Thais Penna - Terapia Integrativa

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12/02/2026

Tem formações que a gente faz.
E tem formações que nos refazem.

A Yoga Massagem Ayurvédica pelo a método Kusum Modak
Foi um mergulho.
Um retorno.
Um lembrar de algo que sempre esteve aqui — mas que agora ganhou nome, direção e consciência.

Eu atravessei essa experiência…e saí diferente.

Mais inteira.
Mais atenta.
Mais sensível aos silêncios do corpo.
Mais confiante na ciência que sustenta minhas mãos.
Mais conectada à intuição que guia meu cuidado.

Nunca mais se atende da mesma forma depois que se compreende o corpo como templo, energia como linguagem e toque como medicina.

É um novo tempo na Casinha.
Um tempo mais profundo.
Mais preciso.
Mais verdadeiro.

Em breve, vocês vão sentir isso nas sessões.
Mais técnica.
Mais presença.
Mais escuta.
Mais alma.

Porque quando a terapeuta se transforma…o atendimento também se transforma.

E eu estou pronta para oferecer o que há de mais alinhado entre estudo, prática e coração. 🌿

É só o começo.

Pedi para o ChatGPT criar uma caricatura minha com base no meu trabalho…e no que ele “sabia” de mim.O que surgiu foi iss...
08/02/2026

Pedi para o ChatGPT criar uma caricatura minha com base no meu trabalho…e no que ele “sabia” de mim.

O que surgiu foi isso: cristais, Buda, cartinhas de oráculo, vela, incenso…
Um mundo onde o toque não é só físico, é energético.

Talvez essa imagem tenha conseguido traduzir algo que é difícil explicar em palavras…o jeito como eu cuido…o jeito como acredito que todas essas ferramentas reorganiza o nosso corpo…

Janeiro…Não foi só o primeiro mês do ano — foi um portal.Ano novo, mas talvez uma versão nova de mim tentando nascer no ...
02/02/2026

Janeiro…
Não foi só o primeiro mês do ano — foi um portal.

Ano novo, mas talvez uma versão nova de mim tentando nascer no meio do caos bom …viagem que expandiu a mente, formação MKM que mexeu com estruturas internas, amizades novas que chegaram como espelho e também como colo… e, junto com tudo isso, desapegos. Alguns silenciosos. Outros doendo. Todos necessários.

Foi um mês de abrir espaço. E abrir espaço dói, porque soltar não é romântico como parece. Soltar é admitir que certas histórias cumpriram o que tinham que cumprir. Que algumas versões nossas não cabem mais. Que nem tudo que foi importante precisa continuar.

Aprendi que não dá pra receber com as mãos cheias.
Receber pede vazio.
Receber pede humildade.
Receber pede confiança.

Teve muito aprendizado sobre controle. Sobre querer antecipar o tempo das coisas. Sobre entender que o fluxo não responde à ansiedade, ele responde à entrega. E quando a gente para de forçar, a vida começa a cooperar de um jeito quase mágico…mas só quase, porque também exige coragem.

Janeiro foi intenso…
Mostrou onde ainda dói, onde ainda aperta, onde ainda existe medo de abrir demais. Mas também mostrou força, maturidade emocional, expansão espiritual e uma clareza nova sobre quem eu escolho ser daqui pra frente.

Agora é isso…menos peso, mais verdade.
Menos apego, mais presença.
Menos controle, mais confiança.

Soltei.
E sigo aprendendo a soltar.
Porque quem aprende a soltar… cria espaço pra receber tudo aquilo que já está a caminho. ✨

Nem lembro a última vez que fui a um museu…E de repente eu vou com mulheres…que conheci há uma semana…mulheres em ciclos...
24/01/2026

Nem lembro a última vez que fui a um museu…
E de repente eu vou com mulheres…que conheci há uma semana…mulheres em ciclos diferentes, fases diferentes, processos diferentes…mas todas em movimento.

E de repente nos deparamos com a exposição da Clarissa Tossin – Ponto sem retorno…que foi menos sobre obras e mais sobre espelhos.

Sobre corpo.
Sobre tempo.
Sobre ciclos femininos que mudam, encerram, começam de novo.

Foi sobre encontros.
Sobre estar junto.
Sobre silêncio compartilhado.
Sobre sentir sem precisar explicar.

Talvez esse seja o verdadeiro ponto sem retorno…quando a gente volta a se colocar em lugares que nos atravessam e nunca mais voltamos a ser a mesma.

 ❤️ A vida nos atravessou com dores, silêncios e distâncias.Durante anos, fomos aprendendo do jeito mais difícil.Mas a e...
22/01/2026

❤️ A vida nos atravessou com dores, silêncios e distâncias.
Durante anos, fomos aprendendo do jeito mais difícil.

Mas a espiritualidade fez um chamado raro e poderoso…
Me tornei sua madrinha…

E isso, é sobre olhar com maturidade para o passado e escolher transformá-lo.
É sobre a coragem de se olhar com verdade, presente e sem armaduras.
Esse encontro só é possível quando a vulnerabilidade vira força.
Quando a dor vira aprendizado.
Quando a espiritualidade nos ensina que cura não é perfeição.

Que esse batizado marque não só um novo caminho espiritual, mas também um novo capítulo entre nós.
Mais consciente, mais honesto, mais amoroso.
Te amo

Axé. 🤍✨

Nem sempre é sobre o destino.É sobre a energia que nos acompanha — dentro e fora. ✨
10/01/2026

Nem sempre é sobre o destino.
É sobre a energia que nos acompanha — dentro e fora. ✨

Thais,Se você está lendo isso agora, no fim de 2026, que possa reconhecer o caminho que percorreu.Você foi uma mãe pacie...
02/01/2026

Thais,

Se você está lendo isso agora, no fim de 2026, que possa reconhecer o caminho que percorreu.

Você foi uma mãe paciente.
Nem todos os dias, mas na maioria deles.
Respirou antes de reagir, escutou mais, acolheu quando errou e ofereceu aos seus filhos presença, cuidado e amor verdadeiro.

Você foi uma esposa que edificou a casa. Escolheu o diálogo, o respeito e a parceria. Sustentou conversas difíceis, celebrou as leves e construiu um lar onde houve segurança, afeto e apoio.

Na sua vida profissional, você se dedicou com responsabilidade e propósito. Deu o seu melhor dentro do que era possível, cresceu, aprendeu, se posicionou
e construiu um trabalho que fez sentido pra você e para os outros.

Como filha e neta , você esteve presente com mais consciência e honrou sua história com maturidade.

Como amiga, você foi verdadeira. Presente quando pôde, inteira quando esteve. Cultivou vínculos reais, escutou, apoiou e manteve por perto quem caminhou junto.

Você enfrentou desafios, cansou em alguns momentos,
mas não desistiu de si.

Aprendeu, ajustou, seguiu.

Que ao fechar este ano, você consiga olhar para trás
com serenidade e reconhecimento.
Você fez o que se propôs.
Você cresceu.
Você viveu.

Com carinho,
Thais (início de 2026)

Novembro, passou rápido, cheio de dias corridos, decisões, pequenas quedas, pequenos recomeços… e, no meio disso tudo, e...
01/12/2025

Novembro, passou rápido, cheio de dias corridos, decisões, pequenas quedas, pequenos recomeços… e, no meio disso tudo, eu fui vivendo, sentindo, tentando dar conta de ser mãe, mulher, profissional e, às vezes, só alguém tentando respirar fundo.

A adolescência dos meus filhos tem sido um capítulo à parte. Um capítulo lindo e doloroso ao mesmo tempo. Eles estão crescendo, questionando, se afastando um pouco para depois voltar, e eu vou junto nessa dança esquisita entre guiá-los e aprender a soltá-los. Nem sempre é fácil. Muitas vezes machuca. E quase sempre me encontro naquele papel de “mãe chata”, aquela que insiste, que cuida demais, que fala demais… mas que só faz isso porque ama mais do que cabe no peito.

E enquanto eles vivem a intensidade da própria fase, eu também vivo a minha. A vida acontecendo num ritmo que às vezes assusta, às vezes emociona, às vezes cansa. Houve dias leves, dias pesados, dias que deram vontade de sumir, e dias que me lembraram por que vale a pena ficar. Teve brilho no palco com a Thayla, teve formatura do Enzo, teve orgulho, correria, medo, alegria… teve de tudo um pouco. Porque assim é a vida de verdade…uma mistura que bagunça, mas também alinha.

E no meio desse turbilhão, novembro me mostrou que mesmo quando parece demais, a gente segue. A gente aprende. A gente cresce junto com eles. A gente se ajeita entre um desafio e outro. A gente encontra força no amor, e beleza nos detalhes que quase passam despercebidos.

Foi um mês intenso, cheio de coisas acontecendo ao mesmo tempo. Mas, olhando agora, vejo que tudo fez parte… dores, das vitórias, dos testezinhos da vida… e dos momentos de respiro que chegam para lembrar que está tudo caminhando.

Hoje, no Dia da Umbanda, eu revisito a minha história.Cresci vendo minha avó viver uma fé católica intensa daquelas apos...
15/11/2025

Hoje, no Dia da Umbanda, eu revisito a minha história.
Cresci vendo minha avó viver uma fé católica intensa daquelas apostólicas romanas, cheias de tradição, rituais e devoção.
Depois, caminhei pelo Kardecismo, buscando entendimento, respostas e sentido.
E foi então que cheguei na Umbanda.

E ali… algo em mim despertou.

Foi dentro da Umbanda que eu me reconheci, que eu entendi minha sensibilidade, que eu descobri uma espiritualidade que conversava com o meu corpo, com a minha alma e com a minha ancestralidade.
Mesmo que hoje eu não siga mais um caminho religioso específico, eu honro profundamente tudo o que essa religião, essa força e essa luz me deram.

Honro cada ponto cantado ,
cada guia que me abraçou,
cada erva que me ensinou,
cada energia que me transformou.

A Umbanda me aproximou da natureza, me conectou com meus ancestrais, me devolveu um sagrado que faz sentido para mim até hoje.

Com o tempo, percebi que meu caminho é mais livre, mais amplo, mais moldado pelo sentir do que por qualquer estrutura.
Não sei ao certo qual nome isso tem…talvez nem precise ter.
É um caminho espiritual que respira, que expande e que não cabe em rótulos.

Mas a raiz…
A raiz foi a Umbanda.
Foi chão, ponte, cura e despertar.

Por isso, hoje eu celebro.
Celebro os Orixás,
celebro os guias,
celebro a beleza dessa religião tão brasileira, tão amorosa, tão profunda.
Celebro tudo o que ela me deu e continua dando, porque quando o calo aperta é a ela que recorro.

Saravá 🌀🔮✨🍃🍄🥀🎋👵💃

Esse é o olhar que muita gente tem sobre mim.A terapeuta serena.O estereótipo da calma.Como se eu fosse sempre paz, semp...
14/11/2025

Esse é o olhar que muita gente tem sobre mim.
A terapeuta serena.
O estereótipo da calma.
Como se eu fosse sempre paz, sempre centrada, sempre leve…

E eu entendo, a imagem, às vezes, engana até a gente mesma.
Mas antes de qualquer arquétipo… eu sou humana.

Eu também me estresso.
Também me desalinho por dentro.
Também tenho dias em que perco o eixo e preciso respirar fundo para reencontrar o meu próprio centro.

Porque ser “zen” não significa nunca se estressar.
Ser “luz” não significa nunca ter sombra.
Ser “forte” não significa nunca tremer.
A vida real não combina com perfeição (por mais que, às vezes, a gente deseje 😂).
A vida combina é com humanidade.

Dentro de mim também existem dias turbulentos, desafios, silêncios, respiros profundos antes de seguir.
E não existe contradição nisso…existe dualidade, que é a capacidade de ser luz e sombra, calma e caos, tudo ao mesmo tempo e ainda assim continuar inteira.

Se um dia você me enxergar como alguém completamente equilibrada, saiba que é porque eu estou tentando.
Tentando ser aquilo que eu desejo.
Tentando honrar o caminho que escolhi.
Tentando construir, dia após dia, uma versão de mim que faça sentido apenas para mim.

Eu não estou pronta…estou em processo.
E talvez seja justamente isso que me torna quem eu sou…uma pessoa que cuida, que sente, que cai, que levanta… e que continua.
Sempre em movimento.
Sempre em busca.
Sempre humana.

A gente sabe que essa foto é pose, né? 😂😂😂Eu fiz pose, a Carol também fez pose. Mas esse sorriso aí… esse é genuíno.É o ...
13/10/2025

A gente sabe que essa foto é pose, né? 😂😂😂
Eu fiz pose, a Carol também fez pose. Mas esse sorriso aí… esse é genuíno.
É o mesmo sorriso que aparece quando eu estou atendendo, quando vejo alguém voltando a se mover, a respirar melhor, a viver com mais leveza.

Eu já pensei em desistir dessa profissão. Achei que ela não cabia mais em mim…pelo menos não da forma como eu a conhecia. Por um tempo, eu quase me perdi dela.
Mas há alguns anos, eu me reencontrei. Encontrei um outro jeito de ser fisioterapeuta…mais humano, mais sensível, mais inteiro. Descobri que o toque, o cuidado e a escuta também são formas de cura.

Voltar a atender hoje, no Dia do Fisioterapeuta, tem um significado enorme.

É sobre gratidão, recomeço e propósito.
Sobre entender que o amor pelo que eu faço é o que sustenta tudo — nos dias bons e nos dias difíceis.

Esse sorriso pode até ter sido pousado na foto… mas é genuíno na vida. E hoje ele carrega amor, fé e orgulho por tudo o que vivi até aqui. 💫

📸
🧘‍♀️

Três mulheres, três caminhos, um mesmo ponto de partida...Viemos do mesmo ventre, carregamos o sangue do mesmo matriarca...
11/03/2025

Três mulheres, três caminhos, um mesmo ponto de partida...

Viemos do mesmo ventre, carregamos o sangue do mesmo matriarcado, mas cada uma de nós carrega histórias, traumas, cicatrizes e propósitos únicos. Somos fruto de uma ancestralidade forte, de raízes profundas, que se desdobram de formas diferentes em cada uma.

Talvez, em mim, tenha florescido com mais força a memória das mulheres da floresta, das curandeiras que ouviam a terra e os ciclos da vida. Talvez por isso me conecte tanto com as medicinas ancestrais, com o toque, com o chamado da autocura. Mas, no fim, sei que em cada uma de nós pulsa o eco da mesma força feminina, aquela que molda, sustenta e transforma gerações.

Minha mãe, minha irmã e eu...somos espelhos umas das outras, mesmo que reflitamos luzes e sombras distintas. O que pulsa em mim vem delas, e o que pulsa nelas também se entrelaça em mim.

Amo vocês com tudo o que somos – diferentes, complementares, imensamente conectadas.

E, no fim, é isso que nos faz tão potentes juntas...obrigada por estarem ao meu lado nesse dia tão incrível 💫🍀🤎

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