22/04/2026
✨ Durante grande parte da minha vida, fui a pessoa “despachada”.
A que resolve. A que não tem muito tempo para estar mal. A que se vira sozinha.
Durante anos, confundi autonomia com não precisar de ajuda.
E, com muito trabalho interno (e ajuda de terapia), fui aprendendo que deixar-me ajudar também é uma forma de força.
A maternidade veio mexer outra vez neste lugar. Talvez porque, quando a responsabilidade é tão grande, o pensamento automático seja:
“Isto é comigo. Tenho de ser eu. Tenho de fazer bem.”
E sem dar por isso, começo a entrar naquele loop perigoso: fechar-me, afastar-me, acreditar que mostrar fragilidade é falhar.
Mas é precisamente aqui que o lembrete se torna essencial: não temos de estar bem para merecer apoio.
Mostrar que precisamos não nos torna menos capazes. Torna-nos mais humanos.
E confiar, mesmo com medo, continua a ser uma escolha que se treina.
Marque aqui alguém nos comentários que precisa deste lembrete 🤍
Com carinho,
A sua Hipnoterapeuta, Iolanda