Dr. Bruno Fernandes (Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta)

Dr. Bruno Fernandes (Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta) O Seu Bem-Estar Psicológico E Emocional NO ALGARVE e ALENTEJO com DR. BRUNO FERNANDES. Contacte-nos.
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Licenciado em Psicologia Clínica pelo Instituto Superior Dom Afonso III, Mestre em Psicologia da Saúde pela Universidade do Algarve, Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde pela Ordem dos Psicólogos Portugueses e Formado em Hipnose Clínica pelo London College of Clinical Hypnosis,desenvolve a sua actividade no Algarve(Lagos,Portimão,Silves,Albufeira, Vilamoura e Faro) e no Alentejo(Castro Ve

rde). Para esclarecimentos adicionais e/ou marcação de consultas,tem ao seu dispôr o contacto telefónico e endereço electrónico nesta página.

Em qual nível você está precisando focar no momento?Muita gente procura crescimento pessoal e profissional focando apena...
30/03/2026

Em qual nível você está precisando focar no momento?
Muita gente procura crescimento pessoal e profissional focando apenas em resultados, reconhecimento e evolução, sem perceber que existe uma base que sustenta tudo isso.
Quando as necessidades mais básicas não estão bem resolvidas, qualquer avanço se torna instável. Isso costuma gerar ansiedade, frustração e a sensação de estar sempre fazendo muito, mas sem progresso consistente.
Vale a pena pensar nisto.
Ajude-nos a ajudá-la(o).

Um abraço e até breve se fôr caso disso,

Nem todo o cansaço é igual. Na prática clínica é comum e recorrente que ansiedade, depressão e burnout se confundam, pri...
27/03/2026

Nem todo o cansaço é igual.
Na prática clínica é comum e recorrente que ansiedade, depressão e burnout se confundam, principalmente porque compartilham sintomas como fadiga, dificuldade de concentração e alterações emocionais.
Mas existem diferenças importantes.
A ansiedade está relacionada a um estado de hiperativação:
a mente não desacelera, o corpo permanece em alerta e há uma constante antecipação de problemas.
A depressão, por outro lado, manifesta-se por uma redução global de energia, interesse e motivação.
Há uma sensação persistente de vazio e perda de sentido.
Já o burnout está diretamente ligado ao contexto de trabalho.
É um estado de esgotamento físico e emocional decorrente de uma sobrecarga crónica, geralmente acompanhado de distanciamento e queda de desempenho.
Entender essas diferenças não é apenas conceitual.
É o que permite reconhecer sinais precoces e buscar o tipo de cuidado mais adequado.
Porque quando tudo parece apenas “cansaço”, muitas vezes o sofrimento já está avançado.
Cuide de si.

Um abraço e até breve se fôr caso disso,

04/03/2026

O Verdadeiro Vínculo Terapêutico! ☺️

Mensagem para profissionais de saúde mental, nomeadamente Psicólogos e Psicoterapeutas.Ouvir também cansa. E isso não te...
28/02/2026

Mensagem para profissionais de saúde mental, nomeadamente Psicólogos e Psicoterapeutas.

Ouvir também cansa. E isso não te faz
menos profissional.
Existe uma ideia silenciosa na nossa área:
Se você escolheu cuidar de pessoas, deveria aguentar.
Mas a verdade é outra.
Escutar profundamente alguém em sofrimento ativa múltiplas áreas do cérebro.
Não é apenas “estar presente”.
É processar emoções, interpretar contextos, regular as suas próprias reações e manter clareza técnica - tudo ao mesmo tempo.
Neurocientificamente, empatia envolve:
- Neurônios-espelho (que nos fazem sentir o que o outro sente);
- Redes cognitivas de compreensão social;
- Áreas responsáveis pela autorregulação emocional.
Ou seja: o cérebro trabalha intensamente enquanto você escuta.
Pesquisas mostram que a exposição contínua ao sofrimento pode ativar circuitos ligados à dor e ao stress.
Sem pausas e estratégias de recuperação, isso pode evoluir para a fadiga da compaixão.
Talvez você já tenha sentido:
Chegar ao final do dia com a mente exausta.
Sentir dificuldade de concentração.
Precisar de silêncio absoluto para
“desligar”.
Isso não é incapacidade.
É sinal de esforço neural real.
Empatia não é infinita. Ela precisa de gestão.
Profissionais que cuidam de pessoas precisam aprender não apenas técnicas clínicas, mas também técnicas de recuperação emocional.
Porque ouvir não é passivo.
Ouvir é trabalho cerebral de alta complexidade.
E cuidar de si é o que sustenta a qualidade do cuidado oferecido.
Agora diga-me:
Você tem protocolos de recuperação emocional tão estruturados quanto os seus protocolos clínicos? Você tem uma rotina clara de recuperação após dias emocionalmente intensos?
Se não tem, talvez seja hora de começar a estruturar uma.
Empatia é potência. Mas sem regulação, torna-se um verdadeiro desgaste!

O TRAUMA.O trauma volta como uma reação, não necessariamente como uma memória.Essa frase de Bessel Van Der Kolk, um dos ...
21/02/2026

O TRAUMA.
O trauma volta como uma reação, não necessariamente como uma memória.
Essa frase de Bessel Van Der Kolk, um dos maiores especialistas em trauma, resume uma verdade profunda e muitas vezes incompreendida: o trauma não é apenas o que lembramos, mas o que nosso corpo e sistema nervoso reagem.
É por isso que a cura do trauma vai muito além de “falar sobre o que aconteceu”. Ela envolve ensinar ao seu sistema nervoso que o perigo ja passou, que você está seguro(a) no aqui e agora. E um trabalho de reconexão com o corpo, de regulação emocional e de construção de um novo senso de segurança interna.

Antidepressivos não causam dependência.Tratamento psiquiátrico tem início, meio e fim.
Quando bem indicado, acompanhado ...
15/02/2026

Antidepressivos não causam dependência.

Tratamento psiquiátrico tem início, meio e fim.

Quando bem indicado, acompanhado e respeitado no tempo necessário, muitos pacientes evoluem bem sem necessidade de medicação contínua.

O excesso de prescrição é, sim, um problema atual. Mas o movimento oposto também preocupa: interromper ou evitar o uso quando há indicação clara pode prolongar sofrimento e prejuízos funcionais.

Antidepressivos tratam — não “anestesiam”doenças como depressão, transtornos de ansiedade, TOC e, em alguns casos, TDAH (especialmente quando há comorbidades).

Medicação não substitui psicoterapia.
Psicoterapia não invalida medicação.

O bom tratamento é aquele individualizado, baseado em evidência — não em medo ou modismos.

Um abraço e até breve se fôr caso disso,

Um abraço e até breve se fôr caso disso,
10/02/2026

Um abraço e até breve se fôr caso disso,

Já ouviu falar de EMDR 2.0?EMDR 2.0 é uma evolução da terapia EMDR que utiliza a mesma estrutura de 8 fases, mas aumenta...
05/02/2026

Já ouviu falar de EMDR 2.0?

EMDR 2.0 é uma evolução da terapia EMDR que utiliza a mesma estrutura de 8 fases, mas aumenta de forma estratégica a ativação da memória traumática e a sobrecarga da memória de trabalho através de tarefas simultâneas (movimentos oculares super-rápidos, tarefas cognitivas exigentes, estímulos auditivos e táteis). Quando o paciente mantém em mente a pior parte da memória enquanto realiza estas tarefas intensas, torna-se difícil ao cérebro conservar a mesma nitidez e carga emocional, o que leva a uma diminuição mais rápida da perturbação.
Esta abordagem tem sido desenvolvida e divulgada por Ad de Jongh, em colaboração com Dra. Suzy Matthijssen, articulando dados experimentais sobre memória de trabalho com protocolos clínicos mais focados, motivacionais e intensivos para o tratamento do trauma.
Para profissionais de saúde mental, EMDR 2.0 oferece um conjunto de procedimentos adicionais para lidar com bloqueios, evitamento e emoções extremas, mantendo a essência do EMDR, mas potenciando a eficiência terapêutica em casos complexos.

Venha experimentar esta técnica maravilhosa, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das abordagens mais eficazes em PTSD (Perturbação de Stress Pós Traumático).

Um abraço e até breve se fôr caso disso,
Dr. Bruno Fernandes (Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta)

Orgulho de pertencer a esta equipa multidisciplinar! Há 5 anos que reunimos especialistas em psicologia, psiquiatria, fo...
01/02/2026

Orgulho de pertencer a esta equipa multidisciplinar! Há 5 anos que reunimos especialistas em psicologia, psiquiatria, formação e assessoria jurídica, preparados para apoiar indivíduos, famílias, profissionais de saúde e organizações. Trabalhamos com dedicação e rigor para oferecer soluções personalizadas, promovendo o bem estar e a recuperação em todas as dimensões do trauma psicológico.

Um abraço e até breve se fôr caso disso,
Dr. Bruno Fernandes (Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta)

Nem tudo o que parece é, e talvez o maior desafio de hoje seja reaprender a olhar para além do espelho...Um abraço e até...
28/01/2026

Nem tudo o que parece é, e talvez o maior desafio de hoje seja reaprender a olhar para além do espelho...

Um abraço e até breve se fôr caso disso,
Dr. Bruno Fernandes (Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta)

21/12/2025
Não é só carinho - é regulação emocional.Pesquisas em psicologia e neurociência mostram que o toque afetivo, incluindo a...
26/11/2025

Não é só carinho - é regulação emocional.
Pesquisas em psicologia e neurociência mostram que o toque afetivo, incluindo abraços, tem impacto direto no nosso sistema nervoso:
1. Reduz stress (cortisol)
Um estudo publicado no Psychological
Science (Coan et al., 2006) mostrou que o toque de alguém de confiança diminui a ativação da amígdala, região associada ao medo e ao stress.
2. Aumenta a ocitocina — a “hormona do vínculo”.
Um estudo clássico de Uvnas-Moberg (2015) demonstra que o toque acolhedor aumenta a ocitocina, melhora o humor e fortalece o senso de conexão.
3. Contribui para a imunidade:
Pesquisadores da Carnegie Mellon University (Cohen et al., 2015) descobriram que pessoas que recebem mais abraços e suporte emocional têm menores taxas de adoecimento após exposição a vírus respiratórios.
4. Ajuda na regulação emocional:
Um estudo recente no Developmental
Psychology (Suvilehto et al., 2019) mostrou que o toque afetuoso, incluindo abraços, ativa áreas cerebrais ligadas à sensação de segurança e pertencimento.
Não existe um número mágico de abraços, mas existe consenso sobre uma coisa: os nossos corpos e mentes precisam de conexão humana.
Às vezes, um abraço é a pausa que o sistema nervoso precisa para desacelerar.

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