Fernando Matos Terapeuta de Adição

Fernando Matos Terapeuta de Adição Ajudar-te a reencontrar o equilíbrio e o sentido da vida.

Cada história de recuperação começa com um passo.
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Recuperação cansa. E isso também é parte do processo.A meio do caminho, ele pensou em desistir.Não porque quisesse volta...
19/01/2026

Recuperação cansa. E isso também é parte do processo.

A meio do caminho, ele pensou em desistir.
Não porque quisesse voltar ao consumo.
Mas porque estava exausto.

Cansado de vigiar pensamentos.
Cansado de sentir emoções sem anestesia.
Cansado de explicar aos outros que “ainda não está tudo bem”.

A recuperação não é só coragem.
É resistência silenciosa.
É acordar cansado e, mesmo assim, escolher não fugir.

Muitos desistem aqui.
Não fazem barulho.
Não anunciam recaídas.
Apenas cansam-se… e desaparecem.

Mas deixa-me dizer-te algo importante:

Sentir fadiga não signif**a que estás a falhar.
Signif**a que estás a fazer um trabalho profundo.
Um trabalho que mexe com tudo o que estava adormecido.

A frustração aparece quando a mudança é real.
O cansaço surge quando o esforço é contínuo.
E isso não é sinal para parar é sinal para pedir apoio.

Descansar não é desistir.
Abrir-se não é fraqueza.
Continuar, mesmo cansado, é um acto de enorme coragem.

Se estás a ler isto e te sentes esgotado…
f**a.
fala.
Não caminhes sozinho.

Ele dizia-me:“Eu sei que quero parar… mas o meu corpo não acompanha.”Nos primeiros dias, acordava com o coração acelerad...
16/01/2026

Ele dizia-me:
“Eu sei que quero parar… mas o meu corpo não acompanha.”

Nos primeiros dias, acordava com o coração acelerado.
As mãos inquietas.
O estômago apertado.
Uma ansiedade sem nome e um medo imediato:
“Há algo errado comigo.”

Mas não havia.

O que estava a acontecer era outra coisa:
o corpo lembrava-se.

Durante muito tempo, o consumo foi a resposta automática ao desconforto.
O corpo aprendeu esse caminho.
Criou memórias físicas.
Ritmos.
Reacções.

Quando a mente decide parar, o corpo estranha.
Sente falta do que o anestesiava.
E reage com tensão, ansiedade, dores, insónia, inquietação.

Isto não é sinal de fracasso.
Nem de recaída iminente.
É adaptação.

O corpo está a reaprender a sentir sem atalhos.
E isso pode ser desconfortável mas é temporário.

Não interpretes cada sintoma como uma catástrofe.
O teu corpo não te está a trair.
Está a curar-se ao ritmo que consegue.

Respira.
Escuta.
Procura apoio.

A mente já deu o primeiro passo.
O corpo precisa apenas de tempo… e cuidado.

Parar um consumo é um passo importante mas o que acontece a seguir nem sempre é explicado.Os síndromes de privação fazem...
14/01/2026

Parar um consumo é um passo importante mas o que acontece a seguir nem sempre é explicado.
Os síndromes de privação fazem parte do processo de recuperação, mas é essencial saber o que é esperado e quando é necessário pedir ajuda.

Neste carrossel partilho informação clara, sem alarmismo, para que possas reconhecer sinais comuns, proteger-te e evitar riscos desnecessários.

Informação responsável salva percursos.
Acolhimento certo previne desistências.

Se algo em ti pede apoio, escuta esse sinal.
Cuidar de ti também faz parte da recuperação.

A terapia oferece acompanhamento, segurança e orientação neste processo.

O corpo lembra-se do consumo mesmo quando a mente quer pararEle dizia-me:“Eu sei que quero parar… mas o meu corpo não ac...
12/01/2026

O corpo lembra-se do consumo mesmo quando a mente quer parar

Ele dizia-me:
“Eu sei que quero parar… mas o meu corpo não acompanha.”

Nos primeiros dias, acordava com o coração acelerado.
As mãos inquietas.
O estômago apertado.
Uma ansiedade sem nome e um medo imediato:
“Há algo errado comigo.”

Mas não havia.

O que estava a acontecer era outra coisa:
o corpo lembrava-se.

Durante muito tempo, o consumo foi a resposta automática ao desconforto.
O corpo aprendeu esse caminho.
Criou memórias físicas.
Ritmos.
Reacções.

Quando a mente decide parar, o corpo estranha.
Sente falta do que o anestesiava.
E reage com tensão, ansiedade, dores, insónia, inquietação.

Isto não é sinal de fracasso.
Nem de recaída iminente.
É adaptação.

O corpo está a reaprender a senti…

Janeiro sem álcool é mais desafiante do que muitos imaginam.Nos primeiros dias, o corpo e a mente entram num processo de...
07/01/2026

Janeiro sem álcool é mais desafiante do que muitos imaginam.

Nos primeiros dias, o corpo e a mente entram num processo de reajuste que pode causar desconforto físico e emocional e isso leva muitas pessoas a desistirem antes de tempo, achando que algo está errado.

Neste carrossel explico o que ninguém costuma explicar: o que sentes pode ser parte natural do processo, não um sinal de fraqueza.

Parar de beber não é apenas uma decisão.
É uma adaptação profunda e merece preparação, compreensão e apoio.

Se esta fase te está a custar mais do que esperavas, não te julgues.
Acolhe o que sentes.
E lembra-te: não tens de fazer este caminho sozinho.

A terapia é um espaço seguro para atravessar este processo com clareza e suporte.

No dia 1 de Janeiro, ele prometeu a si mesmo que ia parar.Parar de fugir.Parar de mentir a si.Parar de se magoar.Mas bas...
06/01/2026

No dia 1 de Janeiro, ele prometeu a si mesmo que ia parar.
Parar de fugir.
Parar de mentir a si.
Parar de se magoar.

Mas bastaram alguns dias para o medo aparecer.

E se eu não aguentar?
E se eu falhar outra vez?
E se este esforço for em vão?

A ansiedade chegou antes da confiança.
A dúvida antes da esperança.
E a auto-exigência começou a gritar:
“Já devias estar melhor.”

Mas deixa-me dizer-te uma coisa importante:

O medo no início não é sinal de fraqueza.
É sinal de que estás a sair do lugar conhecido.
E tudo o que é novo assusta.

Ninguém começa a recuperação seguro.
Começa-se disponível.
Um dia de cada vez.
Um passo possível de cada vez.

Não te exijas perfeição quando estás a aprender a respirar sem anestesia.
Sê gentil contigo.
O começo é frágil e é suposto ser assim.

Janeiro não precisa de provas.
Precisa de presença.
E tu não estás atrasado.
Estás a começar.

31/12/2025

Em 2026, desejo que tu

Vivas leve, sem pressa.

Acredites mais em ti.

Faças o que te move.

Sejas constante naquilo que amas.

Tenhas coragem para recomeçar.

24/12/2025

Este Natal não é sobre perfeição, é sobre verdade e presença. Se este ano foi difícil, honra o facto de ainda estares aqui. Se estás em adição ativa, há caminho.

Se estás em recuperação, cada passo conta. Se recaístes, não tesouras. Recomeça.

O Natal lembra-nos do essencial. Ligação, consciência e presença real. Não estás sozinho, a recuperação é possível e começa hoje.

O Natal consciente.

A sala estava cheia.Risos altos. Conversas cruzadas. Luzes acesas.Tudo parecia normal… até perfeito.Mas por dentro, ele ...
22/12/2025

A sala estava cheia.
Risos altos. Conversas cruzadas. Luzes acesas.
Tudo parecia normal… até perfeito.

Mas por dentro, ele sentia-se invisível.

Ninguém reparou no aperto no peito.
Ninguém ouviu o barulho do vazio a crescer.
Porque há solidões que não se veem sentem-se.

Nesta época, quando todos parecem juntos, felizes e completos, muitos aditos vivem o oposto.
Quanto mais gente à volta, maior o isolamento por dentro.
Quanto mais luz, mais sombra.

E é aí que o perigo começa.
Não porque a pessoa queira consumir…
mas porque quer parar de sentir.

A solidão não é fraqueza.
É um sinal.
Um pedido silencioso de ajuda.

Se te sentes assim, não esperes que a dor grite mais alto.
Falar antes é um acto de cuidado.
Pedir ajuda antes é um gesto de coragem.

Não precisas de enfrentar este vazio sozinho.
Há caminhos.
Há pessoas.
Há saída mesmo quando tudo parece escuro por dentro.

15/12/2025

Se tens lutado sozinho… este recado é para ti.
Todos os dias acompanho pessoas que carregam dores silenciosas: álcool, jogo, dr**as, compras, s**o, relações… e aquele peso interno que ninguém imagina.

A verdade é simples e dura: ninguém devia fazer o caminho da recuperação isolado.
A força nasce quando tens alguém ao teu lado alguém que conhece o percurso, que já viu, já ouviu, já caminhou tantas vezes com quem precisava de recomeçar.

Por isso, criei uma comunidade no WhatsApp: um espaço seguro, gratuito e sem julgamentos.
Um lugar para aprender, recuperar, crescer e sentir apoio real.

Quero estar mais próximo de ti.
Quero enviar-te conteúdos, orientações, vídeos, reflexões… e ajudar-te a dar o próximo passo para uma vida mais leve, mais digna, mais tua.

Se quiseres entrar, escreve COMUNIDADE aqui nos comentários e recebes um livro especial para iniciares esta jornada.

Não fiques para trás.
O teu caminho começa agora.

Para entrar na comunidade clique no link abaixo:

https://chat.whatsapp.com/FHMFOhkL9a80zTAgyHQKgl

Quando a Família Espera que Aguentes TudoEle sentou-se à minha frente com aquele silêncio que diz mais do que qualquer p...
10/12/2025

Quando a Família Espera que Aguentes Tudo

Ele sentou-se à minha frente com aquele silêncio que diz mais do que qualquer palavra.
Olhos baixos. Ombros pesados.
Parecia cansado… mas não era só cansaço. Era culpa. Daquelas que não nascem sozinhas alguém as plantou.

Disse-me:
“Na minha família, sempre fui o problema.
Se eu f**ava mal, estragava o ambiente.
Se falava do que sentia, era drama.
Se pedia ajuda, era fraqueza.”

Cresceu a acreditar que tinha de aguentar tudo.
A dor.
O medo.
A vergonha.
As expectativas.
O silêncio.
E, por fim… a adição.

O mais duro não foi reconhecer o vício.
Foi reconhecer que, durante anos, tentaram convencê-lo de que a culpa era dele.

Mas naquele dia, algo mudou.
Pela primeira vez, ele percebeu que carregar o peso da família não o salvou só o quebrou.
E que a adição não nasceu de falha moral nenhuma… nasceu de dores que nunca lhe deixaram sentir.

A verdade é esta:

Ninguém aguenta tudo.
Ninguém deveria ser o “responsável por estragar o ambiente”.
E ninguém merece ser silenciado pela culpa dos outros.

A tua dor é legítima.
A tua história importa.
E a tua recuperação começa quando deixas de pedir desculpa por sentir.

Se isto ressoou em ti, lembra-te:
Reconhecer padrões tóxicos não é trair a família é começar a salvar-te a ti mesmo.

As festas de fim de ano podem ser lindas para muitos… mas profundamente desafiantes para quem está em recuperação.Entre ...
03/12/2025

As festas de fim de ano podem ser lindas para muitos… mas profundamente desafiantes para quem está em recuperação.
Entre a pressão social, a normalização dos excessos e a sensação de não pertencer, o simples “só hoje” pode ativar gatilhos emocionais fortes.

Neste carrossel mostro-te porque este período pode fragilizar tanto e como podes proteger o teu bem-estar com consciência e gentileza.

A recuperação exige coragem, escolhas difíceis e muita honestidade contigo próprio. E, sim, tens o direito absoluto de te preservares mesmo quando os outros não entendem.

Se esta época te deixa mais vulnerável, não te julgues.
Acolhe-te.
Pede apoio.
E lembra-te: não tens de fazer isto sozinho.

A terapia é um caminho seguro, emocionalmente protegido e feito para ti.

Endereço

Combatentes Da Grande Guerra, Nº 127
Aveiro
3810-087

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