Eduarda Figueiras Psicóloga

Eduarda Figueiras Psicóloga Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Eduarda Figueiras Psicóloga, Serviço de saúde mental, Rua do Raio n. 301, 5ª andar, sala 59, Braga.

Há uma crença muito comum em quem tem ansiedade: “se eu controlar tudo, não há espaço para correr mal.” E então, tentamo...
21/05/2026

Há uma crença muito comum em quem tem ansiedade: “se eu controlar tudo, não há espaço para correr mal.” E então, tentamos controlar tudo. A agenda, as conversas, os cenários todos que podem acontecer, as reações das pessoas à nossa volta. Fazemos listas, antecipamos, planeamos o plano B do plano B.

E mesmo assim a ansiedade não desaparece. Às vezes até piora.

Porque o controlo não acalma o sistema nervoso — ensina-o que só está seguro quando tudo está no lugar certo. E como nada f**a no “lugar certo” o tempo todo, o alerta nunca desliga a sério.

O que realmente começa a mudar a relação com a ansiedade é quase sempre o oposto do que esperavas.

Aceitar a incerteza não signif**a desistir — signif**a treinar o teu sistema nervoso a tolerar o desconforto de não saber, sem entrar em colapso.

Descansar sem culpa é ensinares ao teu corpo que a pausa é segura, que não precisas de merecer o descanso com produtividade, tal como sentir sem fugir é deixares mesmo as emoções mais desafiantes existirem, sem as anestesiares com ocupação, comida, telemóvel ou qualquer outra coisa que funcione por uns minutos.

E pedir ajuda é o maior ato de coragem que podes ter.

Nenhuma destas coisas é simples. Mas todas elas constroem algo que o controlo nunca vai conseguir dar-te: a sensação de que estás bem, mesmo quando nem tudo está.

Se ainda estás a tentar controlar a ansiedade em vez de a trabalhar, manda-me mensagem e vamos juntas mudar isso. 💬🤍

Vou ser sincera contigo: a autoconfiança não desaparece de um dia para o outro. É erodida, aos poucos, por padrões que s...
19/05/2026

Vou ser sincera contigo: a autoconfiança não desaparece de um dia para o outro. É erodida, aos poucos, por padrões que se repetem tanto, que deixaram de parecer erros e passaram a parecer personalidade.

Estes são os 3 erros que vejo mais vezes em consulta, e vou partilhar contigo o que podes começar a fazer para os travar:

1️⃣ Comparares o teu processo com o resultado dos outros. Vês a conquista, a foto, o momento de celebração. E comparas isso com o teu processo. É uma comparação impossível de ganhar.

O que fazer: Quando a comparação aparecer, pergunta-te "estou a comparar o meu processo com o resultado de alguém?" Só essa consciência já interrompe o ciclo. Depois redireciona: o que já fizeste esta semana que merece ser reconhecido?

2️⃣ Usares a crítica interna como motivação. "Se for mais dura comigo mesma, vou melhorar." Parece lógico — mas a crítica constante não te motiva. Ativa o sistema de ameaça, aumenta a ansiedade e faz-te querer evitar em vez de agir.

O que fazer: Substitui a crítica por uma pergunta: "o que preciso eu agora para conseguir fazer isto?" Em vez de atacares, perguntas. O tom muda, e com ele, a tua capacidade de agir.

3️⃣ Esperares sentir confiança para agires. Ficares à espera de te sentires pronta, segura, boa o suficiente — antes de te candidatares, de falares, de apareceres. Mas a confiança não aparece antes da ação. Aparece durante e depois dela.

O que fazer: Define uma ação pequena — não a maior, a mais pequena — que consegues fazer ainda esta semana sem precisares de te sentir pronta, e coloca em prática. A confiança constrói-se em cima de evidências, e cada ação é uma evidência nova.

Se este conteúdo te ajudou, guarda-o para reveres sempre que precisares. 🤍

18/05/2026

Nem tudo o que alivia, repara.

Às vezes, a comida entra como uma tentativa de recarregar energia, acalmar a ansiedade ou compensar um dia emocionalmente pesado.

E durante uns minutos até parece resultar.

Mas quando a fome não é só física, o alívio passa depressa… e o peso que estava por baixo continua lá.

Não é falta de força de vontade.
É um sinal de que talvez estejas a tentar responder a uma necessidade emocional com uma solução que só resolve por instantes.

Se te revês neste vídeo, quero dizer-te que não precisas de
passar por isto sozinha, estou aqui à distância de um clique para te ajudar. 🤍✨

Há um tipo de cansaço que não passa com descanso.Porque não vem do corpo — vem da mente.E esse é muitas vezes ignorado, ...
14/05/2026

Há um tipo de cansaço que não passa com descanso.
Porque não vem do corpo — vem da mente.

E esse é muitas vezes ignorado, desvalorizado ou visto como “normal”.

Mas viver constantemente em sobrecarga interna não é sustentável.

E há formas de trabalhar isso, com mais leveza e consciência.

Porque tu mereces viverem sem estares sempre sobrecarregada.

Se precisares de ajuda, estou aqui deste lado. ✨

12/05/2026

O mais cansativo de teres ansiedade, não é pensares demais.

É nunca sentires que podes baixar a guarda.

Mesmo quando o dia corre bem, quando ninguém disse nada de grave.
Mesmo quando, racionalmente, sabes que está tudo “ok”.

Há uma parte de ti que continua à espera do problema.

E viver assim desgasta. Porque o corpo não distingue sempre uma preocupação de um perigo real.

A boa notícia é que isto pode ser trabalhado.
Não para deixares de sentir, mas para voltares a sentir segurança dentro de ti.

Se sentes que vives muitas vezes em estado de alerta, comenta SILÊNCIO. 🔇👇

Sabes aquela voz que aparece quando estás mais em baixo? Que diz que não és suficiente, que as outras conseguem e tu não...
11/05/2026

Sabes aquela voz que aparece quando estás mais em baixo? Que diz que não és suficiente, que as outras conseguem e tu não, que já devias estar melhor do que estás?

Essa voz não é a verdade. É o teu sistema nervoso em modo de sobrevivência — a tentar proteger-te à sua maneira, mas a fazer o oposto disso.

O problema é que quanto mais a ouves, mais a acreditas. E quanto mais a acreditas, mais ela molda as tuas decisões, a tua confiança, a forma como apareces — ou deixas de aparecer — na tua própria vida.

A forma como falas para ti própria importa mais do que pensas. Não porque palavras bonitas resolvem tudo, mas porque o teu cérebro acredita no que ouve repetidamente. Se o que ouve todos os dias é crítica, julgamento e que "não chegas" — é isso que se torna a tua realidade interior.

Estas frases são um ponto de partida. Com o tempo, o teu cérebro começa a criar novas formas de se ver. E isso muda tudo.

Agora não te esqueças de guardar este carrossel, para reveres estas frases sempre que precisares.🤍

A ansiedade nem sempre é o problema principal.Às vezes, é o sinal de que há limites ultrapassados, necessidades ignorada...
07/05/2026

A ansiedade nem sempre é o problema principal.

Às vezes, é o sinal de que há limites ultrapassados, necessidades ignoradas, medos antigos ou uma exigência interna demasiado pesada.

No caso de P., a terapia ajudou-a a compreender o que estava por trás dos sintomas e a encontrar novas formas de se regular, respeitar e pôr-se em primeiro lugar.

Se te revês nesta história, talvez seja altura de cuidares do que a tua ansiedade está a tentar mostrar-te.

Clica no link que está na minha bio e agenda a tua primeira sessão de terapia 🤍

Existe uma diferença enorme entre comer com fome e comer para gerir o que sentes. E durante anos ninguém nos ensinou a d...
05/05/2026

Existe uma diferença enorme entre comer com fome e comer para gerir o que sentes. E durante anos ninguém nos ensinou a distinguir as duas coisas — muito menos o que fazer com a segunda.

A fome emocional não aparece devagar, não aceita substituições, não para quando o estômago está cheio. Na maioria das vezes parece de repente, pede algo específico, e só para quando a emoção “adormecer” temporariamente.

O problema não é a comida que escolhes. É que a comida se tornou a única ferramenta que tens disponível, para gerir emoções difíceis. E enquanto for a única ferramenta, vai continuar a ser usada — independentemente de quanto te esforces para parar.

Nas consultas, trabalho com as minhas clientes, o que estão a sentir quando comem sem fome. Quais os gatilhos, o que o corpo está realmente a pedir naquele momento. Porque quando isso f**a claro, o comportamento começa a mudar, não por esforço, mas porque finalmente a origem está a ser tratada.

Não basta um plano alimentar. Nenhuma dieta resolve o que é emocional. A mudança real começa quando olhas para dentro — e é aí que eu te posso ajudar.

Se te reveste nisto, envia-me uma mensagem e vamos conversar. 🤍

04/05/2026

Quando a mente está sempre em alerta, até o silêncio parece barulhento. 🤯

Saltas de uma preocupação para outra, tentas antecipar cenários, resolver problemas que ainda nem aconteceram e, sem dares conta, estás exausta antes mesmo do dia começar.

A ansiedade pode fazer-te sentir como se tivesses demasiadas “janelas” abertas ao mesmo tempo: tudo parece urgente, tudo parece importante, e nada parece fácil de organizar.

Mas a solução não passa por “desligar” a cabeça à força.

Passa por perceber o que está por trás desse excesso de pensamentos: que medos estão a aparecer, que necessidades estão a ser ignoradas, que emoções estão a pedir atenção.

A tua mente não precisa de mais pressão.
Precisa de ser escutada com cuidado.

Se te identif**as com esta sensação de cabeça cheia e pensamentos em loop, comenta MENTE e vamos conversar. 👇🤍

Há uma frase que ouço muito nas consultas: "quando não estou a fazer nada, sinto que estou a falhar."E eu percebo. Vivem...
30/04/2026

Há uma frase que ouço muito nas consultas: "quando não estou a fazer nada, sinto que estou a falhar."

E eu percebo. Vivemos numa cultura que glorif**a a ocupação: estar sempre a fazer, a produzir, a entregar. E para quem tem ansiedade, isso é terreno fértil. Porque a ocupação funciona como anestesia. Enquanto estás ocupada, não tens tempo para sentir o que está por baixo.

O problema aparece quando paras. No fim de semana, nas férias, naquele raro momento em que não há nada urgente. É aí que a ansiedade aparece com força total — e o teu cérebro interpreta isso como sinal de que parar é perigoso.

Isso não é sustentável. Mas não tens de continuar assim.

Aprender a estar parada sem que o sistema nervoso entre em colapso é possível.

Se te reveste neste conteúdo, estou aqui para te ajudar, envia-me uma mensagem e vamos conversar. 💬🤍

Nunca na história humana tivemos acesso a tantas imagens de tantos corpos — editados, filtrados, iluminados profissional...
27/04/2026

Nunca na história humana tivemos acesso a tantas imagens de tantos corpos — editados, filtrados, iluminados profissionalmente, escolhidos entre centenas de fotos. E o teu cérebro, que foi programado para comparar como mecanismo de sobrevivência, está a processar tudo isso como se fosse realidade.

O resultado é uma comparação constante, involuntária e completamente injusta — entre o teu corpo real, no dia a dia, e o melhor momento editado de outra pessoa.

E mesmo sabendo que não é real, funciona. Mesmo com toda a consciência de que são filtros e ângulos e iluminação, sais do Instagram com a sensação de que o teu corpo é menos. Que a tua vida é menos. Que tu és menos.

Não é fraqueza. É o teu sistema a reagir a um ambiente para o qual não foi desenhado.

O que eu sugiro não é deixares de ter redes sociais, é começares a notar como te sentes antes e depois de abrir o Instagram. Que tipo de conteúdo te drena. Que tipo de conteúdo te acrescenta. E começares a fazer escolhas mais conscientes sobre o que deixas entrar todos os dias.

O teu feed também é um ambiente. E os ambientes moldam a forma como te vês. Tu tens o poder de escolher o teu.

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