Inês Conceição - Psicóloga Clínica

Inês Conceição - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica, Cédula N. 26619
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11/05/2026

Continuar a ajustar-te… também é uma escolha.




Já reparaste em como, às vezes, estamos a ouvir alguém… mas já estamos a pensar no que vamos responder? Ou com vontade d...
05/05/2026

Já reparaste em como, às vezes, estamos a ouvir alguém… mas já estamos a pensar no que vamos responder? Ou com vontade de dar um conselho, de explicar, de “ajudar” rapidamente, de mostrar o nosso ponto de vista?
Claro que não o fazemos por mal, mas a realidade é que estar presente é mais do que responder. É tentar sentir com o outro, sem pressa de corrigir, sem necessidade de ter razão. E é nesse espaço que as pessoas realmente se veem e sentem vistas.
Ter empatia não é concordar. Não é viver a mesma história, nem calçar as meias do outro. Mas é deixar as nossas meias enquanto nos colocamos no seu sapato. É estar disponível para sentir com o outro, sem o tentar moldar à nossa forma de ver o mundo. É ouvir sem interromper. É tentar compreender antes de interpretar. No fundo, é estar ali… de verdade. ❤️




A nossa mente é incrivelmente poderosa. Mas a verdade é que também pode enganar-nos. Pensamentos automáticos, crenças an...
22/04/2026

A nossa mente é incrivelmente poderosa. Mas a verdade é que também pode enganar-nos. Pensamentos automáticos, crenças antigas e desadaptativas, medos disfarçados de certezas... Tudo isto cria histórias que, muitas vezes, tomamos como verdade absoluta, quando não o são.
Questionar o que pensas não é duvidar de ti, é perceberes que muitas vezes somos nós a ter que reeducar os pensamentos. Nem tudo o que passa pela nossa cabeça merece uma cadeira permanente dentro de nós.
Hoje deixo-te uma pergunta para refletires: que pensamento repetes tanto que já acreditas nele como verdade... mas que talvez não o seja?




17/04/2026

Às vezes, esquecemo-nos de que as palavras não chegam ao outro da mesma forma que saem de nós. Cada pessoa ouve a partir da sua história, memórias, e coisas que vive ou viveu.
Talvez, por isso, alguns temas não sejam apenas ideias para discutir ❤️‍🩹

Viver não é (ou não deveria ser) sobre cumprir expectativas ou seguir caminhos definidos por outros. Muitas vezes, o ver...
09/04/2026

Viver não é (ou não deveria ser) sobre cumprir expectativas ou seguir caminhos definidos por outros.
Muitas vezes, o verdadeiro trabalho psicológico é mesmo esse, descobrir a nossa própria identidade... quem somos, aquilo que nos guia, o que faz sentido para nós, os nossos valores, desejos, objetivos e sentido pessoal.
A verdade é que o processo de nos tornarmos quem realmente somos é um processo contínuo, duro e simultameamente bonito, de autoconhecimento e coragem. 🤍




30/03/2026

Muitas vezes, o que não muda em nós... acaba por manter tudo o resto é igual 🤍




Há 2 anos, estava prestes a dar o maior passo da minha vida, até aqui. No início de março, nesse ano, despedi-me estando...
18/03/2026

Há 2 anos, estava prestes a dar o maior passo da minha vida, até aqui.
No início de março, nesse ano, despedi-me estando efetiva. “Os tempos não estavam fáceis”, “a área era difícil”, “tinha um ordenado certo”, “psicologia não dava dinheiro”. Mas a verdade é que eu não estava feliz e a vida já estava a ser difícil. Terminei o estágio em fevereiro de 2022, comecei a trabalhar em junho, mas percebi que o meu caminho não era aquele. Aguentei e, em janeiro de 2024 enviei a minha carta de despedimento. Abdiquei de poupanças, tive ajuda de pessoas que estavam a meu lado sem as quais não estaria aqui hoje, e lancei-me. No pior cenário, iria trabalhar para onde fosse preciso outra vez. No melhor cenário, passaram 2 anos. Não foi sempre fácil, ainda não é. Mas a vida é assim. Olho para a menina à direita e vejo medo e insegurança, vejo lágrimas e desespero. Olho para a menina de hoje, à esquerda, e continuo a ver medo e insegurança, mas também resiliência, confiança e coragem. É o bom das dificuldades, fazem-nos sair da zona de conforto, ver do que somos capazes. E caraças, somos capazes de muito mais do que pensamos. Costumo brincar e dizer que a nossa mente, muitas vezes, é a nossa pior inimiga. Mas a verdade é que também pode ser a nossa melhor amiga, se a soubermos educar. É fácil desvalorizar o bom, e só ver o mau. É necessário obrigarmo-nos a fazer o oposto, sob o risco de deixarmos de viver. A vida mudou muito nestes 2 anos, e eu mudei com ela. Hoje é um dia melancólico, de maior introspeção, mas é um dia bonito.
É preciso voar mais. Voar, porque no céu não há estradas, não pisamos nem comparamos caminhos.. Costumo dizer que a vida nos molda, mas que temos que nos erguer acima disso e assumir responsabilidade por aquilo que somos, pelo que fazemos, pelo que queremos que seja diferente. É isso que nos define. Daqui a 2 anos, não sei o que será... mas até aqui está a ser bom. Vejo a vida como um carrossel. E, se não o fosse, com tudo o de bom e mau que a isso está associado, talvez fosse mesmo uma valente seca.
Somos só mais uma pessoa. Somos só mais uma espécie. É preciso ir rindo da viagem. E citando o poeta Daniel Faria “Seja o que for, será bom. É tudo.” 🤍

Há uma ideia muito presente em muitas pessoas que chegam à psicoterapia: a de que primeiro precisam de “deixar de ser as...
17/03/2026

Há uma ideia muito presente em muitas pessoas que chegam à psicoterapia: a de que primeiro precisam de “deixar de ser assim” para então conseguirem ficar bem. Como se a mudança viesse da crítica constante, da luta interna ou da rejeição de partes de si.
Mas, muitas vezes, acontece exatamente o oposto...
Quando passamos a olhar para nós com uma maior compreensão, em vez de julgamento, algo começa a transformar-se. Não porque nos obrigamos a mudar, mas porque deixamos de gastar tanta energia a lutar contra quem somos. Porque reconhecemos com honestidade aquilo que existe em nós, nesse momento. E é, muitas vezes, a partir desse lugar de maior consciência, respeito e curiosidade por nós próprios, que a mudança se torna possível.
Paradoxalmente, é quando deixamos de tentar ser outra pessoa… que começamos verdadeiramente a transformar-nos. 🤍




Às vezes habituamo-nos a coisas que, no fundo, sabemos que nos fazem mal.Habituamo-nos a certas palavras. A certas atitu...
12/03/2026

Às vezes habituamo-nos a coisas que, no fundo, sabemos que nos fazem mal.
Habituamo-nos a certas palavras. A certas atitudes. A certas formas de sermos tratados. E fazemo-lo, não porque as aceitamos verdadeiramente, mas porque, com o tempo, começamos a achar que talvez seja "normal". Ou que vai mudar, ou que foi só uma vez e também há coisas boas. E repetimos o padrão...
É importante compreender que há uma diferença entre compreender os outros e tolerar aquilo que nos magoa, quando o outro não nos quer compreender a nós.
Criar limites não é rejeitar pessoas, é aprenderes a proteger o teu espaço emocional.

Hoje deixo-te uma pergunta para refletires: o que é que tens tolerado que, no fundo, sabes que já ultrapassou o teu limite? ❤️

11/02/2026

Devagarinho, ao nosso ritmo... vamos voltando aos poucos ❤️‍🩹🤍

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