Cláudia Graça - Psicóloga Clínica

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Talvez Janeiro não seja ainda para decidir quem vais ser.Talvez seja só para perceberem que momentos te abandonas sem da...
29/01/2026

Talvez Janeiro não seja ainda para decidir quem vais ser.

Talvez seja só para perceber
em que momentos te abandonas sem dares por isso.

Sem grandes promessas.
Sem listas novas.
Sem versões melhoradas à pressa e sob esforço.

Talvez Janeiro traga a oportunidade
de comunicares contigo mesma/o/e.

Só em presença.
Só com honestidade.
Só com o gesto simples de f**ares contigo.

🦋 Quebra o padrão

Há uma ideia muito presente de que, depois da exaustão,depois da dor,depois da crise,temos de sair “melhores”.Mais forte...
27/01/2026

Há uma ideia muito presente de que, depois da exaustão,
depois da dor,
depois da crise,
temos de sair “melhores”.

Mais fortes.
Mais resolvidos.
Mais leves.

Mas muitas vezes isso é só mais uma forma de violência interna.
Uma exigência disfarçada de crescimento.

A identidade não é um projeto de melhoria contínua.
É um processo vivo.
Que se move.
Que se contradiz.
Que pede tempo, disponibilidade e presença.

Antes de mudares, talvez precises de escutar.
O cansaço.
A ambivalência.
A parte que ainda não sabe.

Nem tudo o que surge é bonito.
Mas pode ser honesto.
E isso já é um começo.

🦋 Quebra o padrão

22/01/2026

Nem tudo o que surge depois da exaustão é bonito.

Às vezes é desconfortável.
Às vezes é silêncio.

Mas é real.
E o real é onde começa a reconstrução.

🦋 Quebra o padrão

Há uma fase em que já não estás em modo sobrevivência,mas também ainda não estás em casa dentro de ti.É um território es...
20/01/2026

Há uma fase em que já não estás em modo sobrevivência,
mas também ainda não estás em casa dentro de ti.

É um território estranho.

Menos urgente.

Mais verdadeiro.

Nem tudo o que aparece aí - nesse sítio - é bonito ou confortável.
Mas é teu ✨

E isso já é um começo.

🦋 Quebra o padrão

H uma fase em que já não estás em modo sobrevivência,
mas também ainda não estás em casa dentro de ti.

É um território estranho.
Menos urgente.
Mais verdadeiro.

Nem tudo o que aparece aí é bonito.
Mas é teu.

E isso já é um começo.

🦋 Quebra o padrão

Às vezes, reencontrar-tenão começa com decisões.Começa com perguntas simples - daquelas que nunca tiveram espaçopara ser...
15/01/2026

Às vezes, reencontrar-te
não começa com decisões.

Começa com perguntas simples -
daquelas que nunca tiveram espaço
para serem ouvidas antes.

Não é para agir.
Não é para resolver.
É só para ouvir o que já anda aí.

🦋 Quebra o padrão ✨

Se esta pergunta te tocou, guarda.
Não para responder agora -
mas para voltares quando fizer sentido ♡

O que faço com esta sensação de vazio?E se eu te disser que o vazio que aparece depois da exaustão não é um problema? Du...
13/01/2026

O que faço com esta sensação de vazio?

E se eu te disser que
o vazio que aparece depois da exaustão não é um problema?

Durante muito tempo,
tudo era urgente.
Decisões a tomar.
Respostas a dar.
Coisas a aguentar.

Quando essa urgência cai,
o silêncio aparece
e pode assustar.

Mas o silêncio não é falha.
É sinal de que o corpo
já não precisa de estar
em modo de emergência.

Ele estava ocupado a sobreviver.
Agora, pode finalmente parar.

Nem todo o vazio precisa de resposta.
Alguns precisam apenas de tempo.
E, sobretudo, de acolhimento.

Não te apresses.
Tens tempo para descobrir
quem te estás a tornar.

🦋 Quebra o padrão

(Se este carrossel ficou contigo, guarda.
Não para responder - mas para voltar).

🪑 Há pessoas que não sabem quem sãosem estar cansadas.Porque, durante muito tempo,a identidade colou-seà exigência,à ent...
08/01/2026

🪑 Há pessoas que não sabem quem são
sem estar cansadas.

Porque, durante muito tempo,
a identidade colou-se
à exigência,
à entrega,
à utilidade.

O valor pessoal confundiu-se com o esforço.
E o descanso passou a ser estranho -
quase ameaçador,
ou até mesmo sinónimo de preguiça,
de diminuição,
de fragilidade.

Quando o ritmo abranda,
não surge logo clareza.
Surge silêncio.
E, às vezes, desconforto.

Não te assustes - não é vazio.
É espaço a aparecer pela primeira vez.

Permite-te descobrir
o que ele tem para te mostrar.

🦋 Quebra o padrão

Há vida para lá da exaustão 🪔Existem momentos em que o corpo abranda -não por escolha,mas porque já não consegue continu...
06/01/2026

Há vida para lá da exaustão 🪔

Existem momentos em que o corpo abranda -
não por escolha,
mas porque já não consegue continuar a sobreviver.

E quando o modo de emergência se desliga,
algo estranho acontece:
a pergunta “quem sou eu?” f**a em suspenso.

Já não és só a pessoa
que aguenta.
Que responde.
Que continua - mesmo cansada.

Mas também ainda não sabes bem
quem te estás a tornar.

Este vazio assusta,
mas não é regressão.
É espaço novo.
Ainda sem forma.

Recuperar não é voltar ao que eras.
É escolher diferente.
É aprender a viver com limites mais claros,
num ritmo mais humano
e com escolhas que não te abandonam.

Talvez a pergunta agora não seja:
“como volto ao que era?”

Mas sim:
quem posso ser sem me perder?

Se esta pergunta ficou contigo, não estás sozinha. 🤍

🦋 Quebra o padrão

2025 - Trans.forma.d♡rEste foi um ano de perdas.De lutos visíveis e invisíveis.De despedidas que mudaram tudo.Foi pesado...
31/12/2025

2025 - Trans.forma.d♡r

Este foi um ano de perdas.
De lutos visíveis e invisíveis.
De despedidas que mudaram tudo.

Foi pesado.
Foi doloroso.
Foi intenso.
E foi, acima de tudo, transformador.

Pelo caminho, perdi pessoas, referências e certezas:
sobre quem eu achava que era - ou que deveria ser,
sobre como a vida “devia” acontecer,
sobre a ilusão de controlo que às vezes nos embala.

Houve dias em que respirar - muito devagarinho - foi o máximo possível.
Outros em que sorrir parecia quase uma traição à dor.
E muitos em que o corpo foi mais honesto do que qualquer palavra.

Este ano relembrou-me que o luto não é um momento -
é um território.
E que não se atravessa uma perda
sem que algo em nós mude para sempre.

Mas também aprendi isto:
continuar não é esquecer.
É aprender a viver com espaço para a ausência.
É amar mesmo quando dói.
É f**ar, mesmo quando tudo em nós quer fugir.

Foi um ano que me obrigou a largar o que já não cabia.
A simplif**ar.
A ser ainda mais gentil comigo.
A parar de fingir força
onde, na verdade, só havia sobrevivência.

E talvez essa tenha sido a maior lição:
permitir que a dor não me endurecesse,
mas se transformasse
em todas as formas de amor
que hoje sou capaz de sustentar.

Se este ano te levou alguém -
ou algo que era fundamental para ti -
e se algo ainda não está integrado,
quero que saibas: não estás “partida”.
Estás em processo.

Não faço esta partilha para parecer forte.
Nem para inspirar superação.

Partilho para honrar.
Porque nem todas as travessias terminam em luz -
algumas terminam em verdade.

E é exatamente assim que termino este ano:
presente.
honesta.
transformada.
ainda aqui.

✨presença possível > presença perfeita
🦋 quebra o padrão

Não é só descansar.É escolher melhor - de ti para ti.Há pessoas que descansam.Dormem mais.Param alguns dias.E ainda assi...
27/12/2025

Não é só descansar.
É escolher melhor - de ti para ti.

Há pessoas que descansam.
Dormem mais.
Param alguns dias.

E ainda assim voltam cansadas.

Não porque o descanso não funcione,
mas porque aquilo que as adoeceu
continua lá - igual, intacto, exatamente da mesma forma.

O burnout raramente nasce só da falta de pausas.
Nasce da exigência constante.
Da normalização do “aguenta só mais um bocadinho”.
De viver em modo sobrevivência tempo demais.

Quando o corpo aprende que não há espaço para abrandar,
desliga-se do prazer,
da presença,
da energia vital.

Não por falha.
Mas por proteção.

Por isso, sair do burnout não é uma decisão dramática.
É uma escolha diária.
Pequena.
Repetida.
Consciente.

Escolher ouvir o corpo antes de ele gritar.
Escolher baixar o ritmo sem culpa.
Escolher parar de negociar com o que faz mal.
Escolher alinhar o que dás
com o que realmente consegues sustentar.

Cuidar de ti não é parar a vida.
É parar de te perder nela.

Talvez este seja o momento de deixares em 2024
o que já não te serve.

E a tua exaustão -
essa, com certeza, não precisa de ir.

🦋 Quebra o padrão
da tua PsiCláudia

Quem disse que o Natal é sempre uma época feliz?Alguns anos trazem Natais duros.Difíceis.Que pesam mais do que aquecem.T...
24/12/2025

Quem disse que o Natal é sempre uma época feliz?

Alguns anos trazem Natais duros.
Difíceis.
Que pesam mais do que aquecem.

Trazem memória.
Ausência.
Cansaço acumulado.

E quando isso acontece, não é sinal de ingratidão.
É sinal de que houve perdas.
De que algo doeu.
De que o corpo e o coração ainda estão a tentar integrar.

Se este Natal te pesa,
não te forces a sentir diferente.
Não te expliques.
Não te compares.

Não tens de celebrar para merecer descanso.
Não tens de sorrir para ser aceite.
Não tens de estar inteira para seres digna de cuidado.

Talvez hoje baste isto:
respirar como dá.
f**ar onde consegues.
permitir que este dia passe
sem te abandonares no processo.

Que encontres, nem que seja por instantes,
um lugar onde possas pousar
com tudo o que és e tudo o que trazes agora.

Se este Natal está difícil para ti,
não precisas de atravessá-lo sozinho/a.

Às vezes, escrever duas linhas já alivia um pouco.
Se sentires vontade, a minha caixa está aberta.

✨ presença possível > presença perfeita
🦋 Quebra o padrão - PsiCláudia

🎄Nem tudo o que aparece no Natal é falta de gratidão.Nem tudo o que pesa é desamor.Nem sempre o burnout aparece como can...
23/12/2025

🎄Nem tudo o que aparece no Natal é falta de gratidão.
Nem tudo o que pesa é desamor.

Nem sempre o burnout aparece como cansaço extremo.
Às vezes, mostra-se em sinais pequenos.

Irritação sem motivo “grave”.
Vontade de desaparecer um pouco.
Culpa por não sentir alegria.
Um corpo pesado, mesmo parado.

Isto não é falha emocional.
É um corpo que esteve tempo demais em alerta
e começa a proteger-se como consegue.

No Natal, esses sinais confundem.
Porque há expectativas-
e um corpo que já não acompanha.

Talvez o limite não seja fazer menos.
Talvez seja escutar melhor.

😉Presença possível
é presença suficiente.

🦋 Quebra o padrão

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Rua Martins Barata, Nº 5, 1400/247
Belém

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