13/02/2026
Boa tarde
Encerrar o que não serve, não acrescenta o que já cumpriu o seu propósito.
Aceitar e permitir que o novo chegue.
Se queres mudar a tua vida
Começa primeiro dentro de ti e alinha a vibração para o que queres atrair.
Confia e acredita
❤️
13 de fevereiro, quando coincide com a primeira sexta-feira 13 do ano, não é anúncio de medo, é convocação de maturidade espiritual. O imaginário popular transformou o 13 em ameaça, mas tradições antigas sempre leram esse número como passagem: encerramento de forma, nascimento de consciência, corte do excesso para que o essencial respire. Em linguagem simbólica, o 12 organiza o mundo visível; o 13 inaugura o que vem depois da ordem, a travessia em que a alma deixa de repetir roteiro e assume autoria.
A sexta-feira, por sua vez, carrega o arquétipo venusiano: vínculos, valor próprio, prazer, beleza, reconciliação do corpo com o espírito. Quando a sexta encontra o 13, surge uma tensão fértil entre afeto e verdade. Por isso tanta gente sente o dia mais denso: não é punição cósmica, é lucidez concentrada. O que estava disfarçado nas relações aparece. O que era autoengano perde maquiagem. O que era karma, entendido não como castigo, mas como padrão de repetição psíquica e moral, f**a visível o bastante para ser interrompido com responsabilidade.
Existe também uma leitura de psicologia simbólica que confirma esse movimento. Datas liminares funcionam como portais de decisão porque quebram o piloto automático, aumentam atenção e reorganizam a narrativa interna. Quando a mente reconhece um marco, ela flexibiliza hábitos e aceita renomear a própria história. É nesse ponto que o espiritual deixa de ser discurso e vira método: vigiar pensamento, escolher palavra, sustentar atitude coerente, honrar compromissos da própria consciência.
Nesta sexta-feira 13, o ápice energético não promete felicidade pronta. Ele oferece algo mais sério: a chance de encerrar lealdades antigas com a dor e assinar um pacto novo com a verdade. Quem aceita esse chamado não escapa da vida, finalmente começa a vivê-la inteira, com presença, direção e fé lúcida.
Tenha fé e comente: eu creio!