Laís Duarte - Psicóloga Clínica

Laís Duarte - Psicóloga Clínica Te ajudo a viver com liberdade, propósito e saúde mental porque a tua paz não é negociável!

A terapia te ajuda a ter clareza emocional, proporcionando novas ferramentas para que você possa ter novas possibilidades de ação no seu dia a dia!

01/05/2026

Será que a criticou as Bets... mas acabou amaldiçoando os filhos da ? Vamos analisar isso direito? Parte 2

E me siga para mais análises que te fazem pensar para além da treta!

30/04/2026

Será que a criticou as Bets... mas acabou amaldiçoando os filhos da ? Vamos analisar isso direito? Parte 1

E me siga para mais análises que te fazem pensar para além da treta!

11/04/2026

A ansiedade adora falar como se fosse verdade absoluta:

“Vai dar errado.”
“Tu não vais conseguir.”
“Olha pra ti, quem é que vai te levar a sério?”

O corpo sente o aperto no peito, o nó na garganta…
e, porque estás a sentir, parece fato.

Mas sentir não é o mesmo que SER.
Pensamento não é sentença.

A técnica que usei neste vídeo é de difusão cognitiva:
em vez de “eu sou um fracasso”,
você passa a nomear:

“Estou a ter o pensamento de que sou um fracasso.”

Esse “estou a ter o pensamento de…”
cria um espaço entre você e a frase.
Ela continua lá, mas deixa de mandar em tudo.

Micropasso pra hoje:

1. Quando vier um pensamento ansioso, diga para si mesma: "Estou a ter o pensamento de que…” (e completa).

2. Depois pergunta:
“Se eu não acreditasse 100% nisso agora, qual seria o próximo micropasso que eu poderia dar?”

Não é sobre controlar a mente,
é sobre escolher o que você FAZ, mesmo com a mente a gritar.

Este vídeo faz parte do meu compromisso
no Desafio Formato Criativo de 16 dias da .

Se fez sentido, salva e partilha com alguém
que acredita demais em tudo o que pensa.

09/04/2026

A ansiedade é aquela que te faz largar o controle do barco toda vez que você se aproxima da praia que mais importa pra você.

Por fora, parece “só” procrastinação:
– convite que você recusa porque “dá vergonha”;
– projeto que você adia porque “não tá perfeito”;
– conversa que você empurra pra depois.

Por dentro, é medo a travar o teu corpo
e a transformar a tua vida num eterno rascunho,
num pequeno cemitério de oportunidades perdidas.

Da próxima vez que a ansiedade vier com força
e der vontade de recuar, faz uma pausa e pergunta:

“Que praia você está deixando de ver se recuar agora?

Só essa pergunta já começa a virar o barco
da fuga para a consciência.

Este vídeo faz parte do meu compromisso
no Desafio Formato Criativo de 16 dias da .

Se isso fez sentido, salva e partilha com alguém
que vive a largar o manche por medo.

#

08/04/2026

E se a tua ansiedade não atrapalhasse a tua vida… o que você faria de diferente?

Porque é assim:
toda vez que você aponta o seu “barco” para uma direção importante, seja uma prova, uma conversa difícil, um encontro, um projeto, a ansiedade costuma aumentar.

É como se você estivesse a ir direto para uma tempestade.
Mas, muitas vezes, não existe tempestade nenhuma lá fora.
Só dentro da cabeça.

Vem o combo:
“vai dar errado”
“eu não vou conseguir”
“e se ele disser não?”
“nem tenho mestrado, melhor nem enviar o currículo…”

Eu sei que, às vezes, não dá pra discutir com esse mar de pensamentos.
Por isso, em vez de brigar com a onda, você precisa de mapa!

🗺 Um mapa para a ansiedade é organização mínima:
uma rota simples, alguma previsibilidade
em relação àquilo que você está a ver como perigoso.

Então, respira fundo e responde agora:

1️⃣ O que exatamente você precisa fazer? (numa frase)
2️⃣ Qual é o primeiro passo de 10 minutos?
3️⃣ O que pode dar errado nesse passo de 10 minutos
e o que você faz se isso acontecer? (plano B curto)

Um mínimo de organização e rotina – saber o que você tem pra hoje, o que é prioridade, qual é o próximo passo – diminui a sensação de caos e aumenta a tua autoeficácia: a sensação de “eu sou capaz de lidar com este desafio”.

Se algo está te deixando ansiosa,
transforma essa ansiedade em mapa.

Este vídeo é o Dia 3 da minha série dentro do
Desafio Formato Criativo de 16 dias da .

De 1 a 10, sendo bem sincera:
quanto você se considera uma pessoa organizada hoje?

Comenta o número aqui embaixo
e salva este Reels pra usar essas perguntas na próxima “tempestade”.

07/04/2026

“A minha ansiedade é culpa da forma como fui criada pelos meus pais?”

Antes de responder isso, tem um passo que quase ninguém fala.

Nem sempre a primeira dor é a ansiedade.

Uma parte tua sente que a forma como você foi criada deixou marcas.
Outra parte corre pra defender os teus pais:
minimiza o que você sente, pergunta se não está a exagerar, chama você de ingrata.

Resultado: toda vez que a dor aparece, a culpa aparece junto.

Mas reconhecer que a tua história te feriu NÃO é o mesmo que transformar os teus pais em monstros.
Reconhecer impacto não é o mesmo que acusar.

Às vezes, eles te amaram
e, ainda assim, não souberam dar a segurança emocional de que você precisava.

E isso dói:
– a dor de não ter sido vista,
– a raiva de ter sido cobrada demais,
– o luto pelos pais que você gostaria de ter tido e não teve.

A tua ansiedade pode ter relação com ter crescido:
num ambiente imprevisível,
a adivinhar o humor dos outros,
a ser elogiada só quando correspondia,
a aprender cedo demais que errar era perigoso.

Se você passou a infância em alerta,
faz sentido que o teu corpo, hoje adulto,
ainda viva como se o perigo estivesse sempre perto.

Então, talvez a pergunta não seja só:
“é culpa dos meus pais?”

Talvez seja:
“eu consigo reconhecer o que doeu na minha história
sem me culpar por sentir isso?”

Este vídeo faz parte do meu compromisso no Desafio Formato Criativo de 16 dias da .

Se isso mexeu contigo, salva este Reels
e envia pra alguém que ainda se culpa até pelo que sente.

06/04/2026

Verdade que a ansiedade piora MUITO quando você acredita em tudo o que a sua mente dita.

“Vai dar errado.”
“Tu não vais conseguir.”
“Olha pra ti, quem é que vai te levar a sério?”

O corpo sente: aperto no peito, nó na garganta, frio na barriga… e, porque estás a sentir, parece verdade absoluta.

Mas sentir não é o mesmo que SER.
Pensamento não é facto.

A técnica que eu usei neste vídeo chama-se *desfusão cognitiva* e ela serve justamente pra criar um espaço entre você e o que a sua mente diz.

Em vez de:
👉 “Eu sou um fracasso.”

você passa a nomear:
👉“Estou a ter o pensamento de que sou um fracasso.”

Parece detalhe, mas muda tudo.
Porque o pensamento continua lá, só que deixa de mandar em tudo o que você faz.

✨ Desafio pra hoje:

1. Quando vier um pensamento ansioso, escreve ou diz em voz baixa:

*“Estou a ter o pensamento de que…”* (e completa com a tua frase).

2. Depois pergunta:

*“Se eu não acreditasse 100% nisso agora, qual seria o próximo micropasso que eu poderia dar na direção do que é importante pra mim?”*

Não é sobre controlar a mente.
É sobre escolher o que você FAZ, mesmo com a mente a gritar.

Este vídeo faz parte do meu compromisso no Desafio Formato Criativo de 16 dias da ,
onde estou a testar formatos criativos enquanto te ajudo a viver com menos ansiedade e mais autonomia.

Se essa técnica fez sentido pra você:

Comenta: “Estou a ter o pensamento de que…” (se quiser, em anónimo).

03/04/2026

Posso ganhar 8 mil reais (cerca de 1300€) só com este vídeo. Mas, pra mim, o prêmio mais importante aqui é outro.

É te mostrar, na prática, que:

👉 a ansiedade quando vira adoecimento torna a doença das oportunidades perdidas
👉 e que movimento, mesmo com medo, pode mudar a tua vida.

Imagina a tua vida como um barco no meio do mar.
Lá na frente está a praia que mais importa pra ti:
um projeto, uma conversa, uma mudança.

Cada vez que colocas a mão no manche pra ir nessa direção, a ansiedade começa a gritar no porão:
“larga isso, é perigoso, f**a onde estás”.

E, muitas vezes, tu obedeces.
Largas o manche.
Ficas parada no meio do caminho.

Eu também já fiz isso.

Entre julho e outubro de 2025, postei 93 vídeos seguidos.

Depois travei: ansiedade, rotina, viagens, fim de ano…
e desapareci daqui por um tempo.

Em dezembro, recomecei.
Já são mais de 30 vídeos desde então.
Ou seja: estou, de novo, a escolher o movimento.

Por isso entrei no Desafio Formato Criativo de 16 dias da
e decidi transformar esse desafio numa série sobre ANSIEDADE.

Serão 16 vídeos para te ajudar a:

– entender o que a ansiedade faz contigo,
– reconhecer o teu “cemitério das oportunidades perdidas”,
– e, sobretudo, aprender a continuar com a mão no manche mesmo com os “monstros” a gritar no porão.

Enquanto eu testo formatos criativos aqui dentro,
tu testas, junto comigo, formatos novos de lidar com a tua ansiedade aí fora.

Se sentes que a ansiedade já te fez perder oportunidades demais, f**a por aqui.

Comenta “ANSIEDADE” se vais comigo até o fim dessa série.

E marca alguém que também precisa parar de largar o manche.

31/03/2026

Para não misturar, é importante você saber diferenciar:

👉 TRISTEZA
– Tem um motivo claro (perda, frustração, fase difícil).
– Dói, mas você ainda consegue ser funcional.
– Oscila: tem dias melhores, momentos de prazer.
– Com tempo, descanso e apoio, tende a aliviar.

👉 DEPRESSÃO
– Humor deprimido quase todos os dias, por semanas/meses.
– Perda de interesse pelo que antes fazia sentido.
– Alterações de sono, apetite, energia.
– Culpa excessiva, sensação de inutilidade ou vazio.
– Dificuldade real de fazer o mínimo do dia a dia.
– Em casos mais graves, pensamentos de morte ou risco de su*c*&i%.

Na tristeza, você sofre, mas ainda consegue agir.
Na depressão, muitas vezes você sabe o que “deveria fazer”, mas o corpo e a mente não respondem.

Depressão é uma doença que precisa de cuidado, atenção e tratamento adequado.

Se, ao ler isso, você sente que pode estar para além de “só uma fase ruim”, vale dar um primeiro passo de ajuda.

Em Portugal, existem alguns caminhos:

🧭 1. Apoio psicológico gratuito – SNS24 (Serviço Nacional de Saúde)

O SNS24 tem uma equipa de psicólogos disponível 24h/dia no serviço de Aconselhamento Psicológico.

📞 Número: 808 24 24 24
➡️ Escolher a opção 4 (Aconselhamento Psicológico)gov.pt

💬 2. Linha de apoio emocional – SOS Voz Amiga
Para momentos de solidão, ansiedade, depressão ou risco de atentado a própria integridade física.

🕒 Todos os dias, das 15h30 às 00h30

📞 213 544 545 (rede fixa nacional)
📞 912 802 669 / 963 524 660 / 930 712 500 (rede móvel nacional)


👥 3. Acompanhamento psicológico acessível – Aragens de Empatia
Consultas de psicologia a partir de 20€
(presencial e online)

📍 ONLINE – LISBOA – PORTO – CARNAXIDE – ALGÉS – OEIRAS
📧 geral@aragensdempatia.pt
📞 922 243 368
📲 Instagram:
🌐 https://www.aragensdempatia.pt/

Se você está a ler isto e se sente no fundo do poço,
não precisa provar força pra ninguém.

Força, aqui, pode ser justamente pedir ajuda.

Depressão não é frescura.
E procurar ajuda não é vergonha nenhuma.

30/03/2026

Qual o menor e primeiro micropasso possível que você pode dar esta semana na direção daquilo que é importante para você hoje? Comenta aí 👇🏽👇🏽👇🏽

22/03/2026

Nem toda conversa difícil com o pai termina em acolhimento total.
Às vezes, o que acontece é outra coisa muito importante:
discordância com respeito.

É quando ele não concorda com você,
não autoriza, coloca um limite claro…
mas, ainda assim, te escuta, explica, cuida,
tenta entender o teu lado.

Não tem humilhação, não tem deboche, não tem silêncio gelado.
Tem um “não” que vem junto com presença.

Nesses casos, a mensagem emocional que chega é mais ou menos assim:
“Eu não concordo contigo,
mas eu te levo a sério.
Te escuto.
Te respeito como pessoa.”

E isso é gigante.

Porque você começa a perceber que:
– é possível existir com o seu ponto de vista,
– é possível ser amada mesmo quando o outro discorda,
– é possível ouvir “não” sem perder o vínculo.

Esse tipo de experiência constrói um lugar interno de segurança:
“eu posso ser eu, mesmo quando o outro pensa diferente”.

Por outro lado, tem as conversas que terminam doendo muito mais.

Quando a discordância vem junto com julgamento, crítica, invalidação,
quando você sai se sentindo rejeitada, ridicularizada, silenciada…
isso vai abrindo espaço pra crenças de abandono e desamor:

“eu sou errada”,
“eu sou demais”,
“eu não devia sentir isso”,
“se eu me mostrar, vou perder o amor”.

E, ainda assim, mesmo nesses cenários, existe uma possibilidade de cuidado:
aos poucos, na vida adulta, você pode:

– validar a própria dor,
– autorizar o seu ponto de vista,
– sustentar quem você é,
– e entender que o comportamento do seu pai
fala mais das limitações emocionais dele
do que do seu valor.

Com o tempo, a gente vai aprendendo a buscar em outros lugares
— e em si mesma —
o acolhimento que não veio dali.

Se algum desses desfechos toca numa ferida tua que ainda dói
e você sente que já tá na hora de cuidar disso,
eu tô aqui.

Comenta “terapia”
que eu entro em contacto com você.

As conversas difíceis com o seu pai
não definem só o que aconteceu naquele dia.
Elas vão moldando, aos poucos,
como você aprende a sustentar os seus desejos,
os seus limites
e quem você é no mundo.

22/03/2026

As conversas difíceis com o seu pai não definem só o que aconteceu naquele dia. Elas vão moldando, aos poucos, como você aprende a sustentar os seus desejos, os seus limites e quem você é no mundo.

Parte 1- Quando uma conversa difícil com o pai vira lugar de segurança

Eu tinha uns bons anos de juventude e um pedido “impossível” entalado na garganta:
queria pedir pro meu pai
que o meu namorado da época pudesse dormir lá em casa.

Coração acelerado, mão suando, voz embargada.
A gente sentado numa cafeteria do Iguatemi,
capuccino na mesa
e eu ali, tentando juntar coragem pra falar de s**o com o meu próprio pai.

Na minha cabeça, era como se o mundo fosse acabar:
medo de decepcionar,
culpa por desejar,
vergonha por tocar no assunto.

Quando finalmente consegui falar,
ele, na maior calma do mundo, respondeu algo como:
“Sim. É melhor aqui do que escondido por aí.”

Naquele instante, o meu corpo inteiro relaxou.

Depois veio o papo de pai e de médico:
responsabilidade, histórias do consultório, consequências…
mas o que ficou marcado em mim
foi a serenidade com que ele me tratou naquele momento.

Numa conversa difícil como essa, não é só o conteúdo que importa.
É a mensagem emocional que chega:

“Você pode falar comigo sobre isso.”
“Eu te vejo.”
“Seu desejo não te torna menos digna de amor.”

Quando uma conversa difícil com o pai acontece assim, três coisas se fortalecem dentro da gente:
– a sensação de ser acolhida e validada,
– a confiança no vínculo (“eu posso trazer coisas delicadas pra essa relação”),
– e um passo a mais na autoconfiança e na autonomia.

Nem toda a gente teve essa experiência. E é justamente por isso que ela é tão marcante.

Na parte 2, eu vou falar dos outros desfechos possíveis:
quando existe discordância com respeito
e quando a conversa termina em dor, julgamento e silêncio.

Se essa história tocou em alguma lembrança tua,
salva esse post
e manda pra alguém que também carrega conversas difíceis com o pai.

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