Scapula . Centro de diagnóstico e tratamento da patologia do ombro

Scapula . Centro de diagnóstico e tratamento da patologia do ombro Esta unidade diagnostica e efectua o tratamento médico e cirúrgico de lesões no ombro : fracturas

Destinado a todos os doentes que sofrem de patologias a nível do ombro e que necessitam de um oportuno diagnóstico e de tratamento urgente, a OLYMPICA criou e disponibiliza em Coimbra, Lourosa, Viseu e Alcobaça os serviços do centro monográfico SCAPULA, o qual integra ortopedistas com reconhecida experiência e meios técnicos, suportados por protocolos bem definidos e uniformizados, quer para o diagnóstico, quer para a terapêutica.

28/03/2026
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28/03/2026

... » A PRÓTESE DO OMBRO OU ARTROPLASTIA TOTAL DO OMBRO «
A substituição total das superfícies articulares do ombro, que é também designada como artroplastia total do ombro, consiste na remoção das áreas articulares deterioradas da articulação glenoumeral, de modo a serem substituídas por implantes artificiais, com o intuito de reduzir a dor, bem como para restaurar a amplitude de mobilidade.
A principal articulação do ombro, designada por glenoumeral, é constituída pela cabeça do úmero (o osso do braço) em forma a esfera e pela cavidade glenoide (no bordo externo da omoplata) em forma de um “prato raso”. Quer a esfera quer o prato, são recobertos por cartilagem que facilita o movimento e o deslizamento.
Na artrite e na artrose, a cartilagem e a morfologia das extremidades ósseas deterioram-se com signif**ado, fazendo com que as superfícies articulares desses ossos percam a normal congruência, aumentando o atrito e consequentemente causando a rigidez e a dor.
Ainda e em alguns casos, na sequência de uma fractura complexa e deformante desta articulação, em particular na cabeça do úmero.
Em que consiste a implantação de uma prótese do ombro ?
Na cirurgia de substituição do ombro, a cabeça do úmero danif**ada é substituída por uma hemi-esfera de metal e a cavidade glenoide é substituída por um “prato” de polietileno (material plástico).
Este sistema de implante com uma interface metal/polietileno é usado em bastantes substituições do ombro.
No entanto há ainda um outro tipo diferente de artroplastia, a chamada substituição reversa do ombro, que se utiliza em doentes que apresentam para além da destruição das superfícies articulares, uma rotura signif**ativa da coifa dos rotadores (os três músculos que cobrem e estabilizam a cabeça do úmero). Neste tipo de prótese, a hemi-esfera metálica é aplicada na área da glenoide/na omoplata e o “prato” de polietileno, na extremidade do úmero.
No entanto, em alguns doentes com fraturas complexas da cabeça do úmero, uma substituição parcial pode estar indicada, substituindo-se apenas esta com um componente hemi-esférico metálico.
A artroplastia total do ombro é um procedimento frequentemente muito bem sucedido, quer para reduzir a dor, quer para restaurar a mobilidade e a função do ombro.
A solicitação de marcação de consulta para esta unidade, pode ser efectuada para o centro de reserva de consultas, pela linha - 239 780 281 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional) - de 2ª a 6ª feira, no período das 14 horas às 18 horas ou para o email - olympica@mail.telepac.pt .
SCAPULA - COIMBRA . ALCOBAÇA . VISEU . LOUROSA/VILA DA FEIRA
" A informação aqui expressa, têm exclusivamente um carácter informativo e educacional. O seu conteúdo não deve ser, em nenhuma circunstância, utilizado para a realização, quer de um auto-diagnóstico, quer de um auto-tratamento.
Só um ortopedista, tem qualif**ação ética, cientif**a e técnica para esse efeito e deverá ser consultado. "

...                             »   A NOSSA UNIDADE DE AMBULATÓRIO DE VISEU   «A agitada actividade diária assim como o ...
25/01/2026

... » A NOSSA UNIDADE DE AMBULATÓRIO DE VISEU «
A agitada actividade diária assim como o envolvimento laboral intenso, provocam no cidadão comum, compromissos clínico-funcionais de crescente complexidade a nível do ombro, com a consequente exigência de recurso a sofisticadas formas de diagnóstico e tratamento.
O ombro é pois uma das áreas mais castigadas e comprometidas, sobretudo com lesões do foro degenerativo e de sobrecarga.
Com bastante frequência, essas lesões são deficientemente avaliadas, apoiadas e tratadas, com inevitável arrastamento das situações e comprometendo definitivamente as actividades diárias da vida de relação e laborais do cidadão.
Em resposta aos doentes que sofrem de variadas patologias a nível do ombro e que necessitam de cuidados especializados, disponibilizamos em Viseu, no CSH Saúde / ( Clínica Dr. Delfim ), na Rua Conselheiro Sousa Macedo nº 171, os nossos serviços de ambulatório.
! Algumas das lesões no ombro, não podem esperar !
Por isso considere recorrer à nossa unidade para as patologias do ombro.
Corpo clínico especializado em patologia do ombro (Director Clínico, Dr. Francisco Santos Silva).
A solicitação de marcação de consulta para esta unidade, pode ser efectuada para o centro de reserva de consultas, pela linha - 232 427 620 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional) no período das 09.00 às 13.00 horas ou para o email - geral@cshviseu.pt.
SCAPULA - COIMBRA . ALCOBAÇA . VISEU . LOUROSA/VILA DA FEIRA
" Toda a informação aqui expressa, têm exclusivamente um carácter informativo e educacional.
O seu conteúdo não deve ser, em nenhuma circunstância, utilizado para a realização, quer de um auto-diagnóstico, tão pouco de um "auto-tratamento".
Só um ortopedista, tem qualif**ação ética, cientif**a e técnica para esse efeito e deverá ser consultado. "

24/01/2026

... » RUTURA DO GRANDE PEITORAL NO ATLETA «
O músculo grande peitoral, ou mais especif**amente o seu tendão e as fibras musculares adjacentes, pode rasgar-se e soltar-se na totalidade ou parcialmente, da sua inserção no úmero.
A ruptura/separação da inserção umeral do grande peitoral, foi descrita pela primeira vez por Patissier em 1822 em Paris, seguido posteriormente por Letenneur em 1861.
É uma lesão muito infrequente e ocorre quase que exclusivamente em homens, com idades entre 20 e os 40 anos e o seu desencadeamento resulta de uma contracção excêntrica, súbita e muito violenta deste músculo.
De longe, o desporto mais frequentemente associado a esta lesão é o halterofilismo, quer no arranque quer no arremesso. Outros desportos associados são a luta livre, o esqui aquático e o rugby.
Embora as rupturas seja raras, esta lesão tornou-se mais prevalente nos últimos 30 anos, à medida que o número de atletas amadores e profissionais tem aumentado.
O seu diagnóstico é efectuado, obviamente pela avaliação clínica e funcional e confirmado pela ecografia e mais especif**amente, pela ressonância magnética.
A generalidade destas rupturas no tendão do grande peitoral, deve ser tratada em princípio cirurgicamente, especialmente em doentes muito activos e particularmente com um envolvimento desportivo ou em actividades de carácter físico, assim como laborais de elevada solicitação, nos membros superiores.
Idealmente o seu tratamento cirúrgico, deve ser efectuado nas primeiras 48 a 72 horas, pois que após as três primeiras semanas, a reparação torna-se mais difícil e menos consistente.
Desde que uma reparação cirúrgica seja efectuada precocemente, os seus resultados são inegávelmente muito superiores e muito particularmente em comparação com um tratamento cirúrgico adiado ou até conservador.
A técnica cirúrgica mais comum, é efectuada sob anestesia geral e consubstancia-se na refixação do tendão do grande peitoral no úmero, por “cirurgia aberta”, com recurso a dispositivos específicos, v.g., botões corticais (Pec Button Arthrex).
No pós-operatório há necessidade de se recorrer a uma imobilização parcial com um braçal, por um período de seis semanas.
Só após este período e em termos médios, se podem iniciar as actividades de recuperação do arco de circundução e após 10 a 12 semanas, para fortalecimento muscular.
Em geral, os treinos de musculação são retomados apenas por volta dos 4 meses após a cirurgia reconstrutiva.
! Algumas das lesões agudas no ombro, não podem esperar !
Por isso considere recorrer à nossa unidade para a patologia do ombro.
Corpo clínico especializado em patologia do ombro (Director Clínico, Dr. Francisco Santos Silva).
A solicitação de marcação de consulta para esta unidade, pode ser efectuada para o centro de reserva de consultas, pela linha - 239 780 281 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional) - de 2ª a 6ª feira, no período das 14 horas às 18 horas ou para o email - olympica@mail.telepac.pt .
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" Toda a informação aqui expressa, têm exclusivamente um carácter informativo e educacional.
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.   »  TRATAMENTO PRECOCE DAS LESÕES NA ARTICULAÇÃO ACRÓMIO-CLAVICULAR DO CICLISTA  « A articulação acrómio-clavicular (...
24/01/2026

. » TRATAMENTO PRECOCE DAS LESÕES NA ARTICULAÇÃO ACRÓMIO-CLAVICULAR DO CICLISTA «
A articulação acrómio-clavicular ( AC ) localiza-se na parte superior do ombro, onde a clavícula se junta à zona mais elevada da omoplata, o acrómio.
Uma qualquer lesão na articulação acrómio-clavicular é relativamente frequente e geralmente é causada por uma contusão na região externa no ombro ou uma queda com apoio sobre a mão, com todo o membro superior estendido.
O traumatismo lesa as estruturas ligamentares que circundam e estabilizam a articulação AC, forçando a clavícula a soltar-se parcialmente ou na totalidade, do acrómio.
Isso desencadeia o aparecimento de uma saliência ou protuberância na zona superior e externa do ombro.
Muitos ciclistas sofrem com frequência lesões na articulação AC, que não sendo adequadamente diagnosticadas e tratadas, passam a apresentar um afastamento das duas estruturas, com um carácter crónico.
A separação (parcial ou total) da articulação AC é classif**ada em duas categorias, dependendo da gravidade da sua extensão.
As lesões moderadas na articulação AC são (tipo I / entorse simples e tipo II / sub-luxação) e respondem normalmente muito bem a um tratamento conservador, com o simples recurso a crioterapia, imobilização temporária em suspensão e recuperação funcional/fisioterapia.
No entanto a lesão mais severa ( tipo III / luxação ) em que se apresenta um afastamento completo das estruturas articulares - o acrómio e a clavícula - comumente deve ser tratada com uma reparação cirúrgica e tão oportunamente quanto possível, de modo a se estabilizar adequadamente todo o ombro.
! Algumas das lesões agudas no ombro, não podem esperar !
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Corpo clínico especializado em patologia do ombro (Director Clínico, Dr. Francisco Santos Silva).
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...               »   O QUE É O OMBRO CONGELADO OU CAPSULITE ADESIVA  DO OMBRO  «A capsulite adesiva também chamada de “...
24/01/2026

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» O QUE É O OMBRO CONGELADO OU CAPSULITE ADESIVA DO OMBRO «
A capsulite adesiva também chamada de “ombro congelado”, é uma situação clínica e funcional caracterizada fundamentalmente por dor e rigidez no ombro.
Esta patologia desde o seu início, apresenta-se com uma evolução regressiva muito rápida e comumente ao longo de uma a duas semanas, o ombro f**a praticamente bloqueado e muito difícil de ser mobilizado, quer pela dor excruciante e excessivamente agressiva, quer pela perda habitualmente total da mobilidade.
A dor do “ombro congelado” é sempre muito pior no início da doença e sobretudo quando se tenta mover o braço. A dor geralmente localiza-se na face antero-externa do ombro, com extensão a toda a zona proximal do braço.
O “ombro congelado” compromete mais comumente indivíduos entre os 40 e os 60 anos de idade e ocorre com mais frequência em mulheres do que em homens. Para além disso, as pessoas com diabetes apresentam um risco aumentado de susceptibilidade de desenvolver o “ombro congelado”.
As causas do “ombro congelado” não estão totalmente esclarecidas, mas alguns factores podem aumentar o risco para o desenvolvimento do “ombro congelado”.
O ombro congelado ocorre com muito mais frequência em pessoas com diabetes, com o hipotireoidismo, o hipertireoidismo, a doença de Parkinson e as doenças cardíacas. Mas pode-se desenvolver após o ombro ter sido imobilizado por um período de tempo devido a uma cirurgia, a uma fratura ou outra lesão.
No “ombro congelado”, a cápsula articular do ombro f**a mais espessa, rígida e tensa. Desenvolvem-se na articulação finas bandas espessas de fibrina, as designadas aderências. Consistentemente, há uma redução do líquido sinovial na articulação.
No tocante à etiopatogenia, o “ombro congelado” estabelece-se e desenvolve-se ao longo de duas fases evolutivas, se entretanto não for instituído um protocolo terapêutico adequado.
A do congelamento - Nesta fase de “congelamento”, a dor é intensa, em especial no período de repouso nocturno.
À medida que esta piora, o ombro perde amplitude de movimento. A fase do “congelamento” normalmente não dura mais de quatro a seis semanas.
A de Congelado - Os sintomas dolorosos podem realmente melhorar durante esta fase, mas a rigidez e a consequente limitação de mobilidade permanecem.
Durante a fase “congelada”, as actividades da vida diária são sempre muito difíceis.
O movimento do ombro não melhora e o retorno à amplitude normal pode f**ar comprometido por mais de seis meses a um ano, ou até mais.
A artroclasia sob sedação, seguida de um programa de recuperação funcional bem estruturado, regular e diário, é a atitude terapêutica adequada para reverter esta patologia.
! Algumas das lesões no ombro, não podem esperar !
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O seu conteúdo não deve ser, em nenhuma circunstância, utilizado para a realização, quer de um auto-diagnóstico, quer de um auto-tratamento.
Só um ortopedista ou fisiatra, tem qualif**ação ética, cientif**a e técnica para esse efeito e deverá ser consultado. "

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Coimbra
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