Cuidando da SAÚDE emocional e mental

Cuidando da SAÚDE emocional e mental Saúde Mental, Saúde Emocional, Comportamentos Aditivos e Dependências (CAD) e Sexualidade Humana.

Psicólogo Clínico
Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde

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Concluo com alegria a minha participação no curso “Jogos de Aposta: Cuidado na Rede de Atenção Psicossocial” (RAPS), uma...
08/03/2026

Concluo com alegria a minha participação no curso “Jogos de Aposta: Cuidado na Rede de Atenção Psicossocial” (RAPS), uma experiência que reforçou algo que considero essencial na prática clínica: O Conhecimento precisa estar em constante Atualização quando lidamos com Fenômenos Complexos e com Pessoas.

O crescimento das apostas, especialmente no ambiente online, tornou-se um fenômeno global. Estimativas indicam que cerca de 46% dos adultos no mundo participaram de algum tipo de jogo de aposta no último ano, o que representa mais de 2 bilhões de pessoas. Ao mesmo tempo, aproximadamente 1,2% da população adulta mundial apresenta transtorno do jogo, uma condição associada a sofrimento psicológico, problemas financeiros, conflitos familiares e aumento do risco de problemas de saúde mental.

Esses números revelam que estamos diante de um desafio crescente de saúde pública, que exige profissionais qualificados, sensíveis e preparados para compreender não apenas o comportamento aditivo em si, mas também suas dimensões psicológicas, sociais e culturais.

Para mim, investir em formação contínua não é apenas um requisito profissional, é um compromisso ético.

Cada curso, cada estudo e cada troca com outros especialistas fortalece a capacidade de oferecer intervenções mais responsáveis e humanas.

Sigo acreditando que o aprimoramento permanente é parte fundamental da missão de quem escolheu cuidar da saúde mental.

E é com esse espírito que continuo a minha caminhada como psicólogo e professor universitário, aprofundando conhecimentos para oferecer sempre o melhor às pessoas que me procuram, especialmente no campo dos comportamentos aditivos e das dependências.

Porque por trás de cada estatística existe uma história, e cada história merece respeito, acolhimento, escuta ativa, atenção, compreensão e dignidade.

De acordo com a ONU, 85.000 mulheres e meninas foram mortas intencionalmente, em todo o mundo, no ano de 2023.Em média, ...
08/03/2026

De acordo com a ONU, 85.000 mulheres e meninas foram mortas intencionalmente, em todo o mundo, no ano de 2023.

Em média, 140 mulheres são vítimas de feminicídio por dia no mundo, o que representa uma morte a cada 10 minutos.

Aproximadamente 60% desses homicídios são cometidos por parceiros íntimos ou membros da família.

Também, a maioria das mulheres já haviam sofrido violência física, sexual ou psicológica antes do ass@ssinato.

Então, esses dados não merecem comemoração, mas sim, ATENÇÃO, INTERVENÇÃO e PUNIÇÃO.

O melhor que podemos dar as MULHERES, do que um simples parabéns, nesse dia é a SEGURANÇA, APOIO, PROTEÇÃO e LIBERDADE.

Participar das Jornadas da Associação Portuguesa de Adictologia, em Évora 2026, foi mais do que um compromisso académico...
03/03/2026

Participar das Jornadas da Associação Portuguesa de Adictologia, em Évora 2026, foi mais do que um compromisso académico, foi um compromisso humano.

Como psicólogo e professor universitário, especialista em comportamentos aditivos e dependências, carrego diariamente a responsabilidade de formar futuros profissionais e, ao mesmo tempo, acolher histórias reais de sofrimento, vulnerabilidade e reconstrução.

Falar de adictologia não é apenas discutir substâncias ou comportamentos. É falar de dor emocional, de tentativas de regulação do sofrimento, de contextos familiares e sociais, mas também de esperança, mudança e possibilidade.

Ensinar e intervir nesta área é acreditar que o conhecimento científico transforma práticas — e que a escuta qualificada transforma vidas.

Seguimos a construir pontes entre a academia e a clínica, entre a teoria e o cuidado, entre a vulnerabilidade e a dignidade.

Encerrar este projeto de Promoção da Saúde Mental e Prevenção do Abandono Escolar junto aos estudantes universitários do...
01/03/2026

Encerrar este projeto de Promoção da Saúde Mental e Prevenção do Abandono Escolar junto aos estudantes universitários do Piaget , em Silves - Algarve, é para mim, motivo de profunda gratidão e realização profissional.

Ao longo desta caminhada, tive a honra de contribuir para o fortalecimento emocional, para a construção de recursos internos e para a promoção de uma vivência académica mais saudável entre futuros profissionais da saúde. Acredito que cuidar de quem cuida é um compromisso ético e humano — e poder atuar nesse sentido reafirma a beleza e a responsabilidade da profissão que escolhi: a Psicologia.

Foi especialmente significativo participar de uma iniciativa financiada pela Direção-Geral do Ensino Superior, que reconhece a saúde mental como pilar essencial da permanência e do sucesso académico. Projetos como este demonstram que investir no bem-estar psicológico é investir na qualidade da formação e, consequentemente, na qualidade dos serviços que estes futuros profissionais oferecerão à sociedade.

Saio deste ciclo com a convicção de que cada espaço de escuta, cada intervenção, cada encontro em grupo plantou sementes importantes. A promoção da saúde mental não é apenas prevenção — é também desenvolvimento, fortalecimento e construção de sentido.

Agradeço pela oportunidade de fazer parte desta iniciativa tão relevante e necessária. Que possamos continuar a construir contextos educativos mais humanos, acolhedores e promotores de qualidade de vida saudável.

Não há Saúde e Sucesso Escolar sem Saúde Mental...Depois de anos num percurso profissional dedicado à clínica, à formaçã...
13/02/2026

Não há Saúde e Sucesso Escolar sem Saúde Mental...

Depois de anos num percurso profissional dedicado à clínica, à formação e à intervenção em diferentes contextos, surge um novo desafio: voltar a trabalhar diretamente com o público de crianças e adolescente, através de um grande Projecto do governo Portugues🇵🇹.

Regressar a este universo é reencontrar a energia, a criatividade e também os desafios próprios de uma fase da vida marcada por mudanças, dúvidas, construção de identidade e pressão escolar.

É reconhecer que a promoção da saúde mental e do sucesso escolar não se faz apenas através do desempenho, mas sobretudo através do cuidado com as emoções, das relações significativas e do desenvolvimento de competências pessoais e sociais.

Este projeto nasce da convicção de que investir precocemente na saúde mental é investir no futuro diante da prevenção.

Criar espaços seguros de escuta, reflexão e partilha com crianças e adolescentes é contribuir para um desenvolvimento mais saudáveis, maior bem-estar psicológico e uma relação mais consciente com o aprender, crescer e amadurecer.

Aceitar este desafio é, acima de tudo, reafirmar o compromisso, como Psicólogo Clinico e da Saúde, de estar próximo para compreender, prevenir, promover, orientar, encaminhar e tratar.

Porque cuidar da sucesso escolar dos jovens é também cuidar da saúde mental, no qual, não podemos deixar de lado os comportamentos aditivos e dependências, bem como, da sociedade que estamos a construir.

Higiene do Sono: cuidar do descanso também é cuidar da saúde mental...Dormir bem não é luxo, é necessidade.A higiene do ...
16/01/2026

Higiene do Sono: cuidar do descanso também é cuidar da saúde mental...

Dormir bem não é luxo, é necessidade.
A higiene do sono refere-se a um conjunto de hábitos e práticas que ajudam a melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, o bem-estar físico, emocional e mental.

Por isso, tente:
• manter horários regulares para dormir e acordar;
• evitar telas (celular/telemóvel, TV, computador) antes de dormir;
• reduzir, ou até mesmo evitar, o consumo de cafeína, bebidas alcoólicas e comidas pesadas à noite;
• criar um ambiente tranquilo, escuro e confortável;
• respeitar o momento de descanso como parte do autocuidado.

Quando o sono é negligenciado, o corpo e a mente dão sinais.
Cuidar do sono é um passo essencial para uma vida mais equilibrada e saudável.

Dormir bem também é um ato de cuidado consigo.

👏Que privilégio e honra participar desse momento👏
12/01/2026

👏Que privilégio e honra participar desse momento👏

Janeiro Seco: uma resposta aos excessos pós-festasO Janeiro Seco (Dry January) teve início em 2013, no Reino Unido, como...
05/01/2026

Janeiro Seco: uma resposta aos excessos pós-festas

O Janeiro Seco (Dry January) teve início em 2013, no Reino Unido, como uma campanha de saúde pública promovida pela organização Alcohol Change UK. O objetivo foi responder a um padrão recorrente observado após as festas de fim de ano: o aumento do consumo abusivo de álcool e seus impactos na saúde física e mental.

Após um período marcado por confraternizações, excessos e uso frequente de bebidas alcoólicas, a campanha propõe um mês de redução ou suspensão do consumo, como forma de autorregulação, prevenção e conscientização.

Os benefícios observados incluem:
▪ melhoria da qualidade do sono;
▪ redução de sintomas de ansiedade e irritabilidade;
▪ maior clareza cognitiva;
▪ recuperação do equilíbrio emocional;
▪ maior consciência sobre padrões de uso e possíveis abusos.

Mais do que abstinência, o Janeiro Seco convida à reflexão:
👉 O álcool tem sido usado como estratégia de regulação emocional?
👉 Quais excessos precisam ser revistos após o período festivo?

Cuidar da saúde mental também passa por reconhecer limites, compreender hábitos e fortalecer escolhas mais saudáveis ao longo do ano.

Janeiro Branco: não há saúde sem saúde mentalJaneiro é tradicionalmente associado a recomeços, planos e expectativas par...
02/01/2026

Janeiro Branco: não há saúde sem saúde mental

Janeiro é tradicionalmente associado a recomeços, planos e expectativas para o novo ano. Foi a partir dessa simbologia que, em 2014, surgiu no Brasil a campanha Janeiro Branco, idealizada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, com o objetivo de colocar a saúde mental no centro das conversas da sociedade.

A escolha do “branco” representa uma metáfora: uma folha em branco, que nos convida a refletir sobre como temos escrito a nossa própria história emocional. Após o período das festas — muitas vezes marcado por excessos, pressões familiares, sociais e emocionais — janeiro torna-se um momento oportuno para olhar com mais atenção para o que sentimos, pensamos e vivemos.

A campanha propõe uma pergunta fundamental: como anda a sua saúde mental?
Falar sobre emoções, sofrimento psíquico, autocuidado, relações e busca de apoio profissional não é sinal de fraqueza, mas de responsabilidade consigo mesmo.

Cuidar da saúde mental é um processo contínuo e tão importante quanto cuidar do corpo. O Janeiro Branco reforça que prevenção, escuta, acolhimento e psicoterapia são pilares fundamentais para uma vida mais saudável, consciente e equilibrada.

Que este mês seja um convite para o autoconhecimento, o cuidado emocional e a construção de relações mais saudáveis — consigo, com o outro e com o meio.

16/10/2025
16/10/2025

Dois em cada três homens vítimas de violência não pedem ajuda, alerta APAV

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