04/04/2026
Feliz Páscoa a todos. 🤍
Desta vez, não me apetece fazer uma mensagem estática sobre aquilo que a Páscoa “deve” significar.
Porque sinto que a Páscoa toca cada pessoa de forma diferente.
Mas, para mim, ela tem muito este lugar de rito de passagem.
De morte e renascimento.
De deixar cair partes de nós que já não fazem sentido continuar a carregar.
E foi por sentir isso em mim que, nesta quinta-feira, senti necessidade de começar um ritual de 21 dias.
Criei um caderno para me acompanhar neste ciclo.
Um espaço de escrita, de encontro comigo, com aquilo que eu sou, com aquilo que sinto e com aquilo que desejo emanar.
Porque tenho sentido cada vez mais que aquilo que muda a nossa vida não é o que pensamos.
É a forma como nos sentimos.
É o estado interno a partir do qual escolhemos viver.
É a coerência entre o que sentimos, o que pensamos e a forma como agimos.
E quando saímos do piloto automático, do modo de sobrevivência, do fazer por fazer…
e começamos verdadeiramente a estar connosco, a ouvir-nos, a sentir-nos, a escolher-nos…
a vida começa a reorganizar-se de outra forma.
Por isso, se estás a passar por desafios, sejam eles quais forem, talvez este também possa ser um convite para ti.
Agarra num caderno.
Volta a ti.
Escreve.
Pergunta-te:
O que é que eu sinto verdadeiramente?
Quem escolho ser hoje?
O que quero emanar?
O que preciso de fazer para viver em maior coerência comigo?
Às vezes, é nesse regresso simples ao coração que tudo começa a mudar.
Então, o meu convite nesta Páscoa é esse:
deixa morrer o que já não está a teu favor
e permite-te nascer de um lugar mais verdadeiro, mais presente, mais teu.
E, se quiseres saber mais sobre este ritual de 21 dias e sobre aquilo que eu estou a fazer, junta-te às Conversas da Alma, esta terça-feira, às 10h30.
Vou explicar-te tudo com mais profundidade, para que tu também possas começar a construir uma realidade diferente daquela em que tens vivido até aqui.
Com amor,
Tânia Cardoso