José Luís Fonseca Lda

José Luís Fonseca Lda Consultório de Pediatria Médica. Aceitam-se utentes dos 0 aos 3 meses. Seguem-se até aos 18 anos.

O meu filho pediu-me para trocar de escola.Sem reclamar. Sem chorar. Sem drama.Apenas se sentou na minha frente e disse,...
13/08/2025

O meu filho pediu-me para trocar de escola.
Sem reclamar. Sem chorar. Sem drama.
Apenas se sentou na minha frente e disse, quase num sussurro:
— Posso estudar noutro lugar?

Perguntei se tinha acontecido alguma coisa.
Disse que não.
Perguntei se não se sentia confortável.
Disse que não sabia.
Perguntei se alguém o fazia sentir mal.
E ele ficou em silêncio.

Não dormi naquela noite.

No dia seguinte, sem o avisar, fui à escola.
Disse que tinha documentos para entregar.
Mas fiquei.
Esperei no recreio.

E vi.

Lá estava ele, sentado sozinho, num canto do pátio.
Cabeça baixa. Joelhos juntos. Olhar no chão.

Algumas crianças passaram.
Uma deu-lhe um empurrão “de brincadeira” — mas eu sabia que não era.
Outra arrancou-lhe o boné e atirou-o contra a parede.
Um grupo de meninas apontou para o uniforme e riu.

Ele não reagiu.
Ficou parado, como se já soubesse que ninguém iria fazer nada.

Mas o pior não foi isso.
O pior foi ver uma professora assistindo a tudo…
e não dizer uma palavra.
Nem uma.
Apenas cruzou os braços, desviou o olhar e seguiu o caminho.

Escrevi para a escola.
Expliquei que meu filho havia dito que alguns colegas o provocavam.
Que escondiam as suas coisas na sala.
Que o imitavam nos corredores.
Que lhe davam apelidos.

“Nós tratamos disso”, responderam.
Mas não trataram.
Deixaram-no sozinho.

Naquela tarde, quando chegou em casa, perguntou se eu já tinha pensado na mudança.
Respondi que sim.
E que já estava feita.

Ele não pediu explicações.
Apenas tirou a mochila das costas com um suspiro…
como quem deixa cair uma pedra que carregou por muito tempo no peito.

Hoje, estuda noutro lugar.
Não mais bonito. Não mais caro.
Apenas mais humano.
Onde o veem.
Onde o ouvem.
Onde não precisa fingir que está tudo bem… para ser deixado em paz.

Porque uma criança não pede para trocar de escola por capricho.
Pede quando já não aguenta mais.

E o mais triste… não é o que os colegas fazem.
É o que os adultos — que deveriam protegê-la — deixam de fazer.

Autor desconhecido

www.educarpelapositiva.pt

Ajudar pais e educadores a educar pela positiva - sem gritos nem castigos - é a nossa missão!

12/08/2025

RESPOSTA: A APSI aconselha a utilização de uma cadeira para recém nascidos e bebés pequenos, vulgarmente designada por “ovinho”, homologada até aos 75 ou 87 cm (regulamento R129). É mais leve, fácil de instalar, de mudar de um carro para o outro e tem menos erros de instalação e utilização do que as cadeiras seguintes. O bebé pode utilizá-la enquanto não atingir a altura máxima para a qual foi homologada (75 cm ou 87 cm), respeitando também o peso máximo indicado pelo fabricante, desde que a cabeça esteja bem apoiada nas costas da mesma, e que o arnês (cinto interno da cadeira) esteja regulado à altura do ombro ou ligeiramente abaixo.

O facto de os pés baterem nas costas do banco não tem qualquer problema, nem mesmo se tiver de viajar de pernas dobradas ou encolhidas. A principal preocupação é evitar as lesões da coluna cervical que podem causar a morte ou incapacidades definitivas, mais frequentes em bebés que viajam em cadeiras instaladas de frente, demasiado cedo. Se lhe tirar os sapatos ganhará algum espaço, maior mobilidade para as pernas e maior conforto. Terá assim mais algum tempo para escolher bem a cadeira seguinte.

Na escolha da próxima cadeira o critério mais importante é que a criança continue a ser transportada no sentido contrário à marcha, idealmente até aos 4 anos. Antes dos 15 meses, não é permitido transportar as crianças viradas para a frente, para maior proteção da sua cabeça e pescoço. Existem modelos homologados de costas até aos 105 cm ou mais. Estas cadeiras são maiores e têm mais espaço para as pernas.

É muito importante experimentar a cadeira antes de a adquirir para confirmar que f**a bem instalada nos veículos onde vai ser utilizada. Se o veículo tiver assentos com sistema Isofix opte por uma cadeira com este sistema. Evita as folgas na fixação e reduz os erros na instalação, infelizmente, muito frequentes.

𝘖 𝘊𝘢𝘯𝘢𝘭 𝘍𝘢𝘮𝘪́𝘭𝘪𝘢𝘴, 𝘱𝘢𝘵𝘳𝘰𝘤𝘪𝘯𝘢𝘥𝘰 𝘱𝘦𝘭𝘢 𝘔𝘶𝘥𝘶𝘮, 𝘱𝘳𝘦𝘵𝘦𝘯𝘥𝘦 𝘥𝘢𝘳 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘴𝘵𝘢 𝘢 𝘲𝘶𝘢𝘭𝘲𝘶𝘦𝘳 𝘲𝘶𝘦𝘴𝘵𝘢̃𝘰 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘴𝘦𝘨𝘶𝘳𝘢𝘯𝘤̧𝘢 𝘪𝘯𝘧𝘢𝘯𝘵𝘪𝘭, 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦𝘫𝘢 𝘤𝘰𝘭𝘰𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘢̀ 𝘈𝘗𝘚𝘐 𝘯𝘰 𝘢̂𝘮𝘣𝘪𝘵𝘰 𝘥𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘢𝘵𝘶𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰, 𝘱𝘦𝘭𝘢𝘴 𝘧𝘢𝘮𝘪́𝘭𝘪𝘢𝘴/ 𝘦𝘥𝘶𝘤𝘢𝘥𝘰𝘳𝘦𝘴, 𝘥𝘦 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢 𝘨𝘳𝘢𝘵𝘶𝘪𝘵𝘢. 𝘗𝘢𝘳𝘢 𝘶𝘴𝘶𝘧𝘳𝘶𝘪𝘳 𝘥𝘰 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘴𝘦𝘭𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘥𝘦𝘥𝘪𝘤𝘢𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘦 𝘥𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘥𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢𝘴 𝘵𝘦́𝘤𝘯𝘪𝘤𝘢𝘴 𝘵𝘦𝘳𝘢́ 𝘢𝘱𝘦𝘯𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘦𝘯𝘷𝘪𝘢𝘳 𝘦𝘮𝘢𝘪𝘭 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘤𝘢𝘯𝘢𝘭𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘪𝘢𝘴@𝘢𝘱𝘴𝘪.𝘰𝘳𝘨.𝘱𝘵

12/08/2025
27/07/2025

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças...
Porque têm tempo. E têm toneladas de paciência. E quase nunca se esganiçam quando ralham aos seus netos. E lhes permitem que não só vejam os desenhos animados (quase sempre) na sua companhia como - muito pior! - deixam que eles coloquem a cabeça no seu colo e fiquem assim, horas a fio.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque as adormecem e lhes contam histórias. E dormem com elas as vezes que forem precisas. E as acordam, cheios de doçura, sem o “toque de alvorada” de todos os dias. Como ainda lhes levam leite, cereais e "pãozinho" à cama, enquanto passam com a mão nos caracóis dos netos. E, indiferentes à concorrência desleal que fazem aos pais, só lhes contam as histórias que eles lhes pedem.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque sorriem, sempre que as vão buscar à escola. E sorriem, quando elas, com o embaraço dum batoteiro, dizem que não têm trabalhos de casa. E sorriem quando repetem lengalengas. E sorriem quando contam histórias. E quando fazem truques e magias. (Será que o sorriso dos avós nunca se cansa?…)

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque se vingam do tempo que não tiveram, enquanto pais, e parecem estar, agora, eternamente disponíveis. Porque permitem aos netos aquilo que nunca permitiram aos filhos. Porque perderam em austeridade tudo aquilo que ganharam em bondade. Porque tocam e porque abraçam os netos dez vezes mais (ou dez vezes melhor) se compararmos os seus mimos para com os filhos. Porque amam de forma tão generosa, tão transparente e tão bonita que fazem com que os pais se enterneçam antes, ainda, de se indignarem, diante de tanta doçura. E porque são, muitas vezes, mais sensatos e mais sábios que os próprios pais.

Os avós fazem mal ao crescimento das crianças…
Porque as tratam por "minha querida" ou por "meu amor". E esse tom açucarado torna-se um vício. E fazem-nas sentir o melhor do mundo para alguém - duma forma tão especial e tão preciosa - que, sempre que estão com os avós, as crianças acreditam que é Natal.

Eduardo Sá

27/07/2025

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Braga
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