Madalena Baía - Psicóloga

Madalena Baía - Psicóloga 🙋🏻‍♀️ CP 28342
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Se vives esta sensação de oscilação entre “ser demais” e “ser de menos”, é importante perceber que isso não é um traço t...
17/04/2026

Se vives esta sensação de oscilação entre “ser demais” e “ser de menos”, é importante perceber que isso não é um traço teu isolado. Muitas vezes é uma resposta a experiências relacionais onde houve ausência de validação, inconsistência ou até rejeição.

Aprendeste, em algum momento, que existir plenamente podia afastar os outros. E, ao mesmo tempo, que desaparecer também não garantia segurança.

Este conflito interno não é confusão. É adaptação.

Com o tempo e num contexto seguro, é possível construir uma perceção mais estável de ti, onde não precisas de encolher nem de exagerar para ter lugar.

Não és demais. Não és de menos. Estás a tentar sobreviver com as ferramentas que aprendeste.

15/04/2026

🤍 “Quero estar perto, mas o meu corpo recua.”

No trauma complexo, o toque, a intimidade e a presença podem ativar velhas feridas — mesmo em relações seguras.

💡 Não é desamor. É um corpo em alerta.

Aprender a estar presente, a confiar no toque e a receber amor sem medo… é um caminho possível, passo a passo.

A terapia pode ajudar-te a reconstruir essas pontes com respeito, delicadeza e segurança.

A voz crítica dentro de ti pode ter começado como proteção.Mas hoje, talvez seja só mais uma ferida aberta.O trauma mold...
13/04/2026

A voz crítica dentro de ti pode ter começado como proteção.

Mas hoje, talvez seja só mais uma ferida aberta.
O trauma molda a forma como nos vemos — mas não precisa definir quem somos.

Vamos reconstruir essa narrativa com verdade e compaixão?

Alternativa Correta : “As pessoas com borderline não são perigosas e perigosas; elas podem estar a lutar com as suas emo...
11/04/2026

Alternativa Correta : “As pessoas com borderline não são perigosas e perigosas; elas podem estar a lutar com as suas emoções e precisam de compreensão e apoio.”

Justif**ação : Essa percepção alimenta o medo e o estigma. A maioria das pessoas com PPB não é violenta; elas precisam de empatia e cuidados.

A perturbação da personalidade borderline (PPB) é caracterizada por emoções intensas e, por vezes, avassaladoras.Para qu...
09/04/2026

A perturbação da personalidade borderline (PPB) é caracterizada por emoções intensas e, por vezes, avassaladoras.

Para quem vive com esta condição, pode ser difícil encontrar formas de gerir esses sentimentos extremos. Mas existem estratégias que podem ajudar a recuperar o equilíbrio emocional e viver com mais serenidade. 🌱

🧠 1. Reconhece as emoções sem julgá-las: Pratica a atenção plena e aceita o que estás a sentir sem te culpares ou criticares.

🧘‍♀️ 2. Técnicas de grounding: Usa práticas que te ajudem a voltar ao presente, como respirar profundamente, tocar algo físico ou usar os 5 sentidos para te reconectares.

💬 3. Estabelece limites saudáveis: Define limites claros nas relações para proteger o teu bem-estar emocional.

🛠 4. Procura ajuda profissional: Terapias como a Terapia Dialética Comportamental (DBT) são ef**azes no desenvolvimento de habilidades para regular emoções.

👉 Lidar com emoções intensas pode ser desafiador, mas é possível encontrar equilíbrio com o apoio certo. Não estás sozinho!

Alternativa Correta : “As pessoas com borderline enfrentam desafios complexos que exigem compreensão e suporte, e o esfo...
07/04/2026

Alternativa Correta : “As pessoas com borderline enfrentam desafios complexos que exigem compreensão e suporte, e o esforço pessoal é apenas uma parte do processo de cura.”

Justif**ação : Superar o PPB não é simplesmente uma questão de força de vontade; envolve tratamento, apoio e tempo.

05/04/2026

Notas altas nem sempre signif**am bem-estar.

Por trás de muitos alunos “exemplares” existe ansiedade, medo de falhar e uma autoestima que depende do desempenho.

Quando o valor da criança f**a ligado às notas, o sucesso deixa de ser saudável e passa a ser sobrevivência.

Um 20 não vale uma infância nem uma adolescência em sofrimento.

Precisamos de começar a olhar para o que não se vê.

As crianças estão cada vez mais ocupadas.Mas ocupar não é desenvolver.Menos tempo livre signif**a menos espaço para brin...
03/04/2026

As crianças estão cada vez mais ocupadas.
Mas ocupar não é desenvolver.

Menos tempo livre signif**a menos espaço para brincar, imaginar e autorregular.
E isso tem impacto direto na criatividade, na tolerância à frustração e na autonomia.

Uma agenda cheia pode parecer produtiva.
Mas uma infância sem tempo livre cobra um preço.

Brincar sem estrutura, aborrecer-se, não fazer nada
é aí que o desenvolvimento acontece.

Desacelerar não é perder tempo.
É proteger o que é essencial.

A violência entre crianças nem sempre faz barulho.Muitas vezes acontece no silêncio, nos olhares, nas exclusões subtis.A...
01/04/2026

A violência entre crianças nem sempre faz barulho.
Muitas vezes acontece no silêncio, nos olhares, nas exclusões subtis.

A criança que f**a de fora não “está só a ser ignorada”.
Está a sentir rejeição, vergonha e solidão de forma muito real.

A investigação mostra algo importante: a exclusão social ativa áreas cerebrais associadas à dor física. E ainda assim, continua a ser desvalorizada como “coisas de crianças”.

Não convidar, ignorar, usar ironia para humilhar, excluir do grupo
tudo isto é violência relacional e tem impacto direto na autoestima, no desempenho escolar e na forma como a criança se vê.

O papel dos adultos é decisivo. Não basta intervir quando há agressão física. É preciso ensinar competências sociais, validar emoções, questionar comportamentos e treinar também quem assiste

Porque quem vê e não age também participa.
Criar espaços seguros nas escolas e em casa faz diferença.
Conversas regulares, regras claras, promoção de empatia.

A exclusão repetida deixa marcas profundas.

E se a tua dor não tiver palavras?E se o teu corpo guardar histórias de um tempo em que ainda não sabias falar?O trauma ...
30/03/2026

E se a tua dor não tiver palavras?

E se o teu corpo guardar histórias de um tempo em que ainda não sabias falar?

O trauma pré-verbal existe — e pode ser acolhido com segurança, mesmo sem memória.

Tudo o que sentes faz sentido.

“Estou sempre cansada, mas quando chega a hora de dormir… não consigo.”O trauma complexo pode transformar o sono numa lu...
28/03/2026

“Estou sempre cansada, mas quando chega a hora de dormir… não consigo.”

O trauma complexo pode transformar o sono numa luta diária.

O corpo f**a preso num estado de alerta, como se o perigo estivesse sempre à espreita.

Mesmo que tudo à volta pareça seguro, por dentro continua o sinal de “perigo”.

👉 Este post é um convite à compreensão — não há nada de errado contigo.

O teu corpo está a tentar proteger-te… até quando dormir devia ser descanso.

🧠 Com tempo, segurança e apoio terapêutico, é possível reconstruir um sono que cuida — não um que assusta.

26/03/2026

“Às vezes parece que estou a ver a vida de fora. Não sinto nada.”

A dissociação é um mecanismo de defesa que o cérebro usa quando sentir se torna demasiado doloroso.

Não é sinal de fraqueza — é sobrevivência.

No trauma complexo, esta desconexão pode tornar-se uma constante, mesmo anos depois dos eventos vividos.

💭 A boa notícia?
É possível, pouco a pouco, restabelecer essa ponte com o teu corpo e com quem és.
Com apoio, segurança e espaço terapêutico, dá para voltar sem medo a ti.

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