Vidas Destroçadas Cantão Alemão-Francês

Vidas Destroçadas Cantão Alemão-Francês vidasdestroçadas@hotmail.com

Gostaria de saber que doença é esta que depois de um acidente de trabalho ser tratado com várias infiltraçoes e medicaçã...
19/01/2026

Gostaria de saber que doença é esta que depois de um acidente de trabalho ser tratado com várias infiltraçoes e medicação evazivas transformou-se em várias operações isto é um pouco do que me aconteceu.

Onde a seguradora assumiu o primeiro ano e uns meses quando a situação se agravou alegou que era doença para não pagar os meus custos e direitos.
Que nunca foi o caso de ter alguma doença quê me provoca-se qualquer sintoma graças a Deus .
Agora estou aqui a espor um pouco para ver onde está os direitos e deveres que nos obrigam a pagar para trabalhar na Suiça e depois em caso de acidentes nos mandam para tribunais onde não aceitam provas médicas não respeitam às baixas médicas não só dê um médico eu falo de baixa médicas dê vários médicos.
E falsas radiografia aí meu corpo começou a mostrar o que tentaram esconder sertos médicos que eu vesitei que me encaminhavam para outro e outro.
Fui bola de pimg pimg e experiência de médicos.
Eu ainda no dia dê hoje vou ter de ser operado novamente onde tenho vindo a queixar a longo destes anos.
Ogara gostaria de saber que doença foi esta que apareceu depois do acidente de trabalho como disse a seguradora.

Sentimento de dever cumprido.
18/01/2026

Sentimento de dever cumprido.

17/01/2026

Deixem aqui vossos comentários como se perde o direito a se defender em casos de acidentes ou doença com as seguradoras mesmo elas sabendo que você está em tratamento

Emigrante portuguesa abandonada pelo estado; sem médico e sem advogadoArtigos leitoresSou imigrante há 39 anos na Suíça,...
13/01/2026

Emigrante portuguesa abandonada pelo estado; sem médico e sem advogadoArtigos leitores
Sou imigrante há 39 anos na Suíça, no cantão de Fribourg. O meu nome é Alice Tavares. Tive um acidente de trabalho no ano de 2018 e continuo ainda com muitos problemas de saúde. A partir do meu acidente, a vida nunca mais foi a mesma. Sofro muito, com muitas dores em todo o corpo e também a nível mental.

Os médicos nunca quiseram levar a situação a sério e, passados seis meses do acidente, quiseram operar-me ao tornozelo. O médico que me acompanhava mandou outro médico operar-me, mas eu nem sequer assinei a autorização para a operação, nem me foram explicadas as consequências que eu poderia vir a ter. A operação correu mal e, a partir daí, continuei a sofrer muito.

Foi perfurado um nervo, um tendão ficou colado à placa e, como resultado, não posso tocar no pé, tenho muitas dores na perna, falta de força para caminhar e noites sem dormir. A minha vida tornou-se um pesadelo. Agora, os médicos colocam as culpas uns nos outros. Impediram-me de continuar a ir às consultas.

Enviei carta a dizer que se tratava de negligência médica da parte deles, mas é sempre assim, deixam os pacientes sem direitos, sem nada. Eles cometem o erro e não querem saber de nós. Os médicos foram a tribunal, porque um diz que não é culpa dele, diz que é do outro, enfim. Eu ando nisto há anos, os anos estão a passar e eu continuo a sofrer.

Mas o pior é não conseguir arranjar um médico que me continue a tratar. Nós, imigrantes, temos de ter o consulado para nos ajudar, o governo tem de nos ajudar a defender os nossos direitos. Trabalhámos, descontámos, e pergunto onde está a dignidade do nosso país em ajudar os verdadeiros portugueses imigrantes.

Vamos pedir ajuda, não apenas para este caso. Precisamos de médicos que não façam parte do sistema. No caso da Alice, nem médico tem. Conhecemos outros casos de pessoas que ficaram sem médico e depois arranjaram outro, mas não funciona, muito menos o médico de família, que nos obrigam a ter.

Precisamos de advogados portugueses para furar o sistema. Os consulados e as embaixadas não erguem uma palha. Os deputados pela Europa dizem, com todas as letras, que os nossos diplomatas no estrangeiro são obrigados a ver cada caso relatado, mas sacodem o capote. Os deputados declinam para o cônsul-geral e para o embaixador, e eles próprios ficam ali, imóveis, como uma árvore de Natal decorativa.Artigos leitores

Para não falar nos conselheiros, que não têm força institucional nenhuma e servem como brinquedo do ministro dos Negócios Estrangeiros, que vai sacando informações que, infelizmente, são na maioria de interesse próprio e não dos lesados. Quer o ministro dos Negócios Estrangeiros, quer o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, são políticos indiferentes. Têm galardões, mas não visitam os emigrantes para conhecerem os problemas reais.

O governo, os deputados na Assembleia da República e o presidente da República Portuguesa estão preocupados consigo próprios, com a família e com os amigos, e continuam a tratar os emigrantes como cidadãos de segunda categoria. Nenhuma alma nos ajuda porque não quer. A Suíça ouviria os nossos políticos, eles é que não se importam de nos ajudar. Só se importam connosco nas eleições, quando pagamos o duplo imposto e quando nos cobram IRS na reforma, no nosso regresso.

Todos querem mamar na vaca gorda, a vaca magra ignoram-na. Portugal é dos portugueses. Eu sou portuguesa como qualquer cidadão a residir no país. Sou ainda mais prejudicada no acesso à saúde, porque não tenho nenhuma. Até os médicos de família os emigrantes perderam. Nunca trabalhámos nem descontámos em Portugal, mas o Estado ganha milhões com os nossos impostos e rouba-nos indirectamente quando chegamos a Portugal, através do IRS, numa altura em que a maioria dos emigrantes já recebe uma reforma miserável, especialmente quem vive de uma pensão de invalidez.Gastronomia Portugal

Precisamos de ajuda. Se não, teremos de fazer uma associação para todos os lesados e levar os governos suíço e português ao tribunal dos direitos humanos.

Alice Tavares

Eu também faço parte dessa situação e justiça que fizeram comigo sofrendo de um acidente de trabalho não de um acidente ...
07/01/2026

Eu também faço parte dessa situação e justiça que fizeram comigo sofrendo de um acidente de trabalho não de um acidente de passeio de bicicleta ou outro não podemos baixar a cabeça e vivermos só de medicação abusiva e operações mal axecutadas para remediar os problemas de saúde

Exmos. Senhores,
O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio expor a minha situação pessoal e profissional, na esperança de merecer a vossa atenção e sensibilidade.
No dia 30 de julho de 2020 sofri um grave acidente de trabalho, que veio afectar profundamente a minha vida em todas as suas dimensões, física, mental e psicológica. Desde essa data encontro-me inapto para regressar ao meu posto de trabalho habitual, estando apenas considerado apto para trabalho adaptado, de menor esforço físico.

Como consequência directa desta situação, ao longo dos anos eu e a minha família perdemos uma parte significativa da nossa qualidade de vida, nomeadamente devido a uma redução de cerca de quarenta por cento do meu rendimento mensal, enquanto as despesas essenciais se mantiveram inalteradas.

No ano passado vi-me obrigado a tomar uma decisão extremamente difícil, permitir que a minha família regressasse a Portugal, permanecendo eu na Suíça sozinho. Esta decisão resultou da impossibilidade de continuar a suportar os elevados custos de vida na Suíça, bem como das dificuldades criadas por determinadas instituições, que tornaram o quotidiano da minha família ainda mais penoso.

Como se esta situação não fosse já suficientemente complexa, no início do ano passado foi-me diagnosticado um tumor no intestino grosso. Fui submetido a uma intervenção cirúrgica, que apresentou algumas complicações, tendo posteriormente realizado várias sessões de quimioterapia e outros tratamentos médicos.

Felizmente, graças a Deus e ao forte apoio da minha família, consegui ultrapassar essa fase particularmente difícil.

Actualmente continuo a viver afastado da minha família, uma vez que necessito de permanecer na Suíça para dar continuidade aos tratamentos e ao acompanhamento médico.

Encontro-me numa situação de grande fragilidade, tanto a nível de saúde como social e financeiro.
O caminho que tenho vindo a percorrer é duro e exigente, razão pela qual venho solicitar que a minha situação seja analisada com atenção, humanidade e sentido de justiça. Espero sinceramente que possa existir alguma forma de apoio ou de solução, não apenas para mim, mas também para outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes. Da minha parte, já procurei ajuda junto de várias entidades, sem que até ao momento tenha sido encontrada uma resposta concreta e eficaz.

Importa ainda esclarecer que a embaixada nunca afirmou que nada poderia fazer, contudo, desde a reunião realizada nas suas instalações, bem como após o debate em Arbon com representação governativa, não se verificaram desenvolvimentos concretos. É igualmente justo registar que o Cônsul de Zurique tem acompanhado o meu caso, tendo inclusivamente prestado apoio directo, nomeadamente através do acompanhamento à Liga do Cancro, fazendo tudo o que esteve ao seu alcance.

Agradeço, desde já, a atenção dispensada e coloco-me à inteira disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou apresentar a documentação que considerem necessária.

Com os melhores cumprimentos,
Victor Fonseca.

Carta à SUVA – Exijo respeito e verdade:Depois de anos de silêncio e dor, Domício R. Gomes exige à instituição suíça que...
07/01/2026

Carta à SUVA – Exijo respeito e verdade:

Depois de anos de silêncio e dor, Domício R. Gomes exige à instituição suíça que responda com justiça e dignidade.

Enviei nova carta à SUVA, exigindo resposta formal, respeito e verdade. Já o havia feito anteriormente, mas a minha voz foi ignorada. Desta vez, exijo ser ouvido, pois não peço favores, apenas justiça.

Há quase oito anos vivo com dores constantes, sequelas físicas e sofrimento emocional causados por um acidente de trabalho ocorrido a 15 de Novembro de 2017. Desde então, enfrento relatórios falsos, omissões graves e a indiferença de quem deveria proteger o trabalhador.

Apresentei à SUVA provas concretas, relatórios médicos, testemunhos e fotografias que revelam a negligência e a ocultação da verdade. O silêncio institucional não pode continuar a servir de escudo para a injustiça.

A verdade tem de ser dita, e a dignidade humana tem de ser respeitada.
Não se trata de rancor, mas de consciência. Não é vingança, é verdade.

Que esta carta sirva de apelo a todos quantos foram esquecidos no frio das instituições, onde o ser humano se torna número e o sofrimento, estatística.

Com respeito, firmeza e esperança,

Domício R. Gomes
Meyrin, 18 de Agosto de 2025

Exmos. Senhores,O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio exp...
07/01/2026

Exmos. Senhores,
O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio expor a minha situação pessoal e profissional, na esperança de merecer a vossa atenção e sensibilidade.
No dia 30 de julho de 2020 sofri um grave acidente de trabalho, que veio afectar profundamente a minha vida em todas as suas dimensões, física, mental e psicológica. Desde essa data encontro-me inapto para regressar ao meu posto de trabalho habitual, estando apenas considerado apto para trabalho adaptado, de menor esforço físico.

Como consequência directa desta situação, ao longo dos anos eu e a minha família perdemos uma parte significativa da nossa qualidade de vida, nomeadamente devido a uma redução de cerca de quarenta por cento do meu rendimento mensal, enquanto as despesas essenciais se mantiveram inalteradas.

No ano passado vi-me obrigado a tomar uma decisão extremamente difícil, permitir que a minha família regressasse a Portugal, permanecendo eu na Suíça sozinho. Esta decisão resultou da impossibilidade de continuar a suportar os elevados custos de vida na Suíça, bem como das dificuldades criadas por determinadas instituições, que tornaram o quotidiano da minha família ainda mais penoso.

Como se esta situação não fosse já suficientemente complexa, no início do ano passado foi-me diagnosticado um tumor no intestino grosso. Fui submetido a uma intervenção cirúrgica, que apresentou algumas complicações, tendo posteriormente realizado várias sessões de quimioterapia e outros tratamentos médicos.

Felizmente, graças a Deus e ao forte apoio da minha família, consegui ultrapassar essa fase particularmente difícil.

Actualmente continuo a viver afastado da minha família, uma vez que necessito de permanecer na Suíça para dar continuidade aos tratamentos e ao acompanhamento médico.

Encontro-me numa situação de grande fragilidade, tanto a nível de saúde como social e financeiro.
O caminho que tenho vindo a percorrer é duro e exigente, razão pela qual venho solicitar que a minha situação seja analisada com atenção, humanidade e sentido de justiça. Espero sinceramente que possa existir alguma forma de apoio ou de solução, não apenas para mim, mas também para outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes. Da minha parte, já procurei ajuda junto de várias entidades, sem que até ao momento tenha sido encontrada uma resposta concreta e eficaz.

Importa ainda esclarecer que a embaixada nunca afirmou que nada poderia fazer, contudo, desde a reunião realizada nas suas instalações, bem como após o debate em Arbon com representação governativa, não se verificaram desenvolvimentos concretos. É igualmente justo registar que o Cônsul de Zurique tem acompanhado o meu caso, tendo inclusivamente prestado apoio directo, nomeadamente através do acompanhamento à Liga do Cancro, fazendo tudo o que esteve ao seu alcance.

Agradeço, desde já, a atenção dispensada e coloco-me à inteira disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou apresentar a documentação que considerem necessária.

Com os melhores cumprimentos,
Victor Fonseca.

Boa tarde:Análise às respostas do Senhor Embaixador, que revelam um desvio sistemático do problema.O texto do Senhor Emb...
07/01/2026

Boa tarde:
Análise às respostas do Senhor Embaixador, que revelam um desvio sistemático do problema.
O texto do Senhor Embaixador Júlio Vilela revela uma resposta formalmente correcta, mas politicamente defensiva, marcada por um tom de desvalorização do interlocutor e por uma estratégia clara de deslocação de responsabilidade.
Em primeiro lugar, observa-se uma tentativa evidente de fragilização pessoal do cidadão Domício Gomes. A insinuação de que o texto poderá não ser da sua autoria, ou de “interposta pessoa”, não acrescenta qualquer rigor factual, antes introduz suspeição gratuita. Não é relevante se quem redige é o próprio Domício Gomes, um advogado ou outra pessoa qualquer, quem dita o conteúdo é Domício Gomes, pois ninguém mais tem acesso integral aos relatórios médicos do lesado. Este recurso retórico não responde ao conteúdo da denúncia, procura apenas enfraquecer a legitimidade de quem escreve.
Trata-se de uma técnica antiga, atacar a forma e a autoria para evitar enfrentar o fundo da questão.
Em segundo lugar, o Embaixador constrói uma narrativa de autojustificação institucional. Afirma que não houve inação, mas fá-lo de forma genérica, sem apresentar exemplos concretos de intervenções, contactos, pedidos formais ou diligências efectivamente realizadas. A negação é absoluta, mas não é demonstrada. Dizer que se informou “em devido tempo” não equivale a provar que se actuou com eficácia.
O argumento central assenta na dimensão temporal, os sete anos decorridos desde o acidente. Este ponto é utilizado como elemento de desresponsabilização. Ora, se Domício Gomes recorre às instâncias governamentais portuguesas, fá-lo precisamente porque não consegue enfrentar sozinho sistemas que considera marcados por corrupção e opacidade na Suíça, sentindo que Portugal, em vez de o apoiar, o encobre. Ainda assim, o tempo decorrido não anula o dever de actuação quando um cidadão finalmente consegue formular uma exposição, muitas vezes após anos de fragilidade, desconhecimento, medo ou desgaste. A demora pode ser um dado contextual, mas não constitui argumento moral nem institucional suficiente para recusar empenho.
Outro eixo fundamental da resposta é a separação rígida entre acção consular, diplomática e acção política. Esta distinção, embora juridicamente conhecida, é aqui usada como escudo. Na prática histórica e real da diplomacia, essa fronteira nunca foi estanque. A diplomacia vive da mediação, do contacto, da influência informal, do pedido de esclarecimentos, da pressão discreta mas persistente. Reduzir a função diplomática a um papel meramente passivo e administrativo é empobrecer deliberadamente o seu alcance.
Em contraste, a carta de Domício Gomes é politicamente mais frontal e eticamente mais consistente. Nomeia destinatários, identifica silêncios, acusa omissões e define com clareza o que pede, não ilegalidades, não favores, mas coragem, responsabilidade e actos. Pode ser dura, mas é coerente. Não confunde papéis, antes recusa a interpretação minimalista desses papéis.
Há ainda um elemento simbólico particularmente relevante, o silêncio de vários destinatários institucionais, que apenas reforça a percepção de abandono. Num Estado democrático, responder não é um gesto de cortesia, é um dever. O silêncio institucional prolongado transforma-se inevitavelmente em prova política, mesmo quando não é assumido como tal.
Em síntese, a resposta do Embaixador é tecnicamente defensiva, juridicamente escudada e politicamente pobre. A carta do cidadão é emocionalmente carregada, mas substantivamente clara. Entre uma linguagem que protege a instituição e uma linguagem que procura justiça, o conflito não é apenas administrativo, é moral.
Este caso expõe uma ferida antiga na relação entre o Estado português e os seus emigrantes, a tendência para os procurar em tempo de discurso e os abandonar em tempo de conflito. Enquanto a diplomacia se limitar a enumerar o que não pode fazer, em vez de explorar tudo o que pode e deve tentar, continuará a existir esta distância fria entre o poder e quem dele precisa.
Dito sem ornamentos, aqui não está apenas em causa um acidente antigo, está em causa a ideia perigosa de que a dignidade de um cidadão termina onde começa a conveniência da instituição. Domício Gomes acusa mesmo o Senhor Embaixador de lhe ter recusado voz numa deslocação à Embaixada, realizada com outros lesados, querendo ouvir apenas Victor Fonseca e discriminando os restantes acompanhantes.
Domício Gomes exige responsabilidade política e afirma que um Embaixador que não serve os seus cidadãos deve sair, pois aufere um ordenado pago, directa ou indirectamente, por todos os emigrantes que representa.
Domicio Gomes

Desejamos uma feliz e Santo Natal a todas as pessoas...Em especial para aquelas que se sentem limitadas pelas instituiçõ...
24/12/2025

Desejamos uma feliz e Santo Natal a todas as pessoas...
Em especial para aquelas que se sentem limitadas pelas instituições.

Por pessoas como estas é que eu e muitos mais estamos tramados...Jose Leitao Paula Cristina Leal Domicio Gomes Fatima Lo...
16/12/2025

Por pessoas como estas é que eu e muitos mais estamos tramados...
Jose Leitao Paula Cristina Leal Domicio Gomes Fatima Lopes Alice Tavares Maria Podence Lilianafernando Bandeira

𝐓𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐬𝐢𝐦𝐮𝐥𝐚𝐫 𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐦𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬

A má sorte parece perseguir um operador de grua português. Pouco mais de seis semanas depois de iniciar um novo emprego, o trabalhador sofreu um alegado acidente num estaleiro em Zurique. Pelo menos foi essa a versão apresentada ao pessoal hospitalar em março de 2021. Segundo o seu relato, teria caído e embatido com o rosto num painel de madeira, lesionando também o tornozelo. Os médicos afastaram, no entanto, a hipótese de fratura. Foi-lhe aplicado um penso, prescritos medicamentos e declarada uma incapacidade total para o trabalho durante alguns dias.

Meses mais tarde, o trabalhador continuava a queixar-se de dores persistentes. Comunicou à Suva uma perda de sensibilidade na planta dos pés e dores intensas durante a noite, afirmando já não conseguir conduzir nem subir escadas. Para apurar a origem dos sintomas, os médicos realizaram uma ressonância magnética, que não revelou qualquer anomalia relevante. Apesar disso, a incapacidade para o trabalho foi sucessivamente prolongada até abril de 2022.

O que os médicos desconheciam era que o operador de grua já tinha assinado, há algum tempo, um contrato com outro empregador para exercer funções no Liechtenstein.

𝐍𝐨𝐯𝐨 “𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞” 𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐚

Também no Liechtenstein, a alegada má sorte parece ter continuado. Logo no segundo dia de trabalho, o trabalhador declarou ter tropeçado num objeto de betão e sofrido uma contusão no pé, segundo a participação de acidente. Voltou a queixar-se de dores e, uma vez mais, foi declarada uma incapacidade total para o trabalho — desta vez por quase um ano.

Este período revelou-se financeiramente vantajoso. De acordo com o Ministério Público de São Galo, o trabalhador recebeu indemnizações diárias por acidente tanto no Liechtenstein como na Suíça, arrecadando de forma fraudulenta mais de 100 mil francos. Está acusado de burla qualificada e branqueamento de capitais, sendo suspeito de ter simulado sintomas para beneficiar de prestações de seguros.

O julgamento decorrerá no Tribunal Distrital de Rheintal (SG), no âmbito de um processo acelerado. Aplica-se a presunção de inocência até ser proferida decisão final. O arguido já reconheceu os factos essenciais e aceitou a acusação, segundo o seu advogado.

𝐔𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐞 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐬𝐨𝐬 𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬

A investigação não se ficou por este caso. As autoridades descobriram que, no círculo próximo do arguido, várias outras pessoas teriam igualmente simulado acidentes de trabalho para obter prestações financeiras. Segundo o Ministério Público, enquanto ainda se queixava de dores após o alegado acidente em Zurique, o operador de grua começou a recrutar conhecidos e familiares.

Criava endereços de correio eletrónico e contas bancárias em nome dessas pessoas, que frequentemente geria pessoalmente. Em seguida, arranjava-lhes empregos no setor da construção e dava instruções precisas: simular um acidente pouco tempo depois do início das funções, muitas vezes logo no primeiro dia ou após poucos dias. O objetivo era convencer médicos e seguradoras de que sofriam de lesões profissionais que justificassem uma incapacidade total para o trabalho.

Os falsos acidentes multiplicaram-se em estaleiros por todo o país. Na Argóvia, um trabalhador afirmou que várias pedras lhe tinham rolado sobre o pé esquerdo e a perna durante trabalhos de escavação. Em Zurique, outro declarou ter escorregado a caminho da casa de banho e lesionado o ombro esquerdo ao cair. No Liechtenstein, um operário afirmou ter caído de uma altura de dois metros numa pedreira. Noutro caso, um trabalhador queixou-se de dores no ombro depois de escorregar com um carrinho de mão.

A acusação menciona catorze cúmplices presumíveis na Suíça e no estrangeiro, todos abrangidos pela presunção de inocência. No total, cerca de 600 mil francos terão sido indevidamente recebidos, sendo que o principal arguido terá ficado com uma parte substancial desse montante.

𝐓𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚𝐩𝐞𝐬𝐚𝐫 𝐝𝐚 𝐛𝐚𝐢𝐱𝐚 𝐦𝐞́𝐝𝐢𝐜𝐚

Segundo o Ministério Público, o esquema estava bem organizado. O principal arguido tratava do alojamento e do transporte dos cúmplices. Alguns deslocavam-se à Suíça de autocarro para comparecer a consultas médicas, apesar de residirem no estrangeiro, e em certos casos continuavam a trabalhar apesar das alegadas lesões profissionais.

Empregados como pedreiros ou trabalhadores da construção de estradas, os seus currículos eram por vezes manipulados para aparentar uma vasta experiência profissional. Uma maior qualificação aumentava não só as hipóteses de contratação, mas também o salário e, consequentemente, o valor das indemnizações diárias. Num dos casos, um homem desempregado, que tinha iniciado uma formação como padeiro, afirmava trabalhar na construção civil há mais de vinte anos.

Durante muito tempo, ninguém suspeitou de irregularidades, apesar de algumas incoerências nos processos médicos. Num caso, um trabalhador declarou ter fraturado o pulso esquerdo numa queda, mas no hospital referiu uma lesão na mão direita. Mais tarde, voltou a mencionar a mão esquerda, alegando já não conseguir segurar uma chávena de café.

𝐌𝐞́𝐝𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐠𝐚𝐧𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐣𝐮𝐢́𝐳𝐨𝐬 𝐞𝐥𝐞𝐯𝐚𝐝𝐨𝐬

Apesar de não encontrarem lesões objetivas, vários médicos acabaram por atestar incapacidades prolongadas para o trabalho. Segundo o Ministério Público, não lhes pode ser imputada responsabilidade, uma vez que as dores relatadas eram plausíveis e não podiam ser refutadas por meios médicos.

Alguns dos envolvidos encenavam cuidadosamente o sofrimento, utilizando andarilhos ou talas apenas durante as consultas. Outros terão recorrido a injeções de medicamentos fortes para sustentar a encenação. Como consequência, foram prescritas sessões de fisioterapia, exames, medicamentos e ajudas técnicas, originando mais de 50 mil francos em custos médicos desnecessários.

O maior prejuízo resulta, contudo, das indemnizações diárias. Várias seguradoras foram afetadas, sendo que a Suva terá pago, só por si, mais de 300 mil francos indevidamente.

A fraude foi descoberta após uma denúncia. Segundo a Suva, este tipo de esquema é difícil de detetar, uma vez que os envolvidos alteram constantemente os métodos e ocultam as suas ações de forma profissional. O responsável pelo combate aos abusos sublinha que não se trata de um caso isolado: redes organizadas causam prejuízos de vários milhões e prejudicam seriamente a economia suíça.

O Ministério Público requer uma pena de prisão de 36 meses, dos quais 14 de cumprimento efetivo. O arguido encontra-se atualmente em prisão preventiva.

19/08/2025

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Zürich
8910

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