Inês Henriques - The New Feminine

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queria falar sobre invisibilidade ontem, mas o cansaço estava demasiado visível. desisti.nove meses de bebé, não tenho n...
04/03/2026

queria falar sobre invisibilidade ontem, mas o cansaço estava demasiado visível. desisti.

nove meses de bebé, não tenho noção se dormi três horas seguidas alguma vez nos últimos meses.

claramente não é responsabilidade de ninguém, a não ser minha, que escolhi ter mais um bebé, ainda por cima em franca perimenopausa.

responsabilidades à parte, gentileza e emparia, poderia ser algo inato ao ser humano.
e até é para alguns, mas a percentagem reduz drasticamente quando se trata de usá-las com as mães.

ao terceiro filho continuo a sentir que cuidar de um bebé significa ter espetada na testa uma placa que diz - FECHADO PARA FÉRIAS!

se o mundo imaginasse o quanto arrumar uma divisão de uma casa de seguida sabe a luxo …

2026 e continuamos a olhar para as mulheres que cuidam dos seus bebés a tempo inteiro, como um passeio no parque.

não vais porque não queres. não consegues porque não te esforças. se não chegas lá é porque a preguiça fala mais alto.

não ter rede de apoio é perceber que até mesmo quem aparecia de vez em quando, desapareceu de vez.
não é um queixume. as ausências abrem espaço para o novo, isso ao terceiro já sei bem.

o que custa é a invisibilidade.
o não desistir quando todos esperam que ponhas o miúdo na creche e te faças à vida.
trabalhar fora é de valor. criar seres humanos, assegurando as suas necessidades é mais um capricho [de quem pode]

hoje não é a Doula que escreve.
é a mãe.
a mãe que ao terceiro já não se perde nesta invisibilidade, mas que ainda lamenta que a maternidade continue a ser algo tão solitário e tão invisível.

se estás desse lado a sentir o mesmo, recebe um abraço grande hoje.

💫 1 VAGA 💫O que tem que ser tem uma força tremenda, e parece que há UM lugar guardado para alguém desse lado 🤍Quem será ...
01/03/2026

💫 1 VAGA 💫

O que tem que ser tem uma força tremenda, e parece que há UM lugar guardado para alguém desse lado 🤍

Quem será a alma bonita que vai completar este grupo especial que já se juntou 😍😍😍

Até dia 8 de esta vaga terá o valor de Early Bird.

Se ela é tua, escreve-me 💫

Dia 15 sentamo-nos em Círculo.🪻Valor 20€Inscrições por MP ou WhatsApp [926825183]
01/03/2026

Dia 15 sentamo-nos em Círculo.

🪻Valor 20€

Inscrições por MP ou WhatsApp [926825183]

Esta sou eu.Há dois anos atrás.Num Retiro que criei com todo o meu ser… mas que naquela Edição, por não escutar a voz qu...
25/02/2026

Esta sou eu.
Há dois anos atrás.
Num Retiro que criei com todo o meu ser… mas que naquela Edição, por não escutar a voz que me disse de forma tão clara: impõe e decide o que é preciso - se perdeu algures, entre egos e pessoas fora do seu lugar.

Cancelei a Edição seguinte, apesar das inscrições.

Saber parar, e ficar num lugar onde não há respostas, é das coisas mais difíceis que tenho vindo a experimentar.

Numa cultura onde nos corre no sangue que estar “parada é morrer” … há uma espécie de vertigem que chega com o parar sem vislumbrar o passo seguinte.

O que sei hoje, é que o NADA é um lugar riquíssimo.
Um lugar de fermentação lenta de algo maior e mais certo.

Mas foi preciso parir mais um filho, para parir verdadeiramente, uma nova versão de mim.

A versão que perdeu o medo do que se diz por aí.

Que perdeu o medo de ser vista na sua sensibilidade e que por isso a colocou ao serviço.

A versão que já não se esforça por fazer parte, porque a pertença real, é a do todo, onde pertencemos todos.

A que está mais certa que nunca, que a alma dá todas as coordenadas, assim me permita escuta-la.

A versão que escolhe diariamente olhar em frente - para a VIDA ✨

É NESTA ENERGIA DE RENOVAÇÃO QHE CHEGA MAIS UM DEEP WATER💦

Obrigada a todas que já disseram SIM a si mesmas ✨✨✨

 #2022tantas coisas se transformaram desde este ano.tantas pessoas que foram embora. tantas que chegaram.coisas que se m...
13/02/2026

#2022

tantas coisas se transformaram desde este ano.

tantas pessoas que foram embora. tantas que chegaram.

coisas que se mantém exatamente no mesmo lugar?
… continuo a perder-me em conversas e estórias profundas sobre partos, pós- partos, bebés e as suas famílias 🤍

O corpo da mulher é soberano.Sempre será.Para mim é inequívoco.Mas há uma nuance que sinto precisa ser considerada, quan...
11/02/2026

O corpo da mulher é soberano.
Sempre será.
Para mim é inequívoco.

Mas há uma nuance que sinto precisa ser considerada, quando falamos de gravidez.

Durante a gestação, o bebé não é um detalhe dentro do corpo da mãe.
É um ser em desenvolvimento, totalmente dependente, que sente, reage e responde ao ambiente que o envolve. E que por isso, merece ser considerado.

E isto não retira direitos à mulher.
Mas pressupõe que se amplie a consciência das decisões, quando falamos de:
✨Induções por conveniência
✨Intervenções sem indicação clínica
✨Escolhas feitas apenas para conforto materno.

Precisamos fazer as perguntas …

✨Que impacto pode ter no bebé?
✨Uma indução “leve” é neutra?
✨Uma “aceleração” do processo altera hormonas, ritmo, adaptação respiratória, microbioma, maturidade neurológica?

Nem todas as intervenções são desnecessárias.
Mas nunca são inócuas.

É verdade que evitar uma laceração importa, evitar sofrimento materno também.
A mãe importa. E muito!

Mas talvez possamos sustentar duas verdades ao mesmo tempo:
🤍O corpo é da mulher.
🤍Mas as suas decisões impactam dois corpos.

Nada neste post é sobre culpa.
Nem sobre moralismo.
Tão pouco sobre religião.

É antes sobre informação completa (e complexa)
Sobre decisões verdadeiramente conscientes.

É sobre AMPLIAR O OLHAR.

✨ Porque escolher com consciência é diferente de escolher por omissão.

Quando temos todas as peças do puzzle, escolhemos com mais serenidade.
Seja qual for a nossa escolha🤍

Com amor
Inês

Há dias ouvi que “deixar crianças assistir um parto é traumatiza-las para sempre”Garantidamente, quem disse isto tem uma...
11/02/2026

Há dias ouvi que “deixar crianças assistir um parto é traumatiza-las para sempre”

Garantidamente, quem disse isto tem uma visão sobre o parto como algo terrível.
Entendo.
Na verdade, esta é, em grande parte, a cultura coletiva em torno do parto.
Estórias de horror, de acontecimentos maus com mães e bebés, e todo um cenário difícil de digerir.

Percebe-se no espanto - e na sensação de quase afronta - quando se conta uma história feliz de parto.

Baila a palavra sorte, e jamais a palavra responsabilidade.

Quem já teve a possibilidade de assistir a um parto fisiológico e respeitado, acede a um lugar onde há espaço para as crianças estarem presentes se assim o desejarem. E os seus pais também.

Os meus filhos decidiram ir dormir. O mais velho decidiu mesmo, o do meio foi vencido pelo sono.

Esta fotografia retrata o momento em que conheceram o mano pela manhã.

Esta fotografia traz-me a confirmação que a ligação com o novo irmão, não vem do assistir ou não ao nascimento de um irmã.

A ligação vem da forma como envolvemos todos na chegada deste bebé.
Como nos partilhamos na gravidez, como incluímos os irmãos no desejo e na preparação da sua chegada.
Na forma como lhes mostramos que os irmãos já são (e serão) tão importantes na vida de quem vai chegar.

🪴Sinto que ter crianças num parto requer preparação e um cuidador atento para eles.

🪴Mas sinto igualmente que para uma criança ver a natureza acontecer no seu expoente máximo, pode ser até bem mais fácil de vivenciar do que para alguns adultos.

E por aí, quem teve filhos presentes no parto?

Eles chegam como um upgrade do caminho —e é pegar ou largar.Eu decidi sempre aceitar o convite.Mesmo sabendo que parte d...
04/02/2026

Eles chegam como um upgrade do caminho —
e é pegar ou largar.

Eu decidi sempre aceitar o convite.
Mesmo sabendo que parte da estrada não se mostra com clareza,
que de noite também se caminha
e que este caminho não tem inversão de marcha.

Quase oito anos depois de iniciar a etapa com mais inclinações, descidas e subidas, pedras, atalhos e bifurcações, olho para trás e só consigo pensar:
uau… que vista.

Ser mãe molda profundamente quem sou.

Não me torna especial ou diferente —
mas transforma a minha energia,
as escolhas que faço
e até as que escolho ainda não fazer.

A maternidade é inspiração para o que faço, para além do que sou.

Quando penso na doula que sou hoje, reconheço que, tal como na parentalidade consciente, não há manuais.

É um test drive que só se aprende vivendo.
É a subida mais longa.
E pede presença total, olhar honesto e escuta profunda de si.

Hoje, a doula em mim caminha ao lado.
Dá amparo, suporte, espaço para o silêncio e para as perguntas.
E relembra que os caminhos que parecem cheios de “erros”
são muitas vezes os maiores impulsionadores de crescimento, aprendizagem, reflexão e reparação.
Ter consciência de que podemos fazer magia com os convites que os nossos filhos nos trazem
é uma das maiores riquezas de ser mãe e pai.

Se estás grávida ou em pré-concepção
e sentes que este pode ser um dos grandes convites da tua vida,estou aqui para seguir contigo —
em presença, respeito e individualidade.

Um abraço amoroso,
Inês

🦋 15 DE FEVEREIRO 🦋Sentamo-nos em Círculo Valor de troca: 20€ INSCRIÇÕES MP / WHATSAPP 926825183
01/02/2026

🦋 15 DE FEVEREIRO 🦋
Sentamo-nos em Círculo

Valor de troca: 20€

INSCRIÇÕES MP / WHATSAPP 926825183

soubemos sempre que para a nossa família estar completa, teríamos que ser cinco.hoje vi este quadro e a sensação foi de ...
28/01/2026

soubemos sempre que para a nossa família estar completa, teríamos que ser cinco.

hoje vi este quadro e a sensação foi de leveza.

nove anos que não foram sobre flores nem unicórnios.

muitos dias em que houve [quase] a certeza que era o momento de seguirmos por caminhos diferentes.

momentos em que o cansaço quase tomou conta de tudo… até da capacidade de perceber onde morava o amor afinal.

ser casal depois de termos filhos,
deve mesmo ser - O - desafio!!!

hoje olhei para este quadro … e enchi-me de orgulho.

que tenhamos sempre capacidade de nos reencontramos 💫

love you .strengthcoach

sinto, a cada parto onde há permissão e sustentação para a natureza se mostrar em pleno, que renovo naqueles instantes, ...
23/01/2026

sinto, a cada parto onde há permissão e sustentação para a natureza se mostrar em pleno, que renovo naqueles instantes, os meus votos de confiança na vida.

lembro-me de pensar, no momento em que vi este corpo render-se à chegada do bebé gerado por si, que todos, sem excepção, devíamos testemunhar um dia o poder a que acede uma mulher quando pare um filho.

e lamento que isto seja [agora] a excepção.

lamento, que entre floreados e paternalismo disfarçado de cuidados, estejamos a perder um dos momentos que mais nos sintoniza à nossa potência feminina.

📸 foto partilhada com o devido consentimento

18/01/2026

🍂 se sentes que queres que o teu parto seja mais do que um momento, escreve-me.

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