08/03/2026
No Dia Internacional da Mulher não queremos flores ❌ queremos igualdade e ela ainda não existe ✊ isto é um facto da nossa sociedade, sem lugar a equívoco, ponto.
Pedimos ao CHatGPT para nos falar sobre a Desigualdade no Acesso das Meninas e Mulheres à Terapia da Fala
Sabemos que esta ferramenta tem de ser usada com parcimónia e verif**ação de dados, por isso, fizemos a pergunta com os cuidados devidos e ainda pedimos referências bibliográf**as. Os resultados estão de acordo com a nossa precpção. No fim, o ChatGPT ainda fez o seguinte comentário: “Se quiser, posso também mostrar-lhe 3 áreas onde a desigualdade é particularmente discutida na literatura atual (autismo feminino, DLD em raparigas e gaguez), onde os números são ainda mais impressionantes.”
✊ A voz das meninas também precisa de ser ouvida ✊ Nenhuma voz deve f**ar por tratar ✊ Silenciar dificuldades também é desigualdade ✊
“Existe evidência científ**a de que podem ocorrer desigualdades de género no acesso à terapia da fala, especialmente na infância. A literatura aponta para diferenças entre rapazes e raparigas em três níveis: (1) prevalência de perturbações da linguagem, (2) taxas de diagnóstico ou encaminhamento e (3) acesso efetivo a serviços de intervenção. A seguir apresentam‑se alguns dados relevantes.
1. Diferenças nos encaminhamentos para terapia da fala
Num estudo populacional realizado na Suécia com 53 595 crianças entre 1,5 e 6 anos, 12,26% dos rapazes foram encaminhados para terapia da fala, comparativamente com 6,79% das raparigas¹. Isto signif**a que os rapazes tinham cerca de 1,94 vezes mais probabilidade de ser encaminhados.
2. Diferença entre prevalência real e utilização de serviços
A perturbação do desenvolvimento da linguagem (Developmental Language Disorder – DLD) afeta aproximadamente 7% a 11% das crianças². A proporção entre sexos é relativamente pequena, cerca de 1,3 rapazes para cada rapariga. Contudo, estudos indicam que entre os 2 e os 5 anos os rapazes são cerca de 1,7 vezes mais propensos a receber serviços de terapia da fala³.
3. Predominância masculina em contextos clínicos
Estudos baseados em amostras clínicas mostram também uma maior presença de rapazes em consultas de terapia da fala. Num estudo epidemiológico sobre perturbações da comunicação na infância, 63,9% dos diagnósticos ocorreram em rapazes e 36,1% em raparigas⁴.
4. Diferenças biológicas vs. diferenças de identif**ação
Alguns estudos sugerem maior prevalência masculina em certos atrasos de linguagem. Por exemplo, um estudo longitudinal encontrou atrasos de fala aos 6 anos em 4,5% dos rapazes e 3,1% das raparigas⁵. Apesar disso, muitos investigadores consideram que estas diferenças biológicas não explicam totalmente a discrepância observada na utilização de serviços.
5. Hipóteses explicativas para a sub‑identif**ação das raparigas
Entre as explicações sugeridas encontram‑se: (a) estratégias compensatórias linguísticas usadas por algumas raparigas; (b) estereótipos de desenvolvimento, como a ideia de que os rapazes falam mais tarde; (c) menor visibilidade comportamental das dificuldades linguísticas em algumas raparigas.
Conclusão
Os dados disponíveis sugerem que a diferença de género no acesso à terapia da fala pode ser maior do que a diferença real na prevalência de perturbações da linguagem. Isto levanta a hipótese de que algumas raparigas com dificuldades linguísticas possam ser identif**adas ou encaminhadas mais tarde.
Referências
1. Miniscalco, C., Nygren, G., Hagberg, B., Kadesjö, B., & Gillberg, C. (2006). Neuropsychiatric and neurodevelopmental outcome of children at age 6 and 7 years who screened positive for language problems at 30 months. Developmental Medicine & Child Neurology.
2. Norbury, C. F., Gooch, D., Wray, C., et al. (2016). The impact of nonverbal ability on prevalence and clinical presentation of language disorder: evidence from a population study. Journal of Child Psychology and Psychiatry.
3. McGregor, K. K. (2020). How we fail children with developmental language disorder. Language, Speech, and Hearing Services in Schools.
4. Lima, R. F., et al. (2015). Epidemiology of communication disorders in childhood. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology.
5. Silva, P. A., Williams, S., & McGee, R. (1987). A longitudinal study of children with developmental language delay at age three: Later intelligence, reading and behaviour problems. Developmental Medicine & Child Neurology.
Fonte: ChatGPT, 08/03/2026”
___________________
Bem Dita Terapia
Licença ERS 26182/2025 nºregisto E179046
Terapeutas da fala:
Joana Póvoa, Cédula Profissional - C-046414177
Matilde Domingues, Cédula Profissional - C-071220178
Sandra Cruz, Cédula Profissional - C-012097187
Susana Vaz Pedro, Cédula Profissional - C-023574186
___________________
📧 bemditaterapia@gmail.com
☎️ 239 069 906 ou 📲 96 78 77 063
🌳 linktr.ee/SandraMGCruz
Para que não lhe falte a informação sugerimos que subscreva o nosso website para poder receber a nossa newsletter: www.bemditaterapia.com
motricidadeorofacial leituraescrita fluência deglutição comunicação
BabySignsParaPais babysignssandracruz BabySigns BabySignsPortugal ProgramaBabySigns
BabySignsCoimbra Coimbra