Psicóloga Diana Martins

Psicóloga Diana Martins O meu nome é Diana Martins. Criei este facebook de forma a ser um espaço de partilha e divulgaç?

34 anos de vida e um ano de grandes lições, desafios e descobertas. Dizem que “em casa de ferreiro, espeto de pau”, mas ...
13/05/2026

34 anos de vida e um ano de grandes lições, desafios e descobertas.

Dizem que “em casa de ferreiro, espeto de pau”, mas este ano decidi quebrar a regra. Entre os 34 e os 35, vivi o meu maior desafio: reencontrar-me.

Reencontrei o meu olhar de admiração, recuperei a minha força e entendi que a leveza é uma escolha diária. Tomei decisões difíceis, mas necessárias. Afinal, se eu aconselho a prática da autocompaixão e digo sempre que “o mundo tem a cor que nós lhe damos”, estava na hora de praticar e voltar a colorir o meu.

Entro nos 35 com o coração leve, o olhar meigo sobre mim mesma e pronta para a doçura que este novo ciclo reserva. 💛

Hoje partilho convosco uma reflexão que me acompanha a algum tempo. Espero que seja tão útil para vocês como é para mim....
08/05/2026

Hoje partilho convosco uma reflexão que me acompanha a algum tempo. Espero que seja tão útil para vocês como é para mim. Sempre que me deixo de acreditar, vou reler para me focar no que importa.

Hoje celebra-se o Dia da Mãe, o dia que marca o papel que me fez florescer, mas que também me desafiou como nenhum outro...
03/05/2026

Hoje celebra-se o Dia da Mãe, o dia que marca o papel que me fez florescer, mas que também me desafiou como nenhum outro.

Quem me conhece de perto, ou quem se senta comigo em consulta, sabe o que costumo dizer: a maternidade não é feita de flores. É feita de solo firme, de podas constantes e de desafios diários.

É um caminho de lutas interiores e exteriores, de crescimento forçado e de uma resiliência que eu não sabia que tinha. Há dias em que adoro ser mãe. Mas há outros em que a exaustão me faz questionar: “Tu estavas tão bem, o que foste fazer à tua vida?”.

Esta ambivalência não é falta de amor. É humanidade.

Não existem fórmulas mágicas nem manuais de instrução. Existem dias em que sou melhor mãe do que outros, porque este papel — que a vida me deu ou que eu escolhi — é uma descoberta contínua.

A única certeza? Que quero ser melhor a cada dia. E nessa vontade, encontro a minha paz: para os meus filhos, eu sou a melhor mãe que eles poderiam ter.

E tu, que estás a ler isto? Tu também és a melhor mãe que o teu filho poderia ter. Feliz dia, com toda a verdade que ele carrega.

Lembra-te, a maternidade não tem nada de flores, mas sim de desafios.

08/03/2026

Durante muito tempo disseram-nos que uma “mulher forte” aguenta tudo.
Casa, trabalho, família, emoções… sempre com um sorriso.

Mas talvez uma das maiores conquistas das mulheres seja deixar de fingir que conseguimos tudo sozinhas.

Ser forte também é parar, sentir, pedir ajuda e impor limites.

Neste Dia Internacional da Mulher celebramos todas as formas de ser mulher. 🤍

03/03/2026

A transição para a parentalidade é uma fase normativa, mas profundamente exigente.
Ela não cria problemas na relação — torna mais visível a forma como o casal já se relacionava.
A conjugalidade e a parentalidade não competem entre si.
Precisam de articulação, comunicação e ajustamento.
Cuidar da relação do casal é também cuidar do desenvolvimento emocional da criança.
✨ Refletir é o primeiro passo para transformar.

24/02/2026

A terapia de casal não acaba na última sessão.
O caminho continua depois.
Estudos mostram que muitos casais mantêm os ganhos da terapia ao longo do tempo —
mas cada casal segue a sua própria trajetória.
O momento de vida, a parentalidade, o bem-estar emocional de cada parceiro e o contexto familiar influenciam a forma como a relação evolui após a terapia.
Manter melhorias não é um sinal de perfeição.
É um processo contínuo de cuidado, adaptação e, quando necessário, de voltar a pedir apoio.
Relações constroem-se no tempo 🤍

20/02/2026

Conflitos não são o problema nos relacionamentos.
A forma como lidamos com eles é.
A ciência mostra que todos os casais entram em conflito.
O que diferencia relações que se fortalecem daquelas que se desgastam é a qualidade da comunicação, da empatia e da forma de resolver os desacordos.
Resolver conflitos não é ganhar discussões.
É criar um espaço onde ambos se sintam seguros, ouvidos e respeitados 🤍
Guardar, partilhar e refletir também é uma forma de cuidar das relações.

18/02/2026

Relações maduras não isolam.
Expandem.

Ter momentos individuais não enfraquece o vínculo — fortalece identidade.

O que achas: o casal deve de fazer tudo ou fazer atividades individuais?

👇 Quero saber a tua opinião.

Sou mulher, filha, neta, sobrinha, mãe, madrasta. Carrego em mim todos estes papéis com amor, responsabilidade e entrega...
16/02/2026

Sou mulher, filha, neta, sobrinha, mãe, madrasta. Carrego em mim todos estes papéis com amor, responsabilidade e entrega. Mas, para além de cada um deles, há um que me preenche de forma especial: ser psicóloga.
É na escuta, no acolhimento e na partilha que encontro propósito. A prática clínica traz-me realização pessoal e profissional, desafia-me a crescer todos os dias e permite-me transformar vidas — começando pela minha. Entre livros, ideias, emoções e histórias, descubro, todos os dias, que escolhi a minha missão de coração cheio.

Obrigado a todos e a todas as minhas pacientes por confiarem em mim 🍀

15/02/2026

Algumas frases parecem banais…
Até começares a duvidar do que sentes.

A invalidação emocional começa em pequenos “estás a exagerar”.
Em pequenas desvalorizações.
E, quando se torna padrão, deixas de confiar em ti.

Relações saudáveis não silenciam emoções.
Permitem diálogo.

Se já questionaste a tua própria realidade, este vídeo é para ti.

Guarda e partilha com quem precise de validar o que sente.

13/02/2026

A publicação de hoje é mais Humana, empática e reflexiva ☺️
A chegada de um filho muda tudo.
O corpo, a rotina, o tempo… e a relação.
Nem sempre é fácil ser casal e ser pai e mãe ao mesmo tempo.
Há cansaço, ajustes, silêncios e, por vezes, distância.
Mas cuidar da relação do casal
é também cuidar do ambiente emocional onde a criança cresce.
A parentalidade não anula a conjugalidade.
Ela convida à sua transformação.

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