07/04/2020
Nestes tempos, do quando se procura algo que possamos de alguma maneira nos preencher com informação útil, esta é de certo uma boa informação para quem estuda um pouco de frequência. F**a à consideração dos nossos leitores. Um bem haja! - Equipa do Espaço H. Luxor
COBRE
A metalurgia na América pré-colombiana ocorreu com a extração, purif**ação, liga e a fabricação de metais pelos povos indígenas das Américas antes do contato europeu no final do século XV.
Os indígenas americanos usam metais nativos desde os tempos antigos. A comprovação vem através de descobertas recentes de artefatos de ouro na região andina, datadas de 2155 a 1936 aC, e as descobertas de cobre na América do Norte datadas de aproximadamente 5000 aC. O metal teria sido encontrado na natureza sem a necessidade de técnicas de fundição e moldado na forma desejada usando técnicas de martelagem a quente e a frio, sem alterá-lo quimicamente através da liga.
Até o momento ninguém encontrou evidências que apontem para o uso do derretimento e fundição no leste pré-histórico da América do Norte. Na América do Sul, o caso é bem diferente. Os indígenas sul-americanos tinham metalurgia completa, com fundição e vários metais sendo propositalmente ligados. A metalurgia na Mesoamérica e no oeste do México pode ter se desenvolvido após o contato com a América do Sul através de comerciantes marítimos equatorianos.
Achados recentes datam o primeiro trabalho de ouro entre 2155 e 1936 aC. e o trabalho de cobre mais antigo entre 1432 e 1132 aC. Estudos realizados na Bolívia, no entanto, sugerem que a fundição de cobre pode ter começado em 2000 aC.
Duas tradições parecem ter se desenvolvido - uma no norte do Peru e no Equador e outra na região do Altiplano, no sul do Peru, Bolívia e Chile. Há evidências de fundição de sulfeto de cobre na região do Altiplano ao redor do horizonte inicial. A evidência disso vem da escória de cobre recuperada em vários locais, com o próprio minério possivelmente vindo da fronteira sul do Chile com a Bolívia.
O uso extensivo de fornos de fundição "portáteis" nas proximidades de Puma Punku, na Bolívia, e em três locais adicionais no Peru e na Bolívia, para fabricar, "in situ", vigas "I" como conectores a grandes blocos de pedra durante o processo de construção representam uma função aparentemente anômala para fundição de metal. A análise química relatada destes locais é de 95,15% de cobre, 2,05% de arsênico, 1,70% de níquel, 0,84% de silício e 0,26% de ferro. A data estimada para esse período é de 800 a 500 aC. As evidências de fundição totalmente desenvolvida, no entanto, só aparecem com a cultura Moche (costa norte, 200 aC - 600 dC).
No Museu Canadense de História, existem artefatos que contam a história das culturas aborígenes dos Grandes Lagos. Existem instrumentos feitos desde pontas de lança, facas, pulseiras e pingentes de cobre nativo.
O cobre nativo é um material que existe naturalmente em forma pura e tem sido usado por pessoas em todo o mundo há milênios. Não é necessária nenhuma fusão ou refinamento do minério. Na região dos Grandes Lagos da América do Norte, depósitos de cobre nativo têm sido usados para fabricar ferramentas e objetos de decoração pessoal há quase 7.000 anos.
O cobre nativo pode ser modelado e afinado por martelagem a frio. Diferente do metal martelado, que eventualmente se torna quebradiço e rachado, embora o aquecimento do metal modif**a suas propriedades físicas, permitindo a retomada do martelo a frio.
O cobre era muito utilizado pelos nativos. Curiosamente, Dr. Lair Ribeiro (cardiologista e nutrólogo) relata que o cobre possui a correspondência harmônica ideal de um corpo humano saudável.
De acordo com a explicação do Dr. Lair Ribeiro, se estivermos vibrando na frequência do cobre, o nosso pH está perfeito. Se a nossa vibração estiver mais alta que a do Cobre, o pH está mais baixo\ácido e temos mais predisposição a fungos, e se nossa vibração estiver mais baixa que a do Cobre, nosso pH está mais alto\alcalino e temos mais predisposição a vírus e bactérias. Portanto, o ideal seria que nosso corpo vibrasse na frequência do cobre. Nem maior e nem menor.
Aqui está o link com uma frequência pura do cobre em mp3:
https://www.dropbox.com/s/o1mye1eh97zbh61/Frequ%C3%AAncia%20do%20cobre%20_%20923%2C9297813366184%20Hz%2015%20min.mp3?dl=0
Ela foi testada com softwares, inclusive de diapasão, e corresponde a uma harmônica da verdadeira frequência de 923,9297813366184 Hz do cobre. Ela equilibra a frequência do corpo humano, elevando o sistema imunológico.
Lembrando que não é a altura do volume do áudio que importa, e sim a frequência. É importante ouvir em um volume moderado.