni de vivre uniquement pour lui. L’équilibre se trouve dans l’apprentissage de vivre consciemment, au cœur de sa propre réalité.

Ça veut dire amener plus de présence dans tout : tes pensées, tes émotions, tes choix, tes relations, ton travail, et même dans ta façon de gérer l’argent, les défis et les désirs.

Quand tu commences à vivre avec moins de peur, moins de culpabilité et plus de conscience, quelque chose en toi se réorganise. Ta façon de voir et de vivre change. Tu arrêtes de réagir automatiquement et tu commences à agir avec plus de clarté.

Ce processus ne demande pas de fuir la vie. Au contraire, il demande d’y entrer avec plus de lucidité.

Avec le temps, ce qui était flou commence à prendre une direction. Ce qui était lourd peut devenir un apprentissage. Ce qui semblait être un manque peut se transformer en créativité. Et la vie quotidienne prend plus de sens.

Au début, ce mouvement intérieur est subtil. Il peut se manifester comme une petite agitation, un désir de comprendre davantage, de mieux vivre, de trouver un sens qui ne se limite pas à une profession.

Mais si tu en prends soin avec attention, pratique, discipline, réflexion et constance, cette conscience grandit. Et tu commences à te sentir plus entier·e, plus solide, plus présent·e, plus aligné·e avec qui tu es vraiment.

Ce n’est pas quelque chose qui vient de l’extérieur pour te sauver. C’est quelque chose qui se rallume en toi, quand tu apprends à organiser tes pensées, à comprendre tes émotions et à vivre avec plus de conscience et de connexion à l’ensemble.

Et quand ça mûrit, tu ne fais plus juste exister… tu commences à vivre avec plus de clarté, de direction et de présence.

Ce message t’a apporté un peu de clarté ?

Mariana

Assisti ao filme The Best of Enemies que me atravessou muito. A história se passa nos anos 70, numa cidade do sul dos Es...
04/27/2026

Assisti ao filme The Best of Enemies que me atravessou muito. A história se passa nos anos 70, numa cidade do sul dos Estados Unidos, onde a segregação ainda marcava profundamente a vida das pessoas. Em meio a um conflito sobre a integração das escolas, duas figuras completamente opostas são colocadas frente a frente: Ann Atwater, uma ativista negra pelos direitos civis, e C. P. Ellis, um líder da Ku Klux Klan.

O mais curioso é que eles são obrigados a participar juntos de um processo chamado “charrette”, uma espécie de assembleia intensiva onde não dá para fugir do diálogo. No começo, é só tensão, raiva e resistência. Mas, aos poucos, pela convivência, pela escuta e pelo contato humano direto, algo começa a mudar, porque a experiência quebra certezas rígidas. É forte perceber como, quando não há mais distância nem abstração, o outro deixa de ser uma ideia e passa a ser alguém real. E isso, por si só, já transforma muita coisa.

Ano passado quando estive em Charlotte (outra cidade americana, na Carolina do Sul, que também sofreu com problemas semelhantes de racismo), pude conhecer mais a história de perto e é chocante como ainda hoje experimentamos respingos dessas épocas, disfarçadas em tantas dinâmicas de exploração, falta de respeito, controle e tentativas de domesticar o que é diferente do lugar…

Para pessoas que ainda acreditam em transformações a partir da comunicação não violenta e dinâmicas onde todas as partes são ouvidas, esse filme é realmente inspirador e baseado numa história real.

Seguimos, confiando e trabalhando em prol de um futuro igualitário 🤝.

04/09/2026

Quem me vê apenas por foto ou vídeo talvez não seja capaz de captar que assim como você e qualquer outra pessoa, tenho medos, aflições, preocupações e dúvidas…

Porque viver é isso… um processo de se esticar e retrair ( expandir e recolher)…

Durante minha caminhada, sofri, chorei, achei que não daria conta de tantas coisas, e cada fase, um aprendizado e descoberta… e todas elas me levando para a mesma pergunta? Quem EU SOU?

E cada passo que dou, relembro um pouquinho mais, e minha conexão interior, as ferramentas, experiências e trocas que vão aparecendo no meu caminho, me fortalecem e contribuem para minha evolução como ser humano.

Está aberta.o.e é o primeiro passo… depois é soltar o controle para que a vida possa ir nos mostrando a direção, à partir do no centro interior ( dê o nome que achar mais fofinho)…

Um xêro no coração 💓.

Mariana

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En [FR]

Ceux qui me voient seulement à travers des photos ou des vidéos ne perçoivent peut-être pas que, tout comme toi et n’importe qui d’autre, j’ai des peurs, des angoisses, des préoccupations et des doutes…

Parce que vivre, c’est ça… un processus d’expansion et de repli (s’étirer et se contracter)…

Au fil de mon chemin, j’ai souffert, j’ai pleuré, j’ai cru que je n’y arriverais pas face à tant de choses. Et à chaque étape, il y a eu un apprentissage, une découverte… toutes me ramenant à la même question : Qui suis-JE ?

Et à chaque pas que je fais, je me rappelle un peu plus, et ma connexion intérieure les outils, les expériences et les échanges qui apparaissent sur mon chemin me renforcent et contribuent à mon évolution en tant qu’être humain.

Être ouvert.e est le premier pas… ensuite, il faut lâcher le contrôle pour que la vie puisse nous montrer la direction, à partir de ce centre intérieur (donne-lui le nom qui te parle le plus)…

Un gros câlin 💓

Mariana

Deixar a vida te surpreender e te conectar aquilo que tua essência busca…Assim foi com essa exposição, tão de bobeira qu...
04/02/2026

Deixar a vida te surpreender e te conectar aquilo que tua essência busca…

Assim foi com essa exposição, tão de bobeira que encontrei circulando nos salões da biblioteca.

Essa cidade respira a tecnologia ancestral e faz questão de demonstrar isso, logo na entrada.

A exposição Treaty apresenta uma coleção histórica que revisita a primeira tentativa de tratado na Austrália, trazendo documentos originais, mapas e narrativas que revelam como esse momento marcou a relação entre colonizadores e os povos originários. Ao mesmo tempo, cria um espaço vivo de escuta, onde as vozes das comunidades aborígenes de hoje conectam passado, presente e futuro. É emocionante e indescritível as sensações que senti 🪶.

Olhamos para a história exposta na sala e aos poucos, vamos refletindo sobre o caminho que está sendo construído em Victoria rumo ao reconhecimento, à verdade e ao Tratado. É um movimento que fala de política como também de respeito, reparação e reconexão com as raízes profundas desse território ancestral.

Que esse movimento possa ecoar além daqui, inspirando outros lugares do mundo a reconhecerem e honrarem os povos originários de suas terras, valorizando seus saberes e criando caminhos reais de diálogo, convivência e integração. Porque quando escolhemos reconhecer quem veio antes, damos um passo essencial para construir um futuro mais consciente, justo e coletivo.

Estar aqui na Austrália me fez perceber que é possível, e que já começou…

Podemos, através de pequenos movimentos em nossas famílias, trabalhos, comunidades sermos agentes de transformação e conexão da nova era.

Eu tô disponível e você?

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En [FR] 👇🏽

Se laisser surprendre par la vie et se connecter à ce que ton essence cherche…

C’est ainsi que j’ai rencontré cette exposition, un peu par hasard, en me promenant dans les salles de la bibliothèque.

Cette ville respire la technologie ancestrale et tient à le montrer dès l’entrée.

L’exposition Treaty présente une collection historique qui revisite la première tentative de traité en Australie, en réunissant des documents originaux, des cartes et des récits qui révèlent comment ce moment a marqué la relation entre les colonisateurs et les peuples autochtones. En même temps, elle crée un espace vivant d’écoute, où les voix des communautés aborigènes d’aujourd’hui relient passé, présent et futur. Les sensations que j’ai ressenties sont à la fois émouvantes et indescriptibles 🪶.

En parcourant l’histoire exposée dans la salle, on est doucement amené à réfléchir au chemin qui se construit à Victoria vers la reconnaissance, la vérité et le Traité. C’est un mouvement qui parle autant de politique que de respect, de réparation et de reconnexion avec les racines profondes de ce territoire ancestral.

Que ce mouvement puisse résonner au-delà d’ici, en inspirant d’autres endroits du monde à reconnaître et honorer les peuples autochtones de leurs terres, à valoriser leurs savoirs et à créer de véritables chemins de dialogue, de coexistence et d’intégration. Car lorsque nous choisissons de reconnaître ceux qui étaient là avant nous, nous faisons un pas essentiel vers un avenir plus conscient, plus juste et collectif.

Être ici en Australie m’a fait comprendre que c’est possible et que cela a déjà commencé…

Nous pouvons, à travers de petits gestes dans nos familles, nos métiers, nos communautés, devenir des agents de transformation et de connexion pour cette nouvelle ère.

Je suis disponible… et toi ?

Acordar no futuro considerado pela analogia linear é muito doido… ainda me adaptando aos movimentos…Não canso de contemp...
03/24/2026

Acordar no futuro considerado pela analogia linear é muito doido… ainda me adaptando aos movimentos…

Não canso de contemplar esse céu, que tem sido minha primeira imagem ao acordar…

Hoje ( o amanhã de alguns ou não… talvez já ressoe contigo tbm), é um daqueles dias que nos convidam a voltar para nós mesma.o.e, para o nosso corpo, como um verdadeiro templo. Em vez de tentar entender tudo pela mente, a proposta é sentir mais. Perceber as sensações, respirar com presença e dar espaço para o instinto se expressar, como uma sabedoria natural que já vive em você.

É como se a vida sussurrasse com suavidade: antes de buscar algo mais elevado, sabe? … E é importante se enraizar, antes de sair expandindo… vale a pena sentir de verdade onde você está.

A energia de hoje também traz um convite de renovação. Assim como a serpente troca de pele, pode ser um bom momento para deixar para trás aquilo que já não combina mais com quem você está se tornando. Ao mesmo tempo, existe um chamado para reconhecer o seu magnetismo pessoal, aquela força que vem de dentro e que não precisa ser forçada.

E, junto com tudo isso, há um despertar da energia vital, criativa, que também passa pelo corpo e pela forma como você se conecta com o prazer de estar viva. Sem pressa, sem cobrança… apenas permitindo que essa energia circule com mais consciência e presença.

Não importa o barulho lá fora, pega um tempinho p vc e respira… e vai sentindo as raizes te sustentarem ♥️.

Atenção ao teu chackra base e todas as emoções e órgãos que estão diretamente conectados com ele 😘.

Xêro grande e até breve!

Mariana

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En [FR]

Se réveiller dans ce qui, selon une analogie linéaire, serait le futur… c’est assez fou. Je m’adapte encore à ces mouvements…

Je ne me lasse pas de contempler ce ciel, qui est devenu ma première image au réveil…

Aujourd’hui (le “demain” de certain·e·s, ou peut-être pas… peut-être que cela résonne déjà en toi aussi), est un de ces jours qui nous invitent à revenir à nous-mêmes, à notre corps, comme à un véritable temple. Au lieu d’essayer de tout comprendre par le mental, la proposition est de ressentir davantage. Observer les sensations, respirer avec présence et laisser l’instinct s’exprimer, comme une sagesse naturelle déjà vivante en toi.

C’est comme si la vie murmurait doucement : avant de chercher à t’élever… tu sais ?… il est important de t’enraciner. Avant de t’étendre vers l’extérieur, cela vaut la peine de vraiment sentir où tu es.

L’énergie du jour apporte aussi une invitation au renouveau. Comme le serpent qui change de peau, c’est peut-être le moment de laisser derrière toi ce qui ne correspond plus à la personne que tu es en train de devenir. En même temps, il y a un appel à reconnaître ton magnétisme personnel, cette force qui vient de l’intérieur et qui n’a pas besoin d’être forcée.

Et avec tout cela, il y a un éveil de l’énergie vitale, créative, qui passe aussi par le corps et par la façon dont tu te connectes au plaisir d’être en vie. Sans précipitation, sans pression… simplement en permettant à cette énergie de circuler avec plus de conscience et de présence.

Peu importe le bruit à l’extérieur, prends un petit moment pour toi, respire… et sens les racines te soutenir ♥️

Porte attention à ton chakra racine, ainsi qu’aux émotions et aux organes qui lui sont directement liés 😘

Un grand câlin et à très bientôt !

Mariana

03/16/2026

Em muitos momentos da vida nos encontramos indecisos, inseguros ou com medo de fazer mudanças.

Um novo trabalho, o fim de uma relação, uma mudança de país…
tantas situações que nos convidam a dar passos diferentes.

A nossa essência já sabe, mas o corpo insiste em permanecer na zona de conforto.

O movimento contrário à nossa essência pode provocar tensões, ansiedade, insônia e muitos… muitos questionamentos.
E, nesse turbilhão, acabamos procurando atalhos, soluções momentâneas, alguém ou algo que possa nos dizer a resposta que, no fundo, já existe dentro de nós.

Mas e se, em vez de evitar encarar as escolhas, nós as convidássemos para uma conversa?

E se, pouco a pouco, fôssemos retirando todos os adereços que colocamos sobre elas…
até que não restasse nada além da experiência?

Um bebê, quando nasce, não sabe o que as coisas são.
Ele não categoriza, não julga.
Está simplesmente conectado ao próprio corpo.

Ali vemos talvez a forma mais cristalina e pura de existir.

E se o caminho do meio for justamente suspender as qualificações…
para adentrar as experiências sem tantos apegos?

Suspeito que exista alguma lógica nisso.
Uma lógica capaz de nos libertar da culpa, do medo e de tantas outras camadas que nos impedem de seguir vivendo neste lugar de aprendiz e também de criador.

Um lugar onde podemos suspender julgamentos,
respirar…
e simplesmente experimentar.

Talvez seja aí que a vida realmente comece a se revelar.

E para você, o que a vida está pedindo para mudar agora?



En Français:

En de nombreux moments de la vie, nous nous retrouvons indécis, insécures ou avec la peur de faire des changements.

Un nouveau travail, la fin d’une relation, un changement de pays…
tant de situations qui nous invitent à faire des pas différents.

Notre essence, bien souvent, le sait déjà.
Mais le corps insiste pour rester dans la zone de confort.

Le mouvement contraire à notre essence peut provoquer des tensions, de l’anxiété, de l’insomnie et beaucoup… beaucoup de questionnements.
Et, dans ce tourbillon, nous finissons par chercher des raccourcis, des solutions momentanées, quelqu’un ou quelque chose qui pourrait nous dire la réponse qui, au fond, existe déjà en nous.

Mais si, au lieu d’éviter de faire face à nos choix, nous les invitions à une conversation?

Et si, peu à peu, nous retirions tous les ornements que nous avons posés sur eux…
jusqu’à ce qu’il ne reste rien d’autre que l’expérience?

Un bébé, lorsqu’il naît, ne sait pas ce que sont les choses.
Il ne catégorise pas, il ne juge pas.
Il est simplement connecté à son propre corps.

Là, nous voyons peut-être la forme la plus cristalline et la plus pure d’exister.

Et si la voie du milieu consistait justement à suspendre les qualifications…
pour entrer dans les expériences avec moins d’attachements?

Je soupçonne qu’il y ait une certaine logique là-dedans.
Une logique capable de nous libérer de la culpabilité, de la peur et de tant d’autres couches qui nous empêchent de continuer à vivre dans cet espace d’apprenti — et aussi de créateur.

Un espace où nous pouvons suspendre les jugements,
respirer…
et simplement expérimenter.

Peut-être est-ce là que la vie commence réellement à se révéler.

Et pour toi, qu’est-ce que la vie te demande de transformer maintenant?

03/04/2026

Vivemos imersos em um campo magnético invisível, mas profundamente real.
Nosso corpo, nosso coração e nossos pensamentos emitem frequências que se entrelaçam com pessoas, lugares e situações.

Cada encontro cria fios sutis de conexão. Alguns nos fortalecem. Outros nos drenam.
Quando nos tornamos conscientes desse campo, percebemos que podemos reorganizá-lo.

Com intenção clara, é possível cortar laços energéticos que já cumpriram seu ciclo e envolver pessoas, ambientes ou memórias na chama violeta da transmutação para harmonizar e outras formas também.

Somos co-criadores do nosso campo.

Se você sente que precisa equilibrar sua energia, seja pessoal, da sua casa ou do seu trabalho, ofereço trabalhos energéticos que podem auxiliar nesse processo de alinhamento e harmonização.

Para saber mais, comenta ENERGIA que eu te passo as informações.

Com amor,

Mariana

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En [FR] 🇨🇦

Nous vivons immergés dans un champ magnétique invisible, mais profondément réel.
Notre corps, notre cœur et nos pensées émettent des fréquences qui s’entrelacent avec les personnes, les lieux et les situations.

Chaque rencontre crée des fils subtils de connexion. Certains nous renforcent. D’autres nous drainent.
Lorsque nous devenons conscients de ce champ, nous réalisons que nous pouvons le réorganiser.

Avec une intention claire, il est possible de couper des liens énergétiques qui ont déjà complété leur cycle et d’envelopper des personnes, des espaces ou des mémoires dans la flamme violette de transmutation afin d’harmoniser et par d’autres moyens également.

Nous sommes co-créateurs de notre propre champ.

Si vous ressentez le besoin d’équilibrer votre énergie, qu’elle soit personnelle, liée à votre maison ou à votre travail, j’offre des accompagnements énergétiques pouvant soutenir ce processus d’alignement et d’harmonisation.

Pour en savoir plus, écrivez ÉNERGIE en commentaire et je vous transmettrai les informations.

Avec amour,

Mariana




Como a experiência é desafiadora!…Transitar nos medos, nas sombras e até mesmo se reconhecer luz…E se tudo for uma exper...
03/03/2026

Como a experiência é desafiadora!…

Transitar nos medos, nas sombras e até mesmo se reconhecer luz…

E se tudo for uma experiência? A forma que o TODO escolheu para se experimentar em potência pura?

… Como saber que existe essa potência pura e criativa se não através da manifestação?

O todo escolhe se experimentar e 💥explode…

E cada ser vivo é parte desse TODO… uma extensão…

Se movimentando como energia, vibração… frequência… querendo cada vez mais experimentar a vida.

Como uma criança querendo aprender (experimentar)…
E talvez por isso sejamos tão diferentes embora pulsamos com o mesmo propósito: se relembrar e voltar para a casa 💜.

Não SOMOS nossas emoções, sombras, traumas, profissões, títulos, funções, o que fizemos de certo ou errado… SOMOS essência divina (o mais puro amor), experimentando diferentes frequências, surfando em diferentes ondas ( altas, baixas, fortes, fracas….) e nos ajustando conforme o ritmo.

Sim… com tantos estímulos, acabamos nos distraindo e algumas vezes caindo… e em seguida recordamos que é mais uma experiência e voltamos pro “jogo”.

Estamos todos em busca dessa harmonia, afinando nosso SER… e o nosso eixo (coração) nos relembra da canção.

No surf, o meio da prancha é chamado por alguns de alma… é neste lugar que sabemos que estamos alinhados (corpo, prancha e espírito).

E para aprender a surfar, é preciso se conectar com o mar, aprender a se entregar… porque ele não é linear e previsível… ele segue uma frequência governada por uma inteligência própria conectada a vários outros elementos.

O nosso estado de espírito vai nos apontando em qual frequência estamos navegando… (dimensões).

E se ao invés de controlar, negar ou se apegar, nos propuséssemos a farejar, o que podemos aprender com isso?

E aos poucos encontrando o equilíbrio e se sustentando nas pranchas da vida…

Talvez aí esteja nossa maior experiência, aprender a cooperarmos uns com os outros.

Enquanto isso, vou experimentando a vida com os olhos de uma criança, me maravilhando com cada detalhe que ela apresenta, e aproveitando cada instante dessa oportunidade de estar aqui.

Não é fuga, é presença!

Mariana







En [FR]

Comme l’expérience est exigeante !…

Traverser les peurs, les ombres, et même se reconnaître lumière…

Et si tout n’était qu’une expérience ? La façon dont le TOUT a choisi de s’expérimenter en pure puissance ?

… Comment savoir que cette puissance pure et créative existe, sinon à travers la manifestation ?

Le Tout choisit de s’expérimenter et 💥 explose…

Et chaque être vivant est une partie de ce TOUT… une extension…

Se mouvant comme énergie, vibration… fréquence… désirant expérimenter la vie toujours davantage.

Comme un enfant qui veut apprendre (expérimenter)…
Et peut-être que c’est pour ça que nous sommes si différents, même si nous vibrons avec le même but : nous rappeler et revenir à la maison 💜.

Nous ne SOMMES pas nos émotions, nos ombres, nos traumas, nos professions, nos titres, nos fonctions, ce que nous avons fait de bien ou de mal… nous SOMMES l’essence divine (le plus pur amour), expérimentant différentes fréquences, surfant sur différentes vagues (hautes, basses, fortes, douces…) et nous ajustant selon le rythme.

Oui… avec tous ces stimuli, on finit par se distraire et parfois tomber… puis on se rappelle que ce n’est qu’une autre expérience et on retourne au « jeu ».

Nous sommes tous en quête de cette harmonie, en train d’accorder notre ÊTRE… et notre axe (le cœur) nous rappelle la chanson.

En surf, le milieu de la planche est appelé par certains « l’âme »… c’est à cet endroit que l’on sait que l’on est aligné (corps, planche et esprit).

Et pour apprendre à surfer, il faut se connecter à la mer, apprendre à s’abandonner… parce qu’elle n’est ni linéaire ni prévisible… elle suit une fréquence gouvernée par une intelligence propre, connectée à plusieurs autres éléments.

Notre état d’esprit nous indique sur quelle fréquence nous naviguons… (dimensions).

Et si, au lieu de vouloir contrôler ou s’attacher, on se proposait de flairer ce que l’on peut apprendre de tout ça ?

Et peu à peu, trouver l’équilibre et se tenir debout sur les planches de la vie…

Peut-être que notre plus grande expérience est là : apprendre à coopérer les uns avec les autres.

En attendant, je continue d’expérimenter la vie avec les yeux d’un enfant, émerveillée par chaque détail qu’elle me présente, et en savourant chaque instant de cette opportunité d’être ici.

Ce n’est pas une fuite, c’est une présence !

Mariana





Hoje, sob esse alinhamento astronômico que atravessa o grande relógio do céu, eu te pergunto: você olha para cima apenas...
03/01/2026

Hoje, sob esse alinhamento astronômico que atravessa o grande relógio do céu, eu te pergunto: você olha para cima apenas como quem observa um fenômeno…ou como quem se reconhece em um espelho?

Será que são só planetas dançando lá fora, tensões globais ou existem centros dentro de você tentando reencontrar seu próprio eixo também?

Lembrando que o que acontece em cima, embaixo, é o mesmo que acontece fora e dentro de nós. Isso te diz alguma coisa?

Desde dos antigos círculos de pedra, o ser humano olha para o céu buscando respostas. Mas e se a pergunta sempre tivesse sido outra?
E se estivéssemos tentando compreender não apenas o cosmos… mas a nós mesmos?

O Sol sustenta o sistema com sua presença constante, o centro galáctico mantém a coesão da Via Láctea, pulsares marcam o ritmo do invisível, buracos negros guardam silêncios densos… E você? Qual é o seu centro? Ele está firme… ou disperso?

Se o cosmos é uma sinfonia em movimento…
qual nota você tem emitido?

Será que o que você chama de caos não é apenas uma parte sua tocando fora do tom?
E ao invés de se criticar, você já tentou se afinar?

Seu coração pulsa, seu cérebro vibra em ondas, seu campo eletromagnético se expande e se contrai o tempo todo, seu corpo é um sistema rítmico, uma pequena galáxia consciente.

Quando algo em você sai do eixo, você tenta forçar, ignorar … ou escutar?

Talvez hoje não seja um dia de fazer mais, talvez seja um dia de silenciar e perceber onde você está desalinhada.o com sua própria verdade?
Que lealdades já não vibram com quem você se tornou?
Que parte sua pede retorno ao tom original?
O centro galáctico não se move para agradar as estrelas, ele permanece e por permanecer, consegue sustentar.

Você tem permanecido em si?
Ou tem orbitado expectativas alheias?
Hoje, talvez a pergunta não seja sobre o céu, ou cenários globais… Talvez seja sobre você.

Que parte sua quer ser afinada?
Que órbita você precisa reassumir?
Qual é a sua nota fundamental?

Respira.
Sente o centro.
E pergunta-se com honestidade:

Paciência, amor e compaixão,

Mariana

———————-

En [FR] 🇨🇦

Aujourd’hui, sous cet alignement astronomique qui traverse la grande horloge du ciel, je te pose une question : regardes-tu vers le haut seulement comme on observe un phénomène… ou comme quelqu’un qui se reconnaît dans un miroir ?

Est-ce seulement des planètes qui dansent là-dehors, des tensions globales… ou existe-t-il aussi des centres en toi qui cherchent à retrouver leur propre axe ?

En te rappelant que ce qui se passe en haut et en bas est aussi ce qui se passe à l’extérieur et à l’intérieur de nous. Est-ce que cela te parle ?

Depuis les anciens cercles de pierre, l’être humain lève les yeux vers le ciel en quête de réponses. Mais si la question avait toujours été une autre ?
Et si nous avions tenté de comprendre non seulement le cosmos… mais nous-mêmes ?

Le Soleil soutient le système par sa présence constante, le centre galactique maintient la cohésion de la Voie lactée, les pulses marquent le rythme de l’invisible, les trous noirs gardent des silences denses…

Et toi ? Quel est ton centre ?
Est-il stable… ou dispersé ?

Si le cosmos est une symphonie en mouvement…
quelle note es-tu en train d’émettre ?

Et si ce que tu appelles chaos n’était qu’une partie de toi jouant hors tonalité ?
Au lieu de te critiquer, as-tu déjà essayé de t’accorder ?

Ton cœur bat.
Ton cerveau vibre en ondes.
Ton champ électromagnétique s’expanse et se contracte en permanence.
Ton corps est un système rythmique, une petite galaxie consciente.

Quand quelque chose en toi se désaxe, cherches-tu à forcer, à ignorer… ou à écouter ?

Peut-être qu’aujourd’hui n’est pas un jour pour faire davantage. Peut-être est-ce un jour pour te taire et observer où tu es désaligné·e de ta propre vérité.

Quelles loyautés ne vibrent plus avec la personne que tu es devenue ?
Quelle part de toi demande un retour à sa tonalité originelle ?

Le centre galactique ne bouge pas pour plaire aux étoiles, il demeure et c’est en demeurant qu’il soutient.

Es-tu en train de demeurer en toi-même ?
Ou orbites-tu autour des attentes des autres ?

Aujourd’hui, peut-être que la question n’est pas à propos du ciel ni des scénarios globaux…
Peut-être est-elle à propos de toi.

Quelle part de toi souhaite être accordée ?
Quelle orbite dois-tu réassumer ?
Quelle est ta note fondamentale ?

Respire.
Sens ton centre.
Et demande-toi avec honnêteté.

Patience, amour et compassion,

Mariana

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