Irmânia - Porto

Irmânia - Porto Recriar a visão de Agostinho da Silva para Portugal, a Comunidade Lusófona e o Mundo: um novo estado de consciência e uma nova Era de fraternidade cósmica.

NOVE VEICULOS PARA PRATICAR O DHARMAcom Lopön Karma TshewangConferência: 4 de setembro | às 21h00 | UBP e OnlineEnsiname...
04/09/2020

NOVE VEICULOS PARA PRATICAR O DHARMA
com Lopön Karma Tshewang
Conferência: 4 de setembro | às 21h00 | UBP e Online
Ensinamentos: 5 e 6 de setembro | das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00| UBP de manhã e Online de tarde
Por ocasião da visita a Portugal de Lopon Karma Tshewang, professor da Faculdade Palyul Urgyen Choling em Pharping, Nepal, teremos o prazer de o receber na UBP para uma conferência sobre Como Transformar as Emoções Negativas em Tempos Difíceis e para receber ensinamentos sobre Os Nove Veiculos para Praticar o Dharma, segundo a obra A Brief Presentation of the Nine Vehicles de Alak Zenkar Rinpoche.
Entre os seus mais eminentes Mestres encontra-se Khenchen Pema Sherab Rinpoche.
Para mais informações consulte:

Os Nove Veículos para Praticar o Dharma Com Lopon Karma Tshewang Apoio: UBP Conferência: 4 de setembro|às 21h00| UBP e Online Ensinamentos: 5 e 6 de setembro|das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00| UBP de manhã e Online de tarde Como Transformar as Emoções Negativas em Tempos Difíceis Conf...

“O mais importante do mundo não é a Terra nem o Sol; o nosso navio não é, como tu julgas, este solo da Ática ou os muros...
19/05/2020

“O mais importante do mundo não é a Terra nem o Sol; o nosso navio não é, como tu julgas, este solo da Ática ou os muros de Esparta... Cada um de nós traz dentro da sua alma a galera que nenhuma tempestade há-de fazer naufragar; e o problema, para todo o homem que pense, está em alargar de tal modo que o seu convés possa acolher toda a imensa multidão dos seres, quando todos o tiverem conseguido – e com o homem, as árvores dos bosques, as aves dos céus, as pedras das montanhas – então, ó Crítias, o mundo será salvo. Apressemos a chegada da hora. Que a geração que vem depois de nós seja melhor do que a nossa.”

- Agostinho da Silva, Pólicles, 1944

"... A Europa não presta para nada, a Europa não se entende, porque está a querer fazer uma coisa nova com uma trapalhad...
16/05/2020

"... A Europa não presta para nada, a Europa não se entende, porque está a querer fazer uma coisa nova com uma trapalhada velha... São aqueles estados centralistas do Luís XI, e aquela coisa toda... O que se deve é chegar a outra coisa muito importante: à liberdade cultural de cada homem! Já não se trata de esta região ou aquela ser desta ou daquela maneira: trata-se de ser à sua maneira cada pessoa! Temos de levar o mundo a um tal tipo de organização que permita a identidade cultural de cada homem, sem sofrer nenhuma espécie de atropelo. A liberdade cultural do Minho, ou da Catalunha, ou da Andaluzia, ou de qualquer coisa dessas, é apenas um degrau para passarmos ao último andar da casa, que é cada homem ter a sua plena liberdade cultural! Como se costuma dizer, fazer aquilo que lhe der na cabeça, ou no coração, ou nos pés, se preferir andar. Rumar exactamente como quiser rumar; e o mundo estar organizado de tal maneira que daí não resulte o caos, mas uma nova espécie de cosmos, isto é uma espécie de nova ordem. Que resulte um mundo que continue a ser mundo. As pessoas não se lembram que "mundo" é a palavra contrária de "imundo". O Camões usa o adjectivo "as mundas almas", as almas puras que estão no céu, "as mundas almas"... Mundo é um adjectivo, é o contrário de imundo. Nós não queremos um mundo imundo, queremos conservar o mundo cada vez mais mundo, cada vez mais puro... É preciso que cada pessoa seja cada vez mais pura. E o que é ser cada vez mais puro? É ser cada vez mais ele."

- Agostinho da Silva, numa conversa com Gil de Carvalho e Manuel Hermínio publicada em "Ir à Índia sem abandonar Portugal" in "Ir à Índia sem Abandonar Portugal, Considerações e Outros Textos", Assírio & Alvim, 1994, p. 44

"Claro que sou cristão; e outra coisas, por exemplo budista, o que é, para tantos, ser ateísta; ou, outro exemplo, pagão...
16/05/2020

"Claro que sou cristão; e outra coisas, por exemplo budista, o que é, para tantos, ser ateísta; ou, outro exemplo, pagão. O que, tudo junto, dá português, na sua plena forma brasileira".

Agostinho da Silva

27/04/2020

Neste webinário gratuito pretendemos continuar a contribuir para o que o Professor Agostinho da Silva considerava central: compreender e realizar o pleno sentido do culto popular do Espírito Santo. Focamos desta vez uma questão que nos parece um contributo importante para o encontro e diálogo inter-religioso e as confluências inter-espirituais. Trata-se do que Agostinho formulou ao escrever, decorria ainda o Concílio Vaticano II, que “pouco se fez quanto à teologia do Espírito Santo, em si própria, e nas ligações que parecem existir com atitudes como as do Tao ou as do Zen”.
A isto acrescentou que “talvez, neste ponto, o puro estudo teológico levasse a entender melhor a facilidade e a fecundidade das ligações dos portugueses dos Descobrimentos com as civilizações do Oriente e desse base de partida para que realmente se unissem as duas formas do comportamento no mundo”. Vamos ver a importância deste tema para o surgimento de um estado de consciência, mais fraterno e universal, que é um objectivo maior do movimento Irmânia, inspirado em Agostinho da Silva.
INFORMAÇÕES ÚTEIS:
INSCREVA-SE AQUI:
https://zoom.us/webinar/register/WN_83eF5YgyTfujutLh8TgAXw
CONTRIBUIÇÃO:
Gratuito
OUTRAS INFORMAÇÕES:
Qualquer dúvida contacte-nos enviando email para inscricoes@circuloentreser.org

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Boavista

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Irmânia - Apresentação

No actual momento crítico, em que vivemos o colapso de todo um modelo de civilização baseado na desconexão entre os seres humanos, a natureza e a Vida, Irmânia visa continuar e recriar a essência da visão e do projecto do Professor Agostinho da Silva para Portugal, a Comunidade Lusófona e o Mundo: o surgimento de um novo estado de consciência e de uma nova Era de fraternidade social e cósmica, entre os humanos e todas as formas de vida, onde as nossas vidas ganhem pleno sentido e se acompanhem de um sentimento de realização e florescimento plenos. Agostinho da Silva visionou isto mediante a recriação, nas condições do mundo contemporâneo, das Irmandades e do Culto Popular do Espírito Santo, surgido em Portugal na Idade Média em termos laicos e independente da instituição eclesiástica, nos seus três aspectos centrais, que via como simbólicos e proféticos de um Mundo Novo – 1. uma Libertação de presos; 2. a Coroação de uma criança como Imperador ou Imperatriz do Espírito Santo; 3. O Banquete ou Bodo comunitário e gratuito, em que todos eram irmãos-servidores. Irmânia considera os vários níveis de leitura que Agostinho da Silva propôs para este fenómeno específico da cultura portuguesa e lusófona, mas funda-se naquele que considerou o essencial: o espiritual, ou seja, o despertar e a transformação profunda da consciência. Este será o centro da constituição de novas Irmandades, que serão as células embrionárias do Mundo Novo a que chamamos Irmânia e a que Agostinho da Silva, de acordo com o imaginário profético e mítico-simbólico presente em Luís de Camões, Padre António Vieira e Fernando Pessoa, também chamou Quinto Império ou Império do Espírito Santo: uma nova comunidade fundada no reconhecimento do que há de essencial e convergente nas várias tradições culturais, sapienciais e espirituais da humanidade, um Império do único poder autêntico, o da sabedoria e do amor. Uma das novidades de Irmânia é propor que as novas Irmandades se fundem na prática do que f**a implícito nos textos e na mensagem de Agostinho da Silva: a experiência directa do que, na linguagem cristã tradicional, se chamou Espírito Santo e que o sábio e visionário português assumiu como a presença em todos nós e em tudo quanto vive e existe do Infinito ou “nada que é tudo” transcendente e imanente às suas manifestações particulares nas várias tradições espirituais e religiosas da humanidade. Recordando que “Espírito” traduz o latino “Spiritus” e que este traduz o grego “Pneuma”, que signif**a “Sopro”, a experiência do Espírito Santo é, muito concreta e simplesmente, a experiência do Sopro divino ou sagrado que circula a cada instante em nós, em todas as formas de vida e no inteiro cosmos. A meditação do Sopro, ou seja, o trazer a consciência para a respiração, nos seus três níveis, pulmonar e física, energética e espiritual, deixando que o Sopro ou Espírito Santo nos impregne, cure e regenere, é o alimento da nova Vida comunitária que florescerá nas novas Irmandades. Esta prática espiritual, aberta a todos os que a queiram experimentar, sejam ateus, agnósticos ou crentes de qualquer religião, terá três níveis, correspondentes à dimensão interior dos três aspectos centrais do Culto Popular do Espírito Santo, segundo Agostinho da Silva: 1 - mediante a atenção à respiração pulmonar libertamo-nos da prisão dos pensamentos, preocupações e emoções disfuncionais que obscurecem o reconhecimento da consciência divina, pura ou desperta que somos; 2 – mediante a passagem da respiração pulmonar à respiração energética e a impregnação de todas as dimensões do nosso ser pelo Sopro divino experienciamos a unção e coroação como Imperatrizes ou Imperadores do Espírito Santo; 3 – mediante a circulação através de nós do mesmo Sopro divino e a expansão e irradiação amorosa da consciência e da energia para o bem de todos os seres em todo o cosmos viveremos a experiência do Banquete ou Bodo comunitário. Esta prática é só por si uma forma de acção no mundo e cria as condições internas para uma vida mais consciente, ética e solidária. A mensagem e proposta é que todos aqueles que se reconheçam nestes princípios ou queiram fazer esta experiência, se organizem em Irmandades locais (com o mínimo de três pessoas) informais que tenham encontros periódicos (idealmente semanais) abertos a todos e onde se pratiquem estes exercícios de reconexão profunda consigo, com os outros seres e com o mundo por via da abertura à circulação do Sopro sagrado que a todos vivif**a. Propõe-se que os encontros comecem e terminem pela prática de 15 minutos dos exercícios descritos (e que serão oportunamente melhor explicados) e que o restante tempo disponível seja ocupado com a leitura, reflexão e comentário de textos de Agostinho da Silva ou de outros autores e sábios da humanidade que possam inspirar uma vida com mais sentido e sentimento de florescimento e realização plena. Os encontros poderão integrar também caminhadas ao ar livre e uma refeição comunitária, com alimentos trazidos por todos, veganos ou vegetarianos, por consideração pela saúde humana, pelo direito dos animais à vida e pelo bem do planeta. Nas Irmandades do Sopro Sagrado ou Espírito Santo não haverá líderes: todos serão irmãos-servidores uns dos outros, de todos os seres e de todo o cosmos. As práticas serão orientadas sempre que possível por todos, rotativamente. Por princípio, salvo quando não for de todo possível, as práticas serão abertas e gratuitas, aceitando-se donativos, que cada Irmandade usará para suprir as despesas necessárias. O remanescente deverá ser reinvestido na continuação e divulgação das actividades e em doações para actividades beneméritas humanitárias, de protecção animal ou ambiental. As Irmandades devem abster-se de usar a espiritualidade para fins comerciais ou de promoção pessoal ou grupal, pois fazê-lo obstrui a circulação e a inspiração do Sopro Sagrado e gera todas as disfunções de que os humanos e o mundo padecem. A par destas práticas e actividades, mais centradas na mensagem e projecto de Agostinho da Silva, Irmânia promoverá todos os aspectos e autores da cultura portuguesa e lusófona que apontem para uma sabedoria universal, podendo ainda apoiar todos os projectos e iniciativas com os quais sentir afinidades. Irmânia visa formar consciências e contribuir para o florescimento das melhores possibilidades do ser humano, a partir da cultura portuguesa e lusófona.

Irmandade de Lisboa – Penha de França 21.08.2019