Laís Duarte - Psicóloga Clínica

Laís Duarte - Psicóloga Clínica Te ajudo a viver com liberdade, propósito e saúde mental porque a tua paz não é negociável!

A terapia te ajuda a ter clareza emocional, proporcionando novas ferramentas para que você possa ter novas possibilidades de ação no seu dia a dia!

15/03/2026

Fazer coisas “inúteis” pode ser uma das coisas mais inteligentes que você faz pela sua saúde mental.

A gente cresceu ouvindo que:
se não dá dinheiro,
se não rende currículo,
se não vira post…
é perda de tempo.

E, sem perceber, você vai se podando:

Gosta de desenhar,
mas pensa: “eu desenho mal, então nem vou tentar”.

Gosta de dançar,
mas só dança se tiver coreografia.

Gosta de escrever,
mas só escreve se for pra postar.

Gosta de tirar foto,
mas se não f**ar perfeita, nem salva.

Gosta de cozinhar,
mas só se anima se for pra impressionar alguém.

No fim do dia, você tá exausta,
vivendo em função de meta, entrega, resultado…
e completamente desconectada
do que faz bem pra você
sem precisar performar.

Hobby não é frescura.
É território de existência.

É o lugar onde você não precisa ser boa,
não precisa ser produtiva,
não precisa ser admirada.
Só precisa estar.

É pintar torto,
dançar sem coreografia,
cantar desafinado,
plantar sem saber se vai nascer…

e, ainda assim,
se sentir viva, bem e feliz.

Se te faz bem, é útil.
Mesmo que o mundo chame de inútil.

Talvez o micropasso hoje
não seja fazer mais uma coisa “produtiva”,
mas se permitir 15 minutos
de algo que não serve pra nada…
além de te lembrar que você é humana.

Se isso fez sentido pra você,
salva esse post
e manda pra alguém que vive se culpando
toda vez que não tá “rendendo”.

E se você sente que já passou da hora
de sair do piloto automático
e cuidar de si com mais liberdade, propósito
e saúde mental de verdade,
me segue por aqui.

08/03/2026

O que o “Jogo de Louca” da Ana Paula do BBB26 revela sobre o seu 🫵 maior poder como mulher?

A Ana Paula não aceita qualquer narrativa que jogam em cima dela. Ela manda no jogo e na narrativa.
Amando ou odiando, a Ana Paula está comandando o próprio roteiro que, no fim, vira a própria narrativa do programa.

A Globo e o Brasil compram os adjetivos que ela mesma distribui:
é “quinta série”, “coordenadora do resort”, “unidunitê”,
"rainha da beleza e do caos"…
e, para os mais íntimos, “cobra cascavel” ou “bruxona”.

Dentro de um reality, isso vira entretenimento.
Mas, aqui fora, nesse Dia das Mulheres, o que eu desejo é que tanto eu quanto você possamos desenvolver um pouco dessas qualidades
e usar isso a nosso favor, na nossa própria realidade:

– ser sagaz, inteligente, comunicadora, atrevida,
– ter discernimento e clareza das nossas dores e vulnerabilidades,
para, de forma estratégica e cirúrgica, assumir a autoria da nossa história.

Porque, como psicóloga, o que eu vejo todos os dias
é que a maior prova de resistência e de subversão positiva a este sistema é investir em si própria.

E aqui eu quero te perguntar, olhando nos teus olhos:

Quando foi a última vez que você investiu em você de verdade?

Não pra caber em padrão, não pra agradar ninguém.
Mas pra se conhecer, pra se fortalecer, pra se escolher?

Quando foi a última vez que você estudou algo por prazer ou investiu numa formação pensando na sua profissão e na sua liberdade?

Quando foi a última vez que você passou tempo consigo mesma sem culpa?

Invista em si própria. O que você leva da vida é o seu conhecimento e a sua experiência de vida!

Portanto, cultive aquilo que te dá sentido para que você aprenda que quem pauta a tua vida é você.

E isso vai muito além dos adjetivos a que você já se acostumou a responder: “dramática”, “mandona”, “difícil”, “exagerada”, “patricinha”…

Se for pra nos chamarem de loucas, que seja porque a gente ousou escrever o nosso próprio roteiro.

Agora, encaminha esse vídeo para aquela mulher
que também precisa relembrar o seu poder.

Feliz dia das mulheres 💝

08/03/2026

O que o “Jogo de Louca” da Ana Paula do BBB26 revela sobre o seu 🫵 maior poder como mulher?

Chamam de louca a mulher que desafia as regras e cria o próprio roteiro.
Chamam de louca a mulher que incomoda e irrita.
Chamam de louca a mulher que distribui beleza e caos.

Pois se é assim… que nos chamem de "loucas".

Esse “jogo de louca” da Ana Paula do BBB26 escancara o lugar que esperam que a mulher ocupe:
quieta, educada, agradável, previsível… e, de preferência, grata por qualquer migalha de espaço.

A realidade é esta:

– Uma mulher morre vítima de feminicídio a cada 10 minutos no mundo.
– Em média, as mulheres ganham cerca de 20% menos do que homens que ocupam a mesma função.
– As mulheres trabalham 2,5x mais tempo por dia em trabalho doméstico e de cuidado não remunerado do que homens.
– E, a esse ritmo, vai demorar 123 anos para atingir igualdade de género plena no mundo.

E ainda por cima seguem sendo chamadas de “difíceis”, “exageradas”, “problemáticas”
toda vez que não aceitam esse roteiro pronto.

Quando uma mulher decide escrever a própria narrativa, age, questiona, se posiciona e provoca desconforto…
o rótulo vem rápido: “louca”.

Mas e se essa “loucura” for, na verdade,
a recusa em caber num papel que nunca foi feito para você?

Essa é a reflexão da parte 1 deste vídeo:
antes de apontar o dedo para a “louca” da vez,
vale perguntar:
quem escreveu o roteiro que esperam que você siga?

Se essa provocação mexeu com você,
f**a por aqui e assiste à parte 2 do vídeo.

Na parte 2 eu vou abrir ainda mais essa caixa-preta
para te mostrar o poder que existe em assumir o próprio roteiro —
mesmo quando o mundo insiste em te chamar de "louca".

Feliz dia das mulheres 💝



05/03/2026

Como você chama o seu benzinho diz MUITO mais sobre a relação do que parece à primeira vista. 🧡

“Amor”, “mô”, “mozão”, “bebe”, “vida”…

Às vezes a gente acha que é só um jeito fofo de chamar.
Mas, na prática, esse nome carrega:

- o quanto você se sente à vontade com a pessoa
- o nível de intimidade entre vocês
- o lugar afetivo que esse relacionamento ocupa na sua vida

Apelido/alcunha amorosa é quase um código secreto de afeto.
Um pequeno mundo que só existe entre vocês dois.
Um jeito de dizer, sem dizer:
> “Você é diferente de todo o resto.”

Por isso, quando o outro te chama pelo nome completo, você estranha:
“Ué… por que não me chamou de amor hoje?”

O nome inteiro aparece em outros contextos:
trabalho, e-mail formal, bronca de mãe…
Já o apelido carinhoso costuma f**ar reservado pra esse território íntimo da relação.

E tem mais:
- Tem apelido que só a mãe pode usar.
- Tem jeito de chamar que só existe dentro da família.

Tudo isso fala de fronteiras afetivas:
quem eu deixo chegar mais perto,
quem eu autorizo a me ver mais vulnerável.

Claro: um apelido não salva relacionamento nenhum.
Mas ele pode ser um termômetro:

- Quando some, esfria ou vira só “nome próprio”,
pode ser sinal de que algo na conexão também esfriou.

- Quando surge de forma espontânea,
pode ser sinal de que o vínculo está se aprofundando.

Agora eu quero saber de você:
👉 Qual foi o apelido amoroso mais especial que já te deram?

Conta aqui nos comentários
e manda esse vídeo pra alguém que talvez só precise lembrar de resgatar um pouco desse afeto hoje. 🧡

03/03/2026

Você já saiu de um desabafo se sentindo PIOR do que entrou?

Você abre o coração e recebe um “calma”, “não chora”, “não f**a assim” – e, de repente, além da dor, vem a culpa por estar sentindo.

Isso tem nome: invalidação emocional.

E ela machuca tanto quanto a situação que te fez chorar.

Quando alguém vem desabafar, na maioria das vezes, essa pessoa não está pedindo:
- conselho pronto
- frase motivacional
- ou um “vai passar, pensa positivo”

Ela está pedindo, mesmo sem dizer:
- “me vê”
- “me escuta”
- “me acolhe”

Validação não é concordar com tudo.
É reconhecer que o que o outro sente faz sentido, dado o que ele viveu.

Frases que ajudam de verdade:
- “Eu vejo que isso tá pesado para você.”
- “Faz sentido você estar assim.”
- “Me conta melhor o que tá acontecendo.”
- “Vamos pensar juntas numa forma de resolver?”

E um ponto importante:
Muita gente que invalida não faz isso por maldade.

Faz porque nunca aprendeu a lidar nem com a própria dor.
Engoliu tanto choro que repete com o outro: “engole também”.

Mas invalidação continua sendo invalidação, mesmo quando vem disfarçada de cuidado.

Na próxima vez que alguém vier desabafar com você, lembra:
Você não precisa consertar a vida da pessoa.
Você precisa estar presente.

E na próxima vez que disserem pra você “engole o choro”, lembra:
Você não precisa engolir o choro.
Você precisa de quem segure esse choro com você.

Vídeo inicial:

🧡

Já passou por isso?
Conta aqui nos comentários 👇🏽

01/03/2026

Do Story para o Feed de ontem!

Que março seja incrível para você.

28/02/2026

February Dump 🤍

A palavra que resume o meu fevereiro: Organização.

Fevereiro foi menos sobre controlar horários… e mais sobre alinhar o que estava desalinhado por dentro.
Organizei a rotina, mas sobretudo organizei sentimentos que estavam a pedir espaço e nome.

Entre atendimentos, estudos, projetos e silêncios necessários, percebi que ordem não é rigidez — é cuidado.

É escolher onde colocar energia.
É decidir o que f**a.
É respeitar o meu ritmo, mesmo quando o mundo pede pressa.

Foi um mês de micropassos conscientes.
De presença.
De arrumar a casa interna para que a liberdade continue a ser o meu lugar de partida.

Que março encontre espaço. 🌿

Beijinhos! E Você? Que palavra resume o seu mês de fevereiro?

27/02/2026

“Calma.”
“Relaxa.”
“Ansiedade não leva a lugar nenhum.”
“Não chora não, você é tão bonita…”

Por fora, parece cuidado.
Por dentro, muitas vezes é só invalidação emocional disfarçada de conselho.

Quando você tá no limite, sobrecarregada, com a cabeça a mil, e alguém solta um “f**a tranquila” como se isso fosse um botão mágico, não acalma. Irrita.

Porque, no fundo, você não tá sendo escutada.
Tá sendo silenciada com frase pronta.

É como se a tua dor precisasse ser rapidamente arrumada, escondida para não incomodar ninguém.

Como se sentir fosse um problema a ser resolvido,
e não uma experiência a ser acolhida.

Validação emocional não é dizer “não f**a assim”.
É conseguir dizer:

“Eu vejo que tá difícil.”
“Faz sentido você estar se sentindo assim.”
“Tô aqui com você.”

Esse vídeo é um retrato perfeito de como a gente tenta “ajudar” sem realmente estar presente.

Na parte 2, eu vou te mostrar
o que FALAR de verdade quando alguém vem desabafar com você —
sem minimizar, sem consertar, sem silenciar.

Salva essa parte 1 pra lembrar
por que “tenha calma” quase nunca é o que a pessoa realmente precisa ouvir.

Vídeo do

Quer me ver mais indignada com alguma outra situação??? Manda um vídeo para mim 🤍❤️😘🙏

22/02/2026

Talvez a pergunta não seja “o que está a acontecer com o clima?”, mas:

que tipo de relação temos cultivado com aquilo de que dependemos para viver?

O ambiente não é cenário. É relação.

O que vemos agora em Portugal — enchentes, transbordos, apagões — não é só “azar” ou “fenómeno isolado”. É um sistema a tentar compensar o desequilíbrio que fomos acumulando.

Na psicologia e na biologia, chamamos isso de homeostase: quando algo sai do eixo, o corpo tenta ajustar. No planeta, não é diferente.

Vivemos como se não tivéssemos limites.
No corpo, isso vira sintoma.
No planeta, vira o que estamos a ver hoje.

A pergunta que f**a é:
que tipo de relação queremos construir com aquilo que nos sustenta?

Estamos dispostos a mudar a forma como nos relacionamos com o ambiente…
ou apenas a suportar as consequências?

🌍 E tu, que sinais tens ignorado em ti e no mundo à tua volta?

14/02/2026

O teu corpo já tá te contando há muito tempo o que você finge não ver sobre esse relacionamento.

Ele fala quando o peito aperta toda vez que chega uma mensagem.
Quando a respiração prende antes de você abrir o WhatsApp.
Quando você se arruma mais pra não ser criticada do que pra se sentir bem.

Ele fala quando, no toque pele à pele, em vez de aconchego, vem um incômodo difícil de nomear.
Quando você deita do lado, mas por dentro se sente sozinha.
Quando o “tá tudo bem” sai da boca, mas o estômago embrulha.

A gente romantiza “borboletas no estômago”,
mas muitas vezes é só ansiedade fantasiada de paixão.

Amor saudável não é viver em alerta.
Não é precisar adivinhar humor, medir palavra, controlar gesto.
Não é ter medo constante de ser demais, de ser de menos, de ser deixada.

Amor saudável é quando o corpo descansa.
Quando você consegue ser você, sem performance.
Quando consegue dizer “hoje eu não tô bem”
sem medo de estragar o clima.
Quando o “não” é recebido com respeito, não com chantagem.

Então, antes de pensar no presente de hoje,
talvez o maior presente seja essa pergunta honesta:

Como o meu corpo se sente nessa relação?
Ele descansa ou vive em alerta?
Eu me sinto vista, respeitada, escolhida…
ou só com medo de perder?

Se esse texto te cutucou de algum jeito,
salva pra reler com calma e envia pra alguém que também precisa ouvir isso hoje.

E se quiser seguir caminhando com mais liberdade, propósito e saúde mental, me acompanha por aqui.

14/02/2026

Dia dos Namorados também é dia de fazer um check-in com o teu coração. 💛

Em vez de romantizar qualquer coisa em nome do “amor”, te convido a olhar pra algo simples e profundo:

✨ Perto dessa pessoa, você consegue ser você mesma?

Com teu jeito de rir, tuas opiniões, teus silêncios, teus dias bons e os nem tanto assim… ou vive pisando em ovos, medindo palavra, com medo de desagradar?

Esse mini checklist é pra te ajudar a perceber:

1) Você consegue ser você mesma ao lado do seu amorzinho?
2) Você se sente respeitada quando diz ou informa sobre os teus limites?
3) O que o teu corpo sente perto dessa pessoa? Segura e tranquila ou tensa?
4) Vocês conseguem falar sobre o que incomoda sem que isso vire ataque pessoal?
5) Você se sente considerada pelo teu benzinho?

Se, ao passar por essas perguntas, você reconhece um amor que te considera, te escuta e te permite existir inteira… celebra. Amor que cuida também merece ser nutrido.

E se você percebe que ainda tá construindo isso, já é um sinal de consciência e de cuidado consigo. Você não precisa se culpar por enxergar o que sente.

Feliz Dia dos Namorados. Celebre com amor, verdade e presença — com o outro e com você.

Se fez sentido, salva esse checklist pra revisitar quando precisar e me segue pra mais reflexões sobre relacionamentos e liberdade de ser.

08/10/2025

Nem sempre crescer é continuar a fazer sempre o mesmo.

Às vezes, é parar, respirar e acolher o que mudou dentro da gente.

Foram 93 dias de presença, aprendizados e entrega.
E se hoje algo já não faz mais sentido, é porque chegou a hora de expandir.

O que aprendi é que o conteúdo mais verdadeiro nasce quando a gente se permite sentir, mudar e começar de novo.

🌿 O meu investimento foi me manter fiel a minha verdade.

E qual tem sido o investimento que tem feito nos teus sonhos?

Será que está na hora de acolher a tua necessidade de mudar... de se permitir recomeçar, se reinventar, se escutar de novo?

Porque crescer dói, mas também expande.

E tudo bem se, por um momento, algo que antes fazia sentido agora já não faz.

Isso só mostra que você evoluiu!!!

Endereço

Braga

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
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