Vânia Cardoso - Psicologia e Psicoterapia

Vânia Cardoso - Psicologia e Psicoterapia Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Vânia Cardoso - Psicologia e Psicoterapia, Psicólogo/a, Rua Miguel Torga n°50 R/C Esq, Coimbra.

- Mestrado em Psicologia pela FPCE - Universidade de Coimbra
- Membro Efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses
- Psicóloga Clínica e de Abordagem Somática
- Psicoterapeuta EMDR (Nível 2) e Brainspotting 3.

A abrir a semana.Um novo mês.🤍
02/02/2026

A abrir a semana.
Um novo mês.
🤍

Dois dias intensos - Powerful EMDR techniquesEMDR 2.0Com Ad de Jongh, PhD.
25/01/2026

Dois dias intensos - Powerful EMDR techniques
EMDR 2.0
Com Ad de Jongh, PhD.


25/01/2026

Este fim-de-semana tivemos o formador Ad de Jongh com EMDR 2.0 – Powerful EMDR Techniques within EMDR Therapy”. Dois dias fantásticos de aprendizagem e partilha 🙂

Não precisamos saber o que é para saber que algo é. - Esta ideia é, de facto, uma das máximas do Brainspotting (BSP), de...
23/01/2026

Não precisamos saber o que é para saber que algo é. - Esta ideia é, de facto, uma das máximas do Brainspotting (BSP), desenvolvido por David Grand, Phd. Caracteriza a abordagem neuroexperiencial desta técnica terapêutica.
O "que é" (que existe) refere-se a algo associado à sensação/activação corporal, a processos emocionais que acontecem no corpo, à carga energética associada às activações que podem ser acessadas com ajuda de uma posição ocular relevante.
O que existe, muitas vezes, e que se não sabe necessariamente o que é, são memórias implícitas, informações que estão efetivamente guardadas no corpo mas não em memória declarativa (nem verbal ou imagética). O Terapeuta não sabe o que é, não interpreta, não supõe uma narrativa. Ele segue com o paciente o processo e o processamento.
O Brainspotting pressupõe que não é necessário haver uma narrativa, não é necessário recordar detalhadamente ou entender racionalmente um trauma para o curar. O ponto de partida está na experiência sentida no corpo no momento presente, permitindo ao sistema nervoso, à "inteligência" do organismo, desbloquear e libertar a dor física e emocional acumulada, favorecendo o processamento. O corpo e o cérebro profundo ("midbrain", subcórtex) "sabem" o que "está lá," pois armazenam esses conteúdos não processados - mesmo quando a mente consciente não consegue verbalizar ou entender.







"Por detrás de cada dificuldade há um tesouro à espera para ser encontrado". 🤍Carl Jung.
19/01/2026

"Por detrás de cada dificuldade há um tesouro à espera para ser encontrado".
🤍Carl Jung.



Bom domingo... É um dia feliz porque (ainda) temos oportunidade de escolher no nosso país, e é fundamental honrar essa l...
18/01/2026

Bom domingo... É um dia feliz porque (ainda) temos oportunidade de escolher no nosso país, e é fundamental honrar essa liberdade que outrora foi conquistada.
(Na conjuntura atual olhamos o mundo e vemos muitos países sem essa liberdade de escolha, DOMINADOS por meia dúzia de fundamentalistas.)
Sermos ativos, e interventivos, como cidadãos é essencial.

Sobre a beleza dos caminhos.📷
11/01/2026

Sobre a beleza dos caminhos.

📷

Em muitos casos, "O trauma volta como uma reacção, não como uma memória." Bessel Van der Kolk, PhD. Bessel, um dos grand...
11/01/2026

Em muitos casos, "O trauma volta como uma reacção, não como uma memória." Bessel Van der Kolk, PhD.
Bessel, um dos grandes teóricos do trauma da atualidade, lembra-nos que o corpo guarda as marcas das nossas experiências traumáticas, mesmo que não nos lembremos exatamente da experiência. Muitas vezes, servindo o corpo de fundação ou alicerce para a construção de crenças vagas e generalizantes, sobre o self, as relações, sobre o mundo. Por isso, o corpo - e o acesso ao corpo - é considerado central na reparação do trauma.








Agora que tudo retoma a rotina, encerrada a azáfama das épocas festivas, as mudanças necessárias, os planos, as ambições...
10/01/2026

Agora que tudo retoma a rotina, encerrada a azáfama das épocas festivas, as mudanças necessárias, os planos, as ambições... Começam a querer-se mostrar, se fazer ver, chegar a nós, a querer aflorar... Do mais profundo do nosso ser, até à nossa clareza e consciência.
Que mudanças temos que fazer? O que há para reajustar profundamente na nossa vida? O que é necessário somente otimizar, mas que irá fazer uma diferença muito significativa?
Que salto é preciso dar? Que insight está prestes a surgir?
É tão importante percebermos as nossas reais necessidades. Recepcionarmos o que em nós se quer mover. Cuidar efetivamente de nós num plano primeiro. É uma questão de auto-amor, de auto-responsabilidade, de colocar em ordem as prioridades, a partir da nossa perspetiva, e não da de outrem.
É essencial que sejamos activos e agenciadores. Que não fiquemos passivamente resignados a viver de uma forma desconfortável, pesada, (mal) adaptativa, ou na qual estejamos demasiado em esforço.
É importante disponibilizarmos a força da acção, para agirmos, sermos agentes ativos de reformulação (de rotinas, relações, situações, padrões, etc.)
Há pessoas que precisam audácia e coragem para dar o salto para o novo, muitas vezes desconhecido.
Outras há que precisam mais espaço para si, mais tempo para si. Há pessoas que precisam de trazer salutogénese à sua rotina, aos seus hábitos alimentares, descobrirem uma prática física com que se identifiquem. Haverá pessoas que ambicionam uma mente tranquila. Estadas fisiológicos de segurança. Mais regulação emocional. Paz interior.
Outras procuram resgatar conexão com o seu núcleo familiar. Tudo isto é alcançável, pode ser acessível. Conquista-se pelo trabalho de investirmos com frequência em tempo para nós. Com consistência, com foco, com amabilidade, com orientação para a realidade (para não disparar em nós a rigidez ou a excessiva auto-exigência, o excessivo auto-criticismo). Enfim, com equilíbrio no processo de transformação para nos mantermos desafiados, e para que nunca desistamos... De nós. O caminho faz-se caminhando. E mesmo nas caminhadas com travessias mais desafiantes, que sempre consigamos desfrutar, apreciar, ver a riqueza da viagem.

"Deixai-me limpoO ar dos quartosE lisoO branco das paredesDeixai-me com as coisasFundadas no silêncio."Instante, Sophia ...
09/01/2026

"Deixai-me limpo
O ar dos quartos
E liso
O branco das paredes
Deixai-me com as coisas
Fundadas no silêncio."

Instante, Sophia de Mello Breyner


Bom dia. Por cá, retomando as rotinas. De volta ao meu trabalho🤍.
07/01/2026

Bom dia. Por cá, retomando as rotinas. De volta ao meu trabalho🤍.

Dia de Reis, a marcar o encerramento da quadra.
06/01/2026

Dia de Reis, a marcar o encerramento da quadra.

Endereço

Rua Miguel Torga N°50 R/C Esq
Coimbra
3030-165

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:30
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 18:30
Quinta-feira 09:00 - 18:30
Sexta-feira 09:00 - 20:00

Telefone

+351910078827

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Vânia Cardoso - Psicologia e Psicoterapia publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Vânia Cardoso - Psicologia e Psicoterapia:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria

Sobre

Formada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), na área de especialização em Clínica e Saúde- Intervenções Cognitivo-Comportamentais nas Perturbações Psicológicas e da Saúde desde 2011 (Mestrado Integrado), Vânia Cardoso considera-se uma psicóloga eclética cuja formação académica de base complementou com o seu interesse pelas áreas de abordagem Dinâmica.

Assim sendo, do ponto de vista clínico, procura uma perspectiva integradora das várias correntes. Ciente de que os diversos modelos clínicos de intervenção surgiram a partir de concepções muito divergentes, considera que, em determinadas situações, não é impraticável a possibilidade de interligar correntes, uma vez que não as entende como incompatíveis. Aliás, os seus estudos e formações obtidas após a conclusão do Mestrado Integrado baseiam-se em modelos de intervenção terapêutica integrativos (a saber, elencados no separador deste site “Recursos Terapêuticos”) – diversificando assim o seu leque de estratégias de intervenção psicológica, quer a nível convencional, quer expandindo os seus conhecimentos a partir do investimento em processos de intervenção terapêuticos mais inovadores, com a finalidade de promover, junto de quem acompanha, os melhores resultados.

Adquiriu vasta experiência extra-curricular em termos de observação clínica na área da psicopatologia do adulto e infanto-juvenil, que lhe foi possível pela prática de voluntariado, em diversas instituições de saúde mental, desde a frequência do seu primeiro ano da faculdade (2003). Desde 2011 que desenvolve atividade profissional na área clínica, tendo já intervindo com grupos vulneráveis, crianças, adolescentes e adultos, com os mais diversas quadros psicopatológicos. Atuou associada a dois agrupamentos de escolas, assim como desempenhou funções de psicologia numa IPSS de apoio à infância, acompanhando os mais diferentes casos foco de atenção clínica, em equipa multidisciplinar e permanente articulação com vários organismos. Trabalhou como psicóloga na área da doença mental, em regime de internamento psiquiátrico (comunidade terapêutica) durante dois anos e meio. Exerce a sua actividade profissional por conta própria desde 2014. Tendo sido mãe em 2016, retomou a atividade após um ano, até à atualidade. Enquanto profissional, descreve-se como rigorosa, pautada por elevados padrões éticos, com o maior respeito pela unicidade de cada um, seus ritmos e necessidades, e bastante disponível para com aqueles com quem estabelece o compromisso de uma aliança terapêutica. Considera os contextos de supervisão e de intervisão entre pares, fundamentais ao bom exercício da prática clínica e da melhoria contínua no âmbito profissional, e de desenvolvimento pessoal.

Dedicada e empenhada no estudo das várias correntes, modelos e metamodelos de intervenção clínica, descreve-se como fascinada pela sua própria profissão, nunca deixando para trás um dos seus temas de eleição: o estudo epistemológico da história da saúde mental e da psicopatologia, assim como dos paradigmas vigentes à época em que surgem, subjacentes ao contexto histórico, e que se vão desenvolvendo e transformando à medida dos tempos e da evolução social.