Psicóloga Diana Martins

Psicóloga Diana Martins O meu nome é Diana Martins. Criei este facebook de forma a ser um espaço de partilha e divulgaç?

08/03/2026

Durante muito tempo disseram-nos que uma “mulher forte” aguenta tudo.
Casa, trabalho, família, emoções… sempre com um sorriso.

Mas talvez uma das maiores conquistas das mulheres seja deixar de fingir que conseguimos tudo sozinhas.

Ser forte também é parar, sentir, pedir ajuda e impor limites.

Neste Dia Internacional da Mulher celebramos todas as formas de ser mulher. 🤍

03/03/2026

A transição para a parentalidade é uma fase normativa, mas profundamente exigente.
Ela não cria problemas na relação — torna mais visível a forma como o casal já se relacionava.
A conjugalidade e a parentalidade não competem entre si.
Precisam de articulação, comunicação e ajustamento.
Cuidar da relação do casal é também cuidar do desenvolvimento emocional da criança.
✨ Refletir é o primeiro passo para transformar.

24/02/2026

A terapia de casal não acaba na última sessão.
O caminho continua depois.
Estudos mostram que muitos casais mantêm os ganhos da terapia ao longo do tempo —
mas cada casal segue a sua própria trajetória.
O momento de vida, a parentalidade, o bem-estar emocional de cada parceiro e o contexto familiar influenciam a forma como a relação evolui após a terapia.
Manter melhorias não é um sinal de perfeição.
É um processo contínuo de cuidado, adaptação e, quando necessário, de voltar a pedir apoio.
Relações constroem-se no tempo 🤍

20/02/2026

Conflitos não são o problema nos relacionamentos.
A forma como lidamos com eles é.
A ciência mostra que todos os casais entram em conflito.
O que diferencia relações que se fortalecem daquelas que se desgastam é a qualidade da comunicação, da empatia e da forma de resolver os desacordos.
Resolver conflitos não é ganhar discussões.
É criar um espaço onde ambos se sintam seguros, ouvidos e respeitados 🤍
Guardar, partilhar e refletir também é uma forma de cuidar das relações.

18/02/2026

Relações maduras não isolam.
Expandem.

Ter momentos individuais não enfraquece o vínculo — fortalece identidade.

O que achas: o casal deve de fazer tudo ou fazer atividades individuais?

👇 Quero saber a tua opinião.

Sou mulher, filha, neta, sobrinha, mãe, madrasta. Carrego em mim todos estes papéis com amor, responsabilidade e entrega...
16/02/2026

Sou mulher, filha, neta, sobrinha, mãe, madrasta. Carrego em mim todos estes papéis com amor, responsabilidade e entrega. Mas, para além de cada um deles, há um que me preenche de forma especial: ser psicóloga.
É na escuta, no acolhimento e na partilha que encontro propósito. A prática clínica traz-me realização pessoal e profissional, desafia-me a crescer todos os dias e permite-me transformar vidas — começando pela minha. Entre livros, ideias, emoções e histórias, descubro, todos os dias, que escolhi a minha missão de coração cheio.

Obrigado a todos e a todas as minhas pacientes por confiarem em mim 🍀

15/02/2026

Algumas frases parecem banais…
Até começares a duvidar do que sentes.

A invalidação emocional começa em pequenos “estás a exagerar”.
Em pequenas desvalorizações.
E, quando se torna padrão, deixas de confiar em ti.

Relações saudáveis não silenciam emoções.
Permitem diálogo.

Se já questionaste a tua própria realidade, este vídeo é para ti.

Guarda e partilha com quem precise de validar o que sente.

13/02/2026

A publicação de hoje é mais Humana, empática e reflexiva ☺️
A chegada de um filho muda tudo.
O corpo, a rotina, o tempo… e a relação.
Nem sempre é fácil ser casal e ser pai e mãe ao mesmo tempo.
Há cansaço, ajustes, silêncios e, por vezes, distância.
Mas cuidar da relação do casal
é também cuidar do ambiente emocional onde a criança cresce.
A parentalidade não anula a conjugalidade.
Ela convida à sua transformação.

11/02/2026

Janeiro marcou o fim de um ciclo intenso e gratificante: a conclusão da minha especialização em Terapia Familiar e de Casal. Saí com a sensação de dever cumprido e a promessa de que “tão cedo não me metia noutra”.

Mas a Psicologia tem esta magia: quanto mais entendemos as relações humanas, mais percebemos o quão ligadas elas estão à nossa intimidade e sexualidade. 🧠✨

Apenas 15 dias separaram o meu “vou descansar, não me meto em outra tão cedo” do meu “li e aceito os termos de inscrição”.

Sigo agora para um novo mergulho, desta vez na Psicologia da Sexualidade. Porque, no fundo, cuidar do outro exige que nunca paremos de aprender.

08/02/2026

Na sequência dos últimos acontecimentos em Portugal, partilho com vocês a minha disponibilidade para ajudar quem necessita. Entra em contacto 🤝

Nem sempre o dia acorda com sol.Há momentos de cinzento, de incerteza, de desconforto — e isso faz parte.Como pessoa e c...
07/02/2026

Nem sempre o dia acorda com sol.
Há momentos de cinzento, de incerteza, de desconforto — e isso faz parte.

Como pessoa e como psicóloga, acredito que não se trata de ignorar o que pesa, mas de aprender a olhar em volta (e para dentro) e reconhecer que ainda há cor, mesmo quando o céu não ajuda.

A cor não elimina a chuva, mas lembra-nos de que não somos definidos por ela.

Cuidar da saúde mental é também isto: criar espaço para significado, esperança e presença, independentemente do estado do tempo 🌈

28/01/2026

Partilhas que muitos profissionais pensam e não dizem 🤭 e tu? Também sentes o mesmo em relação à tua prática clínica?

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