Clínica Ver Crescer

Clínica Ver Crescer Policlínica Ver Crescer é Crescer Contigo!...

Este é o grande desafio que decidimos assumir. Com atenção, proteção e sustentabilidade.

Somos uma equipa médica multidisciplinar, com diversas valências pediátricas que está totalmente disponível para ti e para os teus papás. Queremos acompanhar-te desde a gravidez da tua mamã até à tua chegada, para que cresças harmoniosamente saudável. Tudo faremos para mimar os teus primeiros acordes de natalidade até à tua adolescência. Queremos ir ao vosso encontro, da vossa realidade, procurando responder às vossas crescentes necessidades. Venha conhecer-nos, juntos iremos VER CRESCER! Clínica Médica Vera Santos, NIPC 504332651 | Rua Dr. Francisco Robalo Guedes, Lote D7, Loja 1, 6000-212 Castelo Branco
Nº Registo do estabelecimento: E121668 | Licença de Funcionamento nº 7972/2014. Em caso de marcação ou dúvida, entre contacto:
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Um dos principais fatores de risco acompanhados na especialidade de Pneumologia é o tabagismo, um problema de saúde públ...
14/01/2026

Um dos principais fatores de risco acompanhados na especialidade de Pneumologia é o tabagismo, um problema de saúde pública com impacto muito para além do consumo direto de nicotina.

O tabagismo não afeta apenas os fumadores ativos. Mesmo pessoas que já deixaram de fumar ou que nunca fumaram podem desenvolver doença respiratória significativa. Em alguns casos, basta a exposição continuada ao fumo do tabaco enquanto fumador passivo para ocorrerem alterações inflamatórias e estruturais nos pulmões, aumentando o risco de doença crónica e de eventos graves ao longo da vida. Nos ex-fumadores, os efeitos acumulados do tabaco podem persistir durante anos, justificando vigilância clínica regular.

Entre os principais fatores de risco associados às doenças respiratórias e cardiovasculares, destacam-se quatro, sendo a pressão arterial elevada o problema mais frequente e aquele que mais se associa a complicações cardiovasculares. A hipertensão surge frequentemente em conjunto com hábitos de vida pouco saudáveis, incluindo o tabagismo, potenciando danos nos vasos sanguíneos e no coração.

Segundo dados epidemiológicos, tanto nos Estados Unidos da América como na Coreia do Sul, mais de 93% das pessoas que sofreram um enfarte do miocárdio, um acidente vascular cerebral ou insuficiência cardíaca já tinham antecedentes de hipertensão arterial. Estes números reforçam a importância de uma abordagem integrada, onde a Pneumologia tem um papel fundamental na cessação tabágica, na prevenção da exposição ao fumo e na promoção da saúde respiratória como parte essencial da saúde global.

Conte com a Dr.ª Mariana Mendes, disponível para ajudar.
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A rinite alérgica e a asma alérgica são duas das patologias mais frequentes acompanhadas pela Imunoalergologia, estando ...
12/01/2026

A rinite alérgica e a asma alérgica são duas das patologias mais frequentes acompanhadas pela Imunoalergologia, estando frequentemente interligadas e partilhando mecanismos imunológicos comuns. Ambas resultam de uma resposta exagerada do sistema imunitário a alergénios ambientais, como ácaros do pó doméstico, fungos e pólens.

O período húmido, característico do outono e inverno em Portugal, está claramente associado ao agravamento destas doenças alérgicas. A humidade elevada favorece a proliferação de ácaros e fungos, dois dos principais alergénios interiores. Os ácaros desenvolvem-se de forma ideal em ambientes quentes e húmidos, sendo particularmente abundantes em colchões, almofadas e tapetes. Já os fungos libertam esporos que, quando inalados, podem desencadear ou agravar sintomas respiratórios.

Durante estes períodos, observa-se um aumento de sintomas como congestão nasal, espirros, tosse, pieira e dificuldade respiratória, bem como maior recurso a cuidados de saúde. Em doentes com asma, a exposição prolongada a níveis elevados de humidade pode contribuir para exacerbações mais frequentes e menos controlo da doença.
Do ponto de vista diagnóstico, os avanços na alergologia molecular permitem identificar com maior precisão a sensibilização a componentes específicos de ácaros e fungos, facilitando uma abordagem terapêutica mais precisa. No tratamento, para além da terapêutica farmacológica, a imunoterapia específica com alergénios tem demonstrado eficácia na redução dos sintomas e na melhoria do controlo da doença a longo prazo.

A prevenção assume um papel fundamental, sendo recomendadas medidas de controlo ambiental, como ventilação adequada dos espaços interiores, redução da humidade e uso de capas anti-ácaros.

A compreensão da relação entre o período húmido e as doenças alérgicas respiratórias é essencial para uma abordagem integrada e eficaz, reforçando o papel central da Imunoalergologia na promoção da saúde respiratória.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Susana Marques.
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Durante os meses de inverno, é frequente o agravamento das dores nas articulações, sobretudo em pessoas com patologia re...
10/01/2026

Durante os meses de inverno, é frequente o agravamento das dores nas articulações, sobretudo em pessoas com patologia reumatológica ou antecedentes ortopédicos.
Um dos principais fatores é o histórico de lesões ou doenças articulares crónicas, como artrose, artrite reumatoide ou sequelas de traumatismos antigos. Quando existe desgaste da cartilagem ou dano estrutural prévio, as articulações tornam-se mais sensíveis às variações do clima, sendo comum o aumento da dor e da rigidez em ambientes frios.

A redução da atividade física no inverno é outro aspeto relevante. Com menos movimento, ocorre uma diminuição da produção e da fluidez do líquido sinovial, responsável pela lubrificação das articulações. Esta menor mobilização contribui para rigidez, fraqueza muscular e maior sensação dolorosa.
A queda da pressão barométrica, característica desta época do ano, pode também provocar alterações nos tecidos moles em redor das articulações, como músculos e tendões, aumentando a pressão intra-articular e, consequentemente, a dor.

Por outro lado, o frio leva à diminuição da circulação sanguínea periférica, uma vez que o organismo privilegia a irrigação dos órgãos vitais. A redução do fluxo sanguíneo nas extremidades resulta numa menor oxigenação e lubrificação articular, agravando o desconforto.

O avanço da idade é igualmente um fator determinante, pois ocorre um desgaste natural das articulações, tornando-as mais vulneráveis à rigidez e à dor, sobretudo em contextos de frio e inatividade.

Para controlar os sintomas, podem ser utilizados analgésicos, sempre sob orientação médica. Manter-se bem agasalhado, recorrer a calor local (como bolsas de água quente) e manter uma rotina de exercício físico adaptado são estratégias fundamentais. O movimento regular estimula a lubrificação articular, melhora a circulação e ajuda a reduzir a dor, contribuindo também para a prevenção de lesões.

O Dr. José Marona, especialista no Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira, cuida das suas necessidades.
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A Medicina Geral e Familiar assume um papel central no sistema de saúde, sendo frequentemente o primeiro ponto de contac...
06/01/2026

A Medicina Geral e Familiar assume um papel central no sistema de saúde, sendo frequentemente o primeiro ponto de contacto do utente com os cuidados de saúde. As situações que motivam a procura do médico de família são, na sua maioria, problemas comuns, crónicos ou inespecíficos, exigindo uma abordagem abrangente e centrada na pessoa.

Estudos demonstram que uma proporção significativa das consultas em cuidados de saúde primários está relacionada com perturbações mentais comuns, como a depressão e a ansiedade. Um estudo colaborativo da Organização Mundial da Saúde sobre problemas psicológicos em cuidados de saúde gerais revelou que cerca de um quarto dos utentes apresenta este tipo de perturbações, muitas vezes manifestadas através de queixas somáticas vagas, como fadiga, dor ou insónia. Neste contexto, o médico de família desempenha um papel fundamental na identificação precoce, acompanhamento longitudinal e coordenação de cuidados.

Outra situação muito frequente é a hipertensão arterial, uma das principais causas de morbilidade e mortalidade cardiovascular. A sua elevada prevalência e carácter assintomático tornam o acompanhamento regular em Medicina Geral e Familiar, essencial, não só para o controlo terapêutico, mas também para a promoção de estilos de vida saudáveis e prevenção de complicações.

A dor lombar inespecífica constitui igualmente um motivo comum de consulta, sendo uma das principais causas de incapacidade funcional. A evidência aponta para a importância de uma abordagem conservadora, baseada na educação do doente, manutenção da atividade e prevenção da medicalização excessiva, princípios alinhados com a prevenção quaternária.

Estas situações ilustram a complexidade e relevância da Medicina Geral e Familiar, uma especialidade que integra a dimensão biológica, psicológica e social da doença, promovendo cuidados contínuos, personalizados e sustentáveis.

Conte com a Dr.ª Catarina Silva e esclareça as suas dúvidas.
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O uso crescente de aparelhos eletrónicos, como smartphones, tablets e computadores, tornou-se uma realidade incontornáve...
03/01/2026

O uso crescente de aparelhos eletrónicos, como smartphones, tablets e computadores, tornou-se uma realidade incontornável da vida moderna, com impacto direto na saúde ocular, área de particular relevância para a oftalmologia. A exposição prolongada aos ecrãs está associada a um conjunto de sintomas conhecido como síndrome da visão do computador, que inclui fadiga ocular, sensação de olho seco, visão turva, ardor e cefaleias.

Um dos principais fatores envolvidos é a diminuição da frequência de pestanejar durante o uso de ecrãs, o que compromete a estabilidade do filme lacrimal e favorece o aparecimento de olho seco. Além disso, o esforço excessivo contínuo para focar imagens próximas pode provocar cansaço visual, sobretudo em crianças e jovens, cujos sistemas visuais ainda estão em desenvolvimento.

A luz azul emitida pelos dispositivos eletrónicos também tem sido alvo de atenção na especialidade de oftalmologia. Embora ainda existam estudos em curso, sabe-se que a exposição excessiva pode interferir com o ritmo circadiano, afetando a qualidade do sono, e potencialmente contribuir para danos cumulativos na retina a longo prazo.

Em idade pediátrica, o uso excessivo de aparelhos eletrónicos está ainda associado ao aumento da prevalência da miopia, uma preocupação crescente de saúde pública. Assim, a oftalmologia desempenha um papel fundamental não só no diagnóstico e tratamento das alterações visuais, mas também na educação para hábitos visuais saudáveis, como pausas regulares, distância adequada aos ecrãs e limitação do tempo de exposição, promovendo a proteção da visão ao longo da vida.

Consulte o seu oftalmologista para avaliação da sua saúde ocular.

Dr. Vasco Pereira
Céd. Prof. nº 18939 - ERS.

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O consumo de álcool assume particular relevância devido ao seu impacto direto e indireto no aparelho urinário e no siste...
01/01/2026

O consumo de álcool assume particular relevância devido ao seu impacto direto e indireto no aparelho urinário e no sistema reprodutor masculino. O álcool possui um efeito diurético, aumentando a produção de urina e promovendo a desidratação, o que pode contribuir para a formação de cálculos urinários e agravar patologias como a litíase renal. A urina mais concentrada favorece a cristalização de sais minerais, aumentando o risco de episódios de cólica renal.

A nível da bexiga, o álcool pode atuar como irritante, exacerbando sintomas do trato urinário inferior, como urgência miccional, aumento da frequência urinária e noctúria. Estes efeitos são particularmente relevantes em doentes com síndrome da bexiga hiperativa ou com hiperplasia benigna da próstata, nos quais o consumo alcoólico pode agravar o desconforto urinário e comprometer a qualidade de vida.

No contexto da saúde sexual e reprodutiva masculina, o consumo crónico de álcool está associado a disfunção erétil, diminuição da libido e alterações hormonais, incluindo redução dos níveis de testosterona. Pode ainda afetar a espermatogénese, levando a diminuição da qualidade e mobilidade dos espermatozoides, com impacto negativo na fertilidade.

Do ponto de vista oncológico, embora a relação entre álcool e alguns cancros urológicos não seja totalmente consistente, o consumo excessivo tem sido associado a um aumento do risco de cancro da bexiga em determinados subgrupos populacionais, especialmente quando coexistem outros fatores de risco, como o tabagismo.

Assim, na prática urológica, recomenda-se um consumo moderado de álcool, integrado num estilo de vida saudável, com hidratação adequada e vigilância clínica regular. A intervenção precoce e a educação do doente são fundamentais para prevenir complicações urológicas e preservar a saúde urinária e sexual ao longo da vida.

Conte com os nossos especialistas em urologia:
- Dr.ª Manuela Silva
Céd. Prof. nº 28430 - ERS.

- Dr. Rogério Gouveia
Céd. Prof. nº 20417 - ERS.

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A tiroide é uma glândula situada na parte anterior da base do pescoço, com a forma de uma borboleta, apresentando dois l...
30/12/2025

A tiroide é uma glândula situada na parte anterior da base do pescoço, com a forma de uma borboleta, apresentando dois lobos localizados de cada lado da traqueia. As patologias associadas a esta glândula são cerca de dez vezes mais frequentes nas mulheres. Calcula-se que, aos 60 anos, cerca de 17% das mulheres apresentem hipotiroidismo, a forma mais comum de doença da tiroide.

Muitos problemas da tiroide passam despercebidos, pois os sintomas são geralmente confundidos com sinais de stress ou depressão. Investigadores portugueses, responsáveis por um dos grupos de investigação em cancro da tiroide mais produtivos da Europa, referem que manifestações como aumento da frequência cardíaca, nervosismo, inquietação, dificuldades em dormir, alterações de peso, depressão, impotência sexual e sensibilidade excessiva ao calor ou ao frio podem ter origem no mau funcionamento desta glândula.

A tiroide produz duas hormonas, T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que são libertadas na corrente sanguínea e atuam em quase todas as células do organismo. Estas hormonas regulam o metabolismo, a utilização da energia, a temperatura corporal, o crescimento e o desenvolvimento intelectual nas crianças, bem como o funcionamento do cérebro, dos músculos, do coração e de outros órgãos. Quando a produção hormonal é insuficiente ocorre hipotiroidismo; quando é excessiva, verifica-se hipertiroidismo. O hipotiroidismo é cerca de dez vezes mais frequente do que o hipertiroidismo.

Entre as doenças da tiroide, o cancro é uma das mais graves. Trata-se do tumor maligno mais comum do sistema endócrino e do quarto mais frequente nas mulheres. Pode surgir em qualquer idade, sendo mais habitual após os 35 anos, e apresenta elevadas taxas de cura ou controlo quando diagnosticado precocemente.

Conte com a Dr.ª Diana Catarino, especialista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
Céd. Prof. nº 57382 - ERS.

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Embora possa ser incómodo, na maioria das situações o estalido do maxilar não é motivo de preocupação. Quando ocorre com...
27/12/2025

Embora possa ser incómodo, na maioria das situações o estalido do maxilar não é motivo de preocupação. Quando ocorre com frequência, pode indicar um desequilíbrio no funcionamento da articulação. Em alguns casos, este estalido surge acompanhado de dor, dificuldade em mastigar ou em abrir a boca, sinais que podem estar associados a uma disfunção da articulação temporomandibular (DTM).

O estalido da mandíbula resulta de alterações na articulação temporomandibular (ATM), responsável por ligar a mandíbula ao crânio.

As causas são geralmente multifatoriais e incluem traumatismos na mandíbula, patologias articulares, hábitos como apertar ou ranger os dentes (bruxismo), bem como tensão muscular e emocional. Muitas vezes, o problema está relacionado com o deslocamento do disco de cartilagem da articulação, o que provoca movimentos irregulares da mandíbula.
A instabilidade emocional também pode ter influência. O stress pode levar a movimentos repetitivos, como apertar a mandíbula ou ranger os dentes. Estudos confirmam a associação entre stress e bruxismo.

Alguns comportamentos aumentam a probabilidade de estalos na mandíbula, como mascar pastilhas elásticas em excesso, o que sobrecarrega os músculos e a ATM, ou manter uma má postura, por exemplo apoiar o queixo na mão, podendo causar desalinhamento da mandíbula.

Para prevenir o problema, recomenda-se reduzir o stress, evitar alimentos que exijam mastigação excessiva, como pastilhas elásticas, gomas ou caramelos, bem como alimentos muito duros. Exercícios suaves de relaxamento da mandíbula, como abrir e fechar a boca lentamente com a língua apoiada no céu da boca, podem ajudar a melhorar o alinhamento.

Compreender as causas dos estalos permite explorar melhor as opções de tratamento. Em muitos casos, recorrem-se a abordagens não cirúrgicas, como fisioterapia, aparelhos orais ou infiltrações semelhantes ao Botox. Em situações mais graves, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

Consulte o Dr. Hélder Monteiro, especialista em oclusão.
Céd. Prof. nº 2235 - ERS.

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Um estudo divulgado concluiu que pessoas com diabetes tipo 2 que passam mais tempo expostas à luz natural apresentam men...
26/12/2025

Um estudo divulgado concluiu que pessoas com diabetes tipo 2 que passam mais tempo expostas à luz natural apresentam menores variações nos níveis de açúcar no sangue. De acordo com os investigadores, a luz natural, mesmo quando recebida em espaços interiores, como junto a uma janela, influencia a forma como o organismo processa a glicose e utiliza a energia. Nas sociedades ocidentais, estima-se que as pessoas passem entre 80% e 90% do tempo sob iluminação artificial, que é geralmente mais fraca e menos variável do que a luz solar. Além disso, a luz natural desempenha um papel fundamental na regulação do relógio biológico do corpo, conhecido como ritmo circadiano.

Este relógio biológico afeta diversos processos essenciais, incluindo a digestão, a regulação hormonal e o metabolismo. Quando estes mecanismos ficam desajustados, pode surgir resistência à insulina e dificuldades no controlo da glicemia, dois dos principais problemas associados à diabetes tipo 2.

O estudo contou com a participação de 13 adultos com diabetes tipo 2. Cada participante passou dois períodos de quatro a cinco dias num ambiente de escritório controlado. Num dos períodos, trabalharam em postos junto a janelas, com elevada exposição à luz natural; no outro, permaneceram na mesma sala, mas sob iluminação artificial típica. Os resultados mostraram que os participantes expostos a mais luz natural apresentaram menores oscilações nos níveis de açúcar no sangue. Verificou-se ainda uma maior queima de gordura e um menor consumo de hidratos de carbono como fonte de energia.
Acrescentam ainda que a exposição à luz natural não substitui a medicação nem outros pilares fundamentais do tratamento, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercício físico.

Conte com a Dr.ª Mónica Reis, especialista na nossa policlínica e coordenadora do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
Céd. Prof. nº40188 - ERS.

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Deixamos os nossos votos para toda a equipa, pacientes e amigos! 🎄Porque “Ver Crescer, é crescer convosco”!
25/12/2025

Deixamos os nossos votos para toda a equipa, pacientes e amigos! 🎄
Porque “Ver Crescer, é crescer convosco”!

O crescimento das compras online em Portugal tem levantado preocupações relacionadas com comportamentos de consumo exces...
21/12/2025

O crescimento das compras online em Portugal tem levantado preocupações relacionadas com comportamentos de consumo excessivo e desregulado.
Dados nacionais indicam que cerca de metade da população portuguesa adulta realiza compras pela internet, e vários estudos apontam para um aumento das compras por impulso, sobretudo entre jovens adultos e utilizadores intensivos de redes sociais. Investigação académica realizada em contexto universitário português sugere que uma parte dos consumidores apresenta dificuldades em controlar o impulso de comprar online, relatando sentimentos de culpa, ansiedade e consequências financeiras negativas, características compatíveis com padrões de compra compulsiva.

Este comportamento é conhecido na literatura científica como transtorno de compra compulsiva ou oniomania. Embora não esteja formalmente classificado como um diagnóstico autónomo no DSM-5, é amplamente reconhecido como uma perturbação do controlo dos impulsos ou um vício comportamental. A compra compulsiva caracteriza-se por uma preocupação excessiva com o ato de comprar, perda de controlo sobre o comportamento e manutenção das compras apesar de prejuízos pessoais, sociais ou económicos. Estudos internacionais estimam que este tipo de perturbação possa afetar entre 3% e 8% da população.

Quando o comportamento de compras online causa sofrimento significativo ou compromete o funcionamento diário, a especialidade médica associada é a Psiquiatria, frequentemente em articulação com a Psicologia Clínica. A abordagem terapêutica centra-se sobretudo na terapia cognitivo-comportamental, podendo incluir tratamento farmacológico quando existem comorbilidades como ansiedade ou depressão. O reconhecimento precoce do problema é essencial para prevenir consequências financeiras e emocionais mais graves.

Conte com os nossos especialista:

Dr.ª Susana Duarte
Céd. Prof. nº 16868 - ERS.

Dr.ª Maria José Mira
Céd. Prof. nº 6614 - ERS.

Dr.ª Susana Freixieiro
Céd. Prof. nº 5681 - ERS.

Dr.ª Joana Pereira
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Especialistas em nutrição esclarecem se é realmente necessário contar o número de mastigações durante as refeições, como...
19/12/2025

Especialistas em nutrição esclarecem se é realmente necessário contar o número de mastigações durante as refeições, como o almoço ou o jantar.
Existem recomendações com valores muito específicos entre 20, 30 ou até 40 mastigações, mas a verdade é que não existe um número mágico que sirva para todas as pessoas, alimentos ou situações. Contar mastigações não é uma boa prática, embora reconheça que mastigar bem é uma etapa essencial.

A mastigação é o primeiro passo da digestão. Ao mastigar corretamente, facilita-se o trabalho do estômago, os alimentos misturam-se com a saliva, rica em enzimas digestivas, e o cérebro tem tempo para perceber que estamos a comer, o que influencia a sensação de saciedade. Quando esta etapa não é bem feita, podem surgir problemas: comer depressa está frequentemente associado a digestões pesadas, sensação de inchaço e dificuldade em reconhecer quando já estamos satisfeitos.

Nem todos os alimentos exigem o mesmo esforço: não se mastiga uma salada da mesma forma que um iogurte, nem um legume como um peixe ou uma fruta madura.

Deve mastigar até que o alimento esteja confortável para engolir, sem pressa ou esforço. Alimentos mais sólidos e fibrosos exigem mais mastigação, enquanto os mais macios exigem menos.
Engolir os alimentos sem mastigar adequadamente não é benéfico e, a longo prazo, pode contribuir para problemas como a diabetes. O cérebro necessita de tempo entre cinco a 20 minutos para reconhecer a saciedade.

Comer devagar e mastigar bem estimula hormonas reguladoras do apetite, como a leptina, a adiponectina e a grelina, ajudando a manter um peso saudável. Pelo contrário, comer rapidamente favorece a ingestão excessiva e a acumulação de gordura visceral. Este hábito aumenta ainda o risco de diabetes tipo 2 e de doenças cardiometabólicas.
Um estudo de 2017 revelou que pessoas que comem rapidamente têm quase o dobro da probabilidade de desenvolver síndrome metabólica.

Aconselhe-se com a Dr.ª Maria Madeira, especialista em nutrição.
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