Clínica Hubb Together

Clínica Hubb Together Somos uma Clínica Pediátrica e Familiar, focada no Desenvolvimento Infantil e na Saúde Emocional 👄🤸🏼‍♂️🍏

SERVIÇOS:

- Psicologia Clínica
- Terapia da Fala
- Terapia Ocupacional
- Nutrição
- Fisioterapia

- Hipnose Clínica
- Consulta de Parentalidade e Família
- Estimulação Cognitiva em Crianças e Adultos
- Integração Sensorial

Nem sempre o comportamento desafiante é uma escolha.Às vezes é:– Cansaço– Estímulo a mais– Dificuldade em lidar com muda...
23/05/2026

Nem sempre o comportamento desafiante é uma escolha.

Às vezes é:
– Cansaço
– Estímulo a mais
– Dificuldade em lidar com mudanças
– Emoções acumuladas

A criança não está a tentar “controlar a situação”, está a tentar sobreviver a ela.

O papel do adulto não é só interromper o comportamento, mas ajudar a traduzir o que está por trás dele:
o que a criança está a sentir e o que precisa.

Quando há co-regulação, previsibilidade e presença, a intensidade tende a diminuir - não porque a criança “aprendeu a obedecer”, mas porque se sente segura o suficiente para voltar a organizar-se por dentro.

Antes de exigir controlo, é preciso oferecer segurança.
E só depois disso é que o comportamento começa, de facto, a mudar."

Há comportamentos que parecem desproporcionais para nós adultos.Chorar “demais”.F**ar irritado por coisas pequenas.Reagi...
20/05/2026

Há comportamentos que parecem desproporcionais para nós adultos.

Chorar “demais”.
F**ar irritado por coisas pequenas.
Reagir de forma intensa.

Mas a verdade é simples:
a criança reage de acordo com os recursos que tem.

E muitas vezes, ainda não aprendeu a:
– Lidar com frustração
– Regular as próprias emoções
– Acalmar-se sozinha

Não é exagero.
É falta de ferramentas emocionais.

E isso não significa que o adulto deve “deixar passar tudo”, mas sim compreender antes de corrigir. Quando entendemos a origem do comportamento, deixamos de reagir apenas ao sintoma e começamos a educar a emoção."

16/04/2026

Há momentos que não precisam de muito para fazer sentido.

No dia 2 de abril, caminhámos juntos pela consciencialização do autismo.
Entre passos, conversas e atividades com as crianças, criámos algo simples, mas importante.

Presença.
Partilha.
E um olhar mais atento para o que muitas vezes não se vê.

A inclusão não acontece só em grandes ações.
Começa nestes momentos, em conjunto, com respeito e intenção.

Obrigado a todos os que fizeram parte deste dia!

No passado dia 2 de abril, unimo-nos para assinalar o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo de uma forma simples,...
13/04/2026

No passado dia 2 de abril, unimo-nos para assinalar o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo de uma forma simples, mas com significado.

Famílias, crianças, parceiros e comunidade caminharam juntos ao longo da Avenida Beira-Mar de Armação de Pêra, num momento que foi muito mais do que uma caminhada.

Foi um espaço de partilha, de presença e de consciência.

Ao longo da manhã, entre passos e atividades pensadas para as crianças, reforçámos aquilo que realmente importa:
a inclusão começa na forma como olhamos, compreendemos e nos adaptamos.

Cada pessoa que esteve presente fez parte deste movimento.
E é esse envolvimento que constrói, pouco a pouco, uma sociedade mais informada e mais empática.

Obrigado a todos os que caminharam connosco!

Exercício simples para ajudar o seu filho a organizar o corpoO exercícioJogo do EspelhoFique de frente para a criança e ...
10/04/2026

Exercício simples para ajudar o seu filho a organizar o corpo

O exercício
Jogo do Espelho
Fique de frente para a criança e imitam-se os movimentos uns dos outros. Mas este jogo vai muito além da diversão, é uma forma de trabalhar regulação emocional, atenção e coordenação motora.
Como fazer
Faça movimentos lentos com:
braços, pernas, tronco
A criança imita exatamente como um espelho.
Podemos incorporar:
Ritmo: alternar movimentos lentos e rápidos, ou criar pequenos padrões (bater palmas devagar, depois rápido).
Isto ajuda a criança a perceber o corpo e o tempo, além de aprender a seguir e antecipar estímulos.
Objetos: usar bolas, panos, ou outros brinquedos para os movimentos. Por exemplo, levantar a bola ao mesmo tempo, passar de um lado para o outro, ou imitar movimentos com um objeto. Isto aumenta a coordenação mão-olho e torna o jogo mais sensorial.
Expressões e emoções: além de movimentos, podem imitar expressões faciais ou gestos de emoções. Ajuda a criança a reconhecer e regular sentimentos.
Duração
2 a 3 minutos
Sem corrigir.
Sem exigir perfeição.
Mais do que uma br**cadeira, é um treino completo para o corpo e a mente da criança:
✔ Coordenação motora – ao imitar movimentos, a criança integra braços, pernas e tronco de forma harmoniosa.
✔ Atenção e concentração – precisa observar com cuidado para copiar os gestos do parceiro.
✔ Consciência corporal – aprende a perceber cada parte do corpo e como ela se move no espaço.
✔ Regulação emocional – ao tentar acertar, controlar impulsos e lidar com erros, desenvolve paciência e resiliência.
Dica importante
Faça como br**cadeira.
Sem pressão.
O br**car também é intervenção.
Este tipo de jogo permite co-regulação: a criança sente-se segura e apoiada enquanto explora movimentos, ritmo e objetos, fortalecendo confiança e autoeficácia corporal.

O seu filho troca muito de mão ou de pé nas atividades?A lateralidade é a preferência natural por um dos lados do corpo ...
08/04/2026

O seu filho troca muito de mão ou de pé nas atividades?
A lateralidade é a preferência natural por um dos lados do corpo (mão, pé, olho, ouvido).
Quando não está bem definida, pode ter impacto direto no dia a dia da criança.

Pode influenciar:
– A escrita: trocas frequentes de mão; dificuldade em manter a direção da escrita; letras espelhadas ou organização confusa no caderno
– A atenção: maior esforço para realizar tarefas; cansaço rápido e dificuldade em manter o foco
– A orientação no espaço; confusão entre direções de direita e esquerda; dificuldade em seguir percursos ou instruções espaciais; desorganização corporal em atividades motoras.

A lateralidade é uma base importante para aprendizagens escolares e para a coordenação global. Quando está bem estruturada, a criança ganha fluidez, segurança e eficiência nas tarefas.

Quer observar alguns sinais em casa?

– Ao desenhar, muda frequentemente de mão?
– Chuta a bola com pés alternados?
– Não mostra uma preferência clara por um lado do corpo?

Quando uma criança diz “não sou capaz”, muitas vezes não é apenas uma questão de pensamento ou motivação.O corpo desempe...
06/04/2026

Quando uma criança diz “não sou capaz”, muitas vezes não é apenas uma questão de pensamento ou motivação.

O corpo desempenha um papel central na construção da confiança emocional.
Habilidades motoras, equilíbrio, força e coordenação influenciam diretamente a sensação de competência e autoeficácia.

Crianças que se sentem fisicamente competentes tendem a:
• Explorar o ambiente com segurança
• Persistir diante de desafios
• Desenvolver autonomia e autoestima

Quando a criança se sente segura e competente fisicamente (ao correr, saltar, pegar em objetos, equilibrar-se) ela também ganha confiança emocional.
Sentir-se capaz no corpo ajuda a sentir-se capaz na vida.
Devemos apoiar a criança nos momentos de br**cadeira e pequenas conquistas, para que a confiança cresça de dentro para fora. O corpo e as emoções caminham juntos, sentir-se capaz no corpo constrói confiança emocional.

Quer observar alguns sinais em casa?
– Evita tentar algo novo?
– Desiste ao primeiro erro?
– Diz muitas vezes “eu não consigo”?

Por trás da desistência pode estar medo de falhar, insegurança ou dificuldade em lidar com o erro.

Dificuldades na coordenação, no equilíbrio ou na organização tornam as tarefas mais exigentes, e a confiança começa a diminuir.
Quando a confiança é frágil, o desafio parece maior do que é. Fortalecer o corpo é também fortalecer a crença de que é capaz.

Sentir-se competente fisicamente constrói confiança emocional.

Explosões emocionais não surgem do nadaQuando o corpo não está regulado, as emoções explodem.Se a criança tem explosões ...
04/04/2026

Explosões emocionais não surgem do nada
Quando o corpo não está regulado, as emoções explodem.
Se a criança tem explosões emocionais frequentes, talvez a questão não seja comportamento e sim regulação.

Quando o corpo não está regulado, a expressão emocional tende a intensificar-se :
– Birras intensas
– Choro “sem motivo”
– Irritação que parece desproporcional

Muitas vezes não é falta de limites, mas sim um sistema nervoso em alerta.

A regulação emocional começa no corpo: respiração, movimento, sensação de segurança e co-regulação com o adulto.
Antes de ensinar a criança a “controlar-se”, precisamos ajudá-la a sentir-se segura.
A regulação emocional começa no corpo e acontece na relação.

Na infância, o corpo e as emoções caminham juntos. E é através do corpo e da relação segura que ensinamos a autorregulação.

Quer observar alguns sinais em casa?

– Frustração intensa perante pequenas dificuldades
– Irritabilidade frequente
– Dificuldade em esperar, partilhar ou cumprir regras

Mais do que comportamento, pode ser dificuldade em regular emoções e lidar com o desafio.

A regulação emocional passa pelo corpo, não só pela conversa."
Quando a criança ainda não consegue gerir o que sente, o corpo reage."

O seu filho confunde “em cima”, “embaixo”, “à frente”?As noções de orientação espacial começam a desenvolver-se cedo e s...
02/04/2026

O seu filho confunde “em cima”, “embaixo”, “à frente”?
As noções de orientação espacial começam a desenvolver-se cedo e são fundamentais para muitas aprendizagens.

Quando a criança apresenta dificuldade em compreender conceitos como:
– Em cima / embaixo
– À frente / atrás
– Dentro / fora
– Direita / esquerda

Pode estar a revelar fragilidades nas noções espaciais.

Estas noções são a base para: a aprendizagem da leitura (seguir linhas, compreender direção); a organização da escrita no papel; as noções matemáticas (alinhamento de números, noção de posição); a coordenação motora e organização do corpo no espaço
Antes de serem conceitos no papel, são experiências no corpo.
A criança precisa de viver o espaço, subir, entrar, sair, contornar, esconder-se, para depois o compreender de forma abstrata.
Se estas confusões persistem para além dos 5–6 anos, pode ser importante avaliar o desenvolvimento das competências espaciais.

Quer observar alguns sinais em casa?

Crie um pequeno percurso em casa, almofadas para contornar, cadeiras para passar por baixo, fita no chão para equilibrar.
Enquanto br**ca, observe:
– Perde-se no percurso?
– Esquece a ordem dos obstáculos?
– Evita ou desiste do desafio?

Mais do que uma br**cadeira, é uma forma de perceber como a criança planeia, organiza o corpo e responde a desafios.

A atenção não começa no cérebro. Começa no corpo."Nem sempre é distração ou falta de esforço.Pode ser dificuldade em man...
31/03/2026

A atenção não começa no cérebro. Começa no corpo.
"Nem sempre é distração ou falta de esforço.

Pode ser dificuldade em manter a atenção, organizar a ação ou gerir a frustração.
A atenção não começa apenas no cérebro mas sim no corpo.
Quando a criança tem dificuldade em organizar o próprio corpo no espaço — manter postura, controlar movimentos, regular a força ou o equilíbrio — grande parte da sua energia vai para tentar estabilizar-se.

E sobra menos energia para: ouvir a professora; terminar uma tarefa; manter o foco; ficar sentado sem se mexer constantemente
Um corpo que procura constantemente estabilidade dificilmente consegue oferecer disponibilidade para aprender.

Por isso, antes de rotular como “distraído” ou “irrequieto”, vale a pena observar:
– Como está a postura?
– Mexe-se em excesso para se organizar?
– Cansa-se facilmente em atividades de mesa?
– Perde-se facilmente?
– Abandona antes de terminar?
– F**a frustrado rapidamente?

Quando trabalhamos a organização corporal, trabalhamos também a base da atenção. Um corpo mais estável permite uma mente mais disponível.
Desenvolvimento motor e aprendizagem caminham juntos — e o corpo é sempre o ponto de partida.

Cair muitas vezes não é normal em todas as idades.O equilíbrio é a base para quase tudo: correr, br**car no parque, prat...
29/03/2026

Cair muitas vezes não é normal em todas as idades.
O equilíbrio é a base para quase tudo: correr, br**car no parque, praticar desporto, sentar-se corretamente na escola e até manter a atenção.

Quando o equilíbro está consolidado e a coordenação está bem desenvolvida, a criança sente-se mais segura, mais autónoma e mais confiante.

Cair faz parte do crescimento. Faz parte de aprender. Faz parte de ganhar confiança no próprio corpo. Mas cair muitas vezes ou ter dificuldade persistente em tarefas simples pode ser um sinal de que o equilíbrio e a coordenação motora necessitam de uma avaliação e intervenção adequadas.

– Até aos 2–3 anos, é esperado que a criança ainda caia com alguma frequência enquanto aprende a controlar o corpo;
– Entre os 4–5 anos, já deve conseguir correr, saltar e subir escadas com mais estabilidade;
– A partir dos 5–6 anos, quedas muito frequentes, tropeçar constantemente ou grande dificuldade em manter o equilíbrio já não é considerado esperado para a idade.

Quer observar alguns sinais em casa?

Peça ao seu filho para:
– Subir e descer escadas
– Saltar com os dois pés juntos
– Correr e parar de repente

Repare se: cai com muita frequência? Perde o equilíbrio facilmente? Parece “desajeitado” para a idade?

Dificuldades constantes podem indicar que o corpo ainda não está bem organizado.

Endereço

Urbanização Quinta Da Torre, Lote 24, Loja A
Armação De Pêra
8365-184

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Terça-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
Quinta-feira 10:00 - 20:00
Sexta-feira 10:00 - 20:00

Telefone

+351928064845

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