Laura Cónego - Psicoterapia Psicanalítica e Psicologia Clínica

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A Inteligência Artificial está a mudar muita coisa.Mas há algo que não substitui: a relação humana.A IA pode ajudar em:–...
10/02/2026

A Inteligência Artificial está a mudar muita coisa.

Mas há algo que não substitui: a relação humana.

A IA pode ajudar em:
– organização
– acesso à informação
– ferramentas de apoio

Mas a psicoterapia não é só informação.
É vínculo. É escuta. É presença. É silêncio.
Nenhum algoritmo interpreta lapsos, afetos, resistências ou o que não é dito.
Nenhuma tecnologia substitui a experiência de ser escutado por alguém real.
A IA pode ser uma ferramenta.
A psicoterapia continua a ser um encontro.

Falar sobre suicídio é difícil.Mas o silêncio pode ser ainda mais perigoso.Durante um processo psicoterapêutico, podem s...
04/02/2026

Falar sobre suicídio é difícil.
Mas o silêncio pode ser ainda mais perigoso.

Durante um processo psicoterapêutico, podem surgir momentos de grande dor, confusão e desorganização emocional.

Em alguns casos, pensamentos ou tentativas de suicídio fazem parte dessa travessia — e isso precisa de ser falado com seriedade, cuidado e responsabilidade.

Na terapia, esses momentos não são ignorados.
São acolhidos, avaliados e acompanhados de forma ética e profissional.
Falar não incentiva.
Falar protege.

Se este tema lhe toca de alguma forma, saiba que não está sozinho.
Existem espaços seguros para pedir ajuda.

A psicoterapia é, antes de tudo, um lugar de cuidado com a vida.

Não é apenas um livro sobre terapia — é um espelho da condição humana.Lori Gottlieb, psicoterapeuta, convida-nos a senta...
01/02/2026

Não é apenas um livro sobre terapia — é um espelho da condição humana.

Lori Gottlieb, psicoterapeuta, convida-nos a sentar no divã… dos dois lados.

Enquanto acompanha os seus pacientes — cada um preso às suas repetições, defesas e fantasmas — ela própria entra em análise após uma crise pessoal.

O livro mostra, com humor e profundidade, aquilo que a psicanálise sempre soube: todos temos histórias que contamos a nós mesmos para sobreviver, mesmo quando elas já não nos servem. Fala de luto, desejo, medo de abandono, escolhas inconscientes e da dificuldade (tão humana) de mudar.

Entre sessões, silêncios e interpretações, percebemos que o terapeuta não é alguém “resolvido”, mas alguém disposto a escutar — inclusive a si próprio. E talvez seja essa a grande mensagem: curar não é eliminar a dor, mas dar-lhe sentido.

Um livro que normaliza o sofrimento psíquico, desmonta o mito do “eu controlado” e lembra-nos que pedir ajuda não é fraqueza — é coragem.

Existe a ideia de que a psicoterapia serve para dizer o que fazer.Mas esse nunca foi o seu propósito.Dar conselhos pode ...
28/01/2026

Existe a ideia de que a psicoterapia serve para dizer o que fazer.
Mas esse nunca foi o seu propósito.

Dar conselhos pode aliviar momentaneamente.
Mas raramente transforma.

O trabalho terapêutico não passa por oferecer respostas prontas,
mas por criar um espaço onde a pessoa possa compreender-se, escutar-se e elaborar aquilo que a faz sofrer.

Quando alguém descobre as suas próprias respostas (em vez de seguir as dos outros) a mudança deixa de ser frágil.
Torna-se mais consistente, mais integrada, mais sua.
É por isso que a psicoterapia não é um atalho.
É um processo.

Escrevo a partir de um lugar de perda, mas também de amor 🤍Amar um animal é aceitar um vínculo que nasce antes das palav...
26/01/2026

Escrevo a partir de um lugar de perda, mas também de amor 🤍

Amar um animal é aceitar um vínculo que nasce antes das palavras.

É um afeto que não pede explicações, que se instala no inconsciente como um reconhecimento antigo — como se algo em nós já soubesse amar assim.

O olhar de um cão atravessa defesas, dissolve máscaras, toca naquele lugar primitivo onde o amor não é condicionado pela duração, mas pela intensidade da presença.

Na psicanálise, fala-se do amor como projeção, como espelho, como reencontro com partes nossas que procuram acolhimento. Talvez por isso os animais nos amem de forma tão inteira: porque nos devolvem aquilo que oferecemos sem cálculo. Com eles, o afeto não é negociado, é vivido. O tempo deixa de ser medida; um instante pode conter uma eternidade emocional.

Quando um animal parte, não leva apenas o corpo que conhecemos. Leva um pedaço do nosso mundo interno — aquele onde aprendemos, mesmo que brevemente, a amar sem medo, sem linguagem, sem garantias. E é aí que a dor se transforma em prova de amor: não pela ausência em si, mas pela marca profunda que ficou inscrita em nós.

Porque alguns amores não precisam de longa história para serem verdadeiros. Precisam apenas de terem sido sentidos ❤️Yuki

Ser escutado não é apenas falar.É poder dizer sem medo de ser corrigido, apressado ou julgado.Quando alguém é verdadeira...
22/01/2026

Ser escutado não é apenas falar.

É poder dizer sem medo de ser corrigido, apressado ou julgado.

Quando alguém é verdadeiramente escutado, algo muda por dentro: a tensão abranda, a confusão começa a organizar-se, o sofrimento encontra palavras.
Nem tudo se resolve de imediato.
Mas passa a existir espaço para compreender, ligar pontos e olhar para si com mais clareza.

A escuta qualificada não dá soluções mágicas.
Mas cria condições reais para que algo se transforme.
E isso, por si só, já é profundamente reparador.

Quem trabalha no mar vive realidades muito específicas: longos períodos de isolamento, afastamento da família, rotinas i...
20/01/2026

Quem trabalha no mar vive realidades muito específicas: longos períodos de isolamento, afastamento da família, rotinas instáveis, exposição constante ao risco e ambientes onde a palavra raramente encontra espaço.

Mesmo quando “aguenta bem”, esta experiência cria uma pressão psíquica contínua.

A psicanálise parte de uma ideia essencial: o ser humano não é apenas funcional.
Não somos só corpos que trabalham — somos sujeitos atravessados pela palavra, pela angústia e pelo desejo.

No contexto marítimo, o Outro — o lugar da escuta e do reconhecimento — tende a desaparecer ou a tornar-se apenas funcional (ordens, regras, comandos).
O acompanhamento psicológico cria um espaço onde o sujeito pode voltar a existir como alguém que fala, e não apenas como alguém que executa.

Quando aquilo que é vivido não encontra lugar na palavra, tende a manifestar-se sob a forma de ansiedade, insónia, irritabilidade, consumo excessivo de álcool, apatia ou explosões emocionais.

Cuidar da saúde mental de quem trabalha no mar não é fragilidade.
É uma forma de sustentar a força ao longo do tempo.

Cumprir tarefas, trabalhar, responder a tudo e a todos não significa, necessariamente, estar bem emocionalmente.Muitas p...
15/01/2026

Cumprir tarefas, trabalhar, responder a tudo e a todos não significa, necessariamente, estar bem emocionalmente.

Muitas pessoas funcionam em piloto automático durante anos.

Aguentam, resolvem, adaptam-se.

Até que o corpo ou a mente começam a dar sinais de exaustão.
Funcionamento não é sinónimo de equilíbrio.

Às vezes, é apenas sobrevivência.

Reconhecer isto não é sinal de fraqueza, é sinal de consciência.

Muitas pessoas permanecem com a pergunta interna: “Porque é que eu volto sempre ao mesmo lugar?”Querem mudar.Tentam muda...
13/01/2026

Muitas pessoas permanecem com a pergunta interna:

“Porque é que eu volto sempre ao mesmo lugar?”

Querem mudar.
Tentam mudar.
Prometem a si mesmas que, desta vez, vai ser diferente.
Mas mudar não depende apenas de força de vontade.
Há padrões emocionais que se repetem não por escolha consciente, mas porque têm uma função psíquica, proteger, evitar, manter equilíbrio interno.
Enquanto esses padrões não são compreendidos, tendem a reaparecer.
Mesmo quando o desejo de mudança é genuíno.

Perceber isto não é desistir.
É começar a olhar para si com mais verdade e menos culpa.

Nem toda a dor é consciente.Nem todo o sofrimento consegue ser dito.Quando aquilo que sentimos não encontra espaço para ...
08/01/2026

Nem toda a dor é consciente.
Nem todo o sofrimento consegue ser dito.

Quando aquilo que sentimos não encontra espaço para ser nomeado, o corpo e a mente encontram outras formas de expressão: ansiedade, cansaço extremo, irritabilidade, sintomas físicos.

Os sintomas não surgem “do nada”.

São, muitas vezes, tentativas de comunicar algo que ficou sem linguagem.
Escutar o que dói, em vez de apenas silenciar o sintoma, pode ser um primeiro passo importante.

Janeiro costuma ser apresentado como um recomeço.Mas, para muitas pessoas, é exatamente o contrário.É o mês em que o cor...
05/01/2026

Janeiro costuma ser apresentado como um recomeço.

Mas, para muitas pessoas, é exatamente o contrário.

É o mês em que o corpo abranda… e a mente começa a falar mais alto.

Depois do ruído das festas, das rotinas suspensas e das expectativas criadas, sobra o silêncio.
E no silêncio, surgem perguntas difíceis, cansaço acumulado, comparações, frustração.

Não é fraqueza. Não é ingratidão.
É humano.

Janeiro confronta-nos com aquilo que ficou por resolver no ano anterior e com aquilo que ainda não sabemos como mudar.

Se este mês pesa mais do que imaginava, não há nada de errado consigo.
Talvez esteja apenas a sentir aquilo que ficou adiado durante demasiado tempo.

Recomeçar é difícil porque não é só mudar o ano — é tocar no que ficou.O inconsciente não vira páginas. Ele repete, insi...
31/12/2025

Recomeçar é difícil porque não é só mudar o ano — é tocar no que ficou.

O inconsciente não vira páginas. Ele repete, insiste, pede escuta. Todo recomeço carrega um luto: do que não foi, do que não deu certo, do que já não sustenta mais quem somos. E mudar dói porque exige deixar algo de si para trás.

No ano novo, prometemos controle, versões melhores, vidas organizadas. Mas o sujeito não se reinventa por vontade. Ele se transforma quando aceita não saber, quando se implica no próprio desejo, quando para de fugir do que retorna.

Talvez recomeçar não seja começar do zero,
mas fazer diferente com o que já existe.
Que este novo ano não peça perfeição,
mas presença.
Às vezes, recomeçar é apenas ficar.

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