Fernando Matos Terapeuta de Adição

Fernando Matos Terapeuta de Adição Ajudar-te a reencontrar o equilíbrio e o sentido da vida.

Cada história de recuperação começa com um passo.
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“O medo da abstinência é real. Mas não é o fim.”Ele queria parar.Tinha decidido mudar.Mas quando os primeiros sintomas a...
13/05/2026

“O medo da abstinência é real. Mas não é o fim.”

Ele queria parar.
Tinha decidido mudar.
Mas quando os primeiros sintomas apareceram… o medo tomou conta.

Ansiedade.
Tremores.
Insónia.
Irritabilidade.
O corpo inquieto.
A mente acelerada.

E a pergunta surgiu imediatamente:
“Será que eu vou aguentar isto?”

A abstinência assusta porque mexe com tudo.
Com o corpo.
Com as emoções.
Com os pensamentos.

Durante muito tempo, o consumo foi usado para aliviar dor, tensão, vazio ou medo.
Quando ele desaparece, o organismo precisa de tempo para reaprender a funcionar sem essa anestesia.

E é importante perceber isto:
os sintomas não significam que estás a falhar.
Significam que o teu corpo está em adaptação.

Por isso, não enfrentes este processo sozinho.
Acompanhamento terapêutico e apoio seguro fazem diferença.
Há formas de cuidar do corpo e da mente durante esta fase.

O medo da abstinência é real.
Mas também é real a possibilidade de recuperação.

Não te assustes com o desconforto do início.
Muitas vezes, ele é apenas o primeiro passo de uma vida mais consciente.

Muitas pessoas só procuram ajuda quando tudo já está a cair.Mas a verdade é que a dependência costuma dar sinais muito a...
07/05/2026

Muitas pessoas só procuram ajuda quando tudo já está a cair.
Mas a verdade é que a dependência costuma dar sinais muito antes disso.

Isolamento.
Perda de responsabilidades.
Desejo intenso.
Consumo apesar das consequências.

Neste carrossel partilho alguns sinais reais que podem indicar que o consumo já está a ocupar um espaço perigoso na tua vida.

Sem julgamentos.
Sem rótulos.
Com consciência e verdade.

Reconhecer um problema não é fraqueza.
É o primeiro passo para recuperar equilíbrio, relações e paz interior.

Se te identificaste com este conteúdo, não ignores esse sinal.
Falar sobre o que estás a viver pode mudar o rumo da tua história.

A terapia pode ajudar-te a compreender o que está por trás do consumo e a construir caminhos mais seguros.

“Eu não sou assim… como é que cheguei aqui?”Ele ficou em silêncio depois de dizer isto.Não era revolta.Era confusão.Dura...
05/05/2026

“Eu não sou assim… como é que cheguei aqui?”

Ele ficou em silêncio depois de dizer isto.
Não era revolta.
Era confusão.

Durante muito tempo, acreditou que tinha tudo sob controlo.
Que sabia onde estava.
Que conseguia parar quando quisesse.

Mas, aos poucos, algo foi mudando.

Pequenas cedências.
Decisões que pareciam inofensivas.
Limites que foram sendo ultrapassados… quase sem dar conta.

Até que um dia olhou para a própria vida e não se reconheceu.

As relações já não eram as mesmas.
Os hábitos mudaram.
A forma de pensar, de sentir… tudo parecia diferente.

E a pergunta apareceu, inevitável:
“Como é que eu cheguei aqui?”

A verdade é que ninguém acorda um dia e escolhe perder-se.
Acontece devagar.
Em silêncio.
Sem aviso claro.

Mas há um momento como este em que a consciência desperta.

E esse momento, por mais desconfortável que seja…
é também uma oportunidade.

Não para te julgares.
Mas para começares a olhar com honestidade.

Se te sentes assim, não ignores esse sinal.
Não te afastes de ti.

Pedir ajuda não é exagero.
É direcção.

E, mesmo que agora pareça confuso,
ainda há caminho para te voltares a encontrar.

01/05/2026

Hoje quero contar-te a história de um homem… a quem eu chamo: o homem que mudou o jogo.

Ele não chegou a essa conclusão de um dia para o outro.Durante muito tempo, havia sempre uma explicação.“Eu paro quando ...
29/04/2026

Ele não chegou a essa conclusão de um dia para o outro.
Durante muito tempo, havia sempre uma explicação.

“Eu paro quando quiser.”
“É só uma fase.”
“Há pessoas bem piores do que eu.”

E assim, foi adiando o confronto com a verdade.

Até ao dia em que algo mudou.

Não foi um grande evento.
Foi um momento simples… mas brutalmente honesto.

Olhou à sua volta e percebeu:
relações desgastadas, promessas quebradas, um vazio que já não conseguia esconder.

E, pela primeira vez, disse:
“Eu já não estou bem.”

Reconhecer não foi libertador no início.
Foi assustador.
Porque trouxe uma pergunta ainda maior:
“E agora, o que é que eu faço com isto?”

Foi aí que começou o verdadeiro caminho.

Procurou ajuda.
Aceitou ser acompanhado.
E, em determinado momento, percebeu que precisava de mais estrutura e avançou para um processo de internamento.

Não como castigo.
Mas como cuidado.

Há momentos em que a força de vontade não chega.
E reconhecer isso é um acto de consciência, não de fraqueza.

Se te revês nesta história, presta atenção:
o problema não é admitir.
O problema é continuar a adiar.

A mudança começa quando a negação termina.

24/04/2026

Hoje quero falar contigo sobre três sinais de que as apostas já deixaram de ser diversão e podem estar a tornar-se uma dependência.

Quando estes sinais aparecem, o jogo já não é apenas entretenimento. Pode estar a tornar-se uma dependência.

E quanto mais cedo reconheceres isso, maiores são as hipóteses de recuperar o equilíbrio da tua vida.

O jogo patológico não é uma questão de falta de vontade, mas uma condição de saúde mental reconhecida pela Organização M...
22/04/2026

O jogo patológico não é uma questão de falta de vontade, mas uma condição de saúde mental reconhecida pela Organização Mundial da Saúde

Recebo pessoas que viram a sua "diversão inofensiva" transformar-se numa prisão invisível que afeta a família, o trabalho e a estabilidade financeira

O jogo estimula o sistema de recompensa do cérebro, criando uma dependência que torna central o ato de apostar, mesmo quando o prazer inicial já desapareceu

Os sinais: Esteja atento a comportamentos como o pensamento constante no jogo, a necessidade de aumentar as apostas, o isolamento social e o uso de dinheiro destinado a despesas essenciais

As consequências: Sem tratamento, o vício pode levar ao endividamento grave, crises conjugais e até ao risco de depressão e ideação suicida

A boa notícia? A recuperação é possível.
Através da Terapia, trabalhamos para substituir padrões de pensamento nocivos por estratégias de autocontrolo e resiliência

Se se identificou com estes sinais ou conhece alguém nesta situação, saiba que não precisa de percorrer este caminho sozinho.

O primeiro passo é reconhecer. O segundo é pedir ajuda.

16/04/2026

Se as apostas online começaram como diversão… mas agora ocupam cada vez mais espaço na tua cabeça, presta atenção a isto.

Talvez já tenhas prometido a ti próprio que era a última vez. Talvez já tenhas apostado para tentar recuperar o dinheiro perdido… e acabaste por perder ainda mais.

Talvez escondas o que está a acontecer, mintas sobre o dinheiro, ou sintas uma ansiedade enorme quando não estás a jogar.

E depois vem a culpa, a vergonha… e aquela sensação de que estás a perder o controlo da tua própria vida.

Quero que saibas uma coisa: isto não é falta de carácter. O jogo pode transformar-se numa dependência real e prender a pessoa num ciclo muito difícil de quebrar sozinho.

Se esta mensagem falou contigo, lembra-te disto: não estás sozinho. Há caminho, há esperança… e a recuperação começa quando deixas de carregar este peso em silêncio

Como terapeuta de adições, vejo diariamente que o jogo patológico não é uma questão de falta de vontade, mas uma condiçã...
13/04/2026

Como terapeuta de adições, vejo diariamente que o jogo patológico não é uma questão de falta de vontade, mas uma condição de saúde mental reconhecida pela Organização Mundial da Saúde

Atendo pessoas que viram a sua "diversão inofensiva" transformar-se numa prisão invisível que afeta a família, o trabalho e a estabilidade financeira.

Se se identificou com estes sinais ou conhece alguém nesta situação, saiba que não precisa de percorrer este caminho sozinho.

10/04/2026

Trabalho todos os dias com pessoas que lutam com dependências, álcool, dr**as, jogo e outros comportamentos que acabam por destruir relações, saúde e paz interior.

Faço acompanhamento terapêutico online e presencial, ajudando quem quer sair do ciclo da adição activa e reconstruir a sua vida, passo a passo.

Também criei uma comunidade no WhatsApp, onde partilho orientações, reflexões e apoio para quem está neste caminho de recuperação.

Se queres fazer parte desta comunidade, ou saber mais sobre o grupo terapêutico online, acesse o link da minha bio.

O jogo deixou de ser diversão e se tornou um problema?Você não está sozinho.Dados recentes do ICAD (Instituto para os Co...
07/04/2026

O jogo deixou de ser diversão e se tornou um problema?

Você não está sozinho.

Dados recentes do ICAD (Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências) acendem um alerta vermelho: o comportamento de jogo problemático está em ascensão em Portugal. Hoje, cerca de *1,3% da população já apresenta sinais de risco* e 0,6% já evidencia uma dependência clara.

Vejo que esses números representam histórias reais de sofrimento, perdas financeiras e desgaste emocional. O perfil mais afetado, segundo os dados, são *homens entre os 25 e 34 anos, e entre os 45 e 54 anos*.

Muitas vezes, a linha entre o entretenimento e o vício é invisível para quem está dentro da situação. A dependência química ou comportamental não é uma questão de "falta de vontade", mas sim uma alteração no sistema de recompensa do cérebro que exige acompanhamento profissional especializado.

Se você:
🔹 Mentiu para família ou amigos sobre o jogo;
🔹 Tenta recuperar perdas jogando ainda mais;
🔹 Sente ansiedade ou irritabilidade quando não está a jogar.

Não espere o problema escalar.

Vamos conversar?

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A sua recuperação começa com o primeiro passo.

Endereço

Combatentes Da Grande Guerra, Nº 127
Aveiro
3810-087

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