25/02/2026
No domingo fizemos uma coisa simples. Saímos da clínica. Fomos para a rua perguntar às pessoas o que sentem quando ouvem “saúde mental”.
Alguns riram-se. Outros f**aram em silêncio.
Houve quem dissesse “não sei”. Houve quem quisesse continuar a conversa. E isso diz muito.
Às vezes não é falta de opinião. É falta de espaço.
Se queremos mesmo mudar alguma coisa, não pode ser só entre quatro paredes. Nem só quando dói demasiado.
A missão é simples:
pôr Braga a falar.
Sem dramatizar. Sem moralismos. Sem discursos bonitos. Só conversa. Real. Na rua.
Estes foram os primeiros passos.