UGT Coimbra

UGT Coimbra A UGT-Coimbra defende o trabalho com direitos e a dignidade social.

04/02/2026

🗳️UGT APELA À PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Votar é afirmar a Democracia e o futuro coletivo

No próximo dia 8 de fevereiro de 2026, os cidadãos e cidadãs são novamente chamados a exercer um dos direitos fundamentais consagrados pela Constituição: o direito de voto, na segunda volta das eleições para a Presidência da República.

A eleição do Presidente da República assume neste contexto particular relevância no equilíbrio do sistema democrático, na defesa da Constituição, na garantia do regular funcionamento das instituições e na promoção da coesão social.

A UGT apela, por isso, a que todos os cidadãos participem neste ato eleitoral de forma esclarecida e consciente, valorizando o debate democrático e rejeitando discursos de desinformação, populismo ou exclusão.

Num tempo marcado por profundas transformações económicas, sociais e tecnológicas, importa reafirmar o compromisso coletivo com um Portugal mais justo, com trabalho com direitos, com proteção social forte e com um Estado Social que não deixe ninguém para trás.

No dia 8 de fevereiro, cumprir o dever cívico é também honrar os valores de Abril e a conquista da liberdade democrática.

► Votar é um direito.
► Votar é um dever.
► Pelos trabalhadores, pelos pensionistas, pelos desempregados, pelas mulheres, pelos jovens.
► Em nome da Democracia e daqueles que a defendem.

̧ões

03/02/2026

No âmbito do protocolo de cooperação celebrado entre a Federação Nacional da Educação (FNE) e o Sindicato Nacional de Professores e Educadores de São Tomé e Príncipe (SINPRESTEP), e na sequência dos compromissos assumidos dur...

Doutoramento em Sociologia: Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo (ano letivo 2026/27)A 1ª fase de ...
26/01/2026

Doutoramento em Sociologia: Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo (ano letivo 2026/27)

A 1ª fase de candidaturas ainda decorre (até 30 de janeiro)

CES - Centro de Estudos Sociais

23/01/2026


23/01/2026


23/01/2026


23/01/2026


22/01/2026

CIDADANIA DIGITAL

A cidadania digital refere-se ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes dos indivíduos no uso das tecnologias digitais para participação na sociedade. Implica uma utilização ética, segura e responsável da Internet e das plataformas digitais, e visa permitir o acesso igualitário à tecnologia e o desenvolvimento da literacia digital, a promoção da ética e do comportamento responsável em linha, o combate ao cyberbullying e o combate à desinformação.

DESINFORMAÇÃO ONLINE - O QUE É?

A desinformação refere-se à disseminação intencional de informações falsas ou enganosas com o objetivo de manipular a opinião pública, desinformar ou causar confusão. Este fenómeno tem-se intensificado com o crescimento das redes sociais e da comunicação digital, uma vez que a rapidez com que a informação se espalha dificulta a verificação da respetiva veracidade.

CUIDADOS A TER COM A DESINFORMAÇÃO ONLINE
• Desconfie de títulos alarmistas, erros de escrita e mensagens que pedem reação imediata.
• Confirme se a fonte é credível e procure a mesma notícia noutros sites.
• Atenção a imagens e vídeos: com IA é mais fácil criar conteúdos falsos.
• Denuncie perfis falsos e publicações enganosas. É um direito do utilizador.
• Se não tem a certeza, não partilhe. A partilha responsável é um dever de todos.

https://www.sibace.pt/comunicados/que-vergonha-senhores-banqueiros/?fbclid=IwY2xjawPbGrFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBA...
19/01/2026


https://www.sibace.pt/comunicados/que-vergonha-senhores-banqueiros/?fbclid=IwY2xjawPbGrFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe2RTBYnDn9pB7XyQrgTeSHeJ3NQABESggJauR5qUZGghhRrw16HOJkxz5TNY_aem_jBCVRI7otJ94gWCvnIGYHw
Que vergonha, senhores banqueiros!
Em mais uma reunião negocial de revisão salarial no âmbito do ACT, a banca voltou
a mostrar a sua arrogância e desprezo pelos trabalhadores, ao subir a sua proposta
de aumento de 1,5% para 1,8%. Apesar dos lucros fabulosos, acena com migalhas.
O processo negocial de revisão do ACT do Setor Bancário prosseguiu no dia 15 de janeiro, com a
discussão dos aumentos salariais para 2026.
MAIS, SBN e SBC voltaram a constatar o profundo desprezo da banca pelos seus trabalhadores,
aqueles que diariamente constroem os lucros formidáveis e recorrentes que apresentam.
Apesar de um contexto económico amplamente favorável ao setor bancário, marcado por resultados
milionários, a postura dos patrões mantém-se arrogante, insensível e desfasada da realidade vivida
pelos bancários.
Abertura
Os Sindicatos da UGT apresentaram uma proposta inicial de aumento salarial de 5,7% – valor
perfeitamente justificado face ao custo de vida e à riqueza criada no setor, além de ser
percentualmente igual ao crescimento do SMN.
E embora a proposta sindical seja bastante razoável, sobretudo num dos setores de atividade melhor
posicionado da economia nacional, estes Sindicatos baixaram a sua reivindicação para 4,6%, tendo
como referencial o acordo assinado em sede de Concertação Social. Uma posição assumida como
um claro sinal de responsabilidade e abertura negocial.
Migalhas
Em resposta, os banqueiros limitaram-se a um movimento de aproximação irrisório: passaram de
1,5% para 1,8%, quando a inflação prevista se situa nos 2,3% (sem ter em linha de conta o custo da
habitação).
Isto significa, na prática, e mais uma vez, continuar a empobrecer os trabalhadores bancários,
impondo perdas reais de poder de compra.
Sem qualquer vergonha nem sentido de responsabilidade social, à mesa negocial a banca “oferece
migalhas”, indignas de quem gera diariamente os lucros da banca. A sua proposta não acompanha
a inflação, não reconhece o esforço dos trabalhadores e não reflete a realidade económica do setor.
Ganância
Os Sindicatos da UGT não aceitarão que os bancários continuem a pagar a fatura da ganância
patronal. Exigem aumentos salariais justos, respeito e valorização do trabalho.
Se a banca insiste em fechar os olhos à realidade, assume também a responsabilidade pelo
agravamento do conflito laboral e pela deterioração da qualidade de vida de milhares de bancários
e suas famílias.
Mas não espere que os Sindicatos fiquem de braços cruzados!

Em mais uma reunião negocial de revisão salarial no âmbito do ACT, a banca voltou a mostrar a sua arrogância e desprezo pelos trabalhadores, ao subir a sua proposta de aumento de 1,5% para 1,8%. Apesar dos lucros fabulosos, acena com migalhas. O processo negocial de revisão do ACT do Setor Banc...

17/01/2026

Tabela de Vencimentos 2026 – Ensino Público (Não Superior)

Mantenha-se informado sobre as atualizações oficiais do Governo/Ministério da Educação para não perder nenhum detalhe. Consulte sempre a tabela completa para o seu escalão e função.

📌 Veja a tabela completa aqui: https://spzc.pt/Content/2374

15/01/2026

🗳️ UGT apela à participação nas Eleições Presidenciais

No próximo 18 de janeiro de 2026, todos somos chamados a exercer um direito fundamental: votar.

Votar é mais do que escolher. É afirmar a Democracia, defender a Constituição, reforçar o funcionamento das instituições e contribuir para um Portugal mais justo e solidário.

A eleição do Presidente da República é decisiva para o equilíbrio democrático e para a defesa de valores essenciais como a liberdade, a justiça social, a igualdade, a solidariedade e a dignidade do trabalho.

A UGT apela a uma participação consciente e esclarecida, valorizando o debate democrático e rejeitando a desinformação, o populismo e a exclusão. Combater a abstenção é fortalecer a Democracia.

Num tempo de profundas transformações, é essencial reafirmar o compromisso com um Estado Social forte, com trabalho com direitos e com um país que não deixa ninguém para trás.

🗓️ 18 de janeiro
Votar é um direito.
Votar é um dever.
Pelos trabalhadores, pensionistas, desempregados, mulheres e jovens.

✊ Pela Democracia. Pelo futuro de Portugal. Por todos nós.

15/01/2026


  Apesar de o Governo manter a proposta de atualização salarial para o horizonte 2026-2029, sendo que a partir de 2027 os aumentos anuais serão de 60,52 euros para vencimentos até cerca de 2.600 euros ou de 2,3% para ordenados superiores, o Executivo “acedeu a colocar no acordo uma cláusula ...

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