Inês Conceição - Psicóloga Clínica

Inês Conceição - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica, Cédula N. 26619
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Algures numa banda desenhada de 𝑃𝑒𝑎𝑛𝑢𝑡𝑠, surge a seguinte questão: "E se não houver o amanhã, você foi feliz hoje?".Come...
21/01/2026

Algures numa banda desenhada de 𝑃𝑒𝑎𝑛𝑢𝑡𝑠, surge a seguinte questão: "E se não houver o amanhã, você foi feliz hoje?".
Comentamos muito a rapidez do tempo, mas, muitas vezes, pouco fazemos para mudar a forma como o vivemos. Alimentamo-nos de vidas alheias, do próximo cochicho, do próximo escândalo, do próximo diz-que-disse, numa aflição desenfreada que nos alimente o ego, o sentirmo-nos superiores, sentirmo-nos melhores, sentirmo-nos mais bons cidadãos, mais preocupados, mais boas pessoas, mais, mais, mais... É fácil ver de fora e apontar o dedo, é fácil falar-se e opinar-se sobre vidas alheias e desconhecidas, como se as conhecêssemos como a palma das mãos... quando, muitas vezes, nem a nossa conhecemos. É fácil passar tanto tempo a comentar o que não nos pertence, que nos esquecemos do que de facto nos pertence. Como também é fácil o oposto... duvidar, questionar, deixar de viver e fazer, porque pode sempre haver alguém a ver. E, lamentavelmente, como seres imperfeitos e falaciosos que somos, sabemos que podemos errar, sabemos que nem sempre vamos agir da forma que achamos correta, sabemos que podemos meter um pé em falso. E temos medo, temos receio, não só de falhar, mas de que os outros vejam a nossa queda. Que julguem, que falem, que pensem. E, por isso, ficamos... ficamos no mesmo sítio... não arriscamos, não erramos, não fazemos asneiras, não vivemos. É fácil olhar para fora, é difícil olhar para dentro. É fácil falar das quedas, é difícil esticar uma mão para ajudar a levantar.
Num mundo de comparações, de egos, e de aparências, que nos perguntemos mais vezes o que estamos a fazer dos nossos dias. Ainda que, com medo, tentemos ser autênticos, ser nós. Vai doer, vai magoar, vai parecer que não vale a pena, mas depois vai vir a leveza, a felicidade e a descoberta.
"E se não houver o amanhã, você foi feliz hoje?" ❤️

19/01/2026

💙🩵




14/01/2026

Entre o que surge dentro de nós, e o que escolhemos fazer com isso, há sempre um intervalo... 💭




06/01/2026

Colocares limites, que sejam justos para ti, não cria distância. Mas pode torná-la visível. Relações pedem ajuste, sim. Mas não a qualquer custo ❤️‍🩹🤍




26/12/2025

E se a pergunta não fosse "quem sou eu?", mas sim "o que estou a evitar sentir?"




19/12/2025
📌 17/12/2025📍 Pavilhão Gimno. Burinhosa
15/12/2025

📌 17/12/2025
📍 Pavilhão Gimno. Burinhosa

Às vezes, dizemos muito, mas fazemos pouco. Outras vezes, fazemos mais do que conseguimos explicar. Há dias, em que noto...
04/12/2025

Às vezes, dizemos muito, mas fazemos pouco. Outras vezes, fazemos mais do que conseguimos explicar.
Há dias, em que noto o quão fácil pode ser dizer algo… e o quanto é difícil viver, depois, à altura dessas palavras.
Entre o que queremos expressar e o que tentamos fazer, existe sempre um pequeno espaço. Aquele intervalo, onde devemos (tentar) ser honestos, connosco e com os outros. Aquele intervalo, que nos mostra que é na forma como agimos que realmente mostramos o que somos, o que sentimos e o que queremos.
E talvez seja aí que está o trabalho real... no reconhecer quando falhamos, no ajustar o gesto, no aproximar a ação da intenção. Não é sobre ser-se perfeito (ninguém o é), mas há algo de muito bonito quando tentamos que o que dizemos e o que fazemos caminhem mais ou menos na mesma direção ❤️




Quantas vezes, esperamos que o mundo nos surpreenda, sem que nós próprios arrisquemos fazer diferente?Repetimos as mesma...
28/11/2025

Quantas vezes, esperamos que o mundo nos surpreenda, sem que nós próprios arrisquemos fazer diferente?
Repetimos as mesmas respostas, as mesmas fugas, os mesmos comportamentos, as mesmas escolhas... e, quando nada muda, ficamos frustrados.
A verdade é simples: a mudança acontece quando assumimos responsabilidade sobre nós.
E não te enganes... não existe o momento certo, a mudança não acontece quando tudo encaixa.
Acontece, sim, quando tu decides que já não podes continuar a repetir o mesmo e surge o momento em que decides agir.
A regulação emocional é um treino. A consistência é um treino. Assumir responsabilidade pelas nossas próprias respostas é um treino. E é isso que abre espaço para resultados diferentes.
Não é mágico.
Não é rápido.
Não é confortável.
Mas é a realidade: nada muda até tu mudares a forma como te comportas diante da tua própria vida.

Se pensares nisso... o que é que, hoje, podes fazer diferente por ti? ❤️




📰 OPP nos Media: "A violência psicológica pode surgir de várias formas: insultos, humilhações, críticas destrutivas à co...
26/11/2025

📰 OPP nos Media: "A violência psicológica pode surgir de várias formas: insultos, humilhações, críticas destrutivas à competência, inteligência ou carácter, gritos e ameaças, uso da voz como intimidação, destruição de objectos com valor afectivo, ignorar ou excluir de forma repetida, menosprezar, usar discursos culpabilizantes, controlar dinheiro, revistar ou controlar objectos pessoais e tentar isolar a pessoa de familiares, amigos ou outras ligações."

🔗 Para ler no Público em https://www.publico.pt/2025/11/25/sociedade/noticia/violencia-psicologica-reconhece-onde-pedir-ajuda-2155904

Há fases em que nada encaixa.Fases de desconforto, de pouca linearidade. Fases que nos relembram que não é sempre bonito...
20/11/2025

Há fases em que nada encaixa.
Fases de desconforto, de pouca linearidade. Fases que nos relembram que não é sempre bonito, nem é sempre coerente.
Às vezes, questionamos até se desaprendemos tudo o que já sabíamos sobre nós.
Mas a verdade é que a vida é mesmo assim... um desmontar e reorganizar de peças até perceber o que faz sentido ficar.
E é entre tropeços e dúvidas, que vamos percebendo que a identidade não é um destino, nem é uma resposta sagrada escondida, que um dia vamos encontrar... é um processo que se escreve por dentro. Devagarinho. Sem garantias. Nosso.
Na verdade... está tudo bem em não saber quem somos, sempre.
Desconfio que, no fundo, ninguém sabe. E o bonito também é isso... o descobrir mais um bocadinho, todos os dias, mesmo quando já achávamos ter todas as respostas. 🤍






 

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