Diana Gaspar

Diana Gaspar Abraço a Psicologia Positiva na minha forma de ser e trabalhar. Sou movida pelo amor e pela paixão. Nasci em Coimbra, tenho Coimbra no nome e em Coimbra vivo.
(873)

Sou mulher, mãe, psicóloga, amiga e feliz. Adoro ser mulher. Ser mãe, é de todos, o papel principal da minha vida. Sou movida pelo amor, pela paixão e pela amizade sincera. Os meus amigos são a família que escolhi. Trabalho com crianças, jovens e famílias. Amo o que faço. Não sei viver sem o cheiro a livros, sem música e dança, sem saltos altos e sem sapatilhas nos pés.

29/01/2026

A tristeza é uma emoção fundamental para o autoconhecimento, para o amadurecimento emocional e para a tua construção.

Aceita-la no momento que é sentida, faz crescer. Nega-la ou fugir dela, traz pouca saúde mental e emocional, e pode prolongar a tristeza em si.

Porque estar triste é diferente de ser e viver triste.
Escuta as tuas emoções, partilha-as e transforma-as em amor e sabedoria.

Diana

A vida tem dor. Tem tristeza, perdas, angústias, medos, tormentos, surpresas, desafios e um sem fim de momentos que não ...
28/01/2026

A vida tem dor.
Tem tristeza, perdas, angústias, medos, tormentos, surpresas, desafios e um sem fim de momentos que não nos fazem sentir bem, que nos fazem sentir frágeis, sensíveis e muitas vezes perdidos.

A vida é um contínuo de ciclos, com subidas e descidas e com algumas retas, onde é de todo impossível sentirmo-nos sempre bem. Não sentimos, nem é suposto sentirmos. Somos de carne e osso e pulsa em nós um coração que tem a capacidade de nos indicar como nos estamos a sentir a cada momento, a cada ciclo, a cada subida, descida e nas linhas retas.

Não precisamos de mostrar o que não sentimos, de esconder emoções e vivermos como se estivéssemos sempre bem. Até podemos esconder dos outros para nos protegermos, mas acima de tudo precisamos de não viver escondidos, a aumentar tudo o que sentimos porque não escoamos aquilo que trazemos dentro de nós.

Quanto mais abafamos o que sentimos mais incapazes nos tornamos de viver os desafios constantes da vida.

Não somos as nossas dores e também não precisamos de as partilhar com o mundo. Só com os nossos, só com o colo que nos acolhe e os braços que nos abraçam. Viver em verdade é viver cada momento com a sua dignidade e deixar cada emoção viver por si, livre e capaz de nos humanizar e transformar.

A vida é uma metamorfose de emoções. Não precisamos de as controlar, só sentir, partilhar e transformar. Somos tão mais ricos quando nos permitimos a sentir tudo o que na vida nos traz. Sentir emoções torna-nos humanos, não fracos. Partilhar emoções faz-nos sentir acompanhados. Controlar emoções destrói-nos. Transformar emoções faz-nos crescer.

Diana

Precisamos de aprender mais e desejar ensinar menos, de observar mais e julgar menos. Precisamos de perceber o tom das p...
27/01/2026

Precisamos de aprender mais e desejar ensinar menos,
de observar mais e julgar menos. Precisamos de perceber o tom das palavras, de conhecer a História, os heróis sem capa e os narcisicos. Precisamos de ler histórias e de aprender sobre quem nelas vive ou viveu. Precisamos de nos humanizar de livro na mão, com tempo e paciência, com menos filtros e mais luz, para ver mais perto o que outros viveram. Precisamos de entender outras religiões e necessidades, e de empatizar com outras formas de vida. Precisamos de mais silêncio e menos ruminações, de mais humanidade do que vaidade. Precisamos de escutar mais do que desejar ser ouvido e apreciado, de conhecer antes de tecer opiniões e de nos embalarmos na poesia onde as palavras vão muito além de si. Precisamos de voltar a ser pessoas, num mundo cada vez mais perfilado de (aparente) conhecimento.

Diana

Hoje, o mundo dos que tiveram o privilégio de conhecer a Andreia, ficou muito mais pobre. A Andreia não era só uma educa...
25/01/2026

Hoje, o mundo dos que tiveram o privilégio de conhecer a Andreia, ficou muito mais pobre. A Andreia não era só uma educadora, era amor em tudo o que fazia, e em todos os seus papéis. Do inesquecível sorriso, aos gestos leves, ao olhar terno, à doçura da voz, ao colo sereno, à paciência e à entrega a todas, e principalmente às crianças e famílias que tiveram o privilégio de a conhecer e de lhes confiar os seus bens mais preciosos - os filhos - a Andreia será eterna e será sempre sentida e lembrada pelo amor que semeou em todos nós. E o amor tudo repara, transforma, eleva e faz crescer. Iremos viver com tudo aquilo que nos deu, que foi tanto, e perpetuar a sua ternura, empenho e compaixão.
É e sempre será uma inspiração ❤️
Diz que Deus leva os bons primeiro. Não sei se assim será, mas às vezes precisamos de encontrar outras formas transformar a perda, para apaziguar o que não conseguimos justificar… que todos as homenagens lhe sejam feitas porque o que ela partilhou, poucos o saberão partilhar…

Diana

A vida é um somatório de inconveniências, que vividas com intensidade e de forma dramática, a faz parecer uma tragédia, ...
23/01/2026

A vida é um somatório de inconveniências, que vividas com intensidade e de forma dramática, a faz parecer uma tragédia, ou pelo menos sentida e vivida como tal.

Para as inconveniências precisamos de flexibilidade, pragmatismo e adaptação. Sempre com amor.

A vida também tem tragédias mas essas são outras histórias…

Na minha concepção de homem cabe trabalhar fora de casa, dar suporte à família, fazer almoço e jantar, dar banho aos fil...
21/01/2026

Na minha concepção de homem cabe trabalhar fora de casa, dar suporte à família, fazer almoço e jantar, dar banho aos filhos, estudar com eles, escolher roupa, secar cabelo e fazer penteados, limpar a casa, em simultâneo, e muito mais.

E tudo isto porque cresci a ver o meu pai, que tanto estava de avental a fazer o jantar ou a lavar a louça, ao mesmo tempo que explicava o teorema de Pitágoras ou ajudava a decorar a tabela periódica, de pano na mão a limpar a casa ou a zangar-se comigo porque me achava mandona quando eu reclamava do puxo que não estava bem no centro da cabeça.

Também foi este pai que me levou para a religião católica desde que nasci, para a catequese e para os escuteiros dos 6 aos 20 anos, onde foi chefe e “pai” de muitos escuteiros, onde aprendi que no mundo não há raças melhores ou piores, que todos somos iguais e que por isso merecemos igual respeito, amor e ajuda. A igreja e o mundo é de todos, todos, todos! Ajudar o próximo e deixar o mundo melhor do que o encontramos, foram a base da educação que me passou.

Também me educou a ler, a estudar sobre política e a corrigir o meu português. Escrever bem era obrigatório.

Por outro lado, ser meu pai terá sido dos desafios maiores da sua vida. Muitas vezes, não partilhamos as mesmas visões e perspectivas, e fiz quase tudo diferente do que ele tinha planeado e sonhado para mim. Serei certamente a responsável pela totalidade dos seus cabelos brancos, mas também aprendemos que o amor envolve respeito por escolhas distintas e pela liberdade de sermos leais, acima de tudo, a quem somos.

Amanhã o meu pai faz anos, e envolvida no momento político que país atravessa, para além de celebrar a sua vida, celebro o amor, o respeito e tudo aquilo que me ensinou e construiu.

Quando vejo diariamente alguns políticos que se dizem católicos e pais de família, a professarem tudo o que o respeito e o amor ao próximo não o são, percebo que não viveram na mesma paróquia que eu, e que não têm a mesma Constituição na sua construção.

Precisamos tanto de pais presentes que eduquem para os valores fundamentais da construção humana, começando no respeito e terminando na igualdade.

Pai, amanhã é o teu dia ❤️

Sonhamos com resultados mas muitas vezes não percebemos o trabalho que os mesmos pedem, e por isso nos frustramos, às ve...
21/01/2026

Sonhamos com resultados mas muitas vezes não percebemos o trabalho que os mesmos pedem, e por isso nos frustramos, às vezes, com tanta facilidade. Até naquilo em que somos bons e nos sentimos capazes de fazer, temos muito trabalho e competências a desenvolver, todos os dias.

Aceitar que precisamos sempre de continuar a crescer e esculpir, pode ser muito penoso e requer muita energia, porque parece que nunca é suficiente.

Aceitar significa olhar com coragem e determinação para o que temos agora e para para o que precisamos de desenvolver, para chegarmos onde ambicionamos. E isto requer responsabilidade pelo que sentimos, temos e queremos, e energia para fazer o que é preciso, como é preciso, as vezes necessárias, das formas necessárias, com garra e amor.

Estar zangado e em frustração porque já gostávamos de estar onde não estamos, pode colocar-nos em resistência e conflito constante. E resistir é não querer ver a seguir, é alimentar aquilo que devia ter sido e não foi, é estar no «não devia ter acontecido», no «porquê agora» ou no «porquê a mim». É manter a dor do que se perdeu por tempo indefinido e continuar em indignação por tudo aquilo que já não vai acontecer, pelo menos daquela forma e daquela maneira idealizada.

Na realidade, este tempo onde nos perdemos, onde mergulhamos nos porquês, é previsto e necessário porque somos humanos e porque as dores têm o seu tempo de digestão. No entanto, não pode ser um tempo eterno que nos sufoque e nos retire a força total para os recomeços diários.

Para sermos muito bons no que queremos e chegarmos onde almejamos, precisamos de trabalhar muito todos os dias em aceitação pelas dificuldades e não em resistência pelas adversidades. Mas podemos fazê-lo com leveza, alegria e entusiasmo pelo melhoramento constante e por ultrapassarmos barreiras mentais, não imagináveis.

Mas para isso precisamos de ter boa energia, estar focados no que queremos, no que precisamos de fazer, nas ajudas que necessitamos de ter, no que carecemos de digerir.

Só no agora vamos conseguir renascer, só no agora vamos conseguir olhar para os recursos necessários para recomeçarmos diariamente.

Diana

Abanar o mundo envolvendo-o em humanismo, resiliência, persistência, honestidade, transcendência, coesão, trabalho, coop...
20/01/2026

Abanar o mundo envolvendo-o em humanismo, resiliência, persistência, honestidade, transcendência, coesão, trabalho, cooperação, respeito e amor.

Vaidade, vinda do latim vanitas (vazio), traduz mais insegurança, preocupação excessiva com a aparência e a soberba, do ...
19/01/2026

Vaidade, vinda do latim vanitas (vazio), traduz mais insegurança, preocupação excessiva com a aparência e a soberba, do que uma manifestação de amor.

Quem se ama, para além de não ter a necessidade que os outros o vejam constantemente como especial e superior - narcisico - não vive as suas necessidades centradas na admiração excessiva, nem a alimentar a sua grandiosidade.

O amor valoriza-se, gosta de si, gosta dos outros, coloca limites, clarifica valores de respeito e empatia, e aceita as suas fragilidades.

A vaidade nega e esconde as dificuldades,
o amor aceita-as e trabalha-as.

A vaidade precisa que os outros gostem de si para se sentir apreciado e grande, o amor gosta de si, mesmo que pouco apreciado e visto. Para o amor, há um bem maior, mais do que a necessidade de viver para o espelho a perguntar: espelho meu, espelho meu, há alguém mais bonito do que eu?

Diana

Bom fim-de-semana ❤️
17/01/2026

Bom fim-de-semana ❤️

Não confundamos necessidades, com luxos, com conforto e com riqueza. Parece tudo igual, senda na verdade, quase tudo dif...
15/01/2026

Não confundamos necessidades, com luxos, com conforto e com riqueza. Parece tudo igual, senda na verdade, quase tudo diferente.

Não és sempre forte?Que bom!Os humanos falham, erram, choram, desistem algumas vezes, avançam outras tantas, são imperfe...
14/01/2026

Não és sempre forte?

Que bom!
Os humanos falham, erram, choram, desistem algumas vezes, avançam outras tantas, são imperfeitos, são corajosos mas sentem medo, respiram alegria e por vezes tristeza.

Às vezes, desanimam, outras tantas erguem-se de determinação. Às vezes, sentem-se um pouco perdidos, outras tantas, nada os abala para atingirem o que querem. Às vezes, caem, outras tantas e talvez em maior número, levantam-se.

Ser forte é ter a coragem de viver uma vida feita de escolhas próprias, não é não chorar, não sentir medo, não estar cansado. Ser forte é não desistir de si, dos seus sonhos e intenções, mesmo perante a dificuldade.

Ser forte é ter a coragem de se ser verdadeiro, de olhar de frente as suas emoções,
de as sentir uma por uma, com aceitação e a resiliência de as transformar.

Ser forte é ter a coragem de voltar a fazer as vezes necessárias até atingir o objetivo desejado, olhando com coragem todos as fragilidades e a intenção clara de evolução e crescimento.

Se não se está preparado para falhar, também não se está preparado para acertar, porque às vezes, acerta-se falhando e outras falha-se acertando.

Tudo é uma questão perspectiva, quando o foco está em ser-se o que se é com bravura e coragem.

Não és sempre forte?

Ainda bem! Poderia ser sinal de fraqueza se acreditasses que tinhas de o ser sempre.

Diana

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Coimbra
Coimbra

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