13/02/2026
Falamos de AMOR
Há o amor que nasce em nós, antes de qualquer outro como uma borboleta que renasce.
O amor-próprio. Esse é talvez o mais difícil e o mais transformador. É o amor que se constrói quando aprendemos a olhar para as nossas falhas com compaixão, quando deixamos de nos julgar com dureza e começamos a acolher as nossas fragilidades.
Amar-nos é aceitar que não somos perfeitos, mas somos inteiros. É dizer “eu mereço” sem culpa.
É saber f**ar sozinhos sem nos sentirmos abandonados.
É perdoar pelos caminhos errados e celebrarmos cada pequeno passo certo. O amor-próprio é o alicerce sem ele, todos os outros amores tremem.
Depois há o amor que oferecemos aos outros. Esse amor que se manifesta em gestos simples: numa mensagem inesperada, num abraço apertado, numa escuta atenta.
Amar alguém é escolher cuidar, mesmo quando é mais fácil desistir. É reconhecer a humanidade do outro, com as suas luzes e sombras. É dar espaço para que o outro seja quem é, sem querer moldar à nossa medida.
O amor verdadeiro não aprisiona, não diminui, não exige máscaras. Ele liberta. Ele encoraja. Ele cresce na liberdade e floresce na confiança.
Há também o amor que sentimos pelo que nos faz vibrar pela música que nos arrepia, pelos livros que nos transformam, pelos lugares que nos fazem sentir em casa.
Amar o que gostamos é permitir-nos sentir prazer sem culpa.
É nutrir a alma com aquilo que a alimenta. É dançar sozinhos na sala, é perdermo-nos numa paisagem, é emocionar-nos com uma memória.
Esse amor lembra-nos que a vida não é ap***s sobrevivência, é experiência, é presença, é encanto.
As diferentes formas de AMOR ❤️🌸🍀🦋🐛
TerapeutAndreaLoureiro