26/11/2017
Que psicotrópicos alteram a mente, isto todos sabemos. É para interferir na funcionalidade cerebral que eles foram fabricados. O que está em xeque é a aplicação indiscriminada e, pior, em corpinhos em desenvolvimento, como é o caso das crianças! O cérebro ainda está em formação, sem que se possa presumir quais as consequências danosas, devido ao uso em médio e longo prazo.
As mães, ao tomar conhecimento das consequências do metilfenidato em seus filhos – ritalina, ritalina LA, Concerta – e outros psicotrópicos -, ao saber o que efetivamente estão administrando aos seus pequenos - seja por desinformação anterior ou (geralmente) em função de sempre novos efeitos colaterais danosos, temor pelos comportamentos inusitados, não saber como lidar com o crescente nível de agressividade e outras atitudes. Revoltadas com o médico e com os professores que as pressionaram ao uso, sem esclarecer as possíveis reações nefastas, elas resolvem cortar de vez a medicação.
Não suspenda por conta própria uma droga psicotrópica.
Por se tratar de medicamentos potentes agindo no cérebro em desenvolvimento, as reações, em caso de suspensão brusca, podem ser bastante sérias, razão porque se faz necessário o acompanhamento, o monitoramento, para o caso de uma possível intervenção de socorro. Os pais (cuidadores) podem procurar um outro médico, caso aquele que atendeu até ali seu filhote não seja mais de seu agrado e confiança.