Joana Silveira Retiros & Constelações Familiares

Joana Silveira Retiros & Constelações Familiares Especialista em DESENVOLVIMENTO PESSOAL
Agendar SESSÃO, TERAPIA ONLINE, e CONSTELAÇÕES FAMILIARES, Inscrição Curso ou Retiros MP

Esta semana, em constelação, dois temas diferentes trouxeram a mesma raiz… Um cliente partilhou que a companheira sentia...
11/02/2026

Esta semana, em constelação, dois temas diferentes trouxeram a mesma raiz… Um cliente partilhou que a companheira sentia que ele era distante emocionalmente.
Uma cliente trouxe exatamente a mesma dor: “eu sinto que ele não está presente”.😔

E isto é mais comum do que imaginamos.

Muitas vezes não é falta de amor.
É falta de presença emocional.🫣

A pessoa pode estar lá.
Pode ouvir.
Pode cumprir.
Pode até amar profundamente.

Mas não sabe estar emocionalmente disponível.

E presença emocional não é estar fisicamente.
É abrir espaço interno para sentir, partilhar, escutar e validar.

O que acontece?

Na nossa infância, muitos de nós:
– não aprendemos a falar sobre emoções
– tínhamos medo de ser mal interpretados
– sentíamos que falar criava conflito
– aprendemos a calar para manter o vínculo

Crescemos a falar — mas não a comunicar.

E comunicar não é trocar informações.
É partilhar mundo interno.

No início das relações falamos de sonhos, de planos, de visão de futuro.
Com o tempo, falamos de tarefas.

E quando deixamos de partilhar o que sentimos,
o que desejamos,
o que nos dói,
o que precisamos,

a conexão começa a diminuir.

Sem presença emocional:
– surge afastamento
– a intimidade fragiliza
– a sexualidade ressente-se
– cria-se silêncio ou tensão

E não porque deixou de haver amor.

Mas porque ninguém nos ensinou a estar presentes emocionalmente.

Presença emocional é:
– saber nomear o que sentimos
– comunicar vulnerabilidade
– escutar sem defesa
– não fugir das conversas difíceis
– não se fechar quando algo dói

E isso é maturidade emocional.

Uma relação não se perde por falta de amor.
Perde-se quando duas pessoas deixam de se encontrar emocionalmente.😔

A pergunta não é:
“Será que ainda há amor?”

A pergunta é:
👉 estamos realmente presentes um para o outro?🤔

Nos próximos dias, vou desenvolver mais este tema da presença emocional e da comunicação no relacionamento… por isso, está atenta aos posts seguintes e reflete sobre o conteudo deste post e se sentires partilha o que pensas nos comentários em baixo🙏

Com Amor,
Joana 🌹❤️‍🔥⚜️

Esta noite sonhei com o meu PAI. Não foi apenas um sonho… Foi presença… Senti o abraço dele. A energia dele. O amor dele...
11/02/2026

Esta noite sonhei com o meu PAI. Não foi apenas um sonho… Foi presença… Senti o abraço dele. A energia dele. O amor dele.🫶

E, apesar de muito trabalho em mim, de muita terapia, retiros e mergulhos no mais profundo do meu Ser…. Sinto que pela primeira vez, tive a oportunidade de me despedir dele com mais consciência e presença…🙏

Quando ele partiu eu tinha 17 anos.
Não houve despedida consciente.
Houve silêncio, choque e dor.😔

Esta noite, algo em mim fechou um ciclo.

Estamos num tempo em que a vida nos pede para libertar o passado,
enraizar no presente
e cocriar um futuro mais alinhado com o coração.

E para isso, é preciso fazer os lutos.

Mas tenho pensado muito nesta palavra.

Luto vem de lutar.
E talvez não seja isso.

Quando alguém que amamos atravessa o véu,
não é uma batalha que se trava.
É um movimento de aceitação.
É rendição ao que é maior do que nós.

Não é deixar de amar.
É amar de outra forma.

Não é esquecer.
É integrar.

Talvez o verdadeiro caminho não seja lutar contra a partida, mas aceitar o percurso da alma do outro.
Honrar a história.
Agradecer o amor.
E permitir que ele continue vivo dentro de nós.🙏

Hoje acordei com paz…. E com um processo profundo de libertação interior e muito emocional… ✨

E percebi que libertar o passado não é apagá-lo.
É integrá-lo em amor e consciência.

✨ Há despedidas que só acontecem quando estamos preparados para as viver.

Amo-te, PAI… meu querido REI ARTUR 🌹

E porque faço esta partilha convosco?
A nossa Vida e partes de nós “andam perdidas”, enquanto não fizemos os nossos processos de integração, aceitação e rendição… ou seja, os “lutos” da Vida, das Pessoas e das Situações que já passámos…

Nesta altura tão desafiadora para Portugal com estas intemperies todas, então a Vida… a Natureza… Deus… está a convidar-nos a fazer estes processos profundos de despedida do Passado… a integrar a nossa História e a Reerguermo-nos com mais Consciência e Mestria Interna… caso contrário, inconscientemente estaremos sempre a repetir as mesmas histórias de traumas não resolvidos… pois o Inconsciente procura um final diferente para curar o trauma do Passado… e isto só é possível com um trabalho profundo em nós… 🫶

Nós não merecemos viver presos nas dores e nos traumas do Passado… nós merecemos uma Vida mais leve e feliz… e cabe a nós irmos atrás dessa Vida que tanto merecemos…

Por isso é muito importante e libertador fazer estes processos de rendição e de despedida do Passado e das nossas Pessoas com mais Amor e Consciência 🫶

Isto é RENASCER 🔥

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana 🌹❤️‍🔥⚜️

No mesmo dia em que Portugal escolheu acolher a democracia, do outro lado do mundo, no maior palco mediático do planeta ...
10/02/2026

No mesmo dia em que Portugal escolheu acolher a democracia, do outro lado do mundo, no maior palco mediático do planeta (Super Bowl 2026 ) ouve-se uma frase simples e poderosa:

👉 “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor.”

Será coincidência?
Talvez não.

Talvez seja um mundo a tentar lembrar-se de si próprio.

Num tempo em que o medo, a polarização, o racismo e a xenofobia tentam ganhar espaço, surgem sinais — subtis e simbólicos — a lembrar-nos que há outro caminho possível.🫶

Um mundo que inclui.
Que acolhe.
Que reconhece a diversidade sem a transformar em ameaça.
Um mundo onde a diferença não é motivo de exclusão,
mas oportunidade de consciência.⚜️

👉 “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor.”

Não foi um grito de ira.
Não foi uma crítica desqualif**ada.
Foi uma declaração de força, presença e verdade.

Porque o amor —
o amor verdadeiro, consciente, humano —
é aquilo que verdadeiramente move mundos e corações.

E essa frase é um espelho do que está à nossa frente neste momento colectivo:

✨ quando olhamos para aquilo que nos separa
✨ quando nos deixamos levar pelo juízo, pelo medo, pela desconfiança
✨ quando reagimos em vez de sentir
✨ quando miramos o outro como adversário em vez de ser humano

o ódio cresce.

Mas quando escolhemos o amor com coragem:
quando escolhemos olhar, acolher, compreender, escutar, integrar, perdoar, reconhecer, aceitar —
o amor tem mais poder.

Amor não é suavidade ingénua.
Amor é maturidade emocional.
É presença.
É capacidade de olhar para o que dói sem fugir.
É dignidade para acolher a própria sombra.
É gesto de coragem humana, não de fraqueza.

Porque o amor não é aquilo que sentimos apenas quando tudo é fácil.
O amor é aquilo que escolhemos quando é difícil.

E o que esta frase nos recorda é isto:

O oposto de ódio não é indiferença.
O oposto de ódio é amor com consciência.⚜️

Amor que não fecha os olhos.
Amor que não apaga o que dói.
Amor que vive inteira/o.
Amor que transforma.

Estamos num tempo em que somos chamados a perguntar:

1. Que mundo estamos a construir — por dentro e por fora?
2. Que valores escolhemos sustentar nas nossas decisões diárias?
3. Somos parte da polarização ou parte da consciência?

👉Quando escolhes o amor mesmo quando tudo parece empurrar-te para o ódio,
que vida estás a criar para ti? Que mudança estás a criar no Mundo?🌍

Porque nenhuma mudança colectiva acontece
sem um despertar individual.

E talvez o verdadeiro gesto revolucionário, hoje,
seja escolher o amor — com consciência.⚜️

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana 🌹❤️‍🔥⚜️

Estamos num momento muito específico… Fevereiro traz uma energia de encerramentos conscientes.O eclipse de 17 de feverei...
09/02/2026

Estamos num momento muito específico… Fevereiro traz uma energia de encerramentos conscientes.
O eclipse de 17 de fevereiro vem expor o que já não pode ser ignorado.
E a transição para a energia do Cavalo de Fogo pede movimento, verdade e coragem.🔥

Nada disto é sobre pressa.
É sobre clareza.🫶

Há ciclos que já cumpriram o seu papel.
Padrões que já não sustentam quem somos hoje.
Relações, crenças e identidades que nasceram para sobreviver — não para acompanhar o futuro que quer nascer.

A melhor forma de honrar o meu futuro
é soltar as amarras do passado.🔥

Soltar não é rejeitar o que foi vivido.
Não é apagar a dor.
Não é fingir que não aconteceu.

Soltar é integrar com maturidade.
É reconhecer:
“isto fez parte da minha história”
sem permitir que continue a comandar o meu presente.

Este tempo convida-nos a largar
não por fuga,
mas por consciência.

Porque só quem fecha ciclos com lucidez
consegue iniciar novos caminhos com verdade.

Enquanto insistimos no que já não tem raiz,
o novo f**a à espera.

Talvez a pergunta agora não seja
“o que é que ainda preciso fazer?”

Mas sim:

👉 o que é que já posso, finalmente, deixar ir
para honrar quem me estou a tornar?🙏

Soltar é um gesto de maturidade.
Renascer é uma consequência.❤️‍🔥

E este tempo pede exatamente isso.🔥

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana 🌹❤️‍🔥⚜️

Num tempo em que o mundo oscila entre medo e consciência, este retiro é um convite a escolher de dentro para fora.Não co...
09/02/2026

Num tempo em que o mundo oscila entre medo e consciência, este retiro é um convite a escolher de dentro para fora.

Não como fuga do mundo, mas como um regresso consciente a nós — ao corpo, ao coração e à presença.

Durante gerações, fomos ensinados a viver a partir do medo.
Medo de falhar, de perder, de sentir, de avançar.
Muitos desses medos não começaram em nós — foram herdados, aprendidos, repetidos.

Nas últimas semanas, Portugal atravessou intempéries intensas.
Dornes também foi profundamente afetada.
Árvores antigas caíram. Houve destruição…
O território sofreu…

E é nestas alturas que aprendemos verdadeiramente
o que signif**a reerguer.🫶

Não como negação da queda, mas como a capacidade de olhar para o que caiu, integrar a experiência e levantar-nos com mais consciência.⚜️

Renascer, aqui, não é apagar o passado.
É libertar padrões antigos, curar feridas — pessoais e ancestrais — e honrar a nossa história sem f**ar presos a ela.

É integrar o que fomos para nos abrirmos, no presente,
a algo novo que quer nascer no futuro.

Reerguer-se é despir camadas, máscaras e defesas.
É observar os medos em vez de ser governado por eles.
É escolher avançar alinhados com o corpo e com o coração.

Este retiro nasce neste tempo de passagem.
Um espaço seguro para integrar, alinhar e permitir que a vida volte a fluir — não empurrada pelo medo,
mas impulsionada pela consciência.🔥

Porque a verdadeira mudança coletiva
começa sempre na responsabilidade individual.

E é assim que se constrói uma NAÇÃO do CORAÇÃO:
não por discursos, mas por pessoas que escolhem viver com mais presença, mais verdade e mais consciência.❤️‍🔥

Se sentes este chamamento para Renascer com Consciência, deixa um ⚜️ nos comentários e envio mais informações sobre o Retiro da Primavera: O Renascimento por mensagem privada.

Que possamos honrar quem fomos
e REERGUER-NOS juntos, como pessoas inteiras —
a partir do coração ❤️‍🔥

Com Amor,
Joana 🌹⚜️❤️‍🔥

Há processos que não se fazem sozinhos🫶Desde cedo, muitos de nós aprenderam a guardar tudo cá dentro.😔Aprendemos a engol...
08/02/2026

Há processos que não se fazem sozinhos🫶
Desde cedo, muitos de nós aprenderam a guardar tudo cá dentro.😔

Aprendemos a engolir o que sentíamos.
A adaptar-nos.
A ser “fortes”.
A não incomodar.

E, algures no caminho, ficou esta sensação silenciosa:
“ninguém me entende…”😢

Como se fôssemos “demais”.
Demasiado sensíveis.
Demasiado emocionais.
Demasiado intensos.
Ou, pelo contrário, nunca suficientes.🫣

Ficaram os medos:
– o síndrome da impostora
– a ansiedade
– a sensação de não ser bom o suficiente
– a necessidade de perfeição
– o impulso de agradar para não perder
– o medo do julgamento
– a dificuldade em falar do que se sente
– em colocar limites
– em dizer “isto dói”

Ficou também a dor mais funda:
a dificuldade em sentir verdadeiramente o amor da mãe e do pai.
E, mais tarde, a dificuldade em receber amor no casal.
Em expressar o que se sente.
Em confiar.
Em mostrar vulnerabilidade.

Tudo isto cria uma coisa muito subtil, mas profunda:
👉 desconexão de nós.
👉 desconexão do outro.

Não porque não queremos amar.
Mas porque nunca nos ensinaram a estar presentes emocionalmente.

E há coisas que não se resolvem apenas a pensar.
Nem a ler.
Nem a “trabalhar em nós” sozinhos, em silêncio.

Há processos que precisam de:
– espaço
– tempo
– contenção
– corpo
– relação
– natureza
– tribo

Porque o sistema nervoso cura-se em segurança.
E a segurança constrói-se em presença.🔥

É por isso que, desde sempre, existiram círculos.
Rituais.
Momentos de recolhimento em grupo.
Não como fuga da vida, mas como regresso a ela.🙏

🌿 O Círculo do Bussaco (22 de Fevereiro) 🌳
🌿 O Retiro da Primavera: O Renascimento (20 a 22 de Março) ❤️‍🔥⚜️

não são para “consertar” ninguém.
São espaços para:
– parar
– sentir
– integrar
– e voltar a habitar-se

Não para te tornares outra pessoa.
Mas para regressares a ti,
com mais verdade,
mais presença
e mais amor.

Porque, às vezes,
o que mais precisamos
não é de força.

É de não estarmos sozinhos no processo.🫶

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana 🌹⚜️❤️‍🔥

Há casais que estão juntos por hábito.Por medo de mudar. Pelos filhos. Pela rotina…Porque “sempre foi assim”.🫣Vivem uma ...
07/02/2026

Há casais que estão juntos por hábito.
Por medo de mudar. Pelos filhos. Pela rotina…
Porque “sempre foi assim”.🫣

Vivem uma relação onde há convivência, mas pouco encontro.

Partilham a mesma casa, a mesma cama, o mesmo dia a dia, mas, aos poucos, deixaram de se encontrar.😵‍💫

Muitas vezes, só se lembram de cuidar do casal em datas especiais:
no Dia dos Namorados,
no aniversário de namoro ou de casamento.

Mas uma relação não se sustenta em datas.
Sustenta-se em presença continuada.
Em cuidado consciente.
Em escolhas diárias.

Às vezes, não é preciso fazer mais.
É preciso estar.

👉 Quando foi a última vez que olhaste verdadeiramente para a pessoa que está ao teu lado?🤔

Não para falar de tarefas.
Não para resolver problemas.
Mas para olhar mesmo.

Olhar com presença.
Como quem vê a alma.🔥

Quando foi a última vez que se abraçaram sem pressa?
Que sentiram a respiração um do outro?
Que f**aram ali, em silêncio, apenas a sentir a conexão?

A intimidade começa aí.
No corpo.
No olhar.
Na presença.

E, muitas vezes, a sexualidade é o primeiro lugar onde isso se manifesta.
Quando não há tempo para o casal, quando não há espaço para o encontro, a conexão começa a diminuir.

Surge o afastamento.
E, pouco a pouco, o hábito passa a ser viver nesse afastamento.

Não por falta de amor.
Mas por falta de cuidado consciente.

Cuidar da relação não é romantizar.
É criar espaço.
É parar.
É escolher o outro, outra vez.

Pode ser um momento ao final do dia.
Uma noite por semana dedicada ao casal.
Uma conversa sem distrações.
Um toque consciente.
Um olhar que diz: “estou aqui”.❤️‍🔥

Porque antes de pais, antes das rotinas, antes das responsabilidades, houve duas pessoas que se encontraram.

E quando a conexão é nutrida, a intimidade — emocional e sexual — volta a florescer.🔥

(Continua nos comentários em baixo ⬇️)

O que estamos a viver não é apenas mau tempo: Árvores arrancadas, casas danif**adas, rios que transbordam, estradas cort...
07/02/2026

O que estamos a viver não é apenas mau tempo: Árvores arrancadas, casas danif**adas, rios que transbordam, estradas cortadas, pessoas sem luz, sem água, sem chão seguro.😔

Há perdas reais. Há dor real. E isso merece toda a nossa empatia, compaixão e solidariedade.🫶

Mas, como coletivo, também somos chamados a olhar mais fundo.

Estas tempestades não são só meteorológicas.
São também emocionais.
São movimentos intensos que nos atravessam — por dentro e por fora.

A natureza fala-nos através dos seus elementos:
pela água que transborda,
pelo vento que arranca,
pela terra que cede,
pelo fogo que já vimos consumir tanto nos últimos anos.

Não como punição.
Não como juízo.

Mas como uma chamada firme à consciência.
Como quem diz:
“acordem para a VIDA!”❤️‍🔥

Este não é um tempo de recolhimento forçado, como foi a pandemia do covid que nos fechou portas e nos obrigou a parar.

Agora, o convite é outro:
é ação com consciência.
É maturidade emocional.
É responsabilidade espiritual.🔥

E não é por acaso que tudo isto acontece num momento tão simbólico para o país — num fim-de-semana em que somos chamados a escolher, enquanto sociedade.🇵🇹

Porque antes de escolhermos líderes,
somos convidados a perguntar:

👉 quem somos nós, enquanto povo?
👉 que valores estamos realmente a viver?
👉 somos amor na prática ou apenas no discurso?

Portugal tem uma missão antiga de união, de ponte, de coração.⚜️🌹
Mas nenhuma missão coletiva se cumpre se não for vivida primeiro dentro de cada um.

Nunca nos foi pedido tanto:
sermos mestres de nós próprios.
Adultos conscientes.
Inteiros emocionalmente.❤️‍🔥

A Mãe Terra, com a sua força,
não nos está a afastar do caminho:
está a empurrar-nos para ele.🔥

Este tempo pede união. Comunidade. Tribo⚜️.
Apoio mútuo.

Ação concreta: cada um como pode, onde pode.🫶

E pede, acima de tudo, maturidade:
menos reação,
mais presença,
menos divisão,
mais consciência.❤️‍🔥

Ser a mudança que queremos ver no mundo, não é uma ideia bonita.
É um compromisso… de ALMA ❤️‍🔥

E talvez este inverno — intenso, duro, exigente — seja exatamente isso:

um grande chamamento à consciência⚜️
para que possamos, finalmente,
renascer com mais verdade.🇵🇹

Porque toda a transformação começa quando deixamos de olhar apenas para fora e temos coragem de olhar para dentro.🔥

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana ❤️‍🔥⚜️🌹

Durante muito tempo achei que precisava de perdoar.Perdoar o meu pai. Perdoar a minha história.Perdoar o passado para po...
06/02/2026

Durante muito tempo achei que precisava de perdoar.
Perdoar o meu pai. Perdoar a minha história.
Perdoar o passado para poder seguir em frente.🫣

Até ao dia em que compreendi algo essencial:
não foi o perdão que me libertou.
Foi a aceitação.🔥

Na visão sistémica, esta diferença é profunda.

Quando falamos em “perdoar”, muitas vezes colocamo-nos, sem querer, num lugar superior ao outro — como se disséssemos: eu absolvo-te.
E esse lugar cria hierarquia, separação e, muitas vezes, mantém-nos presos.

Aceitar é diferente.
Aceitar não é concordar.
Não é justif**ar.
Não é minimizar o que aconteceu.
Não é dizer que esteve tudo bem.

Aceitar é dizer, com verdade:
isto aconteceu.
isto doeu.
isto teve impacto em mim.

E, ao mesmo tempo, reconhecer:
não posso mudar o passado,
mas posso libertar-me da prisão emocional que ele criou em mim.🫶

O perdão nunca é para o outro.
É sempre um movimento interno.
E, muitas vezes, aquilo a que chamamos perdão é, na verdade, um pedido de libertação.

Nas constelações, usamos muitas vezes a expressão
“sinto muito”
em vez de “perdoo-te”.

Porque “sinto muito” vem do sentir.
Da realidade.
Da consciência.
Não da superioridade moral.

Quando não aceitamos, continuamos ligados ao passado, através da raiva, do ressentimento, da dor, da expectativa de que o outro mude, repare ou reconheça.
E isso mantém-nos presos.

Aceitar é devolver ao outro o que lhe pertence:
a sua história,
as suas escolhas,
as suas responsabilidades.

E f**ar apenas com aquilo que é nosso:
a nossa vida.

Aceitar não exige proximidade.
Não exige reconciliação.
Não exige relação.

Há histórias que não continuam.
Há limites que precisam de ser colocados.
Há afastamentos que são saudáveis.

Aceitar não apaga limites.
Aceitar liberta energia.

É parar de reviver o passado.
É deixar de prolongar o sofrimento.
É abrir espaço para o presente e para o futuro.

No meu caminho, houve ainda algo muito profundo:
o meu pai já não estava cá.

Não havia diálogo possível.
Não havia reparação externa.
Não havia respostas vindas do outro.

A grande pergunta era: como resolvo esta história dentro de mim, quando o outro já não está?

E foi aqui que a aceitação se revelou essencial.

Porque a aceitação não depende do outro estar presente.
Não depende de desculpas.
Não depende de explicações.

Ela devolve-nos soberania interna.
Permite fazer as pazes com a nossa história,
com o que foi,
com o que não foi,
e com o impacto que teve em nós.

É um lugar de libertação interna.
De silêncio pacif**ado.
De descanso do coração.

Uma paz que não vem do esquecimento,
mas da integração.
Uma paz que não nega a dor,
mas já não vive presa a ela.

Aceitar é também um gesto profundo de amor-próprio.
É maturidade emocional.
É merecimento.

É escolher a vida sem carregar pesos que já não precisam de ser nossos.

E se há algo na tua história que ainda te prende — algo que sentes que precisas de aceitar, libertar ou integrar — talvez esse seja o convite.

Não para viver no passado.
Mas para soltar o que te impede de viver o presente em verdade.

No Retiro da Primavera: O Renascimento criamos espaço para este reencontro contigo.
Para libertar o passado sem negar a história.🫶
Para integrar com consciência.
Para seguir em frente com mais leveza, verdade e presença.🔥

Afinal não é o perdão que nos cura.
É a aceitação que nos devolve a vida.❤️‍🔥

Deixo para reflexão… ao som desta musica do Beatles que era uma das musicas preferidas do meu Pai 🙏

Com Amor,
Joana❤️‍🔥🌹⚜️

Para muitas pessoas, isto não foi aprendido na infância.Quando crescemos sem presença emocional suficiente… quando os no...
04/02/2026

Para muitas pessoas, isto não foi aprendido na infância.
Quando crescemos sem presença emocional suficiente… quando os nossos pais não souberam, não puderam ou não conseguiram estar emocionalmente disponíveis — o nosso sistema nervoso aprendeu algo muito cedo:

“quando dói, fico sozinha…” 😔

E isso f**a gravado no corpo.

Mais tarde, na vida adulta, manifesta-se como:
– ansiedade
– medo de abandono
– dificuldade em confiar
– dificuldade em pedir ajuda
– necessidade de agradar e ser perfeita
– dificuldade em relaxar
– medo de sentir demasiado

Não porque haja algo de errado contigo, mas porque ninguém te ensinou a f**ar.

A autorregulação emocional começa aqui.

Não é controlar emoções.
Não é pensar positivo.
Não é “ser forte”.

Autorregulação emocional é: f**ar contigo quando dói
sem te abandonares por dentro.🫶

É perceber que surge medo — e f**ares.
Que surge ansiedade — e f**ares.
Que surge a criança ferida — e f**ares.

É quando uma parte mais adulta em ti diz:
“Eu estou aqui.”
“Agora não estás sozinha.”
“Podes sentir.”🙏

Quando esta presença interna começa a existir,
o sistema nervoso abranda.
O corpo começa a sair do estado de alerta.
A emoção deixa de gritar.

E algo muito importante acontece:
começas a sentir segurança por dentro.

É por isso que, na vida adulta, precisamos de aprender a ser mãe e pai de nós próprios.
Não para culpar os nossos pais, mas para dar agora aquilo que faltou.

Este trabalho não é sobre viver no passado.
É sobre libertar o corpo do passado para poderes viver o presente com mais verdade.🔥

Este é um dos temas centrais que vamos trabalhar no Retiro da Primavera: O Renascimento⚜️
Porque aprender a autorregular o sistema nervoso
exige presença, espaço e trabalho terapêutico profundo.

No retiro, criamos um ambiente seguro para aprender a f**ar, sentir, regular e reconstruir segurança emocional de dentro para fora.🙏

Porque só quando o corpo sente segurança é que o amor pode fluir, os relacionamentos mudam e o merecimento começa a ser vivido.

A verdadeira transformação começa aqui:
quando aprendes a f**ar contigo, mesmo quando dói.

E talvez seja isto o verdadeiro amor-próprio.🔥
Não é gostares sempre de ti.
Não é estares sempre bem.
Não é seres forte o tempo todo.

E f**ares contigo, mesmo quando dói.

É não te abandonares quando surge o medo.
E não te exigires silêncio quando algo quer ser sentido.
É não fugires de ti quando f**as desconfortável.
Isso é autocuidado.
Isso é auto-nutrição.

E é importante dizer isto com verdade: presença emocional e autorregulação não acontecem de um dia para o outro.

Não é como fazer um download de uma app.
Não é uma técnica rápida.
E um caminho.
É um processo.

Um processo de aprenderes, pouco a pouco,
a dar a ti a presença que um dia faltou. 🫶

E quando essa presença se instala - mesmo que aos poucos - o corpo começa a acalmar, o sistema nervoso deixa de viver em alerta e a vida passa a sentir-se mais segura por dentro.🙏

Com Amor,
Joana 🌹❤️‍🔥⚜️

Fala-se muito de merecimento… De abundância….Mas raramente se olha para um dos vínculos mais profundos que molda a forma...
02/02/2026

Fala-se muito de merecimento… De abundância….
Mas raramente se olha para um dos vínculos mais profundos que molda a forma como nos relacionamos com a vida e com o dinheiro:
a relação com a mãe.

Não se trata de culpa.
Nem de julgar.
Nem de dizer que a mãe “fez bem” ou “fez mal”.

Trata-se de compreender.🤔

A mãe é o primeiro vínculo.
É através dela que aprendemos, de forma inconsciente:
– se a vida é segura ou não
– se é permitido receber
– se temos lugar
– se o amor vem com exigência, esforço ou sacrifício

Quando houve ausência emocional, crítica constante, sobrecarga, inversão de papéis ou quando tivemos de “cuidar da mãe” em vez de sermos cuidados, algo se organiza dentro de nós:

- aprendemos a dar mais do que receber.
- aprendemos a não pedir.
- aprendemos a sobreviver.😩

E mais tarde isso aparece:
– na dificuldade em receber dinheiro
– no medo de ganhar mais
– na culpa por querer mais da vida
– na sensação de que é preciso sofrer para merecer

Não porque não sejamos capazes.
Mas porque o corpo aprendeu assim.

Importante dizer isto com clareza:
honrar a mãe não é concordar com tudo.
Honrar a mãe é aceitar a vida que veio através dela e assumir, em adultos, a responsabilidade de cuidar do que faltou.

Quando continuamos à espera que a mãe nos dê aquilo que não deu, f**amos presos ao passado.
Quando escolhemos cuidar de nós, algo começa a mudar.🫶

Maturidade emocional é isto:
– deixar de exigir da mãe
– deixar de carregar o que não é nosso
– deixar de viver em compensação
– começar a dar a nós a presença, a segurança e o acolhimento que faltaram.

E, aos poucos, a relação com a vida muda.🫶
A relação com o dinheiro muda.
O corpo relaxa.
O merecimento deixa de ser uma luta.

Porque não é a mãe que bloqueia a vida.
É a criança interior que ainda espera.😔

E quando essa criança é acolhida, a vida começa a fluir de outra forma.🔥

Quando a criança interior deixa de esperar, o adulto pode avançar 🙏

Este é um dos pilares profundos do trabalho que eu faço nas sessões de terapia, nas constelações familiares, nos retiros e nos círculos.

Não para viver no passado.
Mas para soltar.
Para libertar as barreiras invisíveis
que ainda nos impedem de viver o amor na sua plenitude.🔥

Porque quando curamos o vínculo com a mãe dentro de nós,
não f**amos presos ao que faltou e abrimos espaço para o que é possível agora.

E é a partir dessa presença emocional, dessa segurança interna e desse merecimento recuperado que podemos construir um futuro mais alinhado,
mais consciente e mais verdadeiro.❤️‍🔥

Deixo para reflexão 🙏

Com Amor,
Joana🌹❤️‍🔥⚜️

Fala-se muito de amor. Mas fala-se pouco do que é, de facto, uma relação adulta.🤔Uma relação adulta não é fusão.Não é de...
01/02/2026

Fala-se muito de amor. Mas fala-se pouco do que é, de facto, uma relação adulta.🤔

Uma relação adulta não é fusão.
Não é dependência emocional.
Não é precisar do outro para nos regular, salvar ou completar.

Uma relação adulta nasce quando duas pessoas inteiras escolhem caminhar juntas… não porque precisam, mas porque querem.❤️‍🔥

Numa relação adulta:
– cada um é responsável pelas suas emoções
– ninguém é pai, mãe, terapeuta ou salvador do outro
– o vínculo não é mantido por medo, culpa ou carência
– o amor não vem da exigência, mas da escolha

Isto não signif**a que não haja dor, desafios ou conflitos.
Signif**a que esses desafios são atravessados a partir do adulto consciente e não da criança ou adolescente ferida.

Quando a relação é infantil (muitas vezes sem nos apercebermos):
– esperamos que o outro nos dê o que faltou na infância
– reagimos em vez de comunicar
– afastamo-nos, atacamos ou silenciamos
– fugimos das conversas difíceis ou calamo-nos por medo de perder o outro, de não sermos aceites ou compreendidos ou com medo do conflito
– tentamos “resolver” os conflitos através da sexualidade, da proximidade física
ou de fazer de conta que está tudo bem, em vez de olhar para o que realmente precisa de ser falado
– confundimos amor com necessidade

Numa relação adulta, há algo diferente:
há presença emocional.
Há espaço para sentir, falar, escutar e responsabilizar-se.

Porque amar não é fundir-se. Nem depender.
Nem sobreviver juntos.

As relações não nos amadurecem por si.
Elas revelam exatamente onde ainda precisamos de amadurecer.

Revelam:
– as nossas feridas emocionais
– o nosso estilo de apego
– a forma como comunicamos
– como lidamos com frustração, medo, limites e verdade

E talvez a verdade mais importante seja esta:
só conseguimos estar em relações adultas
quando estamos dispostos a crescer emocionalmente.

Esta é a base de qualquer relacionamento consciente.
E é a partir daqui que tudo o resto se constrói.❤️‍🔥

Perguntas para reflexão:
Que convite está o teu relacionamento a fazer-te agora?
A crescer?
A assumir responsabilidade?
A curar?
Ou a escolher-te com mais verdade?

Se fizer sentido para ti, então partilha este post com o teu parceiro para poderem falar mais sobre o vosso relacionamento e de forma mais consciente e aberta 🫶
E se estiveres a sentir-te “perdida” no que se passa ou sentes na relação, então uma constelação pode ajudar a compreender melhor as dinamicas em casal. Mais informações por mensagem privada 🙏

Com Amor,
Joana ❤️‍🔥🌹⚜️

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