15/03/2026
Fazer coisas “inúteis” pode ser uma das coisas mais inteligentes que você faz pela sua saúde mental.
A gente cresceu ouvindo que:
se não dá dinheiro,
se não rende currículo,
se não vira post…
é perda de tempo.
E, sem perceber, você vai se podando:
Gosta de desenhar,
mas pensa: “eu desenho mal, então nem vou tentar”.
Gosta de dançar,
mas só dança se tiver coreografia.
Gosta de escrever,
mas só escreve se for pra postar.
Gosta de tirar foto,
mas se não f**ar perfeita, nem salva.
Gosta de cozinhar,
mas só se anima se for pra impressionar alguém.
No fim do dia, você tá exausta,
vivendo em função de meta, entrega, resultado…
e completamente desconectada
do que faz bem pra você
sem precisar performar.
Hobby não é frescura.
É território de existência.
É o lugar onde você não precisa ser boa,
não precisa ser produtiva,
não precisa ser admirada.
Só precisa estar.
É pintar torto,
dançar sem coreografia,
cantar desafinado,
plantar sem saber se vai nascer…
e, ainda assim,
se sentir viva, bem e feliz.
Se te faz bem, é útil.
Mesmo que o mundo chame de inútil.
Talvez o micropasso hoje
não seja fazer mais uma coisa “produtiva”,
mas se permitir 15 minutos
de algo que não serve pra nada…
além de te lembrar que você é humana.
Se isso fez sentido pra você,
salva esse post
e manda pra alguém que vive se culpando
toda vez que não tá “rendendo”.
E se você sente que já passou da hora
de sair do piloto automático
e cuidar de si com mais liberdade, propósito
e saúde mental de verdade,
me segue por aqui.