Odalea Freire Counselor

Odalea Freire Counselor Kontaktinformationen, Karte und Wegbeschreibungen, Kontaktformulare, Öffnungszeiten, Dienstleistungen, Bewertungen, Fotos, Videos und Ankündigungen von Odalea Freire Counselor, Psychologische Einrichtung, Route de Sauverny 15, Versoix.

My work is to provide assistance and guidance in resolving personal, social and psychological difficulties related to the women's expat life in individual therapy.

Muitas vezes, a resposta para o seu caos atual está sentada ao seu lado, na mesa do jantar. Na “ilha” que é a vida expat...
19/05/2026

Muitas vezes, a resposta para o seu caos atual está sentada ao seu lado, na mesa do jantar.

Na “ilha” que é a vida expatriada, nosso parceiro acaba sendo o nosso modelo mais próximo de rotina e foco. E não, você não precisa estar no comando de uma empresa para “roubar” esses hábitos.

A maior armadilha da coexpatriada é achar que, por estar em uma pausa profissional, ela não precisa de uma agenda. O resultado disso é trabalho doméstico drenando a sua energia e apagando a sua identidade.

Não use a ausência de um trabalho formal como desculpa para se perder. Roube o método, a disciplina e a organização. Transforme o seu dia a dia em uma pausa inteligente.

Sucesso é, acima de tudo, a consciência de que você é a protagonista da sua vida, não importa qual seja o seu cargo no momento. 🩵

Para a coexpatriada, o café com as amigas às vezes é a única salvação. Eu mesma vivi fases em que esses encontros eram a...
18/05/2026

Para a coexpatriada, o café com as amigas às vezes é a única salvação. Eu mesma vivi fases em que esses encontros eram a minha âncora de sanidade. ☕

Mas existe um perigo silencioso quando o social se torna o nosso único projeto de vida no exterior. O acolhimento é o ponto de partida, mas ele não pode ser o ponto final.

Se você sente que a sua identidade está f**ando “pequena” demais dentro dessa rotina, talvez seja a hora de recalcular a rota. O desabafo é importante, mas a ação é o que realmente reconstrói a sua autoeficácia.

A minha Mentoria nasceu para mulheres que decidiram que o café é ótimo, mas que elas querem ocupar lugares muito maiores em solo estrangeiro. 🩵

Segunda começou com tudo e preciso falar de algo sério.Semana passada recebi uma cobrança inesperada e muito alta do gov...
18/05/2026

Segunda começou com tudo e preciso falar de algo sério.

Semana passada recebi uma cobrança inesperada e muito alta do governo suíço.

Li a carta. Reli. Meu corpo gelou.

Não porque eu tenha feito algo errado. Mas porque, quando você empreende em outro país, existe um medo que quase ninguém fala:
O medo de não entender o sistema.
O medo de receber uma carta em outra língua.
O medo de não saber a regra.
O medo de pensar: “eu não vou dar conta.”

E talvez quem nunca viveu fora pense: “é só resolver”.

Mas não é só resolver.

Porque a gente não está na nossa terra. Não tem a amiga que explica. Não tem a família que orienta. Não tem aquela rede invisível que às vezes nos sustentava sem percebermos.

No meu caso, até um profissional, que é só contratar, não tem fácil porque eles não entendem do meu tipo de Permi!

E aí eu pensei, na hora, em quantas mulheres expatriadas devem passar por isso sozinhas.
Quantas talvez desistam de empreender. Quantas escolham depender financeiramente não por falta de capacidade, mas pelo cansaço e medo de enfrentar sistemas, idiomas, burocracias e medos.

Hoje eu descobri que a situação era mais comum do que eu imaginava. E pensei: talvez você também precise ouvir isso.

Se você recebeu uma carta, uma cobrança, uma burocracia ou algo que te fez pensar “eu não vou conseguir”, respira.

Às vezes você não está falhando.

Às vezes você só está vivendo a parte invisível da expatriação que ninguém mostrou antes.

Mas assim como você conseguiu vencer todos os países e adaptações não vão ser papeladas e burocracias que vão te fazer parar!

E se você também tem medo de se aventurar por esta razão, saiba que aqui a gente encontra soluções juntas!

15/05/2026

Viver o sonho de outra pessoa tem um preço alto: o apagamento de quem você é. E é normal ter pensamentos negativos com relação a essa nova vida no processo de adaptação, isso não é sinal de ingratidão, apenas signif**a que você está elaborando o processo.

O luto pelo que ficou para trás (sua carreira, seu círculo social e sua autonomia) é real e precisa ser nomeado. Negar esse desconforto só atrasa a sua capacidade de fincar raízes e encontrar o seu próprio propósito em solo estrangeiro.

A expatriação pode ter começado como um projeto da família, mas a sua vida no exterior não pode ser vivida como um anexo. Você merece ocupar o lugar de protagonista da sua própria história.

Se você está cansada de apenas “acompanhar” e quer começar a caminhar com as suas próprias pernas, a minha Mentoria é o suporte que você precisa. Informações no link da bio. 🩵

Este post faz parte do projeto Psicólogos pelo Mundo 🌍
Conheçam o perfil oficial do projeto: .pelomundo

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28 anos de casamento! 14.05.98… já casei para colocar o pé na estrada! Mas mesmo na loucura, tive prudência.1 mudança in...
14/05/2026

28 anos de casamento! 14.05.98… já casei para colocar o pé na estrada! Mas mesmo na loucura, tive prudência.
1 mudança interna e 4 mudanças internacionais.
Muitos aeroportos. Algumas malas emocionais.
Recomeços que ninguém viu.
E um amor que precisou aprender a sobreviver entre fusos, despedidas, adaptação e silêncio: muitos! Só nós sabemos qto calamos para não preocupar quem ficou!

A vida de um casal de alta mobilidade não é feita apenas de fotos bonitas em novos países. Ela também é feita de perdas invisíveis, renúncias, solidão, crises de identidade e da constante necessidade de reconstruir o “lar” dentro da própria relação.

Depois de tantos anos, algumas coisas eu aprendi:

• não é o país que salva um casamento, mas é o amor da relação que salva um país ruim;
• mudar de cidade não muda padrões emocionais;
• o cônjuge acompanhante paga um preço alto pela mobilidade;
• filhos crescem entre mundos e os pais também precisam reaprender quem são;
• existem fases em que um carrega o outro emocionalmente;
• comunicação importa mais do que compatibilidade;
• às vezes o amor amadurece mais na crise do que na estabilidade;
• e pertencimento… muitas vezes deixa de ser um lugar e passa a ser uma pessoa.

A expatriação testa tudo: identidade, carreira, autoestima, parceria, intimidade e projetos de vida.

Mas talvez uma das maiores lições desses 28 anos seja entender que relações duradouras não sobrevivem porque são perfeitas.
Elas sobrevivem porque duas pessoas decidem, muitas vezes em meio ao caos, continuar construindo sentido juntas.

E isso, honestamente, já é extraordinário. Happy anniversary a nós!!

As mulheres no geral são a base que sustenta o bom funcionamento de uma família, seja no contexto de expatriação ou não,...
14/05/2026

As mulheres no geral são a base que sustenta o bom funcionamento de uma família, seja no contexto de expatriação ou não, “se a mãe está bem, a casa está bem”, não é mesmo? Mas quem cuida do solo onde essa mãe pisa?

Os dados sobre TCKs (Third Culture Kids) são um alerta sobre o impacto silencioso da alta mobilidade nas relações familiares. Muitas vezes, a gente se perde tanto na logística da mudança que esquece de organizar o caos emocional que vem junto.

Não se culpe pela exaustão. A expatriação sem rede de apoio é uma carga pesada demais para se carregar sozinha. A terapia intercultural é o espaço onde você deixa de apenas “tentar dar conta” para começar a entender o que realmente está acontecendo.

Quando você se reorganiza internamente, você cria um ambiente seguro para que seus filhos também se desenvolvam. 🩵

Se este tema tocou em algum ponto sensível por aí, saiba que existe um lugar de escuta especializado para o seu contexto. Link na bio para agendamentos.

Já que maio é o mês do trabalhador, eu te convido para uma reflexão interna: como você tem comunicado suas renúncias pro...
12/05/2026

Já que maio é o mês do trabalhador, eu te convido para uma reflexão interna: como você tem comunicado suas renúncias profissionais para os seus filhos?

Muitas vezes, sem perceber, depositamos neles a conta da nossa carreira interrompida. Dizemos que “tivemos que parar por causa deles” ou que “não trabalhamos para sermos o suporte que eles precisam”. Embora pareça um gesto de amor, para o filho, isso pode soar como uma sentença de culpa.

Filhos de expatriados (TCKs) frequentemente carregam a vergonha de sentirem que “atrapalharam” a vida dos pais. Esse peso invisível pode travar a autonomia deles no futuro e gerar um ressentimento silencioso na dinâmica familiar.

O segredo para uma expatriação saudável é a honestidade sobre a própria agência. Suas escolhas são suas. Não coloque nos ombros de uma criança a responsabilidade pelas decisões que você tomou como adulta.

Você já parou para pensar em como o seu discurso sobre trabalho impacta a segurança emocional do seu filho? Vamos conversar nos comentários. 👇

No frio de New Jersey, sem rede de apoio e ainda sem muitas ferramentas emocionais, lembro de colocar desenhos em inglês...
10/05/2026

No frio de New Jersey, sem rede de apoio e ainda sem muitas ferramentas emocionais, lembro de colocar desenhos em inglês para o meu filho apenas para sentir que eu não estava estagnada e que estava aumentando meu vocabulário. Era o recurso que eu tinha para manter a minha sanidade na época.

Usualmente a maternidade já vem acompanhada de culpa, mas na expatriação isso se amplif**a. Maternar no exterior é, muitas vezes, viver em modo de sobrevivência, por isso neste dia das das mães, eu gostaria de te dar um conselho: Priorize sua saúde emocional. Não é luxo, é o que sustenta o equilíbrio da sua casa. Perdoe a mãe que você consegue ser hoje e busque a ajuda necessária para não se perder no caminho.

Feliz dia das Mães para nós 💛

Mãe,Só agora, depois de mais de 23 anos vivendo fora do Brasil, eu consegui compreender a tua própria história migratóri...
10/05/2026

Mãe,

Só agora, depois de mais de 23 anos vivendo fora do Brasil, eu consegui compreender a tua própria história migratória.

Hoje eu entendo que não era apenas uma mãe escondendo a dor para que a filha pudesse ser feliz. Era também uma mulher que já tinha vivido muito do que eu estava vivendo.

Quando tu me dizia:
“Filha, desarruma a mala e f**a. Isso faz parte da adaptação. Vai melhorar.”

Eu acreditava!
E depois me perguntava:
como minha mãe sabia que aquilo era só uma fase?

Anos mais tarde, estudando psicologia intercultural, eu entendi: tu também eras uma mulher migrante.

Aos 18 anos, recém-casada, saíste de Fortaleza para Teresina.
Também por amor e ao lado de um militar!

Quanta coisa semelhante em nós, e eu ainda não conseguia enxergar.

Hoje eu percebo o quanto a tua história fortaleceu a minha.

Tem gente que fala apenas em trauma geracional.
Mas eu penso que existe também força geracional.

E a tua força me deu força.
Assim como hoje eu dou força à nossa Lili, que também atravessou oceanos para construir a própria vida, dessa vez pelos estudos!

Essas flores no espelho têm um signif**ado profundo para mim. Não só da sua ausência no dia de hoje.

Porque uma das coisas mais difíceis da vida de alta mobilidade é continuar reconhecendo quem somos no meio de tantas mudanças e tantas versões que os outros criam sobre nós.

A psicologia me ensinou que precisamos de pessoas-espelho.
Pessoas que nos devolvem nossa imagem com verdade quando o mundo nos confunde.

E é por isso que, todos os dias, eu escolho você como meu espelho.

Não porque foste perfeita.
Mas porque foste íntegra,boa, honesta e amorosa.

Mesmo depois de tantos anos da tua partida, eu ainda recebo mensagens de pessoas marcadas pelo teu cuidado. E não porque eras brava!

Então, nesse Dia das Mães, minha homenagem é para você.
E também para todas as mães que permitiram que suas filhas voassem, em vez de aterrissá-las pelo medo.

Obrigada, mãe.
Pela força silenciosa que continua vivendo em mim. 🤍

Resolvi publicar meu exercício anual: Minha mensagem que não pode ser mais entregue. O que você gostaria de dizer para sua mãe hoje? Espero que você ainda possa entregar a sua! 💙

08/05/2026

Vi esse vídeo da .barcara na rede vizinha e eu decidi falar sobre ele porque é o exemplo perfeito do que venho falando aqui há tantos anos…

Viver em alta mobilidade exige muito de nós e o vazio que sentimos no meio disso tudo é real e não deve ser ignorado. Por isso eu desenvolvi a mentoria Tirando os Sonhos da Mala, para te ajudar a organizar esse conflito e resgatar o seu protagonismo 🩵

Clique no link da bio para mais informações.

Sabe as famosas “borboletas no estômago” que você sentiu no início da sua relação? Aquele frio na barriga, a euforia do ...
06/05/2026

Sabe as famosas “borboletas no estômago” que você sentiu no início da sua relação? Aquele frio na barriga, a euforia do novo, a certeza de que o “sim” era o único caminho possível.

São exatamente as mesmas borboletas que te impulsionaram a dizer “sim” para a expatriação. A mesma coragem, a mesma idealização, a mesma vontade de viver algo extraordinário.

O problema é que as borboletas não foram feitas para morar no estômago para sempre...

Tal como no amor maduro, chega um momento em que o encanto inicial desaparece. A vida deixa de ser o “conto de fadas” da chegada e passa a ser a vida real.

A rotina se instala, os desafios logísticos aparecem e aquele país que parecia um cenário de filme vira apenas o lugar onde você paga contas e lida com a burocracia.

E tudo bem, essa transição faz parte de um processo de amadurecimento. A forma como lidamos com o fim do “encantamento” diz muito mais sobre a nossa gestão da vida adulta e nossa estrutura emocional do que sobre o país ou o parceiro em si.

Sentir que o entusiasmo passou é normal. O que não é saudável é quando esse silêncio se transforma em ressentimento.

Se você olha para as suas escolhas hoje e sente apenas amargura, se o sim de ontem parece um peso insuportável hoje, é o momento de encarar essa realidade com suporte profissional.

Amadurecer o seu olhar sobre a expatriação exige coragem para processar os lutos e reencontrar a sua autonomia. Se as suas borboletas desapareceram e você se sente perdida nas suas próprias escolhas, a terapia especializada é o seu próximo passo.

Não tente gerenciar esse peso sozinha. Vamos dar um novo sentido para a sua história? 🩵

Adresse

Route De Sauverny 15
Versoix
1290

Öffnungszeiten

Montag 16:00 - 20:00
Dienstag 16:00 - 16:00
Mittwoch 09:00 - 16:00
Donnerstag 09:00 - 16:00
Samstag 09:00 - 11:00

Telefon

+41798830251

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