Clínica Ver Crescer

Clínica Ver Crescer Policlínica Ver Crescer é Crescer Contigo!...

Este é o grande desafio que decidimos assumir. Com atenção, proteção e sustentabilidade.

Somos uma equipa médica multidisciplinar, com diversas valências pediátricas que está totalmente disponível para ti e para os teus papás. Queremos acompanhar-te desde a gravidez da tua mamã até à tua chegada, para que cresças harmoniosamente saudável. Tudo faremos para mimar os teus primeiros acordes de natalidade até à tua adolescência. Queremos ir ao vosso encontro, da vossa realidade, procurando responder às vossas crescentes necessidades. Venha conhecer-nos, juntos iremos VER CRESCER! Clínica Médica Vera Santos, NIPC 504332651 | Rua Dr. Francisco Robalo Guedes, Lote D7, Loja 1, 6000-212 Castelo Branco
Nº Registo do estabelecimento: E121668 | Licença de Funcionamento nº 7972/2014. Em caso de marcação ou dúvida, entre contacto:
+351 272 326 057 (chamada para rede fixa nacional)
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Há um intervalo recomendado entre as refeições nocturnas que vale a pena respeitar, a favor do seu intestino. Do ponto d...
17/11/2025

Há um intervalo recomendado entre as refeições nocturnas que vale a pena respeitar, a favor do seu intestino. Do ponto de vista nutricional, limitar a ingestão de alimentos num período específico do dia favorece o trabalho das bactérias benéficas responsáveis por “limpar” a mucosa intestinal.

Procure manter uma pausa alimentar de 10 a 12 horas, garantindo aos microrganismos intestinais um verdadeiro descanso nocturno, sugerem os especialistas. Idealmente, reserve entre 12 e 14 horas sem comer durante a noite, permitindo que bactérias específicas, como a "Akkermansia muciniphila", desempenhem eficazmente a sua função de regeneração da mucosa intestinal. Este processo é fundamental para preservar a saúde do intestino e reforçar o sistema imunitário.

Alguns conselhos adicionais para este período de repouso digestivo: evite ou reduza lanches fora das refeições e dê espaço para que o microbioma possa trabalhar sem interrupções durante a noite.

Enquanto dorme, as bactérias intestinais actuam para manter a mucosa limpa e equilibrada. Esta manutenção regular é essencial para a saúde digestiva e para a robustez das defesas do organismo.

Os especialistas aconselham uma alimentação variada, rica em vegetais e colorida como um arco-íris é igualmente determinante para um intestino saudável.

Aconselhe-se com a Dr.ª Maria Madeira, especialista em nutrição.
Céd. Prof. nº 5925N.

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Neste 14 de novembro, assinala-se o Dia Mundial da Diabetes, sublinhando a importância da prevenção e dos cuidados ao lo...
14/11/2025

Neste 14 de novembro, assinala-se o Dia Mundial da Diabetes, sublinhando a importância da prevenção e dos cuidados ao longo da vida. Uma doença que continua a aumentar de forma preocupante, afetando cada vez mais jovens. Reconhecer sinais precoces, desfazer mitos e valorizar tanto o corpo como a mente, bem como manter hábitos consistentes, são passos essenciais para travar o avanço da diabetes.

Para reduzir o risco, quatro pilares são fundamentais: manter um peso e uma percentagem de massa gorda adequados; praticar atividade física regular, idealmente 150 minutos semanais de exercício moderado; seguir uma alimentação equilibrada, inspirada na dieta mediterrânica e com hidratos de carbono de boa qualidade, e evitar álcool e tabaco.

Até 80% dos casos de diabetes tipo 2 podem ser prevenidos com mudanças simples no estilo de vida. O grande desafio é educar e desmistificar a doença. A diabetes, silenciosa e crónica, afeta 8,5% dos adultos e está ligada a complicações graves, como doenças cardiovasculares, renais e oculares.

Caminhar depressa, subir escadas ou improvisar pesos em casa já faz diferença. O aumento da diabetes em idades jovens exige que a prevenção comece em casa, através do exemplo dos pais. Reduzir o tempo de ecrã, promover brincadeiras ao ar livre e incentivar uma alimentação saudável são medidas determinantes.

Pequenas mudanças consistentes têm grande impacto. Os sinais de alerta incluem sede intensa, fome constante, perda de peso súbita, urinar com frequência e visão turva, embora seja possível ter diabetes sem sintomas, tornando o rastreio essencial.
O importante é escolher boas fontes de glicose, como fruta, legumes e cereais integrais. Muitas pessoas com diabetes tipo 2 conseguem gerir a doença com medicação oral e hábitos saudáveis, recorrendo apenas a medições simples quando necessário.

Conte com a Dr.ª Mónica Reis, especialista na nossa clínica e coordenadora do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
Céd. Prof. nº40188 - ERS.

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O cancro do pâncreas é uma das doenças oncológicas mais graves, sobretudo porque os seus primeiros sintomas, embora poss...
13/11/2025

O cancro do pâncreas é uma das doenças oncológicas mais graves, sobretudo porque os seus primeiros sintomas, embora possam ser claros, são frequentemente confundidos com outras patologias. As opções de tratamento são semelhantes às de outros tipos de cancro, mas a ciência reforça que, neste momento, a melhor forma de combater a doença é através da prevenção.

Assinala-se hoje, 13 de novembro, o Dia Mundial do Cancro do Pâncreas. Nos estágios iniciais, os sintomas podem ser discretos ou facilmente confundidos com outras doenças, o que atrasa o diagnóstico. De acordo com os dados divulgados, os sinais mais comuns incluem dor abdominal, perda de apetite, emagrecimento e cansaço generalizado. Quando o tumor afeta a cabeça do pâncreas, pode ocorrer icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos), devido à obstrução da via biliar.

Alguns fatores de risco, como a idade e a genética, não podem ser alterados. No entanto, há outros relacionados com o estilo de vida que são modificáveis, nomeadamente o tabagismo, a obesidade e a diabetes. Estudos recentes também apontam para comportamentos menos evidentes, mas com impacto significativo no desenvolvimento da doença.
A má higiene oral, por exemplo, pode aumentar o risco de cancro do pâncreas devido à presença de determinadas bactérias associadas a doenças periodontais. Manter uma boa higiene oral, com escovagem regular e uso de fio dentário, ajuda na prevenção.

Outro fator de risco importante é o consumo excessivo de álcool, que pode causar danos nas células do pâncreas e levar à pancreatite crónica, uma condição que também aumenta a probabilidade de desenvolver a doença. Reduzir ou eliminar o consumo de bebidas alcoólicas é, por isso, essencial para diminuir esse risco.
Dada a alta taxa de mortalidade associada ao cancro do pâncreas, os profissionais de saúde continuam a reforçar a importância da prevenção, da vigilância e do diagnóstico precoce.

Conte com a Dr.ª Catarina Silva e esclareça as suas dúvidas.
Céd. Prof. nº 61702 - ERS.

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A pneumonia é responsável pela morte de 16 pessoas por dia, apenas em Portugal. Continua a ser a principal causa de mort...
13/11/2025

A pneumonia é responsável pela morte de 16 pessoas por dia, apenas em Portugal. Continua a ser a principal causa de mortalidade respiratória no país e constitui um sério problema de saúde pública, devido aos longos períodos de internamento que frequentemente implica, aos elevados custos associados e à sua elevada taxa de letalidade, alertam os especialistas.

Os sintomas podem ser evidentes, mas também confundidos com os de outras doenças respiratórias ou de uma gripe comum. Por isso, o diagnóstico médico deve incluir a auscultação pulmonar com estetoscópio, podendo ser necessária uma radiografia torácica para confirmar ou excluir a infeção.

Entre os sinais mais comuns encontram-se:
▫️Febre alta e persistente
▫️Calafrios
▫️Tosse produtiva (com expetoração amarelada, esverdeada, purulenta ou com sangue)
▫️Dificuldade respiratória e sensação de falta de ar
▫️Dor torácica ao respirar fundo ou tossir
▫️Cansaço extremo
▫️Perda de apetite
▫️Confusão mental (especialmente em idosos)
▫️Diminuição da capacidade para realizar atividades diárias

Qualquer pessoa pode desenvolver pneumonia, mesmo indivíduos saudáveis e em boa forma física. No entanto, o risco é maior em pessoas com o sistema imunitário fragilizado. Crianças e idosos são particularmente vulneráveis, devido às defesas pulmonares mais frágeis, sendo a doença mais frequente no início e no final da vida.

Para reduzir o impacto da pneumonia em Portugal, destacam-se medidas preventivas, como a vacinação antipneumocócica, com elevada adesão nas crianças, mas ainda insuficiente nos adultos para garantir proteção de grupo. A vacinação anual contra a gripe, que diminui o risco de pneumonia secundária após infeção viral. A promoção da higiene respiratória e das mãos, para evitar a propagação de agentes infecciosos, assim como o combate ao tabagismo e ao consumo excessivo de álcool, reforçando as defesas respiratórias.

A Dr.ª Mariana Mendes está disponível para ajudar.
Céd. Prof. 48955 - ERS.

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Novembro é o mês dedicado à prevenção do cancro da próstata e constitui uma oportunidade para reforçar a importância do ...
10/11/2025

Novembro é o mês dedicado à prevenção do cancro da próstata e constitui uma oportunidade para reforçar a importância do rastreio e do acompanhamento pela especialidade adequada, a urologia. Em Portugal, estima-se que tenham sido diagnosticados mais de 7.500 novos casos em 2022, representando cerca de 11% a 12% de todos os tumores malignos nos homens, e continuam a morrer aproximadamente 2.000 portugueses por ano devido a esta doença.
O risco aumenta com a idade e, muitas vezes, o cancro da próstata evolui de forma silenciosa, sem sintomas evidentes, o que torna a deteção precoce decisiva para garantir tratamentos mais eficazes e preservar a qualidade de vida. O rastreio pode incluir a análise do PSA, o toque re**al e, conforme indicação clínica, exames complementares solicitados pelo urologista, que avaliará cada caso de forma personalizada.
Homens com mais de 50 anos, ou a partir dos 45 quando existe historial familiar ou outros fatores de risco, devem conversar com o seu médico sobre quando iniciar esta vigilância. A urologia tem um papel central na avaliação, diagnóstico e definição das melhores opções terapêuticas, sobretudo quando a doença é identificada numa fase inicial, em que as possibilidades de cura são significativamente maiores. Neste mês de sensibilização, o apelo é simples: não adie a sua saúde. Fazer o rastreio e manter uma vigilância regular é um gesto de responsabilidade e prevenção que pode fazer toda a diferença para o futuro.

Conte com os nossos especialistas em urologia:
- Dr.ª Manuela Silva
Céd. Prof. nº 28430 - ERS.

- Dr. Rogério Gouveia
Céd. Prof. nº 20417 - ERS.

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Ressonar é relativamente comum e, em muitos casos, não representa motivo imediato de preocupação. No entanto, nem sempre...
07/11/2025

Ressonar é relativamente comum e, em muitos casos, não representa motivo imediato de preocupação. No entanto, nem sempre é apenas um “respirar mais alto”. Existem sinais que justificam vigilância, já que o ressonar pode estar associado a alterações clínicas relevantes.

Roncos leves e ocasionais são geralmente inofensivos; porém, quando o ressonar é frequente pode indicar apneia obstrutiva do sono, uma condição em que as vias aéreas ficam parcialmente bloqueadas durante o sono. Esta situação reduz os níveis de oxigénio, prejudica a qualidade do descanso e pode originar cansaço diurno, dificuldades de concentração e alterações de humor.

O ressonar persistente está associado a um maior risco de hipertensão, doença cardiovascular, AVC e diabetes. Aqui, a Endocrinologia assume particular importância, dado que condições como obesidade, resistência à insulina, hipotiroidismo e alterações metabólicas podem contribuir para o agravamento do ronco e da apneia do sono.

Medidas como, manter as vias nasais desobstruídas, adotar bons hábitos de sono e deixar de fumar, podem ajudar a reduzir o ressonar. Em alguns casos, podem ser necessários dispositivos orais, almofadas específicas ou tratamentos orientados por especialistas em sono.

Partilhar a cama com alguém que ressona pode ser bastante perturbador. Por vezes, uma simples mudança de posição alivia temporariamente o problema. Os especialistas recomendam dormir de lado ou com a cabeça elevada, evitando a posição supina, que facilita o colapso parcial das vias aéreas.

Ainda assim, quando o problema é recorrente, é essencial procurar avaliação médica para excluir apneia do sono, um distúrbio associado não só a problemas respiratórios, mas também a condições metabólicas acompanhadas pela Endocrinologia, como obesidade, diabetes e disfunções hormonais.

Conte com a Dr.ª Diana Catarino, especialista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
Céd. Prof. nº 57382 - ERS.

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A paramiloidose hereditária por transtirretina (ATTRv) é uma amiloidose sistémica rara, de transmissão autossómica domin...
05/11/2025

A paramiloidose hereditária por transtirretina (ATTRv) é uma amiloidose sistémica rara, de transmissão autossómica dominante, causada por mutações no gene "TTR". Embora classicamente associada à Neurologia, esta patologia apresenta manifestações musculoesqueléticas relevantes, que justificam o envolvimento da Reumatologia no diagnóstico precoce.

O síndrome do túnel cárpico bilateral é uma das manifestações iniciais mais frequentes, podendo anteceder em vários anos os sintomas neurológicos típicos. O depósito de fibrilas de amiloide em tendões, ligamentos e estruturas sinoviais pode originar rigidez articular, dor e limitação funcional, frequentemente confundidas com patologias reumatológicas degenerativas ou inflamatórias, como artrite reumatoide seronegativa, tenossinovite ou artrose.

Doentes que apresentam artralgias de causa indefinida, rigidez persistente ou síndrome do túnel cárpico recidivante, sobretudo quando associado a história familiar de amiloidose ou neuropatia periférica, devem levantar suspeita clínica de ATTRv.
O diagnóstico precoce é essencial para iniciar terapêuticas específicas que modificam o curso da doença. Para além do histórico transplante hepático, estão hoje disponíveis fármacos estabilizadores da transtirretina e terapias de silenciamento génico, que atrasam a progressão e melhoram significativamente a qualidade de vida.

Dada a frequência com que as manifestações articulares precedem o diagnóstico sistémico, é crucial reforçar a vigilância reumatológica em doentes com sintomas musculoesqueléticos atípicos ou refratários ao tratamento convencional. A Reumatologia, pela sua posição privilegiada na avaliação das queixas articulares e tendinosas, assume assim um papel fundamental na deteção precoce e referenciação adequada dos casos suspeitos de paramiloidose hereditária.

O Dr. José Marona, especialista no Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira, cuida das suas necessidades.
Céd. Prof. nº 58527 - ERS.

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As chamadas “dores de crescimento” são uma queixa relativamente comum em idade pediátrica, sobretudo entre os 4 e os 8 a...
31/10/2025

As chamadas “dores de crescimento” são uma queixa relativamente comum em idade pediátrica, sobretudo entre os 4 e os 8 anos. Estas dores costumam localizar-se abaixo do joelho, muitas vezes na região anterior da perna, onde ocorre um maior crescimento ósseo. Habitualmente, surgem ao final do dia ou durante a noite e desaparecem espontaneamente, sem deixar sinais inflamatórios visíveis, como inchaço, vermelhidão ou calor local.

No entanto, nem todas as dores nas pernas das crianças devem ser atribuídas ao crescimento. É fundamental uma avaliação cuidadosa, uma vez que outras condições podem manifestar-se de forma semelhante. Nos últimos anos, reconheceu-se que alguns casos diagnosticados como “dores de crescimento” correspondem, na verdade, à síndrome das pernas inquietas. Esta condição caracteriza-se por uma necessidade irresistível de mover as pernas, frequentemente acompanhada de desconforto, o que leva muitas crianças a esfregarem as pernas uma na outra e quando se deitam, dificultando o adormecimento e provocando despertares noturnos.

A síndrome das pernas inquietas pode estar associada a um défice de ferro, mesmo quando não existe anemia evidente. Nestes casos, o tratamento passa pela identificação da causa e pela suplementação adequada de ferro, que tende a resolver os sintomas e a melhorar a qualidade do sono.

Por isso, perante dores persistentes nas pernas, é importante que os pais procurem o pediatra, para que este possa distinguir entre uma dor benigna de crescimento e uma condição que requeira investigação e tratamento específicos.

Conte com a nossa equipa de profissionais:

Dr.ª Ana Luísa Teixeira
Céd. Prof. nº 29400 - ERS.

Dr.ª Paula Silvestre
Céd. Prof. nº 34236 - ERS.

Dr.ª Raquel Santos
Céd. Prof. nº 38479 - ERS.

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Níveis excessivos de vitamina B12 podem provocar fragmentação do sono e despertares precoces. Esta vitamina desempenha u...
30/10/2025

Níveis excessivos de vitamina B12 podem provocar fragmentação do sono e despertares precoces. Esta vitamina desempenha um papel essencial na produção de energia e no bom funcionamento do sistema nervoso. Algo geralmente benéfico, mas que pode ter um efeito demasiado estimulante em algumas pessoas.
Um dos principais fatores está na hora da toma, pois ingerir a vitamina demasiado tarde pode interferir com a capacidade do organismo de relaxar, sobretudo em indivíduos mais sensíveis.

A utilização de suplementos de vitamina B12, especialmente sem confirmação de necessidade, pode afetar o sono de forma subtil, contribuindo para dificuldade em adormecer ou para noites mais agitadas. Assim, a toma inadequada de B12 pode ser uma das causas de ficar acordado até tarde.

A privação de sono prolongada, por exemplo, três a quatro noites seguidas sem descanso adequado, pode originar alucinações e outros sintomas graves. A falta de sono afeta o pensamento e a concentração, provoca irritabilidade, delírios, paranóia e até episódios de psicose. Embora morrer por privação de sono seja raro, tal possibilidade não é totalmente excluída.
Alertamos ainda para os múltiplos efeitos negativos que surgem após várias horas sem dormir, reforçando a importância de manter uma boa higiene do sono e de ajustar a toma de suplementos de forma responsável.

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Apesar de serem frequentemente apresentados como alternativa mais segura ao tabaco, estudos indicam que os ci****os elet...
27/10/2025

Apesar de serem frequentemente apresentados como alternativa mais segura ao tabaco, estudos indicam que os ci****os eletrónicos podem libertar níveis superiores de certas substâncias tóxicas em comparação com o tabaco tradicional. Do ponto de vista pneumológico, este dado é particularmente preocupante. No entanto, os especialistas alertam que ainda existe falta de evidência científica sólida, pois o uso generalizado dos vapes é relativamente recente, o que impede avaliar plenamente os efeitos a longo prazo.

Os riscos abrangem não apenas o sistema respiratório, mas todo o organismo, resultando em dependência semelhante à do tabaco convencional. A inalação de partículas químicas pode provocar inflamação e irritação dos pulmões, originando cicatrizes e estreitamento das vias aéreas, com impacto em doenças como a asma, doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) ou bronquiolite. Mesmo os vapes sem nicotina não são inofensivos: contêm compostos como formaldeído e acetaldeído, ambos tóxicos e potencialmente cancerígenos, além de partículas ultrafinas que penetram profundamente no tecido pulmonar.

Entre os efeitos imediatos do uso de vapes destacam-se tosse, dificuldade respiratória, irritação ocular, cefaleias, secura da boca e garganta, e náuseas. Os efeitos a longo prazo podem ser graves e comparáveis aos do tabaco, incluindo aumento do risco de doença pulmonar crónica, cancro do pulmão e doenças cardiovasculares.

Assim, quer através de combustão, quer por aerossóis aquecidos, o aparelho respiratório é exposto a substâncias nocivas. Muda a forma de consumo e a estratégia de marketing, mas o impacto na saúde pulmonar continua a ser uma preocupação central da pneumologia.

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Em Portugal, cerca de um terço da população sofre de alergias. Aproximadamente 7% das pessoas têm asma e 25% rinite. A r...
24/10/2025

Em Portugal, cerca de um terço da população sofre de alergias. Aproximadamente 7% das pessoas têm asma e 25% rinite. A rinoconjuntivite alérgica afeta 18% da população. A asma e a rinite aparecem frequentemente em conjunto: 80% dos asmáticos têm rinite e 40% dos doentes com rinite apresentam asma. Estima-se que existam cerca de 175 000 crianças e adolescentes asmáticos (8,4%), sendo a tosse o sintoma mais comum.

Cerca de 15% das doenças alérgicas manifestam-se na pele. As alergias alimentares representam uma parte importante deste problema crescente. Embora a prevalência exata não seja totalmente conhecida, calcula-se que afetem 6 a 8% das crianças e 2 a 4% dos adultos.

A redução de infeções na infância, graças à vacinação e às melhores condições de higiene, pode desviar a resposta do sistema imunitário para os alergénios ambientais.

Além disso, uma alimentação rica em gorduras e alimentos processados, a exposição ao fumo do tabaco e a poluição contribuem para o desenvolvimento de alergias. A componente genética é igualmente relevante, sendo comum haver vários casos na mesma família.

As alergias identificam-se pelos sintomas e confirmam-se através de te**es cutâneos. Entre as manifestações mais típicas estão espirros, corrimento nasal, comichão no nariz, olhos, garganta ou ouvidos, olhos vermelhos, tosse e lesões cutâneas. As doenças alérgicas respiratórias mais frequentes são a rinite, a conjuntivite e a asma, podendo surgir isoladamente, em simultâneo ou associadas a eczema.

Na alergia, o organismo reage de forma excessiva a substâncias consideradas perigosas (alergénios), produzindo anticorpos específicos e desencadeando inflamação que pode afetar várias partes do corpo. Os sintomas podem aparecer em qualquer momento do ano, sempre que o doente é exposto ao alergénio. No entanto, são mais comuns na primavera, nos alérgicos aos pólenes, e no outono/inverno, nos alérgicos aos ácaros do pó.

Esclareça as suas dúvidas com a Dr.ª Susana Marques.
Céd. Prof. nº 37367 - ERS.

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A terapêutica tópica não-fluoroquinolona surge como opção mais eficaz em casos de otorreia em que existe resistência doc...
22/10/2025

A terapêutica tópica não-fluoroquinolona surge como opção mais eficaz em casos de otorreia em que existe resistência documentada a fluoroquinolonas. Segundo um estudo português realizado entre 2015 e 2022, foram identificados 37 exsudados auriculares com culturas resistentes a fluoroquinolonas.
O agente etiológico mais comum foi Pseudomonas aeruginosa, seguido de Escherichia coli.
No que respeita à eficácia terapêutica, o estudo mostrou que a monoterapia tópica com agentes não-fluoroquinolona obteve uma taxa de sucesso de aproximadamente 31,3%, enquanto a monoterapia apenas com fluoroquinolonas tópicas alcançou cerca de 11,1%.
Quando se recorreu a terapêutica combinada (tópica + sistémica), não se observaram diferenças significativas na taxa de sucesso entre terapêutica tópica com fluoroquinolonas e com não-fluoroquinolonas.

Em realação aos fatores de risco identificados, o estudo refere que a presença de Diabetes mellitus esteve significativamente associada à necessidade de internamento e ao uso de múltiplos antibióticos em casos de otorreia resistente.
Embora o estudo seja relativamente pequeno, estes dados sugerem que, em doentes com comorbilidades como a diabetes, se deve manter um limiar baixo para a colheita de exsudado auricular e para uma intervenção mais agressiva e precoce.

Em termos de implicações para a prática clínica, os autores sublinham que a resistência antimicrobiana em infeções otológicas exige uma abordagem mais criteriosa na escolha do tratamento tópico, evitando o uso indiscriminado de fluoroquinolonas.
Quando se optar por terapêutica tópica isolada (sem terapêutica sistémica), os não-fluoroquinolonas devem ser preferidos em casos com resistência documentada.
Nos casos mais graves ou em doentes com fatores de risco como a diabetes, deve considerar-se o início precoce de terapêutica combinada (tópica + sistémica) e um seguimento clínico mais rigoroso.

Conte com os nossos profissionais:.

Dr.ª Natércia Silvestre
- Céd. Prof. nº 47773 - ERS

Dr.ª Teresa Gabriel
- Céd. Prof. nº 50793 - ERS

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