Qualia Somos a Cláudia, o Bruno e a Maria do Mar. Uma família. Vamos descobrir juntos!

Neste lar, a nossa terapia e o Humanismo devolvem o sentido a quem procura uma nova forma de "ser" e "existir A Vida não se explica: habita-se.

O MEDO DE DIZER "NÃO SEI"Porque é que temos tanta pressa em explicar a vida, em vez de a viver?Temos um medo visceral de...
08/05/2026

O MEDO DE DIZER "NÃO SEI"
Porque é que temos tanta pressa em explicar a vida, em vez de a viver?

Temos um medo visceral de admitir que não sabemos as respostas. Na nossa cultura, parece que fomos ensinados a ter sempre uma opinião, um dado ou uma teoria na ponta da língua. Usamos a informação como se fosse uma rede de segurança, um escudo que nos protege do desconforto de estarmos perdidos. O problema é que, ao enchermos a nossa cabeça de explicações e de rótulos sobre quem somos, deixamos de ter espaço para sentir o que é real.

Este medo de não saber esconde abismos que nos dão vertigens. No fundo, temos pânico de que, se largarmos as nossas certezas e os nossos títulos, não sobre nada. Temos medo de ser "ninguém". Usamos o conhecimento para tentar controlar o amanhã, para sentirmos que o mundo é um lugar arrumado e previsível. Preferimos uma explicação técnica, mesmo que seja triste ou limitadora, ao vazio de uma liberdade que não conseguimos domesticar. É o medo de sermos vulneráveis, de admitirmos que, tal como toda a gente, estamos a caminhar no mistério.

Na nossa casa, acreditamos que a verdadeira sabedoria não é saber muito, mas ter a coragem de ser inocente.

Quando rotulamos a nossa dor com um diagnóstico, ou quando achamos que já "conhecemos" bem quem vive connosco, deixamos de ver a pessoa e passamos a ver o conceito. O excesso de certezas asfixia o espírito e impede a renovação. Para recuperarmos a nossa Ontonomia, a nossa capacidade de ditar o rumo da nossa própria vida, temos de aprender a morrer para o passado. Temos de ter a audácia de limpar o olhar e de enfrentar o presente, sem o entulho das velhas histórias que nos contaram sobre nós.

A Ontoterapia não é um curso para aprenderes mais definições, é um espaço para desaprenderes o que te limita. É o convite para saíres da ilusão das palavras e passares para o Real. Saúde é termos a integridade de um espírito que não precisa de muletas técnicas para se aguentar de pé. O sentido da nossa vida não se encontra em manuais, afirma-se na acção de quem escolhe estar presente, aqui e agora, sem o medo de admitir que a vida é maior do que todas as nossas explicações.

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08/05/2026
O QUE ACONTECE ANTES DA PSICOTERAPIA?Porque é que fomos ensinados a tratar a dor e nunca a sustentar a vida?O ser humano...
05/05/2026

O QUE ACONTECE ANTES DA PSICOTERAPIA?
Porque é que fomos ensinados a tratar a dor e nunca a sustentar a vida?

O ser humano é uma obra de soberania e mistério. Existir não é um erro que precise de ser corrigido, mas uma afirmação constante que exige espaço, fôlego e uma direcção autêntica. No entanto, vivemos numa cultura que nos ensinou a olhar para dentro apenas quando a dor se torna insuportável. Fomos condicionados a acreditar que a saúde é o silêncio dos sintomas, ignorando a imensidão de quem somos enquanto a estrutura ainda se aguenta de pé.

Aprendemos a pedir ajuda quando o incêndio já deflagrou. Ensinaram-nos a ser socorristas da nossa própria mente, mas nunca nos explicaram como cuidar da nossa arquitectura interna para que ela nunca fosse inflamável. É neste esquecimento de nós próprios que a Psicoterapia aparece.

A Psicoterapia é uma disciplina de fronteira, essencial e necessária, que actua no limite onde a vida já se tornou um peso. Ela nasce da patologia e opera sobre a falha. Mas chegar a um espaço clínico é, muitas vezes, o sinal de que fomos longe demais no erro de nos deixarmos domesticar pelo mundo. É o reconhecimento de que a nossa estrutura já não suporta a realidade que aceitámos carregar.

Na nossa visão, não precisas de estar quebrado para assumires o comando. O que vem antes da cura é a Ontoterapia.

A Ontoterapia é a expressão mais humana da nossa existência na Vida e no Cosmos. Não foca o passado para explicar a dor, mas sustenta o presente para afirmar a soberania. É o resgate da nossa Ontonomia — a capacidade de seres tu a ditar a lei da tua própria história. É a formação para a existência que nos faltou na escola e que nos permite manter o equilíbrio com o Real, antes que o sistema nos transforme em meros pacientes de uma qualquer patologia.

Saúde não é a ausência de um diagnóstico. Saúde é a integridade de um espírito que não precisa de ser curado, porque nunca permitiu ser silenciado. O sentido da nossa vida não se recupera apenas num divã após a queda. Afirma-se na acção consciente, todos os dias, antes que seja tarde demais.

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SEM QUERER, PODEMOS ESTAR A SER OS ADOLESCENTES QUE FOMOS, A ADOECER AGORA OS NOSSOS FILHOSAo longo destes anos, aqui na...
27/04/2026

SEM QUERER, PODEMOS ESTAR A SER OS ADOLESCENTES QUE FOMOS,
A ADOECER AGORA OS NOSSOS FILHOS

Ao longo destes anos, aqui na Qualia, ouvimos adolescentes dizerem coisas que nenhum pai quer escutar. Ouvimos que é mais fácil pensar em morrer do que continuar a fingir que está tudo bem. O s**o sem sentido, a droga que apaga a cabeça ou o isolamento no quarto não são revoltas. São formas de parar o tempo. Eles estão, simplesmente, exaustos de nós.

O que nós, os adultos, não percebemos é que a adolescência é o parto da individuação. É o momento em que o teu filho morre como teu reflexo para nascer como um ser soberano. Para a maioria de nós, isso parece uma traição.

Nós somos os mesmos adolescentes que, um dia, quiseram saltar o muro. Mas domesticámos a nossa memória. Agora, construímos prisões de expectativas. Queremos notas, sucesso, comportamento. Chamamos a isto "amor", mas para eles isto são apenas as grades de uma cela.

A armadilha é cruel. Quando eram crianças, o comando era "faz, descobre, cresce". Agora que estão a descobrir quem são, o nosso comando muda para "não faças, não digas, não sejas". Se somos exigentes ou distantes, a casa deixa de ser um abrigo e passa a ser um palco onde eles têm de usar uma máscara para sobreviver ao nosso olhar.

As medidas extremas são actos de soberania desesperada. O jovem que colide com o abismo não está doente. Está a tentar furar as paredes de uma vida de plástico. Ele prefere o risco da morte à garantia de ser um boneco que serve apenas para nos deixar orgulhosos.

Na Qualia, não estamos aqui para devolver o teu filho à obediência. Isso seria assassiná-lo. Estamos aqui para ajudar a família a perceber que o erro não é um crime, é o início da liberdade. O teu filho não precisa de ser posto na linha. Precisa que tu tenhas a coragem de o deixar existir, mesmo que isso destrua os teus planos.

A dor só pára quando a verdade começa. E a verdade é que o teu filho não precisa de ser salvo da rebeldia dele. Ele precisa de ser resgatado da tua necessidade de que ele seja perfeito. O amor só começa quando a posse termina.

SÓ VERDADEQuando a nossa Humaninha de 6 anos decide que chegou a hora de enfrentar o RealA Maria do Mar decidiu que hoje...
23/04/2026

SÓ VERDADE
Quando a nossa Humaninha de 6 anos decide que chegou a hora de enfrentar o Real

A Maria do Mar decidiu que hoje era o dia de perguntar sobre a Verdade. E quando o fôlego da curiosidade aperta... não há como fugir! Explicámos tudo. Falámos sobre o que significa, realmente, sermos verdadeiros — sobre o peso da autenticidade, da honestidade e da sinceridade que nos torna altruístas.

Mas fomos mais longe... fomos ao avesso. Falámos da sombra: de ser falso, do disfarce da dissimulação e do rasto feio que o engano, a mentira e a manipulação deixam pelo caminho.

Foi intenso! Dava para sentir a vibração cá fora... as rodas dentadas na cabecinha dela a girarem com uma força incrível. Vimos o momento exacto em que as peças encaixaram e o mundo dela se tornou mais nítido... mais humano. No final, o resumo da Maria do Mar ficou gravado no papel: um coração e um compromisso. «Só Verdade».

Na nossa casa, sabemos que agir é passar da ilusão para o Real. Se uma criança de seis anos sente a urgência de distinguir a verdade do disfarce... o que é que nos falta a nós para fazermos o mesmo com a nossa própria existência?

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ESCOLHER O ACOMPANHAMENTO CERTO É O NOSSO PRIMEIRO ACTO DE SOBERANIAA importância da terapia certa, para caminharmos no ...
17/04/2026

ESCOLHER O ACOMPANHAMENTO CERTO É O NOSSO PRIMEIRO ACTO DE SOBERANIA
A importância da terapia certa, para caminharmos no sentido correcto

Decidir quem nos acompanha na nossa jornada é, talvez, o momento mais crítico da nossa existência, porque essa escolha já é, por si só, um diagnóstico. Na maioria das vezes, sem que o nosso espírito se aperceba, não estamos à procura de liberdade, mas sim de um novo tipo de cativeiro mais confortável. Procuramos alguém que nos valide, que nos dê o colo que o sistema nos negou e que nos convença de que as nossas desculpas são verdades absolutas. E quando encontramos esse «apoio» que apenas nos consola, o que estamos a fazer é a contratar um cúmplice para a nossa própria estagnação.

É um pacto de não-ser onde nada muda.

Na nossa casa, o que nos torna diferentes de tudo o resto é que não acreditamos em processos de «ajustamento». O mundo já está cheio de gente perfeitamente ajustada a uma vida que não é a sua. O nosso Humanismo olha para a pessoa como um projecto soberano que se esqueceu de como é que se respira com autoridade sobre a própria história. Não somos uma máquina com peças partidas que precisam de ser coladas para voltarmos a produzir. Somos arquitectos que perderam a ferramenta e que se habituaram a viver na cave de uma planta desenhada por outros.

O acompanhamento certo não serve para te sentires «bem» no imediato. Serve para te devolver a integridade.

A terapia que realmente muda a vida é aquela que tem a coragem de ser um espelho frio e honesto, que não se deixa seduzir pelo nosso papel de vítima. É um encontro onde o que importa é a urgência de agir com consciência. Se quem nos acompanha tem medo da nossa dor ou, pior ainda, tem medo da nossa força, essa pessoa vai acabar por polir as paredes da nossa prisão em vez de nos ajudar a derrubá-las.

A nossa ontologia exige que o espírito deixe de ser apenas um operário do passado para passar a ser o dono do presente.

A soberania começa precisamente quando decidimos que o tempo das desculpas e dos subornos emocionais acabou. É o momento em que aceitamos que a nossa vida é a nossa única obra e que não aceitamos menos do que a nossa verdade mais profunda para a construir. Caminhar no sentido correcto é, antes de tudo, caminhar com quem não nos deixa fugir de nós próprios.

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A SIMBIOSE COMO PACTO DE NÃO-SERMuitas vezes, o que o sistema chama de "amor" ou "lealdade" é, na verdade, um pacto sile...
16/04/2026

A SIMBIOSE COMO PACTO DE NÃO-SER

Muitas vezes, o que o sistema chama de "amor" ou "lealdade" é, na verdade, um pacto silencioso de não-ser. O cuidador que não se individuou precisa de uma cria eterna para justificar a nossa própria existência. Se o filho, o parceiro ou o amigo se torna soberano, ele retira o tapete à ilusão de utilidade do outro. O Complexo de Inferioridade é mantido activo porque ele é a moeda de troca nestas relações: "eu cuido de ti porque tu não consegues, e tu não consegues para que eu possa cuidar de ti".

No nosso logos, identificamos isto como um compromisso com a fragilidade partilhada. O bloqueio torna-se a estrutura que segura não apenas um indivíduo, mas todo um sistema que tem pavor da individuação. O espírito que tenta romper com isto sente que está a cometer um "crime" de desamor, quando, na verdade, está apenas a tentar cumprir a sua vocação ontológica de ser inteiro.

O MOMENTO DA DIFERENCIAÇÃO

A transição para o Self Individuado exige a coragem de enfrentar o desapontamento alheio. Para que a pessoa deixe de ser a arquitecta de uma prisão e passe a ser a arquitecta da nossa própria casa, ela tem de estar disposta a desapontar aqueles que a preferiam "pequena". Esta quebra de expectativa é o preço da soberania.

O fôlego do espírito é muitas vezes asfixiado pela gratidão mal compreendida. A pessoa sente que "deve" a nossa fraqueza àqueles que a apoiaram enquanto ela era frágil. Mas o Humanismo Ontológico diz-nos que a verdadeira honra àqueles que nos cuidaram não é permanecermos crias, mas sim usarmos esse cuidado como base para nos tornarmos adultos capazes de habitar o Real. O bloqueio é uma homenagem póstuma a um tempo que já passou. Quando o indivíduo percebe que a nossa "incapacidade" é apenas uma lealdade invisível a uma planta desenhada por outros, o cimento começa a estalar.

A DESIDENTIFICAÇÃO DO ERRO

O passo mais profundo da nossa reflexão é ajudar o ser a separar a nossa essência da arquitectura que ele foi treinado para construir. Se eu passei trinta anos a construir paredes de medo porque me disseram que o mundo era perigoso, eu acabo por acreditar que eu sou o medo.

O nosso trabalho na Qualia é mostrar que o medo é a parede, não é o arquitecto. O arquitecto é o espírito que tem a capacidade de observar a parede e decidir que ela já não serve. A ontopatologia nasce da confusão entre o ser e o bloqueio. Quando a pessoa percebe que "estar bloqueado" é uma acção de manutenção que ela exerce todos os dias, e não um estado permanente do nosso espírito, ela recupera o poder de largar os tijolos.

O ESPELHO DO REAL

O meio e os cuidadores funcionam como espelhos. Se o espelho é curvo, a imagem da criança é deformada. O Bloqueio Ontológico é a tentativa do espírito de se ajustar a essa imagem deformada para não perder o reflexo. Na nossa casa, nós oferecemos um espelho plano: o Real. Nele, a pessoa vê que o nosso fôlego é maior do que a sala onde a tentaram fechar. Vê que o nosso Complexo de Inferioridade não é uma falha genética, mas um hábito de submissão a uma planta que nunca foi dela.

A soberania não nasce da negação da história, mas da decisão de deixar de ser o operário de um passado que já não existe. É o momento em que o arquitecto olha para os "co-autores" e diz: "Obrigado pelos materiais, mas a partir de agora, sou eu que decido o que edificar no nosso tempo e no nosso espaço".

O IMPACTO DO HUMANISMO ONTOLÓGICO NA (RE)CONQUISTA DO SERUma análise sobre a convergência entre a dignidade humana, a li...
13/04/2026

O IMPACTO DO HUMANISMO ONTOLÓGICO NA (RE)CONQUISTA DO SER
Uma análise sobre a convergência entre a dignidade humana, a liberdade absoluta e a verdade da existência, que nos retira do labirinto das explicações psicológicas para nos devolver ao compromisso inadiável com a nossa vida e com a soberania do nosso espirito.

Na nossa casa, não nos limitamos a coleccionar teorias, ou a ouvir relatos passivos. O que realizamos é uma síntese vital onde o Humanismo, o Existencialismo e a Ontologia deixam de ser apenas receitas históricas, para se tornarem um único fôlego. O Humanismo Ontológico não é uma fusão académica, é a nossa resposta à fragmentação do sujeito moderno, que sabe tudo sobre o seu passado, mas nada sobre a força da sua presença no agora.

Quando o Humanismo nos devolve a dignidade e o Existencialismo nos atira para a nossa liberdade radical, a Ontologia ancora a nossa presença na verdade do ser. Este é o cerne da nossa prática. A maioria dos processos de cura perde o sentido no vício do porquê, transformando a dor num objecto de estudo e o nosso espirito num paciente passivo, que espera por uma revelação intelectual. Na Qualia, recusamos a segurança anestesiante da explicação. Entendemos que a dor não é um erro para ser justificado, mas uma condição para ser atravessada com integridade. O vício de procurar causas é, no fundo, um medo profundo de encarar o Real, sem as muletas da interpretação.

Agir é a única forma de passar da ilusão para o Real. A soberania do nosso espirito não se encontra nos arquivos da memória, mas na coragem de perguntar quem estamos a ser agora, perante o facto absoluto da nossa existência. O Humanismo Ontológico exige que a verdade deixe de ser um conceito distante, para ser um acto de autonomia. É o fim da conversa sobre a vida e o início da própria vida, onde o fôlego recuperado nos permite, finalmente, habitar a realidade com inteireza e sem o refúgio das desculpas.

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A TERRA NÃO É UM LUGAR — É O SISTEMA QUE SOMOSQuando a visão do espaço nos obriga à Ética e à Verdade que sustenta o nos...
12/04/2026

A TERRA NÃO É UM LUGAR — É O SISTEMA QUE SOMOS
Quando a visão do espaço nos obriga à Ética e à Verdade que sustenta o nosso fôlego

Sempre que um astronauta ou cosmonauta regressa da sua missão — traz sempre uma nova perspectiva da Vida e da Existência: a confirmação absoluta de que somos um sistema único — e que a nossa desconexão é a maior de todas as nossas ficções. Da Lua — o que se vê é o fluxo da Vida — um movimento contínuo e indissociável que não conhece as fronteiras que inventámos para nos sentirmos seguros na nossa mesquinhez. Vemos a Terra como esse grão de areia — o Ponto Azul Claro — onde cada fôlego humano e todas as outras formas de vida partilham a mesma urgência de existir sob as mesmas leis cósmicas.

O drama do nosso tempo é que vivemos em coma — profundamente desconectados dos processos naturais e cósmicos que nos sustentam. Na nossa visão — a sustentabilidade não é apenas um conceito ecológico — é a nossa capacidade ética de sermos congruentes com este sistema. Quando escolhemos a Moral da conveniência em vez da Ética do compromisso — estamos a assassinar o elo que nos une ao todo. Preferimos as nossas peripécias — as nossas guerras de ego e as nossas estratégias de isolamento — esquecendo que o tempo não é o relógio do mercado — mas sim a matéria-prima do nosso espírito. O tempo na nossa casa é o tempo do rigor — o tempo necessário para que a verdade erosione a mentira e nos devolva a nossa soberania.

A missão Artemis II veio confirmar — novamente — que a nossa desconexão entre humanos e com todas as formas de vida é uma patologia voluntária. Agir é passar da ilusão dessa separação para o Real da nossa interdependência absoluta. Este processo de acordar e de voltar a habitar o fluxo da Vida é um trabalho duro — difícil — e que demora muito tempo. Exige um esforço físico e espiritual que nos deixa exaustos — pois obriga-nos a queimar as máscaras que usamos para não sentirmos a nossa escala real. É a labuta de quem decide deixar de ser um ruído no vácuo para passar a ser um pulso consciente no coração do sistema.

Quem persiste nesta travessia — quem não desiste perante o desconforto de olhar para o espelho cósmico e aceita a responsabilidade de ser íntegro — encontra uma nova forma de Ser. Deixamos de viver fragmentados e passamos a habitar a nossa existência com um fôlego que já não precisa de desculpas. No fim — a paz que conquistamos é a força de quem percebeu que — neste grão de poeira perdido no infinito — a nossa única missão é sustentar a vida através de uma verdade que não admite sombras.

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JOGAR AO HUMANISMO POR TODO O MUNDO É A NOSSA FORMA DE HABITAR O REALA futebolada espontânea que prova por que razão o n...
11/04/2026

JOGAR AO HUMANISMO POR TODO O MUNDO É A NOSSA FORMA DE HABITAR O REAL
A futebolada espontânea que prova por que razão o nosso lugar é o mundo e não o aperto das paredes

Ontem, numa cidade vizinha, a vida aconteceu sem pedir licença e lembrou-nos que os encontros mais profundos não se agendam nem se fecham entre quatro paredes. Uma das nossas Boas Pessoas soube que andávamos por lá e quis apenas vir ter connosco para conversar... sem a frieza de qualquer lugar fechado e sem o peso daquele protocolo invisível que só serve para distanciar as pessoas quando elas mais precisam de se aproximar.

O que se seguiu foi um encontro no chão da rua, com uma bola vermelha e a vontade pura de partilhar o instante. É nestas situações que o nosso espirito respira com a liberdade que lhe é devida. No meio do jogo e da conversa solta percebemos que a verdade do que somos não precisa de nomes complicados nem de teorias para ganhar força. Foi a naturalidade pura do nosso modelo humanista a manifestar-se tal como tem acontecido todos os dias desde há 12 anos.

Passamos tanto tempo a tentar encaixar em moldes que não são nossos, a carregar aquela pele pesada que usamos para sermos aceites pela sociedade, que por vezes nos esquecemos do que é ser livre. Mas ali, naquele jogo improvisado, essa pele caiu por terra. Sentimos o corpo a responder com a alegria de um passe ou de uma corrida feita com o coração e, de repente, estávamos noutro lugar.

Este é o lugar onde o nosso espirito finalmente respira sem medos. É o momento em que a verdade do ser se sobrepõe a qualquer procedimento técnico ou frio. Não são precisas palavras difíceis para descrever a transformação que se sente quando duas pessoas se encontram de forma nua e autêntica. Aquela tarde foi a celebração da humanidade que nos une. Foi o dia em que estivemos mergulhados na vida real e em que sentimos que o caminho para a liberdade passa por termos a coragem de sermos apenas nós próprios.

A nossa missão é esta presença desarmada... estar lá, por inteiro, onde a vida pulsa com toda a sua força.

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MUDAR DÁ TRABALHO — DEMORA TEMPO — E EXIGE ESFORÇOA honestidade de quem decide habitar o Real sem ilusõesTemos de ser ho...
09/04/2026

MUDAR DÁ TRABALHO — DEMORA TEMPO — E EXIGE ESFORÇO
A honestidade de quem decide habitar o Real sem ilusões

Temos de ser honestos — mudar de vida não é um acontecimento súbito nem uma descoberta mágica que resolve tudo num instante. Na nossa casa — sabemos que a transformação real é um processo difícil — demorado — e que muitas vezes dói — precisamente porque nos obriga a lidar com a verdade das nossas acções e com o peso das nossas escolhas. Não estamos aqui para oferecer soluções fáceis ou para validar desculpas — mas para acompanhar o esforço de quem decidiu — finalmente — que quer ser uma pessoa melhor e mais íntegra.

Este percurso exige tempo — muito mais tempo do que a nossa impaciência gostaria — porque não se desfazem anos de comportamentos automáticos e de decisões erradas em meia dúzia de dias. É uma labuta constante de olhar para o espelho sem filtros — e de assumir a responsabilidade por cada passo que damos — sem fugir para o conforto da vitimização ou para o abrigo da conveniência. O nosso Humanismo reside em respeitar este tempo e em não vender ilusões — garantindo que o crescimento seja sólido — e que o espirito ganhe o fôlego necessário para habitar o Real com soberania.

A dor que sentimos ao mudar não é um castigo — é apenas o atrito natural de quem está a tentar sair de um ciclo de inércia para construir algo novo. No entanto — quem persiste neste caminho — quem não desiste quando o desconforto se torna real e a vontade de fugir aperta — encontra uma nova forma de Ser. Não se trata de uma cura mágica — mas de descobrir uma nova maneira de habitar a própria existência com uma dignidade e uma verdade que antes eram impossíveis. No final — o fôlego que conquistamos é a força de quem atravessou a própria história e decidiu — com verdade — que já não precisa de máscaras para viver com integridade.

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