Clínica de Saúde Mental e Familiar - Drª Zulima Maciel

Clínica de Saúde Mental e Familiar - Drª Zulima Maciel Um espaço acolhedor onde os serviços terapêuticos são prestados com elevado profissionalismo.

Psicologia Clínica
(crianças, jovens, adultos e seniores)
Consultas de Parentalidade
Terapia de Casal
Osteopatia
Massagem de Som
Yoga Clínica de Saúde Mental e Familiar composta por uma equipa de psicólogos e terapeutas que partilham a mesma visão holística do ser humano e cuja intervenção é integrativa, com especial enfoque na conexão mente/corpo/alma, e nas dimensões emocional e relacional do ser humano.

A nossa equipa terapêutica trabalha a partir de uma abordagem humanista e integrativa, centrada na pessoa como um todo.V...
14/04/2026

A nossa equipa terapêutica trabalha a partir de uma abordagem humanista e integrativa, centrada na pessoa como um todo.

Valorizamos profundamente a relação terapêutica como espaço seguro, de escuta empática, acolhimento e crescimento. Procuramos compreender cada indivíduo para além dos sintomas, respeitando o seu ritmo, a sua singularidade e o seu processo.

A nossa prática clínica integra diferentes modelos de intervenção terapêutica, selecionados de forma criteriosa, com base na melhor evidência científica disponível. Esta integração permite-nos adaptar a intervenção às necessidades específicas de cada pessoa, promovendo um acompanhamento mais eficaz, flexível e personalizado.

🌸Zulima Maciel é a fundadora desta clínica, é psicóloga há quase 20 anos e dedica-se atualmente ao público adulto. Ao longo da sua carreira, foi ganhando experiência, formação e mestria em áreas como a parentalidade, a conjugalidade, o trauma, a PHDA e a psicopatologia complexa (nomeadamente, a Perturbação Bipolar e a Perturbação Borderline)

🌷Soraia Coelho é psicóloga clínica com formação em luto e neurocognição e com formação avançada em Terapias Cognitivo-Comportamentais. Possui uma vasta experiência com população adulta e sénior, com especial enfoque em problemáticas como a depressão, a ansiedade e o luto e na neuroreabilitação.

🌻Filipa Barbosa é psicóloga clínica com um vasto currículo em termos de investigação nas áreas do desenvolvimento e da neurocognição. À sua formação-base tem acrescentado formação na área do trauma. Dedica-se atualmente ao público adulto com especial enfoque em problemáticas sócio-emocionais e psicopatologias comuns como a ansiedade e a depressão.

🌼Marisa Silva é psicóloga educacional, com formação avançada em Necessidades Educativas Especiais. Possui uma vasta experiência em contexto escolar, atuando em várias problemáticas desde os problemas sócio-emocionais às perturbações do neurodesenvolvimento (tais como a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção e problemas de aprendizagem específicos). Possui, ainda, formação e experiência em Orientação Vocacional.

🌺Susana Cabanelas é psicóloga clínica e educacional, com vasta experiência em contexto escolar. Apresenta um longo percurso formativo e de experiência em acompanhamento de problemáticas do neurodesenvolvimento. Atualmente, tem se dedicado ao público infantil, na deteção precoce e acompanhamento de problemas do foro cognitivo, neurodesenvolvimental e emocional. Possui, ainda, formação e experiência em processos de Orientação Vocacional.

🪷Madalena Reis é osteopata com formação e experiência abrangente em áreas como a osteopatia pediátrica, apoio à gravidez e à amamentação, osteopatia de adulto (problemas musculoesqueléticos e articulares, alterações posturais, lesões desportivas, cefaleias e enxaquecas, problemas gastrointestinais, problemas de sono) e osteopatia na terceira idade (incluindo apoio na reabilitação).

Estamos abertos de segunda a sábado e contamos com a fantástica colaboração dos nossos assistentes, Luís Mendes e Kelly Silva, para receber as vossas dúvidas e para orientar-vos para a terapeuta mais indicada ao seu pedido e disponibilidade.

Venha conhecer-nos, num espaço onde a ciência e a empatia andam de mãos dadas, construindo um caminho de verdadeira transformação.

📞Contactos: 924 701 222 | geral@saudementalefamiliar.pt

Quem conhece as mãos de fada da nossa querida Osteopata Madalena Reis mete a mão no ar 🙋‍♀️ Desde bebés a pessoas em ida...
09/04/2026

Quem conhece as mãos de fada da nossa querida Osteopata Madalena Reis mete a mão no ar 🙋‍♀️

Desde bebés a pessoas em idade sénior, o mesmo carinho, o mesmo cuidado e a mesma entrega.

A osteopatia ao serviço da saúde integral é o nosso lema. Venha experimentar !

Há perguntas que não são para responder de imediato. São para ficar. Para ecoar. Para tocar em camadas mais fundas.Quand...
06/04/2026

Há perguntas que não são para responder de imediato. São para ficar. Para ecoar. Para tocar em camadas mais fundas.

Quando alguém está em depressão, esta pergunta pode soar dura, até injusta.
Porque na depressão, muitas vezes, “não se veio “fazer” nada”. Veio-se sobreviver. Veio-se aguentar. Veio-se existir.

E isso, por si só, já é muito.

Mas há um momento subtil em que esta pergunta deixa de ser acusatória e passa a ser um convite.

Não é um convite à produtividade, à força ou à superação rápida.

É um convite à RECONEXÃO.

Sair do ciclo da depressão não começa com grandes decisões. Começa quando a pessoa deixa de se ver apenas como “doente”, “fraca” ou “incapaz” e começa, muito devagar, a reconhecer-se como “alguém em relação consigo mesma”.

Alguém que pode perguntar:

— O que é que a minha dor me tem tentado dizer?
— Que necessidades ficaram demasiado tempo esquecidas?
— Que partes minhas ficaram para trás para eu conseguir sobreviver?

Recuperar de uma depressão, neste contexto, não é “pensar positivo”.
É recuperar poder pessoal onde antes só havia paralisia.
É perceber que, mesmo sem energia, ainda existe a possibilidade de escolher pequenos movimentos: pedir ajuda, colocar limites, descansar sem culpa, permanecer.

Talvez não tenhas “vindo aqui fazer” grandes coisas.
Talvez tenhas vindo “reaprender a estar”.
A sentir sem te perder.
A existir sem te violentar.

E se essa for a resposta, então já não é pouco.

É o início💚

Hoje, no Dia Mundial da Perturbação Bipolar, convidamos à compreensão, à empatia e à informação. Viver com perturbação b...
30/03/2026

Hoje, no Dia Mundial da Perturbação Bipolar, convidamos à compreensão, à empatia e à informação.

Viver com perturbação bipolar é navegar entre extremos emocionais intensos, muitas vezes invisíveis aos outros, mas com o acompanhamento certo, é possível encontrar equilíbrio, sentido e qualidade de vida.

Falar sobre saúde mental é reduzir o estigma e abrir espaço para o cuidado💚

Às vezes, confundimos gostar de alguém com o conforto que essa pessoa nos dá. Alguém pode entrar na nossa vida e, sem no...
13/02/2026

Às vezes, confundimos gostar de alguém com o conforto que essa pessoa nos dá. Alguém pode entrar na nossa vida e, sem nos darmos conta, começar a preencher necessidades psicológicas importantes: sentir-mo-nos vistos, acompanhados, compreendidos, validados. E isso, por si só, pode criar proximidade, calma e até uma sensação de “isto faz-me bem”. Mas receber aquilo de que precisamos não é o mesmo que estar apaixonado. É possível sentir segurança, acolhimento e afinidade… e ainda assim não ser amor romântico. A satisfação das nossas necessidades emocionais pode aproximar-nos, mas não define o que sentimos.

Apaixonar-se é diferente. Não é racional, nem ordenado, nem fruto de uma checklist emocional. É algo mais visceral, uma combinação de impulso, desejo, magnetismo e uma espécie de vibração interna difícil de traduzir em palavras. Não é uma decisão cognitiva, é uma sensação que acontece antes de conseguirmos explicá-la. Quando estamos apaixonados, reconhecemos isso no corpo: na antecipação, no brilho, na inquietação boa, na energia que surge só por pensar na pessoa. É como se algo em nós se ativasse sem pedir autorização ao pensamento.

Então como sabemos que estamos apaixonados/as por alguém?

Sabemos porque Sentimos.
Não é a mente que nos diz, é o corpo que denuncia.
Nutrir necessidades aproxima. Apaixonar-se transforma.
E, quando acontece, raramente deixa espaço para dúvidas🥰

11/02/2026

Experiências repetidas de rejeição na infância e adolescência deixam marcas profundas na identidade, na autoestima e na forma como nos relacionamos com os outros.

A criança constrói o seu “eu” a partir do olhar do outro. Quando esse espelho falha, internaliza-se uma narrativa silenciosa: “há algo em mim que não merece ser visto, escolhido ou mantido”.

Na adolescência, fase crucial para a consolidação da identidade e formação da personalidade, a rejeição aprofunda a chamada “falha narcísica”, fragilizando a coesão do eu e tornando a autoestima instável e dependente da validação externa.

⚠️ Falha narcísica não é narcisismo, é um défice relacional precoce.

Na vida adulta, isto pode manifestar-se como medo intenso de rejeição, vergonha crónica, autocrítica severa, necessidade de agradar ou evitamento relacional.

Mas temos uma boa notícia? O eu forma-se nas relações precoces e também pode ser reparado através delas em qualquer etapa da vida.

A relação terapêutica oferece uma nova experiência de vinculação segura, permitindo reorganizar o eu, integrar valor pessoal e transformar vergonha em autocompaixão.

Porque é na experiência corporal e emocional repetida de segurança, que podemos voltar a confiar.

Observamos por vezes a ansiedade (legítima) dos pais para que os filhos “fiquem bons” depressa. Essa urgência nasce do a...
09/02/2026

Observamos por vezes a ansiedade (legítima) dos pais para que os filhos “fiquem bons” depressa. Essa urgência nasce do amor, da preocupação e, muitas vezes, do sofrimento de assistir à dor de quem se ama. No entanto, essa mesma pressa pode criar expectativas irrealistas sobre o que é, e não é, o acompanhamento psicológico.

A psicoterapia não é um tratamento de efeito imediato nem um processo linear. Antes de qualquer mudança visível, existe algo absolutamente fundamental: a construção de uma relação terapêutica segura. É nesse espaço relacional, feito de confiança, previsibilidade e respeito, que a criança ou o jovem pode, pela primeira vez, sentir-se verdadeiramente visto, escutado e aceite. Sem esta base, qualquer tentativa de mudança torna-se frágil, superficial ou até invasiva.

Quando se acelera o processo, quando se exige resultados rápidos ou se instrumentaliza o acompanhamento (ainda que de forma inconsciente), corre-se o risco de transformar a terapia num lugar de desempenho e não de encontro, crescimento sustentável e transformação. A criança ou o jovem percebe a expectativa, sente a pressão e, em vez de segurança, pode experimentar mais ansiedade, resistência ou evitamento.

A relação terapêutica necessita de tempo e de paciência. Para isso é necessário também evidentemente confiar no processo e no profissional escolhido.

É um facto que a psicoterapia representa um investimento financeiro para as famílias. Precisamente por isso, esse passo precisa ser dado com a compreensão de que “tocar noutra alma humana” é um ofício delicado e profundamente responsável.

Não se apressa um vínculo.
Não se força a confiança.
Não se encurta o caminho.

Porque quando queremos tudo depressa sem base segura corremos o risco de perder a pessoa e, com ela, a verdadeira oportunidade de a ajudar.

A relação terapêutica exige tempo, atenção, sensibilidade e escuta cuidadosa. Cada gesto conta. Cada pausa também. Só assim algo pode emergir, não imposto de fora, mas revelado a partir de um lugar de segurança.

E é nesse processo cuidadoso, respeitador e paciente que a mudança verdadeira acontece💚

Há relações que quando terminam não acabam apenas com o vínculo. Termina com elas uma ideia de quem éramos e, sobretudo,...
26/01/2026

Há relações que quando terminam não acabam apenas com o vínculo. Termina com elas uma ideia de quem éramos e, sobretudo, de quem íamos ser.
Não era só a pessoa. Era um projeto de vida.

Quando uma relação ocupa o lugar de projeto identitário, o fim não é vivido como uma separação, mas como um colapso. Não se perde apenas alguém, perde-se o futuro imaginado, o chão emocional, a versão de si que existia naquele espelho.

Por isso, tantas pessoas dizem:
“Depois disto, não me vejo mais a ser feliz.”

Mas o que muitas vezes está a ser dito é outra coisa:
“Depois disto, já não sei quem sou.”

O sofrimento não vem apenas da ausência do outro. Vem do vazio deixado onde antes havia sentido.
E aqui surge um curioso paradoxo: acreditar que aceitar o fim é invalidar a importância da relação.
Não é.

Aceitar que uma relação foi estruturante não significa mantê-la como a única fonte possível de vida. Significa honrá-la sem lhe entregar o resto da existência.

Há um momento difícil, silencioso e necessário, em que é preciso deixar de viver à espera da vida que acabou para começar a construir a vida possível com o que existe agora.

Isso não é desistir. É reerguer-se após o colapso. É crescer. Amadurecer.

A intenção não é “voltar a ser quem se era antes”, porque isso já não existe. A intenção é perguntar, com responsabilidade pessoal e presença compassiva:

“Quem posso tornar-me a partir daqui?”

Quando uma relação deixa de ser o centro absoluto, abre-se espaço para que o sentido volte a existir:

- em novos vínculos,
- em projetos mais pequenos,
- em relações imperfeitas,
- em escolhas conscientes.

A felicidade, nestes momentos, não aparece como euforia. Aparece como movimento.
E, às vezes, o primeiro sinal de vida não é esperança. É simplesmente continuar. Já não por aquilo que foi, mas pelo que ainda pode vir a ser.

O pediatra e psicanalista D. Winnicott trouxe a expressão “mãe suficientemente boa” para o mundo da parentalidade e para...
20/01/2026

O pediatra e psicanalista D. Winnicott trouxe a expressão “mãe suficientemente boa” para o mundo da parentalidade e para muitas mães (e pais!) ainda é difícil perceber o que é ou como ser uma mãe suficientemente boa, numa era em que caem dicas e conselhos por todo o lado e onde as abordagens à parentalidade trazem tanta informação (por vezes, contraditória) que por vezes confundem mais, trazem culpa e retiram competência e poder pessoal aos pais.

Estamos acostumados a receber pais, essencialmente mães, que se questionam se estão a fazer um bom papel. O que sentimos é que os pais precisam de recuperar segurança relacional com os seus filhos. De se sentirem vistos, compreendidos nos seus desafios particulares. Precisam de suporte parental individualizado e não de correção através de dicas que não funcionam para todos. Precisam de uma realidade partilhada criando vínculos com os outros pais. E precisam, acima de tudo, de reajustar expectativas!

Afinal ser uma mãe (ou um pai) suficientemente boa é talvez aquilo que as mães já são e que precisa de ser visto e acolhido com uma sustentação gentil que afina o caminho e devolve confiança 💚

Há pessoas que continuam, sem saber porquê, que se levantam diariamente mesmo sem sentir nada, que aguentam mais um dia ...
12/01/2026

Há pessoas que continuam, sem saber porquê, que se levantam diariamente mesmo sem sentir nada, que aguentam mais um dia mesmo sem esperança.

Carregam dor e cansaço. E também vergonha. Vergonha de não conseguirem ser e sentir diferente. Sentem-se fracas.

Parece que só é válido continuar quando existe motivação ou esperança. Como se a força tivesse sempre de vir acompanhada de entusiasmo ou sentido. Mas na prática clínica, vemos algo muito diferente: a falta de esperança não significa ausência de força.

Continuar quando não se sente esperança não é estar bem. É estar vivo(a). É fazer algo que, embora possa não melhorar nada, ajude a não tornar a vivência pior.

A depressão, o burnout e a exaustão emocional não retiram apenas a energia, retiram a capacidade de imaginar um futuro diferente. E quando o futuro parece não apresentar nada de novo, continuar é um ato profundamente corajoso.

Às vezes, a força não se manifesta nas grandes decisões, mudanças ou conquistas. Manifesta-se em gestos simples, pequenos e quase invisíveis:

- levantar-se da cama
- tomar a medicação
- vir à uma consulta
- responder a uma mensagem
- ir à caixa de correio
- comer uma sopa
- tomar um banho

Não desistir de si, mesmo sem saber como cuidar de si não é fracasso. É resistência silenciosa.

A “força” não volta quando voltamos a sentir esperança. Muitas vezes, a esperança só nasce de pequenos passos e porque a pessoa continuou, mesmo sem vontade.

Se hoje não sentes esperança, mas continuas, queremos que saibas isto:

O teu corpo está a fazer um trabalho imenso para te manter. A tua mente não está fraca. Está cansada. E a tua continuidade tem valor, mesmo que te sintas vazio(a).
E não vai ser sempre assim. Estás a viver um capítulo da tua história em que sobreviver se tornou na tua maior força.

E isso também merece ser visto💚

Que te possas sentir mais segur@ e confortável este Natal 🎄
16/12/2025

Que te possas sentir mais segur@ e confortável este Natal 🎄

PHDA - uma condição especial repleta de curiosidades 😍Com o devido acompanhamento, a PHDA não precisa de ser uma limitaç...
09/12/2025

PHDA - uma condição especial repleta de curiosidades 😍

Com o devido acompanhamento, a PHDA não precisa de ser uma limitação! É necessário aprender a gerir os pontos sensíveis e a potenciar os pontos fortes.

A nossa equipa está capacitada para o fazer!
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