Centro de Intervenção Psicológica e Pedagógica

Centro de Intervenção Psicológica e Pedagógica O CIPP é um serviço de intervenção psicológica e pedagógica localizado em Angra do Heroísmo.

O CIPP renova a colaboração com o Clube de Karate-do Shotokan de Angra do Heroísmo!Além de colaborarmos na dinâmica técn...
29/03/2026

O CIPP renova a colaboração com o Clube de Karate-do Shotokan de Angra do Heroísmo!

Além de colaborarmos na dinâmica técnica do Clube, no domínio da Psicologia do Desporto, somos patrocinadores nesta época desportiva.

Responsabilidade social e a certeza da importância do desporto de formação no desenvolvimento global dos atletas, em ambientes pensados para tal, em que a simbiose entre o Clube, os seus agentes, os seus atletas e as suas famílias formam um mosaico assinalável e positivo para todos!

Força CKSAH! Força karatecas do CKSAH!

Temos uma grande novidade! A nossa equipa cresceu. Estamos muito contentes por contar com a Psicóloga Raquel Nunes, que ...
29/03/2026

Temos uma grande novidade! A nossa equipa cresceu.

Estamos muito contentes por contar com a Psicóloga Raquel Nunes, que passa a fazer parte da equipa técnica do CIPP. :)

A Raquel Nunes é Psicóloga Clínica, com Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. É Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde.
Realizou Estágio Curricular na Consulta de Psicologia do Adolescente no Hospital de Santa Maria. Realizou o Estágio de acesso à Ordem dos Psicólogos Portugueses na Unidade de Pedopsiquiatria do Hospital Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), onde esteve integrada entre 2019 e 2025. Desde 2025, exerce funções na Pediatria Geral do HSEIT.

Possui múltiplas formações, por exemplo, em terapias cognitivo-comportamentais, em desenvolvimento infantil, entrevista clínica, parentalidade positiva, diversidade sexual e de género, comportamentos de risco, neurodesenvolvimento e modelos de intervenção como DIR Floortime.

Sente que a sua vocação é trabalhar com os mais novos, nomeadamente: crianças, adolescentes e jovens adultos. Gosta muito da área da Psicologia e interessa-se genuinamente pelas vivências de cada utente, procurando compreender o que sentem, o que pensam e as suas necessidades.

Contacto para agendamento de consultas: 968921008.

Bem-vinda Raquel!

Vamos lá a 2026.Um Feliz Ano Novo!
02/01/2026

Vamos lá a 2026.

Um Feliz Ano Novo!

E aqui f**am os nossos votos de Boas Festas a todas as pessoas que nos acompanham. Que seja o melhor Natal possível (sej...
23/12/2025

E aqui f**am os nossos votos de Boas Festas a todas as pessoas que nos acompanham.

Que seja o melhor Natal possível (seja para aqueles que o adoram, seja para aqueles que dele pouco gostam...) e que o Ano de 2026 seja muitíssimo bom!

Um pensamento para o fim-de-semana. :)
26/09/2025

Um pensamento para o fim-de-semana. :)

No dia 4 de Setembro, em Portugal, assinala-se o Dia Nacional do Psicólogo. Aqui pelo CIPP, é o dia da Ana Santos, da Fa...
04/09/2025

No dia 4 de Setembro, em Portugal, assinala-se o Dia Nacional do Psicólogo. Aqui pelo CIPP, é o dia da Ana Santos, da Fabiana Gomes, do Filipe Fernandes, da Henriqueta Machado, da Joana Cunha, do Pedro Pereira e da Sofia Fino, os nossos psis. Este texto é dedicado a eles, profissionais que o CIPP tem a sorte de poder contar! 😊

Num tempo de imediatos, em que na espuma dos dias perdemos a noção da essência, do essencial e a consciência dos nossos limites (que nos humanizam...), é demasiado fácil prostituir a dificuldade da mudança à tentação da inspiração fugaz. Confundir uma espécie de magia permanente no quotidiano com a necessidade de aceitar que a vida é feita de momentos mágicos que sublimam tantos outros, que lhes dão sentido e perspectiva. Confundir a nossa natureza emocional com uma espécie de empreendedorismo asséptico e pateta das emoções.

Quem tem o privilégio de diariamente ouvir pessoas, escutar os seus silêncios, empatizar com as suas dores, frustrações e mágoas, lida em primeira mão, com tudo o que isso implica de bom e de mau, com a crueza do ser, com as suas emoções, com aquilo que nos constitui, com o visível que procura mascarar o invisível, além das fotografias com filtros, das actualizações habilidosas de estados e de um conveniente marketing pessoal em que, por medo ou por hábito, alicerçamos os dias.

Num mundo em que todos nos querem inspirar, impor as suas fórmulas de felicidade e condenar-nos à artificialidade do optimismo de pacote, perceber a dificuldade da mudança, da alteração de paradigmas pessoais é um desafio, um exercício de resistência e um investimento na nossa construção. Daquilo que somos, daquilo que nos alicerça, daquilo que, mesmo fragilizando-nos, nos constitui.

Um privilégio assistir a momentos simples, mágicos, merecidos pelo trabalho árduo que as pessoas realizam, numa luta consigo mesmas e com os seus limites e emoções. Deixar de ter medo de procurar a felicidade, conseguir assumir escolhas que nos permitem ascender-lhe, quebrar amarras, ciclos e padrões tão nossos como derrotistas.

"Estou feliz!", o objectivo, a motivação para ouvir e para empatizar. Para estar lá. Estando, mesmo, lá. A felicidade do outro não se compadece com meias-doses. A mudança do outro não se compadece com pacotes inspiracionais centrados no poder do emissor, secundarizando o receptor.

Ajudar a mudar é um privilégio e uma responsabilidade, num percurso sempre centrado no outro, nunca em nós. O exercício da Psicologia é, muitas vezes, mal entendido, lido pela lente do preconceito, que muitos abominam e tantos outros minimizam. "Não queria ter o seu trabalho!..." é uma das frases do dia. Abaixo no relambório das mais escutadas surge "Como é que consegue fazer isto todos os dias?" A mais bela profissão do mundo, para mim. Uma das mais puras.

A palavra como bisturi, a relação como veículo, a confiança como combustível. Sem artifícios, sem ferramentas industriais ou artificiais, sem fuga possível. A pessoa para a pessoa.

Não sendo a panaceia para todos os males e, felizmente, não sendo sempre necessário, o trabalho do Psicólogo, num esforço conjunto com quem o procura, pode ser uma ajuda importante para trilhar o melhor caminho, aquele que nem sempre encontramos sozinhos.

Aqui pelo CIPP estamos e estaremos aqui. Sempre.

Contem, sempre, connosco.

14/05/2025
Aqui f**a mais um texto publicado na CNN Portugal pelo nosso Psicólogo Filipe Fernandes.Uma reflexão sobre o perfeccioni...
13/05/2025

Aqui f**a mais um texto publicado na CNN Portugal pelo nosso Psicólogo Filipe Fernandes.

Uma reflexão sobre o perfeccionismo. Lê-se, perfeitamente, bem 🙂

O Psicólogo Responde: O perfeccionismo pode ser prejudicial para a saúde mental?

Proponho um exercício em que vai precisar de usar a sua imaginação. Pense num jogo das escondidas, aquele que consta no arsenal de brincadeiras de qualquer petiz. Imagine, agora, alguém a jogá-lo sozinho, escondendo o olhar enquanto conta várias dezenas de números até um total imaginário definido por si mesmo. Imagine a forma como a criança, terminada a lenta contagem que sussurrava, se esforçaria por encontrar os restantes companheiros de brincadeira que, com certeza, teriam encontrado super-esconderijos que os tornariam imperceptíveis a qualquer olho de lince mais atento.

Imagine a frustração, a irritação, o sentimento de impotência, enquanto aumentava os seus níveis de esforço e de empenho na busca dos companheiros de brincadeira, ávido da procura de uma solução, do término do jogo, de uma forma inglória, face à sua experiência solitária. Ávido de um epílogo lógico para o seu esforço de conclusão, para a sua necessidade de “fechar o círculo”, de concretizar uma necessária e obrigatória previsibilidade num cenário perspectivado como potencialmente incompleto e, consequentemente, caótico.

Se conseguiu realizar o esforço de imaginação que lhe pedimos, terá, sem porventura dar por isso, pensado em perfeccionismo! Estranho, não?... Tal como a criança que procura algo que não está lá, entrando num jogo condenado à partida, o perfeccionista condena a sua satisfação e realização na perseguição obstinada de um padrão de desempenho que não admite nada menos que a perfeição, nada menos que a ausência de toda e qualquer imperfeição ou aspecto menos positivo, procurando, no fundo, algo que não existe (até porque o seu “radar” para a imperfeição é extraordinariamente sensível…).

O perfeccionismo é um conceito multidimensional, relacionando-se com vários aspectos do ser humano, que implica a existência de padrões de funcionamento e de exigência que vão além da razão e que são, por conseguinte, inalcançáveis. Os perfeccionistas buscam compulsivamente, e de forma inquestionável, objectivos impossíveis, ancorando o seu sentimento de valor pessoal em função dos seus níveis de desempenho, gerindo o seu quotidiano, de uma forma marcada pela pressão, por um padrão constante de crítica e por uma constante e invasiva insatisfação que, paradoxalmente, acaba por se constituir como um obstáculo para aquilo que a pessoa, normalmente, pensaria, faria e sentiria… A auto-estima é penalizada por um constante jogo de tudo ou nada, em que, sendo o tudo inalcançável, só sobra o nada. A percepção de insucesso, a sensação de falha, a certeza de uma (suposta) insuficiência.

Sem se permitir reconhecer que os seus padrões são excessivos, o perfeccionista vive preso num círculo vicioso, em que, quer evite a tarefa por adivinhar e temer o insucesso, quer a procure cumprir partindo dos seus padrões irrealistas, está condenado à aspereza e dureza da sua auto-crítica, que não aceita tonalidades cinzentas, entre o branco e o preto.

Importa não perder de vista que o ótimo é inimigo do bom, como diz, e bem, a sabedoria popular. Tal como numa receita, podemos pensar na importância do tempero e usá-la como metáfora para aquilo que acontece com as nossas tendências perfeccionistas. Na medida certa, o tempero torna a refeição saborosa, mas se for a menos ou a mais, ela f**a sem sabor ou estragada, tal a intensidade daquilo que, supostamente, lhe daria sabor.

Querermos ser melhores pode ter o seu lado positivo, numa lógica alicerçada na ideia que o esforço compensa e que a exigência (balizada…) nos pode conduzir à excelência. Essa vontade de sermos melhores funciona como ingrediente de uma receita para a realização pessoal, no rendimento escolar, nas atividades extracurriculares, na vida social e profissional. Contudo, quando a mínima falha se torna assustadora e catastróf**a, o perfeccionismo conduz a uma espiral destrutiva que gera pressão que se avoluma para cumprir um ideal inatingível. Mais vale feito que perfeito.

Estudos credíveis demonstram que o perfeccionismo é um factor relevante no surgimento de perturbações psicológicas. Não sendo, em si mesmo, um diagnóstico, é uma variável que pode contribuir para perturbações de ansiedade, para quadros depressivos ou obsessivo-compulsivos, bem como para perturbações do comportamento alimentar, constituindo um factor de risco para as mesmas.

É que os perfeccionistas, tal como o pequeno das escondidas de quem vos falei acima, jogam, de forma demasiado automática, um jogo que não podem (mesmo) vencer. E o leitor, tem por hábito jogar às escondidas sozinho? Se sim, é uma boa altura para começar a jogar de forma diferente.

Vale a pena tentar! E fazer o melhor que lhe for possível chega perfeitamente.

Faça você mesmo! Algumas estratégias para “domesticar” o perfeccionismo:

Treine a definição de objetivos
Procure questionar os objectivos que define para si e para os seus, por exemplo, para os seus filhos ou educandos. Definir objectivos realistas, que podem ser ambiciosos ou difíceis, são uma ferramenta potente contra o perfeccionismo.

Perceba o poder da relativização
Entre a minimização e a maximização das coisas, entre o nada e o tudo inerente ao perfeccionismo, existe o poder de relativizar. Dar às coisas a importância e dimensão que realmente têm. Deixo duas perguntas que, pensadas nos momentos certos, poderão ajudar o leitor a relativizar. Qual é a pior coisa que pode acontecer se a situação que o está a preocupar acontecer? Será que, daqui a um ano, me vou lembrar disto?

Compare-se menos, aceite-se mais!
Perceba que as pessoas são incomparáveis e que os percursos de vida são únicos. Somos diferentes e nem sempre temos os mesmos pontos de partida. E, por vezes, um patamar de desempenho inferior pode implicar mais esforço e resiliência para ultrapassar dificuldades e desafios.

Pratique a compaixão e a auto-compaixão
Muitas vezes confundida com a ideia de piedade ou pena, a compaixão é uma arma potente contra o perfeccionismo e o auto-criticismo que o mesmo implica. Procure que o seu diálogo interno, aquilo que diz a si mesmo nas alturas em que sente que falhou ou que não esteve à altura da situação, seja aquele que utilizaria com um dos seus bons amigos, caso o tentasse ajudar a gerir a frustração, de uma forma terna e empática.

Modere o uso das redes sociais
Gerir o tempo que passa nas redes sociais é um passo importante, bem como relativizar aquilo que vê e interpreta enquanto as frequenta, não esquecendo que acabam por ser uma versão plastif**ada da realidade. Colocar limites ao tempo que gasta nas redes sociais é obrigatório.

Rejeite o mito da auto-suficiência
Perceba que não é preciso lidar com tudo sozinho. Pedir uma opinião, solicitar ajuda para concluir uma tarefa ou, simplesmente, desabafar com alguém em quem confia pode ser uma prova de coragem e de auto-compaixão e nunca é uma evidência de cobardia ou de incompetência. Sentirmo-nos competentes e auto-ef**azes não implica uma obrigação de sermos sempre auto-suficientes!

E se errar?
Os erros, as falhas, as insuficiências não são todas iguais, nem todas igualmente importantes. Alguns erros poderão ser decisivos, mas outros, porventura a grande maioria, não

o são. Procure diferenciar os erros e entendê-los como oportunidade de aprendizagem e de melhoria, que não são definidores do valor pessoal. Como um carro que entrando numa rotunda deve procurar sair o quanto antes, fuja das ruminações que só farão com que veja uma catástrofe em circunstâncias que não o justif**am, na quase totalidade das situações.

Se necessário, procure ajuda profissional
Se sentir que o seu perfeccionismo lhe está a provocar um sofrimento que não consegue gerir e que os seus recursos e o esforço que realiza para o gerir não estão a ser suficientes, procurar ajuda profissional pode ser importante. Um psicólogo pode ajudar!

https://cnnportugal.iol.pt/dossier/o-psicologo-responde-o-perfecionismo-pode-ser-prejudicial-para-a-saude-mental/681e8f63d34e3f0bae9df763

Registo do texto publicado, no Diário dos Açores, pelo nosso Psicólogo Pedro Miguel Pereira.Uma óptima reflexão sobre as...
12/05/2025

Registo do texto publicado, no Diário dos Açores, pelo nosso Psicólogo Pedro Miguel Pereira.

Uma óptima reflexão sobre as perturbações do comportamento alimentar que vale a pena ler!

Aqui f**a o texto publicado pela nossa Psicóloga Ana Santos no Diário dos Açores! Um belo texto sobre o amor, publicado ...
12/05/2025

Aqui f**a o texto publicado pela nossa Psicóloga Ana Santos no Diário dos Açores!

Um belo texto sobre o amor, publicado no mês da Liberdade, o bonito mês de Abril.

Sintam-se livres para ler, com muito amor. 🙂

Há dúvidas se os nossos meninos gostam da nossa Laurinda? Claro que não. 🥰
22/03/2025

Há dúvidas se os nossos meninos gostam da nossa Laurinda?

Claro que não. 🥰

Endereço

Rua Do Galo, 83
Angra Do Heroísmo
9700-091

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 16:00 - 20:00
Terça-feira 16:00 - 20:00
Quarta-feira 16:00 - 20:00
Quinta-feira 16:00 - 20:00
Sexta-feira 16:00 - 20:00
Sábado 09:30 - 13:00

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Centro de Intervenção Psicológica e Pedagógica publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Centro de Intervenção Psicológica e Pedagógica:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram